BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

BoJack Horseman

Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

Critica | Lucy

Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

Neuromancer, 30 anos

LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

LIVRO | Perdido em Marte

O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

O Iluminado, de Stephen King
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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Critica | Frozen


Olaf e Sven são os mais novos queridinhos do universo Disney e olha que nem são príncipes!

A dupla que de imediato conquistou crianças e adultos nos variados trailers e teasers lançados pela Disney/Pixar não é nem de perto protagonista desta nova história, mas consegue completa-la de forma formidável.

A história se passa no reino de Arandelle, onde vive uma linda família real, composta pelo rei, a rainha e suas duas filhas, Elsa e Anna, e logo no início do filme somos apresentados ao curioso dom de Elsa, o de criar gelo e neve. Porém, tal dom se revela perigoso quando a herdeira do trono, durante uma brincadeira ao lado irmã, acaba por atingi-la na cabeça, colocando em risco sua vida. O rei e a rainha levam a pequena Anna até o esconderijo dos trolls, os únicos capazes de salvá-la, onde, após salvarem a vida da princesa e fazer com que ela esquecesse o dom da irmã, orientam os pais a reprimir os poderes de Elsa.

Elsa decide se afastar de todos por segurança, se mantendo reclusa em seu quarto. Enquanto isso, Anna cresce sem nunca deixar de tentar se reaproximar da irmã, principalmente após a trágica morte dos pais.

Quando Elsa completa 18 anos, é obrigada a se apresentar para o vilarejo como sua nova líder, assumindo a posição de rainha. Durante a festa de posse do trono, Anna, que vivia trancada atrás do portões do palácio, redescobre a liberdade e conhece um jovem príncipe, Hans, por quem de imediato é pedida em casamento. Elsa, ao ficar sabendo sobre a possível união da irmã com um desconhecido, não os abençoa e acaba brigando com a caçula, momento em que perde o controle sobre seus poderes e acaba assustando todo vilarejo ao expulsar a primavera e instaurar um rigoroso inverno.

A rainha mais uma vez decide se manter afastada de todos e foge para a floresta, lá cria seu próprio reino, onde pode ser quem quiser, sem medo. Anna vai atrás da irmã e aí que a aventura começa.

Você deve estar se perguntando: e Olaf? e Sven? Bom, eu disse que eles estavam longe de serem protagonistas. A dupla serve para, ironicamente, quebrar o gelo, através do humor, diante da relação complicada entre as duas irmãs, assim como vários outros coadjuvantes peculiares presentes nas histórias clássicas da Disney alguma vez já fizeram, e só a partir deste segundo momento é que a dupla passa a ter presença garantida no filme.

Olaf é o boneco de neve que as irmãs, quando crianças, criavam para brincar e que agora misteriosamente ganhou vida. Sven é uma rena que pertence a Kristoff, um vendedor de gelo que fora criado pelos trolls e que ajuda Anna na busca pela a irmã.

A animação, assim como Valente, traz um novo foco, ou seja, busca explorar relações familiares ao invés de românticas. Assim, temos aqui o retrato da difícil relação entre duas irmãs, onde a mais velha tenta proteger a mais nova, inclusive reprimindo seus instintos, enquanto a mais nova tenta reconquista-la. E como todas as histórias da Disney/Pixar, ao final do filme, ganhamos uma grande lição, conquistada através da perfeita relação entre drama e humor, de modo a fisgar todos os públicos.

Frozen, Uma Aventura Congelante não chega a ser a melhor animação do ano em temas familiares (Croods ganha muitos pontos neste quesito) nem a que possui os melhores coadjuvantes (os minions de Meu Malvado Favorito são infinitamente mais engraçados), porém traz uma bonita história entre duas irmãs, fato inédito em animações, contada no melhor estilo Disney de ser.

domingo, 19 de maio de 2013

Critica | Os Croods


Sabemos que ultimamente o afastamento entre familiares é cada vez mais constante, muito devido à busca intensa pelo conforto financeiro, então, nada mais natural do que empresas responsáveis pela propagação de sonhos e que tem por objetivo atingir crianças, realizem o papel de entreter os pequenos, implantar-lhes lições de moral, conquistar os adultos e manter/reestruturar os vínculos emocionais.

Os Croods são uma família pré-histórica de neandertais que vive com medo das selvagerias dos predadores do mundo do lado de fora da humilde e nada confortável caverna em que moram e com o tempo, Eep, a filha adolescente, começa a se dar conta de que não se encaixa mais na família, pois deseja aventurar-se no mundo e encarar as suas novidades.

Durante uma noite, Eep decide sair da caverna e no caminho acaba encontrando Guy, um homo sapiens, dominador do até então desconhecido fogo. Guy começa a contar a Eep os perigos que estão por vir, algo parecido com o que teria acontecido com o fim da pangeia, e durante a conversa, Grug, o patriarca Crood, os encontra, levando instintivamente Eep para longe do estranho. 

No caminho até a caverna, a família, que nessa altura já estava reunida, é surpreendida por um violento terremoto e tem sua caverna destruída. Diante da tragédia e a após muitas discussões, a família resolve pedir a ajuda de Guy para procurar outro lugar para morar. A família passa a desbravar todas as novidades do novo mundo, começa a aproveitar as vantagens do fogo e a rever inúmeras concepções "pré-históricas" diante de sua inaplicabilidade no novo período que estava começando.

O filme inteiro ataca os conflitos entre tradições/pensamentos antigos e tradições/pensamentos "modernos", simbolizando fatos que ocorrem até os dias de hoje, e como os medos e a falta de segurança interferem de forma negativa nas tais revoluções ideológicas. De outra mão, valoriza a importância das relações familiares e a necessidade de sua manutenção unida, ainda que entre tapas e beijos. Os croods é mais uma grande lição aplicável e acessível a todos os públicos que usa todas as ferramentas necessárias para atingir seus objetivos.

Por Mariana K Maciel

domingo, 20 de janeiro de 2013

Crítica | Frankenweenie


- Quem conhece o curta metragem Frankenweenie?
- Curta?
- Isso mesmo.
- Mas o novo filme de Tim Burton não é um curta.
- É verdade, mas ele é baseado em um.

Na década de 80, Burton estava assistindo a um dos clássicos do terror, Frankenstein, lembrou de um cachorro que teve na infância e subitamente teve a ideia de adaptar a história de Frankenstein para o seu mundo, porém com um viés menos agressivo e mais humano.

Neste filme, assim como no curta, temos o personagem Victor Frankenstein e seu cachorro e fiel escudeiro Sparky. Um dia, durante uma partida de baseball, Sparky vai atrás da bola que havia sido rebatida para fora do campo e é atingido por um carro, não restando possibilidades de sobrevivência e Victor, como esperado, fica muito triste, afinal de contas Sparky era seu único amigo. Algum tempo depois, durante uma aula de ciências, Victor descobre que criaturas vivas, mesmo após a morte, reagem a impulsos elétricos e imediatamente tem a ideia de trazer à vida seu adorado Sparky.

No curta, o laboratório de Victor é equipado com os objetos usados no filme inspirado no livro de Mary Shelley e o mesmo ambiente é trazido na animação, apesar de ser mais discreto, e é neste ambiente que Victor e, originalmente Dr. Frankenstein, trazem à vida suas obras primas. Após a ressuscitação, Sparky é visto pelos vizinhos que pensam se tratar de alguma criatura demoníaca comedora de criancinhas (ok, isso foi levemente exagerado, mas eles realmente pensaram que era um monstro) e em meio a confusão alguns colegas de Victor descobrem sua façanha e resolvem trazer suas próprias criaturas à vida, o que gera ainda mais confusão e agora, Victor e Sparky terão que salvar a cidade que os quer destruir.

O filme dirigido por Burton é uma obra prima, assim como Sparky, e resgata não só o clássico curta do diretor mas a sua própria essência sombria e estranhamente sensível e humana, aquela mesma essência que vemos em Edward Mãos de Tesoura, por exemplo. Além do resgate pessoal, podemos observar mais uma lição de amizade trazida pelo cinema durante o ano de 2012 e a propósito, é uma linda história de amizade, algo que somente poderia ter sido escrito e transmitido por alguém que já teria passado pela terrível perda de um fiel escudeiro.

A animação é em preto em branco, assim como o clássico que a inspirou e seu desfecho é semelhante, exceto por possuir final feliz, conta com um excelente trabalho artístico também desenvolvido por Tim Burton e trilha sonora tradicionalmente criada por Danny Elfman. Como prova final do retorno de Burton às origens temos a ausência de Johnny Depp e Helena Bonham Carter no elenco, o que nunca havia deixado de acontecer desde Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas e A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, respectivamente.

Enfim, podemos considerar ambos os filmes duas pérolas artísticas e duas reproduções sombriamente sensíveis e repletas de sentimentos, união de características que só seriam possíveis e dariam certo no estranho mundo de Tim Burton. Portanto, aqui deixo minhas cinco estrelas e um enorme parabéns ao mestre do genialmente estranho estilo Burton de ser.

Assista abaixo ao curta original de Burton:

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Notícia | Assista Ao Novo E Cativante Trailer de Meu Malvado Favorito 2


Muito mais cativante do que o filme em si, só os Minions (aqueles bichinhos amarelos e malucos) e no novo trailer de Meu Malvado Favorito, as criaturinhas hiperativas são o grande destaque.

O filme estréia em 5 de julho de 2013, no Brasil e ainda não possui sinopse oficial.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Notícia | Novo Trailer de Monsters University


A "continuação" de Monstros S.A ganhou novo trailer hoje. A animação, produzida pela Pixar, será lançada em 2013, se passará 10 anos antes do primeiro filme e mostrará o período em que Mike e James estão na faculdade, vivendo como inimigos.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

domingo, 2 de setembro de 2012

O meu, o seu e o nosso: gêneros cinematográficos

Você sabe qual é o gênero de filme que você mais gosta? E o que mais odeia? Sempre tem aquele filme que queremos ou não assistir por diversas razões. Seja porque choramos, nos assustamos, ficamos com medo, rimos, etc.. Listaremos aqui quase todos eles, para ver qual que você se identifica (ou não!):
1.    Ação – normalmente o bem contra o mal com – bastante – força física, explosões. Normalmente são superproduções com muitos efeitos e atrai o público masculino.
2.    Animação – usualmente feito para crianças, mas nem sempre. Utilizam-se efeitos de computador ou à mão, mas são sempre desenhos. A animação oriental possui características próprias e um pouco diferentes.
3.    Aventura – com muita ação, sempre possui um herói em combates, aventuras. É um gênero familiar e quase sempre se passa em um mundo de fantasia, ou no passado.
4.    Cinema catástrofe – Enredo apocalíptico e contém muita ação, aventura, efeitos especiais e climas tensos.
5.  Comédia romântica – uma história romântica com um enredo engraçado e divertido.
6.  Comédia dramática – uma história séria e bem contada, porém com enredo engraçado em algumas partes.
7.   Cult – filmes muitas vezes desconhecidos, mas com fãs devotos. Faz parte da comunidade underground. Podem ser tornar clássicos com facilidade.
8.     Documentários – explora a realidade e mostra como ela é. Difere-se dos demais gêneros por ser totalmente subjetivo.
9.   Drama – conta uma história triste, emocionante, dramática. Pode ter ação ou aventura.
10. Fantasia – usa magia, sobrenatural e tudo o que não existe para criar histórias imaginárias. Muito apreciado por crianças.
11. Faroeste – o gênero western é um clássico norte-americano, com heróis do far west que se envolvem em conflitos, romances e ações.
12. Ficção científica – aposta na ciência e suas prováveis invenções, que causam curiosidade àqueles que querem assistir.
13. Guerra – caminha perto do cinema épico e histórico, a história normalmente se passa dentro e fora de campos de batalha.
14. Musical – conta uma história de cunho leve, quando o enfoque de fato são as sequências de coreografias musicais, muitas vezes fora de contexto, mas que contam o enredo por si só.
15. Filme noir – Em preto-e-branco e expressionista, normalmente possui cunho policial e romântico com atores desconhecidos, típico dos EUA pós-Grande Depressão.
16. Policial – envolvem ação com a polícia e detetives, criminosos e gângsteres, embates judiciais e a aplicação da lei.
17. Romance a história se passa entre o enredo amoroso dos protagonistas e que possui um final feliz. Cheio de clichês pode ter drama e uma pitada de comédia.
18. Suspense – aquele que dá susto, pois nunca se espera o que está a seguir. Incerteza, ansiedade são sentimentos de quem assiste este gênero.
19. Terror – gênero apelativo e mórbido que pretende provocar medo. Possui uma legião de fãs bastante específicas. Ou as pessoas gostam ou não.

    20. Trash – é um filme mal feito de forma proposital e/ou amadora, quase sempre com o enredo de horror ou suspense.

E você? Qual o gênero que você mais gosta qual o que mais detesta?




Por Gabriel Johnson (@80cao)

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Novo Comercial de Frankenweenie


A nova animação de Tim Burton ganhou novo comercial. O longa será lançado aqui no Brasil no dia 02 de novembro.

domingo, 8 de abril de 2012

Clássicos Nostálgicos

Disney Classics

Vamos voltar ao passado. À sua infância. Alguém se lembra dos Clássicos da Disney? Sim, aqueles produzidos da metade para o final do século passado e que até hoje fazem história? Branca de Neve e os Sete Anões (1937), Cinderela (1950), Alice No País das Maravilhas (1953), A Dama e o Vagabundo (1955), A Bela Adormecida (1959)? Sim, estou falando apenas das animações. Alguém se lembra de alugar ou comprar as fitas VHS destes filmes?

E as trilhas sonoras desses filmes? Inesquecíveis, não é mesmo? Pra mim, sempre foram as melhores partes. Todas elas únicas, exclusivas, que de certa forma projetam em nossa cabeça, pedaços destes filmes. Até hoje não consigo ouvir Tchaikovsky (meu compositor clássico favorito) sem lembrar-me de A Bela Adormecida, ou então, ao ouvir I Won’t Say (I’m In Love), de Hércules (1997), sem cantar junto. E o que dizer da trilha de O Rei Leão (1994), Hakuna Matata e The Circle of Life? Inolvidável! O quão piegas estou sendo? Não importa, só sei que tenho saudades desse tempo.

A Bela Adormecida (1959)
Temos a obrigação de exibir esses filmes para nossos filhos e netos, como forma de recuperar a nossa infância e repassar a magia do cinema dessa época que não volta mais. É fato de que filmes como esses (confira a lista abaixo dos filmes clássicos a meu ver), não se fazem mais. A animação 2D, feita à mão, há muito tempo não existe mais. Mas foi ela que, por muito tempo, encantou gerações de famílias com, pelo menos, uma obra-prima por ano.

Não sei para vocês, mas quanto mais o tempo passa, mais saudade eu tenho do tempo em que assistia aos Clássicos da Disney. As responsabilidades vão aumentando, juntamente com a pressão, e o Peter Pan (1953) vai tomando conta de mim. Não é à toa que até hoje o Walt Disney World Resort é o paraíso e o sonho de consumo para todos que nasceram na década de 1990. Não vamos ser excludentes, para muitos outros também (mais novos ou mais velhos).

Peter Pan (1953)
Mas chega de drama. Fato é que as antigas animações da Disney fizeram história. A estratégica emocional usada pelos estúdios de Walt Disney conseguiu penetrar nos corações das pessoas, que se desligavam (e ainda se desligam) da realidade para entrar na história, normalmente contos de fadas. Lembrando que estes contos são muito mais antigos que as animações: foram recontados para serem memoráveis.

Quem se importa, não é mesmo? Pra ser feliz é preciso crer, neste céu azul, na imensidão! É fazer das tristezas, estrelas a mais e do pranto, uma canção! Há um mundo bem melhor, todo feito pra você!

Walt Disney World Resort (Orlando, FL, EUA)

Esse post é dedicado a Isabela Verardi Thunm.
Os mais inesquecíveis, em minha opinião:
1.     Branca de Neve e os Sete Anões (Snow White and the Seven Dwarfs, 1937)
2.     Pinóquio (Pinocchio, 1940)
3.     Dumbo (1941)
4.     Bambi (1942)
5.     Cinderela (Cinderella, 1950)
6.     Alice No País das Maravilhas (Alice in Wonderland, 1953)
7.     Peter Pan (1953)
8.     A Dama e o Vagabundo (The Lady and the Tramp, 1955)
9.     A Bela Adormecida (Sleeping Beauty, 1959)
10. 101 Dálmatas (One Hundred and One Dalmatians, 1961)
11. Mogli – O Menino Lobo (The Jungle Book, 1967)
12. A Pequena Sereia (The Little Mermaid, 1989)
13. A Bela e a Fera (Beauty and the Beast, 1991)
14. Aladdin (1992)
15. O Rei Leão (The Lion King, 1994)
16. Pocahontas (1995)
17. O Corcunda de Notre Dame (The Hunchback of Notre Dame, 1996)
18. Hércules (Hercules, 1997)
19. Mulan (1998)
20. Tarzan (1999)
Não citados como Clássicos, mas igualmente importantes e memoráveis:
1.     Aristogatas (The Aristocats, 1970)
2.     Toy Story (1995)
3.     Vida de Inseto (A Bug’s Life, 1998)
4.     Toy Story 2 (1999)
Lembre-se de outros tantos:

Referências musicais do texto:


Tchaikovsky – Sleeping Beauty Waltz


Sleeping Beauty - Once Upon a Dream (original em inglês)


Sleeping Beauty - Once Upon a Dream (versão dublada em português)


Hércules - I Won't Say (I'm in Love) (versão original em inglês)


Hercules - I Won't Say (I'm in Love) (versão dublada em português)



The Lion King - Circle of Life (versão original em inglês)


The Lion King - Circle of Life (versão dublada em português)


The Lion King - Hakuna Matata (versão original em inglês)


The Lion King - Hakuna Matata (versão dublada em português)





Por Gabriel Johnson (@80cao)

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

The Fantastic Flying Books Of Mr. Morris Lessmore

"Inspirado, em iguais proporções, pelo furacão Katrina, Buster Keaton, O Mágico de Oz e o amor por livros, "Morris Lessmore" é a história de pessoas que dedicam suas vidas aos livros e livros que retribuem o favor."

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Hakuna Matata


Timon [speaking]: Hakuna matata!
What a wonderful phrase!

Pumbaa [speaking]: Hakuna matata!

Pumbaa [singing]: Ain't no passin' craze.

Timon [singing]: It means no worries for the rest of your days.

Both [singing]: It's our problem-free philosophy.

Timon [speaking]: Hakuna matata!

Timon [singing]: Why, when he was a young warthog...

Pumbaa [singing]: When I was a young warthog...

Timon [speaking] Very nice.

Pumbaa [speaking]: Thanks

Timon [singing]
He found his aroma lacked a certain appeal.
He could clear the savannah after every meal.

Pumbaa [singing]: I'm a sensitive soul, though I seemthick-skinned.
And it hurt that my friends never stood downwind.
And, oh, the shame!

Timon [speaking]: He was ashamed!

Pumbaa [singing]: Thoughta changin' my name.

Timon [speaking]: Oh, what's in a name?

Pumbaa [singing]: And I got downhearted...

Timon [speaking]: How did you feel?

Pumbaa [singing]: ...every time that I...

Timon [speaking]: Hey, Pumbaa, not in front of the kids!

Pumbaa [speaking]: Oh, sorry.

Both [singing]: Hakuna matata!
What a wonderful phrase!
Hakuna matata!
Ain't no passin' craze.

Simba [singing]: It means no worries for the rest of your days!

Pumbaa [speaking]: Yeah, sing it, kid!

All [singing]: It's our problem-free philosophy!
Hakuna matata!

[pause]

[chanting]
Hakuna matata!
Hakuna matata!
Hakuna matata!
Hakuna...!

Simba [singing]: It means no worries for the rest of your days!

All [singing]: It's our problem-free philosophy.
[simultaneously singing and chanting]
Hakuna matata!
Hakuna matata!

segunda-feira, 14 de março de 2011

Rango

A animação dirigida por Gore Verbinski, conta a história do herói Rango, um camaleão que viveu toda a sua vida em cativeiro e se vê perdido no meio do deserto após um pequeno "acidente" com o carro onde estava. Ao chegar na pequena vila Poeira, Rango é tratado como herói e convidado a ser o mais novo xerife da cidade, tudo isso por ter vencido a terrível ave que amedrontava os moradores da região e contar histórias fabulosas de como havia enfrentado os vilões do deserto.
Não demora muito para que Rango descubra que a cidade está sem água, logo não haverá como sobreviver na terra do sol escaldante e neste ponto que a aventura começa e Rango finalmente tem a chance de se tornar realmente o herói que sempre sonhou ser.
Uma incrível aventura de excelente categoria que retrata perfeitamente as maravilhosas histórias de faroeste, sem perder o charme transmitido pelos galãs dos antigos filmes e muito menos sem perder o espírito do velho oeste.

Valsa Com Bashir (Vals im Bashir)

Um filme iraniano no formato documentário animado, que conta a história de um veterano da Guerra do Líbano de 1982 ao tentar recuperar a memória sobre o massacre de Sabra e Shatila. O documentário possui uma sensibilidade incrível e o fato de ser animado dá um toque sombrio, apesar deste item ter quebrado um pouco do impacto da história.
As cenas finais conseguem criar uma atmosfera tensa, tudo que foi retido e absorvido pela animação no final se perdem nas cenas reais do massacre. Angústias, preocupações e medos são os principais sentimentos representados pelo documetário com desenhos muito bem feitos e altamente expressivos.
Uma ótima produção, uma das melhores representações do real sentido da arte sem perder ou desmerecer os temores de conflitos tão constantes no século da integração social.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Como Treinar O Seu Dragão (How To Train Your Dragon)

Como treinar o seu dragão é mais uma animação espetacular, cheia de vida e aventuras. Soluço é o nosso herói mirim, filho do grande chefe do vilarejo viking, o grande matador de dragões. O vilarejo é alvo de ataques constantes de dragões, por isso, matá-los é uma questão de sobrevivência, todos precisam saber se defender. Porém Soluço não consegue seguir os passos do pai e cada vez que tenta, acaba destruindo alguma coisa, até o dia em que fere um dragão, o mais temido dragão, e ao invés de matá-lo se torna seu amigo. Com ele descobre os pontos fracos dos dragões, assim como seus pontos fortes, sem querer se torna um "domador" e acaba se destacando e abtendo o orgulho do pai.
Durante um passeio com Banguela, o dragão, Soluço descobre o ninho dos dragões onde se encontra a rainha, aquela que deve ser alimentada pelos dragões caso contrário serão sacrificados e entende que tudo que os dragões faziam não era por maldade e sim por necessidade. Seu pai acaba descobrindo seu segredo, aprisiona Banguela e faz com ele os leve até o ninho, onde acabará com os dragões. Soluço fica no vilarejo com alguns amigos, mas se sente incomodado com a situação então vai até os dragões que eram usados nos treinamentos, os doma e vai com seus amigos até o ninho dos dragões, onde acaba se tornando herói ao vencer a terrível rainha.
Aparentemente é um filme simples, mas traz pontos importantes de um relacionamento perturbado entre pais e filhos, como as imposições dos pais podem tornar a criança insegura, etc. Ao final, recebemos com uma bela lição moral. Um ótimo filme para a família.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Toy Story 3

Após os dois grandes sucessos que antecederam a franquia, Toy Story retornou demonstrando o quanto o título é sinônimo de sucesso. Este ano, porém, surpreendendo ainda mais ao conseguir um lugar na categoria de melhor filme no Oscar 2011, feito inédito na premiação.
Neste filme, Andy, o mais fiel dono dos brinquedos, cresceu e está prestes a ir à faculdade, portanto terá que se desfazer de seu quarto em sua casa, ao passo que, se mudará para o campus da faculdade. Andy separa os seus brinquedos, com o coração partido, resolve levar Woody e deixar os outros brinquedos guardados no sótão de sua casa. Mas por uma fatalidade, a mãe de Andy coloca os brinquedos junto ao lixo na rua, os brinquedos conseguem escapar por pouco e acham que Andy não os quer mais, então juntam-se aos outros brinquedos que irão à creche 'Sunnyside'. Woody, com o objetivo de fazer com que os amigos desistam da ideia, acaba indo também para a creche. Chegando ao local, Woody tenta a todo custo fazer com que os amigos mudem de ideia, o que não acontece e Woody resolve voltar sozinho para casa. No caminho, Woody é surpreendido por uma menina que o leva para casa, onde Woody faz novas amizades e tem a oportunidade de lembrar de "como é bom brincar", porém não está completamente feliz, ele precisa ser fiel à Andy. Antes de partir, ao conversar com os novos amigos, Woody descobre que a creche Sunnyside é liderada pelo terrível Lotso, um urso rosa que engana a todos com seu cheirinho de morango então resolve, primeiramente, resgatar seus amigos das mãos do terrível vilão.
Toy Story 3 é a maior animação do ano de 2010, aclamada entre críticos e crianças, um filme que não tem idade nem limites, uma verdadeira aventura e uma lição de cinema.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Meu Malvado Favorito (Despicable Me)

"Meu Malvado Favorito" é uma animação resultante de uma parceria entre Universal Studios e Illumination Entertainment. No filme, Gru, dublado por Steve Carell no idioma original, é considerado o vilão número um, porém somente até o mundo ser atingido pela notícia de que uma das pirâmides de Gizé havia sido roubada. Quem teria feito o maior roubo da história? Mas uma coisa era certa, não havia sido Gru.
Tomado pela vergonha e o espírito competitivo, Gru resolve ir além. Iria roubar algo que ninguém jámais havia imaginado, nem em sonho. Será que Gru teria a ousadia de roubar até mesmo a lua? Sim, e para concretizar tal proeza, teria que conseguir o apoio financeiro do banco, mas este se nega a dar qualquer tipo de apoio até que Gru mostre concretamente o seu plano.
Então o vilão resolve roubar de uma empresa uma arma que é capaz de reduzir a tamanhos mínimos aquilo que for atingido por ela. Primeiro passo dado.
No caminho até sua casa, a arma é roubada por aquele que Gru descobre ser o vilão que roubou o seu lugar, Vetor. Gru volta ao ponto de partida, agora a sua missão é recuperar a sua arma.

Quando vai até a casa de seu inimigo número um, Gru ve uma situação daqual poderia se beneficiar: três pequenas garotas órfãs, tiveram livre acesso ao interior da casa de Vetor para vender biscoitos. Gru vai até o orfanato e adota as meninas, com o objetivo de usá-las como ponte para conseguir entrar na casa de Vetor. Gru consegue a arma novamente e pede, novamente, apoio do banco, que, novamente, nega. Gru fica desnorteado, porém recebe apoio de suas filhas e de seus "primos distantes" e então, percebe o elemento surpresa, ele ainda é capaz de ter bons sentimentos. Com a ajuda da família, Gru consegue construir o foguete que o levará até o espaço, onde ele reduzirá a lua, para poder traze-la à terra.
O filme é bem feito, possui com roteiro simples, personagens cativantes e uma história hilária cheia de "lições de moral".

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Megamente (Megamind)

O diretor já conhecido pelo filme Madagascar, retorna neste final de ano, com uma animação peculiar, uma sátira de filmes de super heróis.
Megamente é o nosso querido vilão, que quando criança sofria bullyng na escola por ser meio diferente, sabe, meio azul e atrapalhado em suas missões de tentar ser melhor que o seu colega, o herói MetroMan. Os anos passam e a rivalidade só aumenta, a relação entre eles é quase como de "cão e gato". Um dia, sem esperar, Megamente consegue vencer o herói fortão, porém se vê sem o seu "gato" para continuar as "brincadeiras".
Sem querer ser descoberto pela encantadora repórter Roxanne Ritchie, ao lamentar a perda de seu rival, Megamente adquire, através de uma invenção brilhante derivada de sua inteligência anormal, a fisionomia de um jovem que trabalha no museu de MetroMan. Roxanne e o jovem se tornam muito próximos, fazendo com que um sentimento especial surja em MegaMente, algo que ele nunca havia sentido antes. Mas mesmo assim, o vilão não se sente completo, algo ainda está faltando. Ele precisa de um gato.
Então surge mais uma brilhante idéia, MegaMente resolve aplicar em alguém especial o DNA de MetroMan, para que um novo herói surja e assim, tudo volte ao normal. Porém, as idéias brilhantes de MegaMente não costumam dar muito certo, e por acidente, surge Titan, o mais novo vilão.
Agora MegaMente se vê em uma situação complicada, terá que salvar a cidade que sempre infernizou, e ainda, terá que ser aquilo que nunca pensou que fosse ser, o herói.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

A Bela Adormecida (Sleeping Beauty) CURIOSIDADES

  • "A Bela Adormecida" é a primeira Edição Platinum Disney de um filme clássico de longa metragem animado a ser lançado em Disney Blu-RayTM.
  • A idéia de um príncipe e uma princesa dançando nas nuvens era um dos conceitos preferidos do Walt Disney. Este conceito foi considerado – mas não foi usado – em "Branca de Neve e os Sete Anões" e "Cinderela". Ele foi finalmente usado para o grande final deste filme.
  • Desenhado para encaixar nas dimensões enormes widescreen de Tecnirama, o livro de estórias gravado em "live action" no início do filme mede 50,8 cm X 60,96 cm.
  • Para fazer com que o enorme livro de histórias visto no início do filme parecesse menor, ele foi fotografado num ambiente super-dimensionado, completo com uma chama de vela animada.
  • Walt Disney queria para "A Bela Adormecida" um estilo que fosse diferente de qualquer um dos seus filmes anteriores. Walt Disney pediu que os seus artistas criassem uma "Ilustração viva".
  • Mary Costa tinha apenas 19 anos quando Walt Disney a colocou no elenco como a voz de Aurora. Inclusive ela ainda estava estudando no Glendale High School, em Glendale, Califórnia.
  • Walt Disney não se encontrou com a Mary Costa até terminar a produção por medo que a aparência e personalidade de Mary fossem influenciar a sua criação animada.
  • O diretor de animação da perversa Malévola, Marc Davis, a comparou a um "morcego vampiro gigante".
  • A música de "A Bela Adormecida" foi gravada na Alemanha, onde se encontrava o mais moderno e sofisticado equipamento de gravação de som estéreo.
  • A maior parte da trilha sonora de A bela adormecida é composta de canções adaptadas do balê Sleeping Beauty, de Pyotr Ilyich Tchaikovsky.
  • Walt Disney desafiou os seus animadores a "criar personagens mais reais possíveis", o mais próximo de "carne e osso" e que pudesse identificar-se com eles.
  • Walt pessoalmente remontou a cena onde as Fadas Madrinhas decidem que devem socorrer o Príncipe Felipe para que tivesse maior emoção e impacto.
  • O conto de fadas original de "A Bela Adormecida" contava com sete fadas, mas para o filme da Disney a equipe optou por ter três.
  • Todo tipo de traje foi explorado para vestir as Fadas Madrinhas. Os artistas da Disney examinaram livros de guarda-roupas de trajes medievais, inclusive estilos escandinavos e alemães.
  • O desenvolvimento preliminar de A Bela Adormecida teve início em 1950, com a produção atingindo seu auge em 1953. Entretanto, a produção sofreu atrasos enquanto Walt Disney se dedicava à construção da Disneylândia e a vários projetos do estúdio para a televisão.
  • A Bela Adormecida, A Pequena Sereia, de 1989, e Aladdin, de 1992, são os únicos filmes de animação da Disney nos quais as princesas receberam um nome: Aurora, Ariel e Jasmine, respectivamente.
  • De todos os príncipes encontrados nos contos de fadas em longas-metragem animados da Disney, o Príncipe Felipe é o único que tem o seu nome mencionado no filme.
  • "A Bela Adormecida" foi relançada para cinemas em 1970, 1979 e 1986.
  • A seqüência onde a Aurora está caminhando pela floresta com todos os animais e falando a respeito do seu príncipe encantado foi a primeira seqüência a ser animada.

domingo, 22 de agosto de 2010

Aladdin- Curiosidades


  • Um música do filme chamada Humiliate the Boy foi deletada do filme. Ela mostrava Jafar usando o Gênio para humilhar Aladdin ao entrar em Agrabah como Príncipe Ali Ababwa. A música foi deletada e trocada pela Prince Ali, por Jafar usar inúmeros desejos e Gênio só poderia usar três.
  • Inicialmente o visual de Aladdin seria parecido com o do ator Michael J. Fox, mas o então chefe da Disney, Jeffrey Katzenberg, achava que o personagem não convenceria como par romântico da Princesa Jasmine, tendo sido então feita a mudança para que Aladdin se parecesse fisicamente com Tom Cruise.
  • O visual da Princesa Jasmine foi inspirado na irmã do animador Mark Henn, Beth.
  • O Gênio imita, entre outros, Arnold Schwarzenegger, Ed Sullivan, Groucho Marx, Robert De Niro e Jack Nicholson. Algumas imitações foram retiradas da versão final de Aladdin, como as de George Bush, John Wayne e a Dra. Ruth Westheimer.
  • Robin Williams assinou para fazer o Gênio impondo condições como não utilizar sua voz em merchandising de bonecos e outros, e nem ter espaço no cartaz, anúncios e trailer do filme maior que 25%, mas isso acabou acontecendo. Em conseqüência, recusou o filme seguinte e Dan Castellaneta dublou o Gênio em O Retorno de Jafar e na série de televisão. Mas Williams voltou após a troca de presidente na Disney, e assim Robin voltou a fazer a dublagem do Gênio em Aladdin e os Quarenta Ladrões. Na série de games Kingdom Hearts, Castellaneta voltaria a dublar o Gênio.
  • Foi o filme mais bem-sucedido de 1992, rendendo 517 milhões de dólares ao redor do mundo.
  • Jonathan Freeman mais tarde participaria de duas adaptações da Disney para a Broadway, Beauty and the Beast, como Cogsworth/Horloge, e The Little Mermaid, como Grimsby.
  • Uma organização árabe norte-americana protestou contra um trecho da música Arabian Nights que dizia "vão cortar sua orelha pra mostrar pra você como é bárbaro nosso lar", e a Disney alterou o trecho a partir do VHS de 1993 para "é uma imensidão, o calor e a exaustão, como é bárbaro nosso lar". Curiosamente, a dublagem brasileira de Aladdin também adicionou a alteração, mas apenas no lançamento do DVD de 2004.
  • Os 20 anos de Aladdin estão chegando em 2012, mas Aladdin a Edição de 20º Aniversário chegará em 2012, porque não estava na lista da coleção das edições diamante da Disney, por isso, será lançado apenas em DVD Duplo e pela primeira vez em Blu-ray (Alta Definição).

DUMBO- CURIOSIDADES

  • O filme foi baseado numa história infantil feita de apenas 8 desenhos e algumas poucas linhas de texto. Walt deu o material aos seus animadores principais, perguntando-lhes o que eles poderiam tirar dele.
  • Foi baseado em uma história de Helen Aberson e Harold Pearl
  • Inicialmente, Walt Disney mostrava pouco interesse em fazer o filme. Para deixa-lo interessado, os artistas de história Joe Grant e Dick Huemer escreviam o filme em capítulos e os deixavam na mesa de Walt toda semana. Finalmente, ele correu para o departamento de história dizendo “Isso é ótimo! O que acontece a seguir?”
  • Os corvos foram criticados através dos anos por serem vistos como caricaturas de pessoas negras.
  • DUMBO também marcou o primeiro trabalho da atriz Verna Felton para a Disney como a voz da Elefanta Matriarca. Verna viria a trabalhar em diversos outros filmes do estúdio, fazendo vozes de personagens como a Fada Madrinha de CINDERELA, a Rainha de Copas de ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS e a fada Flora de A BELA ADORMECIDA.
  • O nome do circo de Dumbo é Circo WDP- sigla de Walt Disney Productions.
  • O filme é contado do ponto de vista de Dumbo, usando lentos movimentos de câmera e perspectiva constrangedora. De fato, um crítico chegou a dizer que DUMBO tinha “mais movimentos de câmera do que CIDADÃO KANE”.
  • A criança que atormenta Dumbo no circo chama-se Skinny. A cena original mostrava o garoto montando no pobre elefante, mas fora encurtada com ele apenas soprando suas orelhas
  • A união de um rato com um elefante se trata de um conceito cômico, colocando dois "inimigos naturais" juntos.
  • É o único filme da Disney em que o protagonista não diz uma única palavra.
  • A Sra Jumbo (a mãe de Dumbo) apenas fala uma vez durante todo o filme: quando ela diz o nome original de Dumbo (Jumbo Jr.) para a Cegonha.
  • UMBO e BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES (1937) são os únicos filmes clássicos da Disney a utilizarem cenários pintados em aquarela (aquarelas foram utilizadas nestes filmes pois eram mais baratas que tintas guache e óleo utilizadas em PINÓQUIO, FANTASIA e BAMBI), e os últimos até FANTASIA 2000 (1999) e LILO & STITCH (2002).
  • Walt disse que foi o animado mais fácil de produzir em que ele trabalhou.
  • DUMBO deveria aparecer na capa da revista "Times", mas um dia depois do atentado à Pearl Harbor, a foto do japonês General Yamamoto tirou o filme da capa.
  • O filme foi bem aceitado pelo público na época de seu lançamento, e os críticos o receberam como o melhor filme de Walt desde PINÓQUIO. Newsweek comentou que FANTASIA não era o Disney ‘de verdade’ e que O DRAGÃO RELUTANTE havia sido ‘um desapontamento’.
  • Mesmo sendo um dos clássicos mais econômicos da Disney, DUMBO é considerado um dos melhores do estúdio.