Há
muito tempo já queria assistir O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (Le
Fabuleux Destin d’Amélie Poulain, 2001). Por algum motivo, todas as críticas
que li sobre o filme me instigaram a isso. Quando resolvi finalmente fazê-lo,
entendi porque a França tem (segundo a minha professora de Cinema) a segunda
maior cinematografia do mundo.
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domingo, 16 de março de 2014
Meu Fabuloso Destino
Há
muito tempo já queria assistir O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (Le
Fabuleux Destin d’Amélie Poulain, 2001). Por algum motivo, todas as críticas
que li sobre o filme me instigaram a isso. Quando resolvi finalmente fazê-lo,
entendi porque a França tem (segundo a minha professora de Cinema) a segunda
maior cinematografia do mundo.
Após
encontrar uma caixinha de pertences antigas escondida na parede de seu
banheiro, Amelie decide a todo custo devolvê-la ao dono. Após ver a reação do
homem, a ingênua, introvertida, mas engenhosa Amelie decide ajudar todos a sua
volta. Mesmo assim, ainda sente falta de uma grande paixão e romance e sai a
procura.
A
obra cinematográfica do gênero comédia romântica é diferente de tudo o que
estamos acostumados: tem personalidade própria, é rica em detalhes e é
visualmente bela. As cores marcantes e a forma com que a trama é narrada nos
transportam para uma realidade paralela fantástica e diretamente para a
Montmartre do final dos anos 90. O perfil de todos os personagens são traçados
com maestria e características interessante e engraçadas são mostradas.
Destaque
para a sempre apaixonante Audrey Tautou e as engraçadas figuras do café ‘Les 2
Moulins’ (Os Dois Moinhos, em tradução literal). Por sinal, o local é real e
recebe centenas de fãs do filmes todos os anos em Paris. A direção é do seletivo
Jean-Pierre Jeunet.
Por Gabriel Johnson (@80cao)
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Prazer: Do inferno, Jack, o Estripador
Mesmo que
eu não seja um fã fanático do Johnny Depp – como conheço muita gente que é –, é
inegável seu talento diante das câmeras. Muito jovem, iniciou a carreira em
1984 em um filme de terror (A Nightmare on Elm Street) e veio conquistando fama
desde então.
Em 2001,
estrelou Do Inferno (From Hell), como o sensitivo inspetor da polícia inglesa Frederick
Abberline, viciado em ópio que investigava os assassinatos das prostitutas
realizados por Jack, o Estripador na região de Whitechapel, na Londres de 1888.
O filme foi baseado na história em quadrinhos homônima e tem também Heather
Graham e Robbie Coltrane também no elenco.
Durante a
sequência de duas horas, a fotografia e a cinematografia conseguem ser
impecáveis. As cenas fortes levemente mostradas aliadas às cores fortes e
opacas – normalmente vermelhas, associando ao sangue e ao terror – conseguem
envolver o telespectador com o suspense conforme os crimes vão sendo consumados
e a trama descoberta, aguçando a curiosidade de quem assiste. A reviravolta do
desfecho também é digna de elogios, apesar de um pouco comum no cinema.
De acordo
com o Netflix, a classificação etária é de 18 anos, mesmo eu achando totalmente
desnecessário. As cenas mais fortes não assustaram nem mesmo meu irmão de quase
14 anos, mesmo que ele tenha tido um pouco de dificuldade de fazer as conexões
psicológicas da trama que o envolvia como envolvia a todos que assistiam comigo.
O filme é
uma boa pedida, mesmo que Johnny Depp não consiga expressar muitas emoções, o
que é aceitável, pois, na história, o inspetor perdeu a mulher, se jogou ao
vício do ópio e está enfrentando o maior desafio de sua carreira. Some-se isso
ao fato de estar apaixonado por uma prostituta, possível vítima de Jack. O ar
de amargura acompanha o personagem até o fim do filme e poucos sorrisos são
vistos em sua face. O sotaque britânico forçado de Heather, que interpreta Mary
Kelly, consegue superar o de Depp facilmente.
Por Gabriel Johnson (@80cao)
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