BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

BoJack Horseman

Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

Critica | Lucy

Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

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LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

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O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

O Iluminado, de Stephen King
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domingo, 15 de fevereiro de 2015

Quadrinhos | Primeiros Contatos Com Historias Em Quadrinhos e Minha Opiniao Sobre Maus, de Art Spiegelman

Sempre evitei ler quadrinhos porque (não riam), primeiro, me atrapalhava com os malditos balões e sempre acabava lendo o errado primeiro e, segundo, porque achava que as ilustrações atrapalhavam meu "processo criativo".

Então, há pouco tempo, por influência do Leo Dutra, comecei a ler quadrinhos e apesar de já ter lido três (sei que é pouco, mas né) ainda não tinha me sentido a vontade o suficiente para expressar qualquer tipo de opinião. No entanto, resolvi arriscar um pouquinho e fazer esta postagem.

O "desafio" teve início em dezembro de 2014, quando li Persépolis, a história de uma menina que acompanha a revolução que levou o Irã ao regime xiita, e me apaixonei pelo enredo. Então, a partir daí, decidi ler pelo menos uma história em quadrinhos por mês.

Em janeiro de 2015, resolvi ler Kaputt, adaptação da história escrita pelo jornalista Curzio Malaparte durante sua participação na Segunda Guerra Mundial, e, infelizmente, não gostei. Achei o traço confuso e sombrio e para mim, que tenho pouca experiência nesse tipo leitura, entender a história foi meio confuso e desgastante. Contudo, pretendo reler assim que adquirir mais experiência com quadrinhos para ver se a culpa por não ter gostado é minha mesmo.

Por fim, agora em fevereiro de 2015, li Maus, mais uma história sobre a Segunda Guerra Mundial (acho que tenho uma certa inclinação para o tema ou as pessoas escrevem muito sobre isso mesmo). Em Maus (rato em alemão), acompanhamos tanto o processo de desenvolvimento da história quanto a narrativa completa de um judeu sobrevivente de vários campos de concentração, inclusive Auschwitz.

Vladek Spiegelman, pai de Art (autor da hq) narra os detalhes da guerra, desde os primeiros boatos sobre as represálias contra os judeus até o momento do cessar fogo, descrevendo a vida nos campos de concentração e o que foi necessário fazer para sobreviver. É importante referir a riqueza dos detalhes trazidos tanto pelos diálogos quanto pelas ilustrações. Incríveis!

De outro lado, uma vez que o pai narra para o filho sua história, temos acesso aos efeitos que a guerra provocou no sobrevivente: Vladek passou a ser mesquinho (mão de vaca) e se tornou uma pessoa dura e insegura. Fatos que dificultaram, muitas vezes, o relacionamento em família.

Falando em dificuldade de relacionamento, um aspecto muito sutil e dosadamente bem colocado é o sentimento de culpa que Art carrega por não ter mais paciência com o pai, mesmo após conhecer detalhes de seu sofrimento, cumulado com o sentimento de exploração por ter praticamente obrigado o pai a reviver momentos que passou a vida tentando esquecer.

Bom, para quem não estava muito a vontade de escrever sobre quadrinhos, até que o texto rendeu, né? Mas, em fim, posso dizer que Maus foi uma leitura bastante agradável, embora indigesta em algumas partes, mas se tornou uma interessante aula de história e uma grande lição de reconhecimento familiar.

Para finalizar, abaixo segue uma listinha explicando qual nacionalidade ou etnia cada animal retratado na história significa:

Ratos - Judeus
Porcos - Poloneses
Gatos - Alemães
Sapos - Franceses
Cachorros - Estadunidenses
Renas - Suíços
Ursos - Russos
Peixes - Britânicos

Então é isso pessoal, espero que tenham gostado do texto, continuem acompanhando aqui no blog as próximas HQs que lerei e fiquem a vontade para postar nos comentários e nas nossas redes sociais sugestões de leituras.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Watchmen, de Alan Moore


Nesta semana falarei sobre a minha HQ favorita de todos os tempos, a insuperável Watchmen, criada e escrita pelo gênio Alan Moore, ilustrada por Dave Gibbons e publicada pela DC.

Antes de contar a história, devo ressaltar a importância da HQ na cultura americana, pois Watchmen, assim como outros trabalhos criados nos anos 80, como o Cavaleiro das Trevas (sim, esse mesmo), de Frank Miller e Maus, de Art Spiegelman, foram responsáveis por trazer um público adulto para um universo até então mais infantil e isso foi essencial na transformação do mundo dos quadrinhos como conhecemos hoje.

Agora chega de conversa fiada, vamos falar sobre a história em si.

Antes de mais nada, apesar de ter super-heróis como enredo principal, não se engane, a história não nos leva a batalhas épicas como vemos em Capitão América ou Super-Homem. O enredo é mais dramático, mais denso, sem qualquer apelo público, como fazem os gigantes da DC e Marvel. A história se dá nos anos 80, numa New York paralela, que em resposta à greve da polícia e à rebelião da própria população contra os heróis (daí a célebre frase “Who watches the Watchmen?”, ou, “Quem vigia os vigilantes?”), criou a fictícia Lei Keene, que obrigava todo justiceiro fantasiado a se registrar, fazendo com que estes se aposentassem, trabalhassem para o governo, ou até se revelassem publicamente, por fama e riqueza.

O enredo começa quando um dos Watchmen, o Comediante (Edward Blake), herói militar aposentado cínico e irônico, que abusa da violência e parece não ter qualquer ressentimento, é assassinado. Assim que Rorshach (Walter Kovacs), personagem misterioso e sociopata, mas com um grande senso de justiça (e por isso, o herói mais odiado entre os criminosos), fica sabendo, ele acredita que há uma conspiração em andamento e parte em uma investigação clandestina, buscando pistas para descobrir qual o real motivo do assassinato. Ele é o personagem que leva o enredo, utilizando o seu diário, onde conta cada ponto da investigação, buscando pistas e suspeitando desde os antigos vilões do grupo até os próprios Watchmen. As pistas acabam levando ao seu antigo parceiro de aventuras Coruja Noturna II (Dan Dreiberg), um intelectual rico que tem vasto conhecimento em tecnologia avançada e que os utilizava para criar seus equipamentos em seus tempos de herói, mas extremamente solitário e com uma aparente paixão pela antiga colega de equipe Espectral II (Laurie Juspeczyk), filha da Espectral original, que vive à sombra dos projetos fracassados de sua mãe.

Espectral II foi casada e vive em uma relação estranha com Dr. Manhattan (Jonathan Osterman), um ex-cientista nuclear que após um acidente em seu laboratório teve seu corpo desintegrado e após os seus átomos se unirem novamente, começa a poder manipular a matéria, viajar entre o espaço-tempo, ocupar diferentes lugares ao mesmo tempo e ver seu próprio passado e futuro, sendo considerado por todos um homem-deus.

Temos também Ozymandias (Adrian Veidt), um bilionário que após a promulgação da Lei Keene, se revela publicamente, ganhando fama e se tornando um ícone popular. É considerado por muitos como o homem mais inteligente do mundo, além de ser um exímio atleta e lutador e tem como grande inspiração Alexandre, o Grande.

Outros personagens importantes na trama são Moloch (Edgar Jacobi), principal vilão da época dos Watchmen e atualmente aposentado e os Minutemen, o primeiro grupo de heróis, que atuou nos anos 40 e que após brigas internas e escândalos, foi perdendo força até o fim oficial da organização.

Nos últimos anos, Watchmen voltou a ganhar popularidade, recebendo uma versão cinematográfica em 2009, dirigido por Zack Snyder. Alan Moore rejeitou completamente a adaptação, inclusive pedindo para ter seu nome retirado dos créditos da produção.

Outra homenagem a obra completamente rejeitada pelo mago das histórias (como Alan Moore é conhecido pelos fãs) foi a série “Antes de Watchmen”. Esta, dividida em 8 volumes, conta o que seriam os acontecimentos anteriores à trama principal, trazido à vida em 2012 por uma gama de quadrinistas respeitados e com o aval de Dave Gibbons, recebendo críticas mistas.

Watchmen é uma história sensacional, com personagens cativantes, reviravoltas inesperadas e uma trama pesada e dramática que te leva entre as páginas onde não se consegue parar de ler. Com certeza é a grande obra de Alan Moore e uma das grandes obras da história dos quadrinhos, sendo uma leitura obrigatória para quem quer entrar ou já está envolvido com o mundo das HQs. É muito fácil de encontrar Watchmen a venda. No Brasil, existe uma edição especial em capa dura, contendo todos os volumes e ainda com conteúdo especial para os fãs.


sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Notícia | Série Dexter Ganhará Versão Para Quadrinhos

É amigos, para aqueles que achavam que as histórias de Dexter estavam chegando ao fim, temos uma boa notícia.

A Marvel, isso mesmo, a Marvel, lançará uma versão de Dexter para quadrinhos. Serão cinco volumes, escritos pelo autor do livro que inspirou a série, Jeff Lindsay, e ilustrados por Dalibor Talajic (Deadpool).

No primeiro volume, Dexter enfrentará um novo vilão (aparentemente personagem inédito) e um encontro com os ex-colegas de escola (já vimos esta história, anyway).

Atualmente a série está em sua penúltima temporada e lutando para manter-se até a 8ª.

O lançamento do primeiro volume está previsto para fevereiro de 2013.