BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

BoJack Horseman

Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

Critica | Lucy

Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

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LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

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O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Piratas Do Caribe Navegando Em Águas Misteriosas (Pirates Of The Caribbean On Stranger Tides)

O quarto filme da franquia não chega aos pés do primeiro, é melhor que o terceiro e pior que o segundo. Nesta nova aventura, não temos Will Turner nem Elizabeth Swann para serem sequestrados ou se meterem em confusões, deixamos isso para o Jack Sparrow, digo, Capitão Jack Sparrow, que sempre realizou muito bem essas difíceis façanhas.
Angelica, filha do folclórico Barba Negra, tenta encontrar a fonte da juventude para salvar a vida do pai, que está supostamente ameaçado por uma profecia que está prestes a se concretizar. No meio da bagunça, Angelica reencontra Jack Sparrow, que mais uma vez está fugindo das garras dos monarcas.
O caminho até a fonte da juventude é por si só cheio de surpresas e aventuras típicas da sequência, com direito até a sereias, criaturas mitológicas metade mulher e metade peixe, algumas vezes descritas por autores antigos como metade mulher e metade pássaro.
O filme não foge do padrão já estabelecido, o que o torna "melhor" e menos previsível é a alteração no elenco, a participação de Penelope Cruz não poderia ter sido mais eficiente, o papel caiu como uma luva para a mais nova pirata espanhola. A saida de Orlando Bloom e de Keira Knightley não foi sentida, ou seja, não fizeram falta e acredito que teriam atrapalhado caso estivessem presentes. E Johnny Depp dispensa comentários, sem seu personagem e sua atuação, Piratas do Caribe não seria nem metade do sucesso que é hoje.


Como já disse anteriormente, o filme é bom, mas não é o melhor dos quatro, talvez esteja se encaminhando para um nível superior e para garantir o seu sucesso é necessário que saibam seus limites e determinem um final para a franquia. Quatro filmes jã são suficientes, cinco são aceitáveis, além disso as chances de fracasso se tornam desproporcionais ao sucesso e a decadência se torna iminente.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Eu Sou O Número Quatro (I Am Number Four)

Com produção de Michael Bay e direção de D.J. Caruso, o longa tem seu início meio confuso, porém ao decorrer da história os "segredos" são desvendados em seu devido tempo e um gostinho de quero mais é despejado ao público que o assiste.


As vezes temos a sensação de que a história é uma reunião de uma série de história já existentes sobre super heróis, em outros, que é uma história absolutamente nova e cheia de energia para uma possível sequência de sucesso.


Algumas ideias absurdas surgem no meio do filme, ideias que são perdoadas, afinal o cinema também serve para nos transportar aos universos mais extravagantes que a nossa imaginação pode e não pode permitir, apesar disso, não considero um filme ruim ou fraco, é um filme aceitável e nos padrões heróicos retratados no cinema.

Thor

O filme apresenta uma mistura entre a mitologia e a história em quadrinhos, esta inclusive já havia sido adaptada da lenda de uma forma não muito objetiva. Thor, o filme, nos passa a sensação de querer suprir certos pontos esquecidos da mitologia mas acaba deixando outros pontos importantes da história em quadrinhos a ver navios. Pode-se dizer que é um equilíbrio, ambos os lados ficam desfalcados porém, outros pontos são muito bem feitos.
A energia e a super proteção de heróis que toda a criança sonha quando criança e todo o adulto secretamente ainda guarda dentro de si são os aspectos que fazem a história parecer tão espetacular e mágica, fazendo os menos radicais esquecerem algumas bizarrices adaptadas.
Em uma das cenas finais, não considero spoiler por ser óbvia, Thor está caido, aparentemente morto e o seu martelo, Mjolnir, vai ao seu encontro e Thor volta a ter as suas habilidades deixando todos boquiabertos mas agindo naturalmente. Achei meio forçado o seu retorno e ainda mais forçada a reação dos presentes, sinceramente se uma criatura se transformasse em um super herói na minha frente eu, no mínimo, sairia correndo. Brincadeiras a parte, este foi o unico ponto que me fez refletir sobre a seriedade e maturidade do projeto, no mais, é um ótimo filme, com ótimas atuações e efeitos mais do que especiais.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Fúria Sobre Rodas (Drive Angry)

Parece que ultimamente Nicolas Cage está tentando se punir de algo muito ruim que fez, a sequência de pessimos filmes faz o público pensar, no mínimo, isso. Com Fúria Sobre Rodas não poderia ser diferente, a maré de má sorte ou o auto flagelamento, como preferirem, também tomou conta do filme.

Neste filme, Cage vive Milton, um pai justiceiro que está atrás do responsável por uma seita satânica, o homem que matou sua filha e sequestrou sua neta. O filme tenta abordar um estilo Tarantino, com cenas violentas, muito sangue, alguns deboches e cenas de sexo, mas o que consegue são cenas mal feitas seguidas de cenas piores que as anteriores. Não estou sendo injusta ou muito crítica, a situação está bem difícil para os lados do ator que costumava ser ícone e fazia jus a família Coppola.

Considerado um dos piores filmes do ato, não é à toa que recebe o título, as fracassadas tentativas de criar suspense e ação, criam situações embaraçosas, mal feitas e vulgares, sem perspectiva de uma possível melhora. Não culpo somente o ator, o conjunto da obra é triste, não gostaria de tê-la no meu currículo e muito menos estar na pele do ator.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Rango

A animação dirigida por Gore Verbinski, conta a história do herói Rango, um camaleão que viveu toda a sua vida em cativeiro e se vê perdido no meio do deserto após um pequeno "acidente" com o carro onde estava. Ao chegar na pequena vila Poeira, Rango é tratado como herói e convidado a ser o mais novo xerife da cidade, tudo isso por ter vencido a terrível ave que amedrontava os moradores da região e contar histórias fabulosas de como havia enfrentado os vilões do deserto.
Não demora muito para que Rango descubra que a cidade está sem água, logo não haverá como sobreviver na terra do sol escaldante e neste ponto que a aventura começa e Rango finalmente tem a chance de se tornar realmente o herói que sempre sonhou ser.
Uma incrível aventura de excelente categoria que retrata perfeitamente as maravilhosas histórias de faroeste, sem perder o charme transmitido pelos galãs dos antigos filmes e muito menos sem perder o espírito do velho oeste.

sábado, 5 de março de 2011

Besouro Verde (Green Hornet)

Besouro Verde teve por trás de sua estréia uma grande divulgação, o que desencadeou uma grande expectativa no público, no entanto se tornou uma grande propaganda enganosa.
Um filme fraco, com atuações fracas e péssimos efeitos. Talvez, ousasse dizer que, o que poderia ter salvo o filme seria a atuação de Christoph Waltz, mas nem isso aconteceu, Christoph Waltz foi apagado pela baixa qualidade do filme e o uso de cenas exageradas como meio de obter sequências engraçadas apenas deu ao filme mais um ponto negativo no item qualidade.
A intenção de criar super heróis "humanos" dá aos filmes um toque de acessibilidade, nos sentimos, digamos, como se houvesse a possibilidade de surgir alguém que pudesse nos salvar e nos fazer sentir segurança diante dos perigos gerados pela violência cotidiana, é o que acontece quando assistimos Batman, por exemplo. Mas no caso de Besouro Verde, esta sensação passa longe, e ainda afirmo, um herói mimado e inconsequente é tudo que uma sociedade não precisa.
Talvez o filme servisse apenas para algum tipo de intretenimento altamente informal e sem objetivos de obter qualquer tipo de crescimento, mas isto não me faria assistir ao filme novamente.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Bruna Surfistinha

O filme que conta com uma das histórias mais polêmicas já contadas aliou este item a marca registrada do cinema brasileiro. Bruna Surfistinha conta 3 anos da história de Raquel Pacheco, período em que se entregou a prostituição para buscar a independência financeira e ser 'alguém na vida'.
O filme mostra a ascensão e a queda de Bruna Surfistinha, nome que Raquel adotou, seu envolvimento com drogas, falência financeira e degradação moral. No meu ponto de vista, a história pode até ser interessante, e em um primeiro momento podemos acreditar na coragem que Bruna Surfistinha teve ao expor a sua vida aos sete ventos, mas na realidade o objetivo é chamar a atenção. O filme por tratar de um assunto que afronta a moral e os bons costumes deveria, no mínimo, exibir algum ponto onde não incentive tal carreira, o que não acontece no filme. É verdade que mostra todas consequências, ou boa parte delas, mas não as mostra como realmente são, mostra as consequências no ponto de vista de uma garota infantil e inconsequente.
Portanto, não tiro o mérito da história em si, mas como foi contada, incentivando e mostrando que talvez não seja tão ruim assim usar a prostituição como meio de atingir seus objetivos, levou o filme a um estado de infantilidade e decadência cinematográfica.