BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

BoJack Horseman

Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

Critica | Lucy

Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

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LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

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O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

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domingo, 30 de março de 2014

Medianeira: aquela parede cega

Quem assiste ao filme argentino Medianeras: Buenos Aires da Era do Amor Virtual, tem um experiência interessante. As duas personagens principais, Martin e Mariana, são pessoas parecidas. Ambos são solitários, cheios de medos e manias, depressivos, perdidos e se adaptando no meio de uma metrópole como Buenos Aires, precisam lembrar-se a todo instante que não estão sozinhos. 

O filme nos leva a questionar sobre vida cosmopolita, amor e relacionamentos (quase sempre virtuais e distantes) e valores humanos, como o individualismo. A obra dá um panorama do mundo atual, vivido num ambiente urbano, concretado, diverso, globalizado, individual e que carece de calor humano.

No final das contas, todos temos um pouco de Martin e Mariana. E a cidade, está cheia de metáforas (bonitas ou não, como a das medianeiras dos prédios ou arquitetura como vilã) que passam despercebidas por causa da nossa constante pressa, nossos medos e inseguranças, nosso individualismo e a frieza de nossos relacionamentos e diálogos.

O filme, apesar de parecer meio parado a princípio, é uma boa reflexão e é um forte candidato a virar um cult do cinema. A obra é dirigida por Gustavo Taretto e protagonizado por Javier Drolas e Pilar López de Ayala. Ouvir um sotaque castelhano ou invés do americano de vez em quando vale a pena!


Por Gabriel Johnson (@80cao)

domingo, 16 de março de 2014

Meu Fabuloso Destino

Há muito tempo já queria assistir O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (Le Fabuleux Destin d’Amélie Poulain, 2001). Por algum motivo, todas as críticas que li sobre o filme me instigaram a isso. Quando resolvi finalmente fazê-lo, entendi porque a França tem (segundo a minha professora de Cinema) a segunda maior cinematografia do mundo. 

Após encontrar uma caixinha de pertences antigas escondida na parede de seu banheiro, Amelie decide a todo custo devolvê-la ao dono. Após ver a reação do homem, a ingênua, introvertida, mas engenhosa Amelie decide ajudar todos a sua volta. Mesmo assim, ainda sente falta de uma grande paixão e romance e sai a procura.

A obra cinematográfica do gênero comédia romântica é diferente de tudo o que estamos acostumados: tem personalidade própria, é rica em detalhes e é visualmente bela. As cores marcantes e a forma com que a trama é narrada nos transportam para uma realidade paralela fantástica e diretamente para a Montmartre do final dos anos 90. O perfil de todos os personagens são traçados com maestria e características interessante e engraçadas são mostradas.



Destaque para a sempre apaixonante Audrey Tautou e as engraçadas figuras do café ‘Les 2 Moulins’ (Os Dois Moinhos, em tradução literal). Por sinal, o local é real e recebe centenas de fãs do filmes todos os anos em Paris. A direção é do seletivo Jean-Pierre Jeunet.


Por Gabriel Johnson (@80cao)

domingo, 2 de março de 2014

O filme que assisto

O filme espanhol La Piel Que Habito (A Pele Que Habito, 2011), dirigido por Pedro Almodóvar, renova o cinema mundial. Completamente fora dos clichês de Hollywood, a história – baseada no livro Tarantula, do francês Thierry Jonquet –, foge de todos os estereótipos e lugares-comuns do cinema norte-americano, com os quais já estamos condicionados a assistir e aplaudir.

Estrelado por Antonio Banderas, o personagem dele é um cirurgião plástico que tenta fabricar a pele artificial perfeita – resistente a quase tudo – para ser transplantada em seres humanos. Com vários subplots – que até ofuscam a história principal –, o filme surpreende a todos pela reviravolta da que ninguém, repito, absolutamente ninguém espera.

O thriller psicológico foi lançado em 2011 no festival de Cannes e percorreu o mundo fazendo sucesso e ganhando prêmios. Descrito pelo próprio diretor como “um filme de terror sem gritos ou sustos”, a história é densa, mas simples e os personagens são completamente complexos e perturbados.


Com elenco limitado, Elena Anaya interpreta muito bem, juntamente com Antonio Banderas, que dá um show de atuação e coloca pra fora toda a sua alma espanhola. Se fosse americano, certamente o papel de Elena seria dado para Natalie Portman – impossível não lembrar dela e de seu trabalho em Cisne Negro. Com certeza um filme que vale a pena ser assistido. Mais uma vez, Almodóvar surpreende com suas histórias completas e complexas.


Por Gabriel Johnson (@80cao)