BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

BoJack Horseman

Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

Critica | Lucy

Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

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LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

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O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Critica | Anna Karenina (2012)


Anna Karenina não nasceu filme, nasceu livro, porém não um livro qualquer e sim, uma publicação assinada por Tolstói. As adaptações desta obra para o cinema não foram poucas, cinco se formos especificar e contar com a mais recente e sempre contaram com grandes atrizes: Greta Garbo (1935), Vivian Leigh (1948), Jacqueline Bisset (1985 - versão feita para a televisão) e Sophie Marceau (1997).

Para aqueles que desconhecem o enredo, informo que a história de Anna Karenina é uma trama de ousadias, quebra de paradigmas e personalidades fortes, qualidades que foram muito bem proporcionadas pelas atrizes que citei e exatamente o oposto ao que Keira Knightley conseguiu reproduzir na versão que concorreu ao Oscar este ano.

A versão de 2012 é dominada por audacioso figurino, que por sua vez transparece a moda predominante no período em que o filme é adaptado, resultando de forma nada surpreende em prêmios, dentre eles o de Melhor Figurino na 85º Cerimônia de entrega dos Academy Awards. Em contrapeso, o clima teatral proposto neste filme, de forma muito errônea diga-se de passagem, transmite apenas confusão visual e o objetivo se perde nesta tentativa de resgatar o classicismo exigido no romance russo. 

O Karenin, vivido por Jude Law, é a grande esperança e revelação do filme. Deixe-me explicar: O ator, de forma muito positiva, torna o personagem literário de pouca autonomia e personalidade em um grande político amarrado aos dogmas propostos pela alta sociedade russa, uma ótima atuação, sem sombra de dúvidas e que inverte os papéis e os carismas.

Keira Knightley, como já mencionei, faz uma atuação medíocre (nada diferente do que vem fazendo há anos), resultando em um evidente desencaixe da própria atriz e seu papel realizado com a proposta original de Tolstói. Uma completa gafe cinematográfica e um insulto literário. 

Completando o triângulo, temos Aaron Johnson no papel de Conde Vronsky, um jovem muito rico que usa a sua beleza e charme para tirar dos trilhos Anna Karenina, e apesar do já provado talento, o ator se deixou levar pelo clima de deficiência e acabou realizando um trabalho ao nível de seu par.

Por fim há de se mencionar as atuações medianas dos atores secundários, o que muito se deve ao roteiro atrapalhado e à teimosia da utilização dos cenários teatrais, e a decepcionante direção de Joe Wright, que dirigiu Desejo e Reparação com a fantástica Keira Knightley, conhecem? Em fim, Anna Karenina, apesar dos erros, não deixa de ser uma história comovente e clássica, afinal a essência da sua história está lá (meio escondida, mas está) acompanhada pelo maravilhoso figurino e a atuação "pau para toda a obra" de Jude Law.

Uma parceria com


domingo, 27 de janeiro de 2013

Tolstói choraria


A obra de Liev Tolstói, publicada em 1877, intitulada Anna Karenina, conta a história de Anna (Keira Knightley), em plena Rússia Imperial e aristocrata. Após uma viagem, Anna – que é casada – conhece o conde Vrosky (Aaron Johnson), com quem tem um caso extraconjugal.

O filme, que se passa num teatro – mas não em todas as cenas – confunde o telespectador, que não faz ideia o motivo disso. Apesar do figurino impecável, o filme deixa a desejar. Muitos dos atores como Keira Knightley, Aaron Johnson e Jude Law permanecem sem expressão facial quase durante o filme inteiro, no maior estilo Kristen Stewart de ser.

Keira não conseguiu emplacar a mesma atuação realizada em Orgulho e Preconceito, motivo pelo qual ela faz diversos filmes de época. Aaron em nada lembra o amante viril e cortejador do livro, mais parecendo um adolescente.

Como dito, o figurino e a maquiagem tentam salvar o filme, mas não exatamente conseguem. São mais de duas horas de sentimentos confusos e péssimas atuações, mesmo com atores de elite. A escolha dos cenários e da parte do “teatro” que até agora é incógnita na cabeça de quem já assistiu.

A película estreia em 15 de fevereiro nos cinemas brasileiros, mesmo tendo saído nos cinemas americanos em novembro e nos britânicos, em setembro. Conta com o carismático Matthew Macfayden no elenco, antigo parceiro de Keira em Orgulho de Preconceito, que foi outra tentativa de tentar salvar o elenco.





Por Gabriel Johnson (@80cao)

sábado, 3 de novembro de 2012

Notícia | Divulgado Trailer Do Novo Filme De Steven Soderbergh


Side Effects é até então o título final do novo filme do diretor Steven Soderbergh, pois primeiramente o longa recebeu o nome de The Bitter Pill.

O filme terá no elenco Rooney Mara, Catherine Zeta-Jones, Channing Tatum e Jude Law e contará a história de uma mulher que sofre os reflexos do uso de substâncias químicas que usa com o objetivo de conter a ansiedade do retorno do marido da prisão.

A estréia está prevista para 8 de fevereiro de 2013.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

A Invenção De Hugo Cabret (Hugo)

O mais novo filme de Martin Scorsese tem arrecadado admiradores ao redor do mundo e, desta vez, não é mera manipulação da mídia e nem de eventos que premiam filmes de acordo com seus critérios pessoais.

O filme possui uma pureza magnífica. Ressuscita e homenageia a verdadeira alma do cinema, de um modo diferente de O Artista, mas ainda assim, encantador. Para aqueles que não sabem, Georges Méliès, o foco da homenagem (não estou me contradizendo, ninguém melhor do que Méliès para representar a alma perdida do cinema), foi um artista francês que levou sua experiência com o ilusionismo aos seus mais de 500 filmes, tornando-se o pai dos efeitos especiais.

Na história temos, obviamente, Hugo, um menino órfão cuja única lembrança que possui do pai é um velho robô quebrado que a todo custo tenta consertar. Em boa parte do filme, observamos a sua angústia e o seu drama para obter as peças necessárias para reconstruir a máquina e quando consegue, se vê diante da maior aventura de sua vida. Ao longo da história, encontramos uma série de pequenos dramas secundários que enfeitam de forma sublime o enredo principal de modo a garantir que o filme flua de maneira leve, sensível e pura.

Você deve estar se perguntando onde Méliés se encaixa nessa história bobinha, bom, para não estragar a surpresa e muito menos contar spoilers, apenas vou dizer que a aventura está relacionada com descobrir quem Méliès foi, quem é no filme, o porquê de se omitir e a luta pela reconquista de seu espaço que nunca fora perdido. Enfim, como disse, o filme é mais uma belíssima homenagem ao cinema, digno de respeito e admiração.