BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

BoJack Horseman

Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

Critica | Lucy

Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

Neuromancer, 30 anos

LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

LIVRO | Perdido em Marte

O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

O Iluminado, de Stephen King
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sábado, 25 de maio de 2013

O Que Bates Motel e O Massacre da Serra Eletrica Tem Em Comum?

O que teria em comum uma série novata e um clássico do terror? Aliás, o que teria em comum Bates Motel, O Massacre da Serra ElétricaO Silêncio dos Inocentes e a segunda temporada da série American Horror Story?

Uma coisa é certa, já estamos cansados de ouvir que Bates é baseada no clássico filme de Alfred Hitchcock, Psicose, mas poucos sabem que esta história é baseada em um livro, de mesmo nome, e que por sua vez é baseado em fatos reais. Sim, a história é baseada em fatos reais. E justamente esta história será o tema deste texto.


















Na verdadeira história, não temos a família Bates ou Leatherface, tão pouco o hotel de beira de estrada, porém temos a mesma essência dos conflitos psicológicos. Ed Gein vivia em uma fazenda com os pais e um irmão no interior de Wisconsinsua mãe era uma pessoa extremamente religiosa e usava sua neurose para castigar e reprimir os filhos e seu pai era um violento alcoólatra. Após a morte do pai, Ed e seu irmão passam a viver um verdadeiro inferno psicológico até que Henry decide se rebelar contra a mãe tentando mostrar ao irmão o quanto aquela relação é doentia, no entanto, misteriosamente, acaba morrendo em um incêndio no celeiro da propriedade.

Após a morte do irmão e posteriormente da mãe, Ed, apesar de manter a aparência para as pessoas da vizinhança, torna-se um verdadeiro maluco. Durante a noite, o rapaz viola túmulos em busca de partes humanas que lembrem as de sua mãe (assim pelo menos diz a "lenda") porém, aos poucos os cadáveres passam a não ser mais suficientes e de mero exumador, Ed se torna o maior assassino que Wisconsin poderia ter.





Quando o transtornado assassino é descoberto e capturado, encontram na sua propriedade um verdadeiro show de horrores, são pilhas e mais pilhas de crânios, muitos usados como tigelas de sopa, abajures e assentos de cadeiras feitos de pele humana, puxadores de janela feitos de lábios humanos, entre outras bizarrices inimagináveis. Esta fixação de Ed por mulheres se explica pela sua vontade de realizar mudança de sexo a qual foi muito bem ilustrada também pela roupa de mulher que criou, sendo esta feita com pele humana e composta por todas as partes reais de um corpo feminino, ou melhor, todas as partes reais do corpo de uma de suas vitimas.

A explicação sobre mudança de sexo foi dada pelo próprio Ed, terminando assim a teoria de que ele sofreria de Complexo de Épido, em outras palavras, terminando a teoria de que Ed tivesse uma paixão doentia pela mãe.





Gein foi preso pelos crimes mas jamais foi condenado devido à inimputabilidade decorrente dos transtornos psicológicos, porém foi enviado ao Central State Hospital para tratamento. Ed Gein faleceu em 26 de julho de 1984 devido à um câncer e hoje sua lápide faz parte do museu de Wautoma, em Wisconsin.

Obviamente há muita fantasia nos filmes que decorreram desta história, mas ainda assim é terrível saber que a crueldade das telonas é a mesma da vida real e que tal show de horrores conseguiu tornar a memória de um dos piores assassinos em série perpetuada na história política e cinematográfica.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Oscar | As Injusticas do Oscar 2013


Nas mãos de um dos apresentadores mais polêmicos já escolhidos, a premiação do Oscar teve seus vencedores divulgados no último domingo, 24 de fevereiro. Seth McFarlane, criador da série animada “Family Guy” foi o responsável, juntamente com Jannifer Lawrence, pelo melhor desempenho de audiência da cerimônia nos últimos anos e por incentivar o acesso do público jovem à premiação máxima do cinema.

A noite foi embalada pelos ritmos dos principais musicais, como parte da campanha incansável proposta pela Academia em resgatar o estilo, Seth McFarlane cantou e dançou ao lado de grandes estrelas e garantiu o antigo espírito da cerimônia e além de seu show particular a premiação ainda contou com espetáculos de música e dança de Charlize Theron, Channing Tatum, Catherine Zeta-Jones e o elenco de Os Miseráveis.

A 85ª cerimônia de entrega dos Academy Awards foi sem sombra de dúvidas a que sofreu maior influência da mídia provocando inclusive algumas injustiças (o que não é sinônimo de falta de qualidade). Todos os indicados ocuparam esta posição por merecimento e qualidade técnica e não estariam lá se não fosse o seu bom desempenho, logo, é possível considerá-los grandes vitoriosos. No entanto, alguns dos vencedores apenas receberam a estatueta devido às campanhas de mídia, “clamor social”, compensação e até mesmo para garantir a superioridade do cinema norte americano. 

Encontraremos as “injustiças” ditas anteriormente entre os principais prêmios, como é o caso de Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Filme (lembrando que o uso do termo injustiça não significa falta de merecimento ou qualidade). 

Daniel Day-Lewis é dono da fantástica atuação em Lincoln (leia a crítica aqui), onde deu vida ao personagem que dá nome ao filme, sua perfeita caracterização nos convence que aquele é de fato o 16º presidente dos Estados Unidos e a ótima reconstrução histórica completa aquela que vem a ser uma das melhores, se não a melhor atuação do ator. Do outro lado da balança, temos a esquecida e subestimada atuação de Joaquin Phoenix em O Mestre, onde o ator da vida ao alcóolatra e problemático Freddie. A atuação do ator se tornou mais do que um agrado aos amantes do cinema, se tornou uma conquista pessoal para Phoenix que vinha enfrentando problemas semelhantes aos do personagem e após um período de afastamento das telonas o ator ressurge das cinzas, como seu próprio nome induz, neste brilhante papel. 
Não desmerecendo o prêmio recebido por Lewis e sim colocando a atuação de Phoenix em seu devido lugar e, ainda, analisando a complexidade de ambos os trabalhos, a atuação de Phoenix se torna superior em inúmeros aspectos.

Mencionar filmes que caíram no agrado do público é um tanto quanto complicado, mas vamos lá. Jannifer Lawrence se tornou a mais nova queridinha de Hollywood, muito se deve a sua atuação em Jogos Vorazes e a conquista do carisma pelo público adolescente, e em sua forte atuação em O Lado Bom da Vida a atriz terminou o seu trabalho de conquista e arrecadou mais alguns milhões de fãs. O que acontece é que sua forte atuação se tornou mais forte do que realmente foi devido ao clamor social e às campanhas de mídia, tornando seu rostinho bonito muito mais agradável do que um rostinho francês enrugado. Emmanuelle Riva foi a atriz mais velha indicada ao Oscar e a não recebê-lo, sua experiência e sua postura garantiram uma atuação completa, sincera e sem falhas no drama resultado da coprodução entre Áustria, França e Alemanha. Apenas consigo definir o filme Amor e a atuação de Riva como sendo um tiro seco e certeiro, um filme perto da perfeição técnica e artística. Não há como comparar duas atuações tão distintas, Lawrence e Riva, mas mais uma vez aplicando a tese da complexidade de atuação, Emmanuelle Riva é, definitivamente, uma lição de excelente atuação.

Este ano, a categoria de Melhor Ator Coadjuvante estava relativamente fraca e não há alguém específico para defender, no entanto vejo a premiação conferida ao ótimo ator Christoph Waltz levemente prematura e repetitiva. O papel de Waltz em Django se tornou uma repetição de seu papel em Bastardos Inglórios, aliás, sua atuação se tornou uma repetição e, saliento novamente, não significa que o ator não tenha feito um ótimo trabalho ou que o prêmio não tenha sido merecido, apenas acredito que foi entregue a ele devido à falta de qualificações equivalentes na categoria.

Por fim, o prêmio principal foi conquistado pelo filme Argo (leia a crítica aqui) e de fato o filme é merecedor do prêmio, apesar de não ser “redondinho”, ou seja, não estar ao nível da perfeição. Ainda assim, acredito que o real merecedor seja o filme Amor, pois como já mencionei, o filme possui exatamente a qualidade que falta em Argo, a aproximação da perfeição técnica e artística. Mas por que será que a Academia não deu o prêmio me Melhor Filme ao filme que melhor expõe as qualidades cinematográficas? Seria para se desculpar com Affleck por sua não indicação à Melhor Diretor? Ou seria para garantir a superioridade do cinema americano e evitar que pelo 2º ano consecutivo um filme de origem francesa fosse consagrado e recebesse os principais prêmios? Bom, são perguntas que não saberemos as respostas através da Academia, mas vale a pena refletir e observar o que de fato é bom ou o que de fato é feito para que pensemos que é bom.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Nova Fase

Neste segundo semestre de 2011, o blog Gargalhando Por Dentro passará por algumas modificações. Os blogs Gargalhando Por Dentro e Gargalhando Na Literatura serão um só e nesta nova fase, o novo blog falará sobre filmes, séries e livros. Parcerias serão feitas e uma nova equipe será composta. Conto com a colaboração de vocês para ajudar o blog neste nova aventura.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Sleeping Beauty

O filme "Sleeping Beauty" abriu oficialmente a competição do 64º Festival de Cannes. A história macabra de uma menina que se entrega a um sistema sombrio de exploração sexual para manter a casa e a mãe acoólotra foi injustamente comparada a história torpe e infantil da, vulgarmente conhecida, Bruna Surfistinha, pelo site globo.com.
Ainda não assisti ao Sleeping Beauty, porém mesmo com um breve resumo da história é possível, no mínimo, perceber o quanto as duas histórias são diferentes. Uma mostra as naturezas da opção pela prostituição de forma, não digo, desculpavel, mas compreensível enquanto a outra, nem ao menos mostra uma razão compreensível, desculpavel, aceitavel e etc. Seria como tentar comparar de forma ampla e talvez precipitada, maturidade e imaturidade.
Não vejo como comparar positivamente duas coisas antagonicas, de universos diferentes e com fundamentos tão diversos.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

O Que Aconteceu No Oscar 2011?


A academia parece estar levando a sério a ideia de deixar uma dupla no comando do evento. Este ano, tivemos dois grandes jovens na liderança da cerimônia, James Franco (127 Horas) e Anne Hathaway (Amor e Outras Drogas). No entanto Franco ficou ofuscado pelo brilho sem graça e nervoso de Anne Hathaway, sua falta de "vontade" deixou todo o peso da apresentação nos ombros da apresentadora, que tentava contornar a situação (leia-se, fazer a apresentação sozinha).


Foi uma apresentação sem graça no item apresentadores, o que já havia acontecido ano passado, primeiro ano de duplas à frente da premiação após anos de apresentadores individuais, mas foi deixado de lado pelo fato de o evento ter sido apresentado por dois ícones do cinema: Steve Martin e Alec Baldwin. Porém este ano, com muito mais recursos financeiros do que na 81ª edição, ano em que a cerimônia estava em risco devido a greve do sindicato dos roteiristas, a escassez de criatividade e interatividade conseguiram superar a tentativa de Anne Hathaway de fazer uma cerimônia descontraida. Com certeza, não será uma experiência que deverá ser repetida.

Quanto aos principais vencedores. Discurso Do Rei levou quatro estatuetas, melhor roteiro original, melhor ator, melhor diretor e melhor filme. O filme recebeu os principais prêmios merecidamente, conseguiu transportar a seriedade e o glamour da década de 40, período em que passa o filme, para a modernidade.
Apesar dos dez inscritos à categoria de melhor filme, a disputa estava claramente entre "O Discurso do Rei" e "Cisne Negro". Desconsidero a hipótese de colocar "A Rede Social" por este ter sido um filme de explosão e ser gritantemente o reflexo do que está acontecendo do século XXI, porém, apesar de ter ganho prêmios técnicos e ter merecidamente seu roteiro reconhecido, o filme não tem força/capacidade de se igualar aos dois grandes monstros que estavam na disputa.

As duas categorias que mais me surpreenderam foram a de fotografia e trilha sonora. A primeira tendo como vencedor "A Origem" e a segunda "A Rede Social". Nesta categoria o que deve ser analisado é o ambiente como um todo, analisar se está tudo em perfeita harmonia sem que haja itens que possam destoar. O filme realmente possui uma fotografia bem construída, mas talvez não seja tão bem feita quanto em "Bravura Indômita" ou "Cisne Negro". No primeiro, a reconstrução do ambiente típico de faroeste e no segundo, o ambiente da dança. A segunda categoria me surpreendeu por "menosprezar" dois grandes músicos Hans Zimmer (Rei Leão) e Alexandre Desplat (O Curioso Caso de Benjamin Button), não desmerecendo o trabalho também bem feito de Trent Reznor e Atticus Ross, mas não estava ao nível dos outros candidatos.

Os fãs de Harry Potter que este ano foram agraciados com indicações do filme ao BAFTA e ao Oscar ficaram mais uma vez a ver navios. As duas categorias em que concorria, direção de arte e efeitos especiais, talvez tivessem sido vencidas caso não houvesse no caminho, em relação a primeira, "Alice No País das Maravilhas" e, em relação a segunda, "A Origem" e também "Alice No País das Maravilhas". O que acontece em relação aos efeitos visuais é bem claro, os efeitos apresentados em Harry Potter já são considerados normais, já são uma extensão do filme e por isso a banalidade. São efeitos ótimos, mas não surpreendem mais.

Como um todo, pode-se dizer que a premiação foi previsível, seguiu as tendências da maioria das premiações, alguns momentos de tensão aconteceram, mas perdoáveis por tratar-se da maior premiação cinematográfica do mundo e deslizes não aconteceram como no Globo de Ouro. Foi um edição justa, onde todos eram merecedores, mas apenas um poderia ser escolhido, porém os escolhidos foram realmente dignos de Oscar.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Cisne Negro, Qual O Problema?


A questão levantada no título desta postagem é simples, porém o real problema está no porquê de haver a triste ideia de questionar tanto algo secundário em um filme.


O Cisne Negro, apesar de usar a peça O Lago dos Cisnes como base de toda a história, não tem a dança como ponto central do filme, na realidade ela ocupa um lugar secundário. A história do grande compositor russo Tchaicovsky, é o que embala e dá ritmo ao filme, e o ponto central é a trajetória da loucura, o lado negro psicológico tomando conta do lado consciente.

Não digo que a dança não seja um fator importante, mas temos que compreender que este filme é a perspectiva de uma pessoa que está trilhando o caminho da insanidade e inconscientemente, é normal que tudo esteja na sua perspectiva e a busca pela perfeição afeta o ponto de vista diante das cobranças. Portanto, a dança não é algo que afeta o filme, apenas serve como cenário para a grande atuação da loucura.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Boas Ações!

O mundo está carente. Isto é um fato. Este lugar que habitamos não é formado por si só, ele é formado por cada ser, por cada indivíduo, por cada vida. Este lugar nos abriga, nos dá alimento, luz, energia, nos dá a sua vida em troca do nosso bem estar.
E com que nós retribuímos? É.... desmatamento, colocando as espécies com quem compartilhamos o mundo em extinção. O homem é mau... mau agradecido. E sabe o que é o pior? Nós sabemos disso, e mesmo assim, não fazemos quase nada para mudar.
Gente! DEVEMOS saber que as grandes mudanças se dão a partir de pequenos gestos, pequenas iniciativas. Vamos fazer a nossa parte e tornar o mundo melhor, dar a ele todo o carinho e hospitalidade que recebemos dele desde sempre.

O mundo pede ajuda! E nós PODEMOS e DEVEMOS ajudar! Nós estamos com poder vida em nossas mãos.


ADOTAR É TUDO DE BOM! Adote um gatinho! Saiba como clicando aqui.

http://guaibasferretto.webnode.com.br/

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

(O Verdadeiro George Clooney)

Longe de mim querer difamar alguém, mas acho que no caso do George Clooney o que está em jogo é a autoestima da nossa espécie, os homens que não são George Clooney.

Todas as nossas qualidades e todos os nossos atributos, físicos e intelectuais, desaparecem na comparação com o George Clooney.
As mulheres não escondem sua adoração pelo George Clooney. O próprio George Clooney nada faz para diminuir a idolatria e nos dar uma chance.
Fica cada vez mais adorável, cada vez mais George Clooney. E se aproxima da perfeição. É bonito. É charmoso. É rico. É bom ator. Faz bons filmes. Está envolvido com as melhores causas. E que dentes!
Não temos defesa contra esse massacre. Só nos resta a calúnia.

Os dentes são falsos. Ali onde elas veem pomos da face irresistíveis e um queixo decidido, há, obviamente, botox. Ele tem pernas finas e desvio no septo.
É solteiro, portanto, claro, gay. Tem casa num dos lagos italianos, o que já é suspeito, e dizem que anda pelos seus chãos de mármore depois do banho de espuma vestindo um longo caftan bordado e sendo borrifado com perfumes florais pelo seu amante filipino Tongo, enquanto seu amante italiano, Rocco, prepara a salada de rúcula completamente nu.
George Clooney bate na mãe todas as quintas-feiras. É extremamente burro. Só leu um livro até hoje e não lembra se foi "O pequeno príncipe" ou "O grande Gatsby". Nos filmes em que faz personagens mais reflexivos, contratam um dublê para as cenas dele pensando.
Foi ele que propôs a demolição da Torre Eiffel porque já era mais que evidente que não encontrariam petróleo no local. E sua sovinice é lendária. Levou nadadeiras quando visitou Veneza, para não gastar com táxi.
É notório, em Hollywood, o mau hálito do George Clooney. Quando ele fala em algum evento público, as primeiras três fileiras do auditório sempre ficam vazias.
Atrizes obrigadas a trabalhar com ele têm direito a um adicional por insalubridade, em dobro se houver cenas de beijo. Outra coisa: a asa. Não adiantam as imersões em espuma na sua banheira em forma de cisne, nem os perfumes florais borrifados, o cheiro persiste.
Sabem que George Clooney e suas axilas se aproximam a metros de distância, e muita gente aproveita o aviso para fugir.

Além de tudo, tem seborreia e é republicano.

(Luis Fernando Verissimo)

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

"BRASIL FORA DO OSCAR, E DAÍ?" COMO ASSIM???

Eu li um texto, há poucos minutos, que expressa, ou melhor, que não expressa nem uma gota de patriotismo ou um mínimo conhecimento cultural.

O texto dizia: Brasil fora do Oscar, e daí? Para nós é apenas um incentivo financeiro, não vai trazer benefícios, não é interessante.

Fiquei indignada, como assim e daí? Será que é tão difícil assim aceitar que o Brasil está crescendo, lentamente, mas está?! Não é apenas um incentivo financeiro, é um incentivo cultural, além de influenciar no número de oportunidades para novos talentos. Uma indicação ao Oscar lembraria ao mundo inteiro que nós estamos chegando e podemos ser bons, muito bons, podemos incentivar a cultura, podemos aumentar o número de empregos. É uma série de coisas que estão vinculadas a uma “simples indicação ao Oscar”.
Nos últimos tempos o nível do nosso cinema aumentou significativamente, o problema é que nossos olhos estão cegos, acostumados de mais com a velha imagem de o Brasil não sabe fazer filme, só sabe fazer novela e Big Brother. Mas as coisas mudam, o mundo dá voltas e estamos a poucos passos do topo.
Podemos dizer, tranquilamente, que o Oscar é o maior prêmio do cinema mundial, todos almejam, até eu, uma simples mortal hehe, mas essas coisas não são simples, o fato de o Brasil estar fora do Oscar é lamentável, é terrível.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

A PRINCESA E O SAPO

A princesa e o sapo é a mais nova investida da Disney e já está cheio de rótulos. Confesso que ainda não assisti ao filme e já estou indignada com algumas coisas que andam falando, inclusive a própria Disney.
A primeira princesa negra da história. Não acham que isto também é uma forma de preconceito? Na época do lançamento da Pequena Sereia, ninguém a rotulou de “a primeira princesa ruiva da Disney”, ou na época de Aladin, “a primeira princesa indiana”. É um assunto complicado, mas parece que as pessoas só vêem preconceito onde querem e onde é conveniente. Eu sinceramente acho, que apesar de ser verdade, não é algo que precisa ser dito e escancarado, parece que o rótulo está sendo usado para atrair as pessoas. Não sei se fui bem clara pois pode ser contraditório em alguns pontos. E por favor, não tomem isso como preconceito da minha parte (pois como disse é um assunto delicado), mas é o meu ponto de vista.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Animações

Sabe, há pouco tempo “Toy Story” foi eleito o melhor filme animação de todos os tempos. Não concordo.
Neste final de semana, eu assisti a algumas animações e pude chegar, tranquilamente, à conclusão de que realmente “Toy Story” não é a melhor animação - não estou dizendo que não seja bom, apenas digo que não é a melhor -, já que existem filmes como “A Branca de Neve e Os Sete Anões”, “Rei Leão”, “Pequena Sereia”, entre outros.
Cada um desses tem a sua particularidade, apesar de todos compartilharem do mesmo objetivo e magia. O primeiro, é o primeiro longa-metragem da Disney, demorou três anos para ficar pronto devido ao perfeccionismo de Walt Disney e foi também o responsável pelo “estopim” da Era Disney. Acho que todos conhecem a história, ou melhor, alguma versão dela.
Rei Leão, outro grande clássico moderno que sensibilizou milhões de pessoas, se tornou a maior bilheteria de um filme de animação tradicional e é o 32ª longa-metragem da Disney. Neste filme, porém, devo admitir que as suas sequências não obtiveram êxito já que é possível observar o único deslize do império Disney: a crise de falta de criatividade. Nossa, nunca pensei que fosse escrever isso, mas é verdade. O segundo filme conta a mesma história do primeiro, porém, com personagens diferentes. Já o terceiro, sim, há um terceiro, e nesse a Disney pisa feio na bola, é a mesma história do primeiro (óbvio) só que na visão de Timão e Pumba. Eu realmente acho isso terrível, algo que não poderia acontecer em um império tão sólido. Mas tudo bem, nada poderia ser tão perfeito, porém isso não desmerece o sucesso do primeiro Rei Leão.
A Pequena Sereia é um dos meus favoritos, mas também sofre do mesmo mal de o rei leão. O segundo filme conta, parcialmente, a mesma história do primeiro e como no caso de o rei leão, a continuidade da história, ou melhor, a repetição da história é dada pelo filho(a) dos protagonistas. Ou seja, dos três filmes da série, apenas um deixa a desejar. Mas eu não sei explicar qual é a magia usada por Walt Disney, porque mesmo com esse defeito é quase impossível não se envolver, se entregar e adorar os filmes.
Concluindo, eu sinceramente acho que chega a ser covardia comparar e estabelecer uma lista entre as melhores animações, quando existem as animações da Disney. É difícil explicar, é mágico, é Walt Disney.


Esta é a tal lista

1º - Toy Story
2º - Shrek
3º - O Rei Leão
4º - Procurando Nemo
5º - A Era do Gelo
6º - Mogli – O Livro das Selvas
7º - Monstros S.A.
8º - A Bela e a Fera
9º - Bambi
10º - Aladdin
11º - Branca de Neve e os Sete Anões
12º - 101 Dálmatas
13º - Uma Cilada Para Roger Rabbit
14º - Watership Down
15º - Wall-E
16º - Fantasia
17º- O Estranho Mundo de Jack
18º A Pequena Sereia
19º - Cinderela
20º - Alice no País das Maravilhas

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

(500) DIAS COM ELA - PARTE II

Eu estava observando, mais uma vez, as críticas do filme “500 dias com ela” e reparei que 90% ou mais das pessoas que gostaram, são homens. Então comecei a tentar entender o porquê disto. E acho que descobri.
Pode ser paranóia, ou qualquer outra coisa do tipo, mas eu acho que os homens gostaram desse filme porque o “vilão” da história não é um homem e sim, uma mulher. O filme inverte os papéis, porque, geralmente, as mulheres são as vítimas das crueldades masculinas e no caso do filme é ao contrário, mostra que as mulheres são cruéis (o que não é verdade), exatamente o contrário do que estamos acostumados a assistir.
Mas isso não muda a minha opinião sobre o filme. É só uma observação.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

INJUSTIÇA NAS PREMIAÇÕES

Um filme para ser feito necessita de uma grande equipe técnica, como diretor, assistente de direção, roteirista, diretor de fotografia, diretor de arte, entre outros. Mas existe certo grupo de pessoas que são fundamentais para o pleno desenvolvimento do filme e que não tem o seu trabalho devidamente valorizado pela crítica e até mesmo as academias que “distribuem” os prêmios. Esse grupo é denominado: equipe de figuração.

Vocês já conseguiram imaginar um filme de guerra sem figurantes? Apenas com o vilão, o mocinho e os coadjuvantes? Não teria sentido. Os figurantes são a base do filme. Ouso dizer que sem eles não teria filme e nem existiria cinema. Imaginem se os irmãos lumière não tivessem quem usar como figurantes (ainda que indiretamente) nas primeiras imagens gravadas (saída dos operários da fábrica e chegada de um trem à estação)? Eles teriam gravado o nada, ou coisas paradas, sem nexo. Não haveria emoção.

Eu sinceramente, acho que deveria haver uma categoria de melhor figuração nas premiações, porque sem eles o cinema é o nada, é simplesmente vazio.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

WHY SO SERIOUS?

Hoje ouvi um comentário que me deixou triste. Às vezes esquecemos grandes pessoas pelo simples fato estarem vivas e acabamos tornando o ato de viver algo banal, o que faz com que apenas lembremos destas pessoas quando as mesmas morrem.

O que me fez pensar nisso foi o comentário que algumas pessoas fizeram sobre um filme que Heath Ledger havia feito, e para dar uma referencia de qual filme era, uma das pessoas disse: “é um filme com o cara que morreu”. Bom, primeiramente, isso é muito relativo, pois muitos caras (atores) já morreram e isso não faz com que esta informação seja um ponto de referência. Segundo, o cara que morreu era simplesmente Heath Ledger. Não sou nenhuma fã, mas fiquei chateada porque se fosse na época da morte dele, TODOS saberiam o nome e ainda especulariam sobre as possíveis causas da morte e para piorar, divulgariam aquela informação que, por algum motivo, despertaria a atenção de mais pessoas mesmo que esta não fosse verdadeira.

Não culpo ninguém por isso, é que eu realmente fiquei chateada, ele foi um grande ator e, com certeza, ainda é, mas o problema que existem certos detalhes que não damos importância e infelizmente quando percebemos eles já não existem mais.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

CINEMA


O cinema nos torna pessoas mais cultas, pessoas capazes de interpretar e construir as próprias críticas sem interferência do meio externo, e acima de tudo, nos torna conhecedores da sétima arte.

terça-feira, 3 de novembro de 2009





A geração de hoje, será a terceira idade de amanhã

Os idosos são a conclusão da vida, o resumo de todos os anos vividos

São a essência do que somos e o rascunho do que seremos.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Em busca da simplicidade



Fazia tempo que eu não assistia os clássicos da Disney... Aqueles que toda criança assiste umas cinco mil vezes seguidas e nem chega a esperar aparecer os créditos finais para pedir para colocar de novo. Mas revivi esta experiência, aliás, estou revivendo, pois ainda não consegui parar de assistir, e pude redescobrir a emoção que é assistir algo simplesmente puro – uma coisa rara hoje em dia, pois só nos deparamos com animações versão 2000 ou mega turbo master -.
Então há uma semana resolvi entrar nessa “fantasia”, comecei assistindo “A Pequena Sereia”, o que seria possível dizer?? Huum... Simplesmente MÁGICO. É um filme que não tem maldade, ou melhor, tem, mas nem as maldades das vilãs Úrsula e Morgana, esta no caso de “A Pequena Seria II” é grandiosa o bastante para liquidar com a pureza do filme.
É um filme que revela a grandiosidade das coisas pequenas, por exemplo, em “A Pequena Sereia: A História de Ariel”, lançado recentemente, mostra a relação de Tritão com suas sete filhas após a morte de sua rainha Athena e como ele encara este fato. Bom, na realidade ele não encara muito bem, já que proíbe a música em Atlantis, porque esta era a arte favorita de sua rainha e sem querer torna o reino um lugar triste e sem magia.
O filme tem a música como plano de fundo enquanto a história da tentativa de Ariel se tornar livre e fazer com que o pai se lembre da felicidade se desdobra. Simples assim. Nada mais. É um daqueles filmes que a gente assiste e fica feliz por esquecer os problemas e redescobrir o lado simples das coisas.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Ética e Política


O "temido" Imposto de Renda. Político que furta dinheiro dos mais necessitados de forma tão baixa. Infelizmente é comum. Golpes no bolso da população brasileira. Tudo isso está acontecendo no nosso país.
Talvez a ética devesse falar mais alto em cargos públicos, as pessoas não deveriam ser apenas conhecidas como "aquele que não fez nada", mas sim, como AQUELE QUE MUDOU A FORMA DA POLÍTICA, que ficou conhecido pelos seus valores durante todo o tempo. E é só chegar em época de eleição que eles ficam loucos para ter contato com o "amado" povo, e acaba logo que são eleitos. E o povo, na sua ingenuidade, acaba se deixando levar pelo assédio desses políticos vorazes e caindo nas demagogias propostas.
Sabemos que o povo gostaria de uma mudança radical no comportamento moral e profissional desses políticos, porém a ignorância de como proceder essa mudança, torna a realização utópica. Talvez se todos os eleitores conscientemente votassem para a renovação de todo o quadro político certamente seria mostrado nas urnas que quem manda no Brasil é o povo. Parece simples, mas temos que trabalhar para melhorar e amadurecer a cultura e a mentalidade da população.
Por isso, no dia de votar, apesar de muitos candidatos não estarem no nível exigido pela nossa necessidade, teremos que, pelo menos, ir no melhor, tentando assim renovar o quadro lamentável da política brasileira.


Este texto foi elaborado por mim, na 8ª série. Achei interessante mostrá-lo para salientar que apesar do tempo decorrido, continuamos na mesma situação de palhaçada!