BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

BoJack Horseman

Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

Critica | Lucy

Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

Neuromancer, 30 anos

LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

LIVRO | Perdido em Marte

O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

O Iluminado, de Stephen King
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domingo, 2 de fevereiro de 2014

Prazer: Do inferno, Jack, o Estripador

Mesmo que eu não seja um fã fanático do Johnny Depp – como conheço muita gente que é –, é inegável seu talento diante das câmeras. Muito jovem, iniciou a carreira em 1984 em um filme de terror (A Nightmare on Elm Street) e veio conquistando fama desde então.
Em 2001, estrelou Do Inferno (From Hell), como o sensitivo inspetor da polícia inglesa Frederick Abberline, viciado em ópio que investigava os assassinatos das prostitutas realizados por Jack, o Estripador na região de Whitechapel, na Londres de 1888. O filme foi baseado na história em quadrinhos homônima e tem também Heather Graham e Robbie Coltrane também no elenco.

Durante a sequência de duas horas, a fotografia e a cinematografia conseguem ser impecáveis. As cenas fortes levemente mostradas aliadas às cores fortes e opacas – normalmente vermelhas, associando ao sangue e ao terror – conseguem envolver o telespectador com o suspense conforme os crimes vão sendo consumados e a trama descoberta, aguçando a curiosidade de quem assiste. A reviravolta do desfecho também é digna de elogios, apesar de um pouco comum no cinema.

De acordo com o Netflix, a classificação etária é de 18 anos, mesmo eu achando totalmente desnecessário. As cenas mais fortes não assustaram nem mesmo meu irmão de quase 14 anos, mesmo que ele tenha tido um pouco de dificuldade de fazer as conexões psicológicas da trama que o envolvia como envolvia a todos que assistiam comigo. 


O filme é uma boa pedida, mesmo que Johnny Depp não consiga expressar muitas emoções, o que é aceitável, pois, na história, o inspetor perdeu a mulher, se jogou ao vício do ópio e está enfrentando o maior desafio de sua carreira. Some-se isso ao fato de estar apaixonado por uma prostituta, possível vítima de Jack. O ar de amargura acompanha o personagem até o fim do filme e poucos sorrisos são vistos em sua face. O sotaque britânico forçado de Heather, que interpreta Mary Kelly, consegue superar o de Depp facilmente.


Por Gabriel Johnson (@80cao)

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Trash Mix - The Rocky Horror Picture Show

The Rocky Horror Picture Show (20th Century Fox, 1975) é um musical clássico trash que cultua a ficção científica, os filmes B e as histórias de terror. Inusitado, o filme mistura e aborda de forma cômica e sem preconceitos bissexualidade, transexualidade, alienígenas, a cultura punk e o rock’n’roll, canibalismo, experimentos e ciência entre outras coisas, alguns pontos considerados delicados para a década de 1970.

O filme começa com lábios flutuantes cantando um louvor à ficção científica. Depois, um criminologista começa a contar a história de um casal do interior que ficam noivos e vão viajar. Quando o carro estraga no meio da estrada, eles são obrigados a bater numa mansão, pedindo para usar o telefone e chamar ajuda. Dentro da mansão, uma festa está acontecendo, e eles são convidados a ficar. É aí que as coisas começam a  ficar estranhas e surreais.

A obra de Richard O’Brien (que também é responsável pela trilha sonora, roteiro e um papel do filme) é desde então considerado um filme cult e nunca mais deixou as telas do cinema – uma legião de fãs até hoje vai ao cinemas para assistir à sua exibição, principalmente dos Estados Unidos. O sucesso de bilheteria teve orçamento de apenas US$ 1,4 milhão e faturou mais de US$ 365 milhões, tendo sido lançado em DVD e mais recentemente, em Blu-Ray.

Com certeza, The Rocky Horror Picture Show é um filme interessante. O musical saiu dos palcos do teatro para as telas do cinema, sem perder o brilho e audácia de seu criador, Richard O’Brien. A película cutuca de forma direta os costumes da época, quebrando tabus e levando os mais conservadores à histeria.

A psicologia do filme é intensa e profunda, precisando muitos momentos de reflexão para que seja de fato compreendida e legitimada. No entanto, a mente perturbada que idealizou a história do filme que misturou a história de Frankstein, aliens, sexo e rock’n’roll tinha um interesse por trás de tudo.

O elenco do filme americano-britânico conta com Tim Curry como o Dr. Frank N. Furter, Susan Sarandon como Janet Weiss, Barry Bostwick como Brad Majors, Richard O’Brien como Riff Raff, Patricia Quinn como Magenta, Nell Campbell como Columbia, Jonathan Adams como Dr. Everett Scott, Peter Hinwood como Rock Horror, Charles Gray como O Criminologista e Meat Loaf como Eddie.

Por Gabriel Johnson

domingo, 2 de dezembro de 2012

Muito Além do Cidadão Kane, Rede Globo e Roberto Marinho


O Gargalhando Por Dentro não vive apenas de filmes e seriados. Documentários também possuem sua vez. Um documentário que passou na televisão britânica, no Canal 4, chamado de Muito Além do Cidadão Kane (1993) é bastante interessante e chama a atenção por sua audácia.

O documentário conta a história da mídia e das relações do poder, focando basicamente em Roberto Marinho, falecido magnata da comunicação brasileiro, antigo dono do jornal O Globo e da Rádio e TV Globo. No Brasil, foi censurado pela justiça, apesar de que a Rede Record tenha comprado os direitos de exibição por US$ 20 mil dólares do produtor.
De acordo com a produção do filme, a Rede Globo de Televisão – fundada em 26 de abril 1965 – é manipuladora e formadora de opinião e faz duras críticas à sua programação, principalmente as telenovelas. O título documentário ainda compara Marinho ao personagem de Orson Welles em “Cidadão Kane” (1942), um também magnata da comunicação Estados Unidos, que, de acordo com os produtores, usa a mesma tática de Kane de manipulação grosseira para influenciar a opinião pública.

Além das críticas, relata a apreciação de Marinho e da Rede Globo frente aos governos do Brasil, inclusive no regime militar. O diretor e roteirista do filme, Simon Hartog, mostra claramente como a Rede foi pró-regime militar e suas consequências. Mostra números expressivos da Globo até aquele ano, que evoluíram até hoje. Hoje, a Rede Globo de Televisão é a segunda maior do planeta.

Independente de crenças, fidelidade televisiva, ou qualquer outro aspecto, todo brasileiro deveria assistir a esse documentário de cabeça aberta a ponto de entender o que acontece com o monopólio e da influência global na vida dos brasileiros. Além disto, é obrigatório para estudantes de comunicação, principalmente jornalismo, mas não exclusivamente.

Como dito, o documentário foi censurado por órgãos do governo e pela própria Rede Globo, e é encontrado apenas de forma ilegal na internet ou no YouTube, onde está na íntegra.





Por Gabriel Johnson (@80cao)

domingo, 12 de agosto de 2012

Nível de ansiedade: maior que 9000


Com agosto quase na metade, o mês de setembro vem se aproximando cada vez mais. E com ele, a nova temporada televisiva 2012-2013. Não só para mim, mas como para as outras pessoas, cada temporada americana é uma surpresa. Séries novas ganham espaço e aquelas histórias gostosas que já conhecemos se renovam. Mas a vida também é feita de injustiças: a cada nova temporada, boas séries (ou não tão boas), acabam por serem canceladas, seja por péssimos índices de audiência por números não muito bons de aceitação. O que real dá na mesma.

Das séries que acompanho há bastante tempo – ou não tanto tempo assim –, nem todas começam e terminam na temporada padrão da televisão aberta, que vai de setembro a maio, mais ou menos, como raras exceções. Vou listar as séries televisivas que estou acompanhando neste momento, na ordem do próximo episódio:

1.    The Newsroom (HBO) – Próximo episódio: hoje | Meu novo vício, pois sou apaixonado por jornalismo e assuntos sérios. Está no meio da temporada, que deve acabar no final deste mês.

2.    How I Met Your Mother (CBS) – Próximo episódio: 24 de setembro | Digamos apenas que estou acompanhando desesperadamente pela nova temporada.

3.    Law & Order: SVU (NBC) – Próximo episódio: 26 de setembro. | Há dois anos acompanho o seriado, que estreará sua décima quarta temporada.

4.    Once Upon a Time (ABC) – Próximo episódio: 30 de setembro. | Assisti a série em junho/julho e a história me agradou. Espero o retorno de forma ansiosa.

5.    Misfits (E4) – Próximo episódio: provavelmente setembro. | A série britânica me trouxe bons momentos, mas receio não ser a mesma coisa após a saída de vários atores. Tomara que me surpreenda.

6.    Dexter (Showtime) – Próximo episódio: 30 de setembro | Estou ansioso pela nova história, culpa do desfecho do último episódio. Pelas minhas contas, comecei a ver Dexter nos primeiros meses desse ano, e virou vício.

7.    American Horror Story (FX) – Próximo episódio: início de outubro | As histórias fantasmagóricas me pegaram de jeito.

8.    Skins (E4) – Próximo episódio: provavelmente final de janeiro | A cada nova temporada, novas histórias totalmente diferentes bem como personagens. Como a série é britânica, não cumpre a season americana.

9.    Veep (HBO) – Próximo episódio: provavelmente agosto de 2013 | Aborda política de um jeito satírico. Passa na TV fechada e também foge dos padrões.




Por Gabriel Johnson (@80cao)