BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

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Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

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Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

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LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

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O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Oscar 2012: O Que Aconteceu?

Billy Crystal que já havia comando a premiação outras oito vezes, isso mesmo, OITO vezes, retornou no ano de 2012 substituindo Eddie Murphy. A Academia preferiu apostar no certo do que tentar investir em novidade e acabar perdendo mais audiência, como foi o caso do ano passado com Anne Hathaway e James Franco.

Este ano, a premiação foi completamente ambientada nas décadas de 20 e 30 o que combinou e ajudou ao filme O Artista a ocupar o lugar máximo na grande noite de premiações. Há tempos que a Academia vinha tentando resgatar o glamour, a formalidade e o respeito que o evento possuía antigamente e que ao longo destes 84 anos foi se desfazendo.

Em 2009, com Hugh Jackman observaram que era possível reproduzir o evento com a qualidade que merece e sem grandes investimentos (neste ano, quase não aconteceu a cerimônia devido à crise financeira e à greve dos roteiristas). Na mesma edição, tentaram resgatar o respeito e a honra de filmes musicais, categoria que se perdeu quando os filmes falados deixaram de ser novidade, o que se tornou uma tentativa frustrada até porque de 2009 para cá o único "sucesso" foi Glee.

Voltando ao ano de 2012, como disse, mais uma vez a Academia resolveu investir no certo e no clássico, primeiro por chamar Billy Crystal, segundo por ambientar a premiação nos anos 20/30, terceiro por consagrar dois filmes que homenageiam o cinema clássico e quarto, por dar o prêmio de melhor ator a um ator francês (para os que não sabem, na França que os primeiros filmes foram reproduzidos). Será que podemos esperar um ano com filmes que resgatam a pureza e a qualidade dos clássicos? Ou a campanha morrerá na praia como vem acontecendo?

Como todos já devem estar carecas de saber, os dois grandes vencedores da noite foram A Invenção de Hugo Cabret e O Artista, o primeiro recebendo cinco prêmios técnicos e o segundo, recebendo também cinco prêmios, dentre eles os mais cobiçados. Não havia dúvidas de que os dois seriam os melhores da noite devido a qualidade infinitamente superior e, é claro, devido à combinação com a campanha deste ano.


As apostas que os maiores críticos de cinema mais tinham como certas eram as de melhor ator e melhor atriz para George Clooney e Viola Davis, respectivamente, no entanto, como disse desde o início, nenhum dos dois ganharia, uma vez que os prêmios pertenciam à Jean Dujardin e Meryl Streep. Mais uma ressalva que deve ser feita é com relação à categoria de melhor música: os Muppets apenas ganhou porque a música era a menos pior entre os dois únicos indicados (obs. apenas dois filmes foram indicados porque os outros pré-indicados não atingiram a média 8,5 exigida pela Academia para concorrer em alguma categoria).


Resumindo, a noite não foi de grandes surpresas, seguiu o padrão das premiações que antecederam o evento, consagrou o bom e o justo e deixou mais uma vez Martin Scorsese a ver navios ao ter seu filme recebendo grandes prêmios e ele não recebendo (como de praxe) o prêmio de melhor direção.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O Artista (The Artist)


Há tempos não observava em único filme tantas características magicamente rudimentares do cinema. O Artista resgata a alma perdida da 7ª arte, dramático, não? mas o filme transborda sensibilidade e usa todas as ferramentas usadas antigamente para expressar de forma extraordinária as ideias e os sentimentos quadro a quadro.

Na história, temos George Valentin um mestre do cinema mudo, cheio de charme e fãs, enfrentando uma terrível crise que engloba desde problemas econômicos até problemas morais. A história acontece entre 1927 e 1932, época da ascensão do cinema falado, decadência do cinema mudo e para completar a queridíssima crise econômica (quebra da bolsa de valores de New York). George é defensor do cinema mudo e recusa a alistar-se ao time da nova onda cinematográfica, o que resulta em seu declínio. Pouco antes de toda crise iniciar, George conhece Peppy Miller e a ajuda a conquistar espaço no cinema. Com o início do cinema falado, Peppy se transforma no maior ícone da nova era cinematográfica, tudo que George fora.

Como disse, o filme transborda sensibilidade justamente porque explora as interpretações que não envolvam a fala o que faz com que nossos sentidos se dediquem a observar todos os elementos não valorizados que estamos acostumados a assistir e que por várias vezes nem fazem parte da elaboração dos filmes atuais. Um filme é feito com muito mais do que uma sequência de palavras bonitas ou um elenco capa de revista, a arte está na construção e na beleza do que cada item que o compõe representa.