As duas
empresas têm histórico parecido. Como foram compradas por grandes conglomerados
de mídia, as coisas começaram a mudar. Grandes franquias de filmes (totalmente
comerciais) foram criadas juntamente com remakes – muitos remakes – dos
personagens das duas empresas.
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domingo, 19 de agosto de 2012
Guerra de heróis e estúdios
Já faz algum
tempo que a DC Comics pertence ao conglomerado Time Warner, dono da Warner
Bros., HBO, etc.. Mas foi em 2009 que a principal competidora, a Marvel, que
até então era independente, foi comprada pela The Walt Disney Company por quatro
bilhões de dólares.
As duas
empresas têm histórico parecido. Como foram compradas por grandes conglomerados
de mídia, as coisas começaram a mudar. Grandes franquias de filmes (totalmente
comerciais) foram criadas juntamente com remakes – muitos remakes – dos
personagens das duas empresas.
Cada vez mais,
milhões de dólares estão sendo investidos na produção das adaptações dos
quadrinhos para o cinema, e os efeitos especiais estão se tornando mais
realistas. Mas será que as essências das histórias estão sendo levadas em
consideração? Dos dois lados, só o que se consegue ver é uma luta comercial por
fãs e bilheteria. Que sentido tem fazer um remake de Spider Man, com praticamente a mesma história, cinco anos depois da
trilogia original ir às telonas? Lucro. Só se consegue pensar nisso. O mercado
está cada vez mais saturado de filmes de super-heróis. A cada nova estreia, são
dois ou três em cartaz. Quanto mais filmes, mais dinheiro e quanto mais
dinheiro, mais filmes, mais lucro.
Filmes desse
gênero sempre ganharam a minha atenção, principalmente dos filmes dos X-Men – que
foram totalmente esquecidos. Após a trilogia original (que poderia amplamente ser
estendida), os demais longas-metragens que se sucederam foram uma total perda
de tempo. O elenco se perdeu, bem como a alma dos mutantes.
Vamos ver durante
quanto tempo o mercado aguenta sem enjoar de tantos super-heróis. E depois
disso, qual será o próximo investimento dos grandes estúdios cinematográficos?
O que será feito com as editoras de HQs, Marvel e DC? São questões que se deve
pensar para os próximos anos.
E aí, vocês
gostavam do novo layout do blog?
Por Gabriel Johnson (@80cao)
domingo, 8 de abril de 2012
Clássicos Nostálgicos
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| Disney Classics |
Vamos voltar ao passado. À
sua infância. Alguém se lembra dos Clássicos da Disney? Sim, aqueles produzidos
da metade para o final do século passado e que até hoje fazem história? Branca
de Neve e os Sete Anões (1937), Cinderela (1950), Alice No País das Maravilhas
(1953), A Dama e o Vagabundo (1955), A Bela Adormecida (1959)? Sim, estou
falando apenas das animações. Alguém se lembra de alugar ou comprar as fitas VHS
destes filmes?
E as trilhas sonoras
desses filmes? Inesquecíveis, não é mesmo? Pra mim, sempre foram as melhores
partes. Todas elas únicas, exclusivas, que de certa forma projetam em nossa
cabeça, pedaços destes filmes. Até hoje não consigo ouvir Tchaikovsky (meu
compositor clássico favorito) sem lembrar-me de A Bela Adormecida, ou então, ao
ouvir I Won’t Say (I’m In Love), de Hércules (1997), sem cantar junto. E o que
dizer da trilha de O Rei Leão (1994), Hakuna Matata e The Circle of Life?
Inolvidável! O quão piegas estou sendo? Não importa, só sei que tenho saudades
desse tempo.
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| A Bela Adormecida (1959) |
Não sei para vocês, mas
quanto mais o tempo passa, mais saudade eu tenho do tempo em que assistia aos Clássicos
da Disney. As responsabilidades vão aumentando, juntamente com a pressão, e o
Peter Pan (1953) vai tomando conta de mim. Não é à toa que até hoje o Walt
Disney World Resort é o paraíso e o sonho de consumo para todos que nasceram na
década de 1990. Não vamos ser excludentes, para muitos outros também (mais
novos ou mais velhos).
| Peter Pan (1953) |
Quem se importa, não é
mesmo? Pra ser feliz é preciso crer, neste
céu azul, na imensidão! É fazer das tristezas, estrelas a mais e do pranto, uma
canção! Há um mundo bem melhor, todo feito pra você!
| Walt Disney World Resort (Orlando, FL, EUA) |
Esse post é dedicado a Isabela Verardi Thunm.
Os
mais inesquecíveis, em minha opinião:
1. Branca
de Neve e os Sete Anões (Snow White and
the Seven Dwarfs, 1937)
2.
Pinóquio
(Pinocchio, 1940)
3.
Dumbo
(1941)
4.
Bambi
(1942)
5.
Cinderela
(Cinderella, 1950)
6.
Alice
No País das Maravilhas (Alice in
Wonderland, 1953)
7.
Peter
Pan (1953)
8.
A
Dama e o Vagabundo (The Lady and the
Tramp, 1955)
9.
A
Bela Adormecida (Sleeping Beauty,
1959)
10. 101 Dálmatas (One Hundred and One Dalmatians, 1961)
11. Mogli – O Menino Lobo (The Jungle Book, 1967)
12. A Pequena Sereia (The Little Mermaid, 1989)
13. A Bela e a Fera (Beauty and the Beast, 1991)
14. Aladdin (1992)
15. O Rei Leão (The Lion King, 1994)
16. Pocahontas (1995)
17. O Corcunda de Notre Dame (The Hunchback of Notre Dame, 1996)
18. Hércules (Hercules, 1997)
19. Mulan (1998)
20. Tarzan (1999)
Não
citados como Clássicos, mas igualmente importantes e memoráveis:
1.
Aristogatas
(The Aristocats, 1970)
2.
Toy
Story (1995)
3.
Vida
de Inseto (A Bug’s Life, 1998)
4.
Toy
Story 2 (1999)
Lembre-se
de outros tantos:
Referências
musicais do texto:
Tchaikovsky – Sleeping Beauty Waltz
Sleeping Beauty - Once Upon a Dream (original em inglês)
Sleeping Beauty - Once Upon a Dream (versão dublada em português)
Hércules - I Won't Say (I'm in Love) (versão original em inglês)
Hercules - I Won't Say (I'm in Love) (versão dublada em português)
The Lion King - Circle of Life (versão original em inglês)
The Lion King - Circle of Life (versão dublada em português)
The Lion King - Hakuna Matata (versão original em inglês)
The Lion King - Hakuna Matata (versão dublada em português)
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Animações
Sabe, há pouco tempo “Toy Story” foi eleito o melhor filme animação de todos os tempos. Não concordo.
Rei Leão, outro grande clássico moderno que sensibilizou milhões de pessoas, se tornou a maior bilheteria de um filme de animação tradicional e é o 32ª longa-metragem da Disney. Neste filme, porém, devo admitir que as suas sequências não obtiveram êxito já que é possível observar o único deslize do império Disney: a crise de falta de criatividade. Nossa, nunca pensei que fosse escrever isso, mas é verdade. O segundo filme conta a mesma história do primeiro, porém, com personagens diferentes. Já o terceiro, sim, há um terceiro, e nesse a Disney pisa feio na bola, é a mesma história do primeiro (óbvio) só que na visão de Timão e Pumba. Eu realmente acho isso terrível, algo que não poderia acontecer em um império tão sólido. Mas tudo bem, nada poderia ser tão perfeito, porém isso não desmerece o sucesso do primeiro Rei Leão.
A Pequena Sereia é um dos meus favoritos, mas também sofre do mesmo mal de o rei leão. O segundo filme conta, parcialmente, a mesma história do primeiro e como no caso de o rei leão, a continuidade da história, ou melhor, a repetição da história é dada pelo filho(a) dos protagonistas. Ou seja, dos três filmes da série, apenas um deixa a desejar. Mas eu não sei explicar qual é a magia usada por Walt Disney, porque mesmo com esse defeito é quase impossível não se envolver, se entregar e adorar os filmes.
Concluindo, eu sinceramente acho que chega a ser covardia comparar e estabelecer uma lista entre as melhores animações, quando existem as animações da Disney. É difícil explicar, é mágico, é Walt Disney.
Neste final de semana, eu assisti a algumas animações e pude chegar, tranquilamente, à conclusão de que realmente “Toy Story” não é a melhor animação - não estou dizendo que não seja bom, apenas digo que não é a melhor -, já que existem filmes como “A Branca de Neve e Os Sete Anões”, “Rei Leão”, “Pequena Sereia”, entre outros.
Cada um desses tem a sua particularidade, apesar de todos compartilharem do mesmo objetivo e magia. O primeiro, é o primeiro longa-metragem da Disney, demorou três anos para ficar pronto devido ao perfeccionismo de Walt Disney e foi também o responsável pelo “estopim” da Era Disney. Acho que todos conhecem a história, ou melhor, alguma versão dela. Rei Leão, outro grande clássico moderno que sensibilizou milhões de pessoas, se tornou a maior bilheteria de um filme de animação tradicional e é o 32ª longa-metragem da Disney. Neste filme, porém, devo admitir que as suas sequências não obtiveram êxito já que é possível observar o único deslize do império Disney: a crise de falta de criatividade. Nossa, nunca pensei que fosse escrever isso, mas é verdade. O segundo filme conta a mesma história do primeiro, porém, com personagens diferentes. Já o terceiro, sim, há um terceiro, e nesse a Disney pisa feio na bola, é a mesma história do primeiro (óbvio) só que na visão de Timão e Pumba. Eu realmente acho isso terrível, algo que não poderia acontecer em um império tão sólido. Mas tudo bem, nada poderia ser tão perfeito, porém isso não desmerece o sucesso do primeiro Rei Leão.
A Pequena Sereia é um dos meus favoritos, mas também sofre do mesmo mal de o rei leão. O segundo filme conta, parcialmente, a mesma história do primeiro e como no caso de o rei leão, a continuidade da história, ou melhor, a repetição da história é dada pelo filho(a) dos protagonistas. Ou seja, dos três filmes da série, apenas um deixa a desejar. Mas eu não sei explicar qual é a magia usada por Walt Disney, porque mesmo com esse defeito é quase impossível não se envolver, se entregar e adorar os filmes.
Concluindo, eu sinceramente acho que chega a ser covardia comparar e estabelecer uma lista entre as melhores animações, quando existem as animações da Disney. É difícil explicar, é mágico, é Walt Disney.
Esta é a tal lista
1º - Toy Story
2º - Shrek
3º - O Rei Leão
4º - Procurando Nemo
5º - A Era do Gelo
6º - Mogli – O Livro das Selvas
7º - Monstros S.A.
8º - A Bela e a Fera
9º - Bambi
10º - Aladdin
11º - Branca de Neve e os Sete Anões
12º - 101 Dálmatas
13º - Uma Cilada Para Roger Rabbit
14º - Watership Down
15º - Wall-E
16º - Fantasia
17º- O Estranho Mundo de Jack
18º A Pequena Sereia
19º - Cinderela
20º - Alice no País das Maravilhas
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