BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

BoJack Horseman

Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

Critica | Lucy

Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

Neuromancer, 30 anos

LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

LIVRO | Perdido em Marte

O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

O Iluminado, de Stephen King
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segunda-feira, 14 de março de 2011

O Menino Do Pijama Listrado (The Boy In The Striped Pyjamas)

O filme carrega o exato ambiente retrado no livro, não lembro de ter assistido a um filme que fosse tão fiel a um livro quanto este foi, lógico, algumas poucas adaptações foram feitas, mas nada que comprometesse ou mudasse a essência da história.
A história conta a perspectiva de um menino de 8 anos em relação à II Guerra Mundial, onde os terrores eram vistos de uma forma ingênua e sem maldades, talvez este ponto seja o único que não tenha ficado muito bem desenvolvido no filme, mas mesmo assim a essência permanece. A ingenuidade leva a prática de atos sem conhecimento de suas consequências. Um menino, filho de um oficial nazista, se torna amigo de um menino judeu que está preso no campo de concentração a poucos metros de sua casa, pouco a pouco Bruno, filho do oficial, vai se questionando a respeito da má ideia que está sendo inserida ao seu cotidiano sobre judeus e superioridade da raça ariana, percebe que quase não há diferenças entre ele e o menino judeu, portanto algo deveria estar errado.
O ambiente tenso da guerra é bloqueado por Bruno através de seus livros de aventuas e histórias de grandes heróis, onde fica preso em seu casulo sem ter pleno conhecimento da realidade e de suas proporções. Um ótimo filme, com uma ótima história e com boas atuações, a sensibilidade transparece através das linhas da ingenuidade das ideias uma criança pura diante dos horrores de uma grande guerra.

Valsa Com Bashir (Vals im Bashir)

Um filme iraniano no formato documentário animado, que conta a história de um veterano da Guerra do Líbano de 1982 ao tentar recuperar a memória sobre o massacre de Sabra e Shatila. O documentário possui uma sensibilidade incrível e o fato de ser animado dá um toque sombrio, apesar deste item ter quebrado um pouco do impacto da história.
As cenas finais conseguem criar uma atmosfera tensa, tudo que foi retido e absorvido pela animação no final se perdem nas cenas reais do massacre. Angústias, preocupações e medos são os principais sentimentos representados pelo documetário com desenhos muito bem feitos e altamente expressivos.
Uma ótima produção, uma das melhores representações do real sentido da arte sem perder ou desmerecer os temores de conflitos tão constantes no século da integração social.

quarta-feira, 24 de março de 2010

A Onda

O filme dirigido por Dennis Gansel mostra o grande momento cinematográfico da Alemanha, um filme bem feito apesar de mostrar um roteiro com falas não muito bem elaboradas.

Die Welle, título original do filme, mostra que as boas intenções nem sempre são bem interpretadas, que a ingenuidade pode desencadear uma série de problemas, que, muitas vezes, não possuem soluções práticas ou viáveis.

Rainer Wenger é professor de Ensino Médio que resolve explicar aos seus alunos o que é autocracia. Durante uma das aulas para melhor explicar e facilitar o entendimento da turma, resolve impor em sala de aula as filosofias propostas pelo sistema. Os alunos, no início, se mostram revoltados e resistentes às imposições feitas pelo mestre, porém aos poucos vão se adequando e se acostumando ao projeto, até que chegam a um determinado momento em que as regras são impostas por eles mesmos e as filosofias passam a fazer parte de suas vidas. O que era apenas uma demonstração de aula, passa a ser um evento trágico, de ações revoltadas e violentas.

É possível comparar este filme com diversos momentos da história, entre eles, o período da história de Roma em que o governo estava sob o comando de Caius Julius Caesar, onde havia uma sociedade organizada (Senadores) que seguiam as normas impostas pelo “tirano”, e esta mesma sociedade, que foi organizada, distribuída e “alimentada” por Julio Cesar também o traiu e subjugou. Além deste exemplo é possível comparar a fase de aceitação do regime por parte da sociedade com o processo sofrido pelos alunos.

A onda, ao mesmo tempo em que colabora para o nosso conhecimento, nos transporta para momentos importantes da história e auxilia as nossas capacidades de percepção e comparação.

terça-feira, 23 de março de 2010

Guerra Ao Terror

Melhor filme do ano, segundo o Academy Award. O filme de Kathryn Bigelow recebeu seis prêmios dos nove que estava concorrendo.

O filme relata a vida do esquadrão anti-bombas norte-americano, no Iraque. Vida a qual é regada com sentimentos de insegurança e medo, a cada dia a morte passa mais perto dos jovens soldados que buscam apenas a paz.

Dotado de cenas fortes e intensas, Guerra Ao Terror, prende quem o assiste de um modo diferente, algo igualmente intenso, é quase uma relação de troca, além de nos trazer a realidade de uma perspectiva muito mais próxima e real.

Quando comecei a assistir ao filme, me senti meio cansada, parecia que o filme era do tipo “normal” e fraco, mas quando os motores aqueceram... Posso dizer que me arrependi de cada pensamento contrário que tive sobre o filme, ele não é “normal” e muito menos fraco, além de representar uma categoria a qual é muito mais interessante, uma categoria de filmes excelente e de baixo custo.

Guerra Ao Terror dá início a uma nova era no cinema mundial, uma era onde o cinema não é só sinônimo de filmes caros e, muito menos, apenas de diretores homens, uma era onde as coisas “simples” são valorizadas e a grande capacidade da mulher bem reconhecida.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

REBOBINE POR FAVOR (Be Kind Rewind)


Na era dos DVDs, lembraremos das fitas e de como rebobinar era quase um desafio, além de vermos Jack Black completamente... eletro magnetizado?

Na comédia Jerry trabalha em um ferro velho e possui muitas dores de cabeça, mas acha que isto é ocasionado pela rede elétrica que se localiza nas proximidades. Então para acabar com o problema, Jerry decide sabotar as instalações, o que acaba não dando certo e Jerry fica magnetizado. No dia seguinte ele vai até a locadora de filmes do amigo, e adivinha o que acontece? BINGO! Ele apaga todas as fitas de vídeo da locadora.

Bom, acho que dá para imaginar o que Jerry inventou de fazer, certo? Ok... vou contar... Ele decide regravar todos os grandes sucessos do cinema: King Kong, Ghostbusters, De Volta Para o Futuro, Rei Leão, entre outros. A aventura toma grandes proporções e as confusões só aumentam.

Rebobine Por Favor é um filme mediano, sem grandes destaques, serve apenas para relembrar os grandes filmes. De qualquer forma eu indico já que dá para dar boas risadas com as adaptações malucas.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

UM FAZ DE CONTA QUE ACONTECE

O título diz tudo neste filme, onde a magia Disney se entrelaça com fatos inusitados do cotidiano.
Uma pequena família, constituída pelo pai e um casal de filhos, mora em um, também pequeno, hotel. As despesas começam a ficar pesadas e o pai tem que vender o hotel, porém o seu filho tem o hotel como o seu parque de diversões particular, onde ele pode colocar em prática todos os sonhos e todos os seus “faz de contas”. Mas as dívidas só aumentavam e o pai vende o hotel sob a promessa do comprador de que quando o jovem rapaz estivesse com idade e maturidade suficiente, seria o gerente do novo hotel que seria construído no local do antigo.
Muitos anos se passam, o pai morre e o menino, agora adulto está trabalhando no hotel. Assistente de manutenção. Não era bem o que o menino sonhava. Contudo, surge uma oportunidade, na qual ele tem que apresentar um projeto criativo para um novo hotel, e caso ganhe, será o novo gerente. Então é aí que entram os queridos sobrinhos, não estou sendo sarcástica, eles são realmente queridos, e o personagem vivido por Adam Sandler passa a tomar conta das crianças enquanto a irmã resolve alguns problemas em outra cidade.
Sempre na hora de dormir, as crianças pedem para que o tio conte uma história, mas algo sobrenatural sempre acontece no dia seguinte. Por incrível que pareça, alguns pontos das histórias contadas por ele se tornam realidade!! Isso mesmo, realidade!!! Bom, até aí é um filme da Disney, final feliz e bla bla bla, até nos darmos conta de que tudo que acontece não passa de coincidência, mas o nosso querido futuro gerente não se dá conta. Então as trapalhadas têm início.
O filme é super gostoso de ser visto, foi feito para toda a família, sabe, para ver juntinho, dar boas risadas e se entregar a magia quase viciante da Disney. O filme, olhando superficialmente, não tem defeitos, é limpo, simples e cativante. As atuações são grandes exemplos, principalmente das criancinhas, sinceramente, dão um show. Vale à pena, sem restrições, veja, viaje, se divirta!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

DÚVIDA

Dúvida é um filme tenso, meio difícil de ser visto. Sua temática é meio confusa deixando vários pontos em aberto, o que faz com que seja exatamente este ponto o responsável pelo sucesso do filme, porque este fato nos deixa simplesmente com DÚVIDAS. Há certos momentos em que você não sabe mais em que ou quem acreditar, em cada momento o seu posicionamento sobre o filme fica de um lado. Dúvidas, dúvidas e dúvidas. O filme termina com dúvidas e nos deixa com dúvidas.
No elenco mais uma vez, digo isso porque no post anterior citei essas duas atrizes, Meryl Streep e Amy Adams, além de Philip Seymour Hoffman e Viola Davis. Todos receberam indicações ao Oscar por suas atuações neste filme. Porém, não entendo por que Viola Davis recebeu esta indicação, a sua atuação no filme não é muito boa, é meio que superficial. Há somente uma cena em que ela tenta alçar vôo, mas não consegue, uma cena com Meryl Streep, na qual a personagem de Viola tenta enfrentar Irmã Aloysius. Ela tenta. Mas não consegue. Aloysius mesmo ao ser questionada e pressionada não desmonta, fica intacta, completamente superior, nada superficial. Mas sei lá, são coisas que nós, simples admiradores da sétima arte, não podemos alcançar e entender. “Não são para o no nosso bico”.
Amy Adams aparece em várias cenas, seu papel não é de muito destaque e ela não possui muitas falas, porém ela transmite um sentimento de bondade, algo meio angelical.
Philip Seymour Hoffman também não está muito bem no filme, ele não consegue “fazer suspense”, não tem expressão, não transmite nenhuma idéia e é completamente vago.
Meryl Streep mais uma vez deu uma aula de atuação, foi muito superior aos colegas de elenco, mas não foi o seu melhor papel, já vi filmes melhores com ela. Apesar de a personagem ser dura, aparentemente irredutível e intocável, parece que falta algo, talvez esse algo seja a colaboração dos colegas, não sei, mas poderia ter sido melhor.
Resumindo, o filme possui cenas muito longas, o que causa certo cansaço em quem está assistindo e há um suspense simples, tenso, mas simples. Mas apesar disso, vale à pena assistir, mas quando for ver, esteja preparado para realmente ASSISTIR ao filme e não apenas vê-lo.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

PROJETO JULIE & JULIA (O FILME)

Quase como eu havia previsto, o filme é muito bom. É recheado de cenas engraçadas e com diversos detalhes que não encontramos no livro, mas que são verídicos. Detalhes da vida de Julia Child e que no livro ficam meio perdidos, mas no filme tem um lugar bem definido.
A direção do filme é boa, possui traços característicos de Nora Ephron, como a simplicidade e a riqueza de detalhes. Porém, há determinados momentos em que a equipe (ou pessoa) responsável pela continuidade esquece de trabalhar. Mas devo admitir que cenas com cigarro são meio perigosas, mas deveriam ter recebido uma maior atenção devido a isso.
Mais uma vez, Meryl Streep ofusca todo o elenco. Não é exagero, é sério. Amy Adams é uma boa atriz, eu gostei de suas atuações anteriores (Dúvida, também com Meryl Streep e Encantada, um filme realmente encantador), mas é que “competir” com Meryl Streep chega a ser injusto, mesmo as duas não contracenando juntas, já que são histórias paralelas. E há também Stanley Tucci que também já contracenou com Meryl, e ele sim, é completamente APAGADO no filme (90% das cenas de Meryl ele está presente, então não sobre muito para ele).
Há um detalhe (realmente um detalhe) que eu achei muito importante, engraçado e que pode passar despercebido pela maioria das pessoas. O filme começa mostrando Paris em 1949, as ruas, os prédios, a torre Eiffel. Depois muda para Nova York em 2002, mostra também as ruas, os prédios, e algo que parece uma caixa d’água?! É uma cena muito engraçada porque define muito bem os contrastes culturais.
É um filme gostoso de ser assistido, nos divertimos com as cenas engraçadas, nos indignamos com algumas atitudes de ALGUMAS pessoas (se não fosse uma história real eu citaria nomes – risadas) e acima de tudo é um filme limpo, sem malícias, sem aquela história de bem X mal, em fim, é um filme simples como Julia Child.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

AUSTRÁLIA

Assisti ao filme Austrália hoje. Primeiramente, achei um filme engraçado e com alguns cenários não muito bem elaborados, depois descobri que o filme está recheado de cenas fortes e intensas que nos fazem trancar a respiração e torcer para que as cenas não acabem. O elenco do filme é extremamente competente, Nicole Kidman, Hugh Jackman, David Wenham além do novato Brandon Walters que rouba a cena diversas vezes, entre outros.

Apesar de o filme ser longo, aproximadamente duas horas e quarenta e cinco minutos, e previsível, ele consegue prender o telespectador do início ao fim, pois apesar de “desconfiarmos” do que acontecerá nas cenas seguintes, ainda temos a vontade de saber se realmente estávamos certos, e continuamos lá, incansavelmente, saboreando e se surpreendendo com as previsões feitas indiretamente por nós.

É mais uma grande produção de Baz Luhrmann, diretor de Moulin Rouge e Romeu e Julieta, que merece receber certa atenção.