BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

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Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

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Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

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LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

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O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Água Para Elefantes (Water For Elephants)

Quando vi que o filme seria protagonisado por Robert Pattinson logo procurei me cercar de inúmeras desculpas para não assistir, afinal, depois de Crepúsculo fica um pouco difícil levar alguma coisa a sério feita por aquele elenco. Relutei no início e cedi em homenagem ao grande Christoph Waltz e confesso, não me arrependi.

Água Para Elefantes é uma grande história de amor e dedicação. Não espere um filme melado de tanto mel e romance e prepare-se para situações que colocam à prova as boas e verdadeiras intenções. Os bastidores do mundo mágico dos circos são revelados e fazem a máscara da magia cair e mostrar os horrores e sofrimentos daqueles que erguem as lonas e carregam os pesos nas próprias costas.

Não posso salientar positivamente a atuação de Robert Pattinson mas me surpreendi de certa forma, talvez por não haver aqueles exageros grotescos de sofrimento. As outras atuações também são boas mas depositava mais esperanças em Christoph Waltz.

Enfim, um ótimo filme, surpreendente e conquistador. Aprendi a não "julgar o livro pela capa" e a dar mais uma chance ao quase certo fracasso. Além disso, aprendi a reconhecer o meu erro e para me redimir, indicarei, sempre que puder, o bom filme de Robert Pattinson.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

LUA NOVA- PARTE I

Sexta feira eu assisti ao filme Lua Nova. Confesso que não estava empolgada como eu estava ano passado com a estréia de Crepúsculo, mas isso se deve ao fato de eu ter quebrado a cara com o filme. Sinceramente o filme é MUITO ruim, quer dizer, a trilha é legal, a direção é mais ou menos, a adaptação é terrível e o roteiro nem se fala (completamente imaturo e mal desenvolvido). Mas com o lua nova eu não estava esperando nada, nada mesmo, mas confesso que eu até gostei, houve um desenvolvimento com a troca de diretores, apesar de eu não ser muito fã de Chris Weitz, achei que ele conseguiu, digamos, se superar com esse filme.

As técnicas de filmagem são bem legais, ele usou os planos certos nas horas certas, os efeitos certos nas horas certas, em fim, eu gostei da direção.

A trilha está legalzinha, mas não tem nenhuma música que me faça lembrar o filme, como em Crepúsculo, quando eu ouço Decode ou Supermassive Black Hole, mas nada que faça com a trilha não seja boa.

O roteiro, bom, esse item é delicado. No primeiro filme, está terrível e por incrível que pareça continua! Será que é tão difícil se dar conta que o problema do filme não é a trilha, nem a direção e sim o ser (pessoa, sei lá) que está fazendo o reiteiro?! É sério, o tema da saga já é clichê, TODO mundo sabe o que vai acontecer no final. O casalzinho malhação vai ficar junto e tudo vai ficar bem, perfeito e não duvido que apareça um “FELIZES PARA SEMPRE” no final do último filme e ainda vem uma pessoa como essa, que acha que sabe adaptar um livro para o cinema, e diz que fez um ótimo roteiro em três meses (no máximo)?!

Sério, certas coisas me deixam muito zangada!!!

Mas, apesar disso vale à pena, tem umas cenas que compensam a falha no script. Por exemplo, a cena da passagem do tempo (quem leu o livro ou quem viu o filme sabe), onde o diretor mostra que possui uma técnica de filmagem bem desenvolvida. Ou a cena da Bella correndo em Volterra, passando pelas pessoas encapuzadas e vestidas de vermelho. Em particular nessa longa cena tem uma parte em que a câmera está parada mostrando em plano geral que há algumas pessoas na rua (vestidas de vermelho, óbvio) e Bella, vem correndo atrás delas e quando ela vai passar entre as pessoas a cena fica em slow motion. Sinceramente essa cena conseguiu demonstrar uma aflição aliada a uma angústia quase interminável. Essa foi a minha cena favorita.