![]() |
| Uma parceria com GNC cinemas |
Mostrando postagens com marcador GNC CINEMAS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador GNC CINEMAS. Mostrar todas as postagens
sábado, 4 de maio de 2013
Critica | A Morte Do Demonio
"O filme mais apavorante que você verá nesta vida", é o que promete o slogan do filme e que de fato cumpre em grande parte. Junto ao slogan, trailers e imagens macabras ajudaram na super campanha de marketing e na supervalorização que envolveu o remake.
Na história, um grupo de jovens amigos se reúne em uma distante cabana para ajudar Mia a se recuperar das drogas e lá chegando encontram no porão um cenário de magia negra. Observando o ambiente, os jovens encontram gatos mortos pendurados no teto, manchas de sangue e o que parece ser um livro envolto em saco plástico preto e arame farpado, o que desperta e muito a curiosidade dos jovens. Obviamente, após desbravarem o local satânico, um dos jovens, Eric, decide abrir o livro e ler alguns trechos em voz alta, o que sabemos não ser uma boa ideia, resultando em eventos sobrenaturais.
Mia, que estava debilitada devido à abstinência, passa a reagir de forma estranha, resultado dos delírios, pelo menos é o que pensam seus amigos, mas pouco a pouco passam a acreditar que tudo que está acontecendo foi de fato consequência da leitura do estranho Livo dos Mortos. A partir da descoberta somos agraciados (pelo menos os fãs do gênero) com cenas e mais cenas sangrentas e outras tantas de puro desespero e angústia.
O filme cumpre parcialmente seu papel de ser o mais apavorante da história pois de fato suas cenas são dignas de arrepios, mas apenas por serem muito bem feitas. O suspense que deveria andar concomitantemente ao clima proposto no filme falha muitas vezes e prejudica o tão supervalorizado slogan e o desfecho da história contribui para aquilo que muitos chamam de "filme de tela quente", porém nada que anule completamente a qualidade fantástica trazida na regravação.
Contando com a já esperada ótima atuação de Jane Levy, da série Suburgatory, A Morte do Demônio consegue ser um dos poucos remakes a honrar seu antecessor e até mesmo, em alguns aspectos, superá-lo. Portanto, ainda que a proposta não tenha sido cumprida na sua integralidade, dentre os filmes do gênero dos último tempos, A Morte do Demônio é uma agradável e sangrenta surpresa.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Critica | Oz, Magico e Poderoso
Oz, Mágico e Poderoso é mais uma história clássica ressuscitada pela Disney, resultado daquilo que a empresa melhor sabe fazer: fabricar sonhos.
Oz, ou melhor, Oscar Zoroaster Phadrig Isaac Norman Henkel Emmannuel Ambroise Diggs é uma fraude que se diz mágico em um pequeno circo e que sonha ser alguém importante, alguém que as pessoas possam admirar. Apesar de seu desejo, o mágico falsário mantem todas as tendências charlatonas e conquistadoras, até o dia em que se vê obrigado a fugir do circo para evitar ser dado de comida aos leões. No momento da fuga, que por sua vez se dá em um balão de ar, Oz é atingido por um tornado e mediante mil e uma promessas de melhora de caráter acaba sobrevivendo e caindo em um mundo colorido e mágico que recebe, coincidentemente, o seu mesmo nome.
Chegando em Oz, o mágico logo é incumbido, por Theodora e Evanora (duas irmãs bruxas), vividas por Mila Kunis e Rachel Weisz, da difícil tarefa de matar a terrível bruxa má, Glinda, e em troca o mágico receberia o trono do mundo de Oz, como prometido em profecia. No entanto, Oz acaba descobrindo que Glinda é na realidade a bruxa boa e Evanora é a terrível bruxa que mantem o povo de Oz escravizado e sem paz.
Repleto de imagens gráficas de fácil percepção de falhas, o filme mascara relativamente bem tais defeitos com o seu 3D bem feito, característica que vem se destacando nos últimos filmes da Disney, porém compensa com seus personagens cativantes, marca registrada da empresa. As atuações são de acordo com as expectativas, apenas ressaltaria as participações da atriz Mila Kunis (Theodora) que mostra ser uma bruxa muito convincente e da maior surpresa do filme, Michelle Willians, que na minha humilde opinião, é uma das atrizes mais sem graça da atualidade, salvo raros papéis (ex.: Minha Semana Com Marilyn) em que obtém êxito, a atriz conseguiu transparecer bondade, carisma e provou que de bruxa má nada possui.
Outro grande destaque, como também já é de costume, é a caracterização dos personagens (cabelo, maquiagem e figurino), recheada de lindos detalhes (como pode ser visto nas imagens abaixo), que são responsáveis por um fantástico espetáculo visual complementar às atuações. Um grande presente para o público de São Paulo é que os figurinos e alguns objetos do filme estão em exposição até o dia 15 deste mês (para mais detalhes clique aqui).
De forma geral, o filme é, obviamente, dedicado ao público infantil e como prova encontramos o baixo nível de violência e a clareza da mensagem moral trazida. De outra mão, há determinadas correlações que apenas os menos jovens possivelmente conseguirão fazer, principalmente entre os personagens fantásticos do mudo de Oz e os personagens do mundo real do mágico Oz, semelhanças sutis e que complementam a moral do filme.
Por fim, o filme mostra ser mais fantástico do que realmente é, porém devido ao seu poder cativante, seus personagens conquistadores e seu enredo mágico o filme se torna mais um exemplo vivo do verdadeiro estilo Disney de ser, ou seja, a capacidade de transformar em realidade fantástica os mais incríveis sonhos impossíveis.
Uma parceria com
Uma parceria com
Assinar:
Postagens (Atom)






