BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

BoJack Horseman

Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

Critica | Lucy

Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

Neuromancer, 30 anos

LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

LIVRO | Perdido em Marte

O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

O Iluminado, de Stephen King
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sábado, 13 de julho de 2013

CRITICA | Hasta la Vista: Venha como voce e

Philip (à esquerda), Jozef (centro) e Lars (direita) durante a viagem de suas vidas.

Hasta la Vista é uma produção Belga de 2011 que tem uma premissa muito interessante, conta a história de 3 amigos com diferentes deficiências: Jozef (Tom Audenaert) é deficiente visual, Lars (Gilles De Schrijver) paraplégico e Philip (Robrecht Vanden Thoren) que após uma doença genética acabou ficando tetraplégico. O objetivo dos 3 é viajar até um bordel na Espanha que atende clientes especiais como eles para que possam finalmente perder sua virgindade.

Partindo nesta aventura os três acabam encontrando diversos obstáculos e momentos tocantes fazem parte da jornada, além de uma boa dose de comédia. Outro ponto muito forte do filme é a química entre os atores, chega a ser verossímil. Um feel good movie que vale a conferida.

O filme tem uma bela fotografia e o trio principal consegue convencer como deficientes. O roteiro é simples, mas muito bem elaborado contendo diversos momentos de comédia, drama e até mesmo romance. Um ponto forte do filme é tratar com dignidade a deficiência, em nenhum momento os personagens são tratados de maneira diferenciada ou com excesso de melodrama, do contrário, rendem muitos momentos hilários.

Por Rafael Brito


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Meia Noite Em Paris (Midnight In Paris)

Woddy Allen com sua maravilhosa façanha de transformar filmes aparentemente "água com açúcar" em curiosas obras de arte, trouxe ao filme Meia Noite Em Paris, este perfil interessante.

Como disse, o filme aparenta ser mais um filmezinho sem tempero algum: um escritor frustrado, hoje cineasta, que viaja a Paris com sua noiva, o sogro e a sogra e aproveita o tempo para pensar na vida. 

Uaaau. Buuuut... 

Ooh Wait! É um filme de Woody Allen, deve haver algo de diferente! E, realmente, há. Enquanto pensava na vida, ou seja, enquanto pensava em tudo que poderia ter sido e feito se tivesse seguido a carreira de escritor, Gil (Owen Wilson), se transporta, de corpo e alma (ele sinceramente acredita) aos períodos da história em que seus escritores favoritos viveram, alimentando ainda mais seus devaneios e o desejo de seguir os passos de seus ídolos.

Como é de se esperar, o filme traz uma abordagem sensível, assim como a arte desempenhada por todos os escritores e artistas homenageados na película, porém não agrada a todos, principalmente àqueles que são mais "pé no chão" e não entendem ou não aceitam a metáfora trazida na história. 

Para os que não entenderam, a viagem de Gil é uma viagem aos seus mais profundos sentimentos e pensamentos, incentivada e inspirada pelos ares de Paris. Uma viagem interessante que instiga o personagem a debater com todos os grandes nomes da arte que vivem dentro de sua cabeça sobre suas próprias convicções adormecidas e ou mascaradas.

Enfim, não me canso de dizer, arte é sensibilidade e cinema é arte, logo, cinema é sensibilidade e Woody Allen traz de forma pura e aparentemente sem graça a mais direta constatação desta frase.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Os Descendentes (The Descendants)

A presença de George Clooney transformou o filme em sinônimo de qualidade porém, lamento acabar com a felicidade daqueles que pretendem assistir, o filme não é o que andam dizendo por ai. Um dos principais detalhes é que a melhor atuação no filme não é a do queridão Clooney e sim, da novata Amara Miller.

Matt King (Clooney) está passando por sérios problemas: sua esposa está em coma e nunca mais acordará, sua filha mais velha, Alex (Shailene Woodley), é uma jovem rebelde e a menor, Scottie (Amara Miller), está seguindo os passos da irmã. Matt se vê sendo pai pela primeira vez, nunca fora muito próximo da família pois sempre esteve preocupado em manter o patrimônio financeiro. No decorrer da história, Matt descobre que sua esposa o traía e encontrar o seu amante tornou-se sua maior missão. Claro, a missão é muito mais importante do que amparar as filhas, amigos e demais familiares no momento mais difícil de suas vidas.

A ideia do filme seria ótima se não tratassem o maior problema da família como sendo algo secundário e absolutamente normal, o que torna a história insensível e até mesmo revoltante. Como procurar pelo o amante da esposa/mãe pode ser mais importante de que compartilhar os seus últimos momentos de "vida"? Este é o maior defeito do filme, além, é claro, da supervalorização da presença do astro de cabelos grisalhos. 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O Artista (The Artist)


Há tempos não observava em único filme tantas características magicamente rudimentares do cinema. O Artista resgata a alma perdida da 7ª arte, dramático, não? mas o filme transborda sensibilidade e usa todas as ferramentas usadas antigamente para expressar de forma extraordinária as ideias e os sentimentos quadro a quadro.

Na história, temos George Valentin um mestre do cinema mudo, cheio de charme e fãs, enfrentando uma terrível crise que engloba desde problemas econômicos até problemas morais. A história acontece entre 1927 e 1932, época da ascensão do cinema falado, decadência do cinema mudo e para completar a queridíssima crise econômica (quebra da bolsa de valores de New York). George é defensor do cinema mudo e recusa a alistar-se ao time da nova onda cinematográfica, o que resulta em seu declínio. Pouco antes de toda crise iniciar, George conhece Peppy Miller e a ajuda a conquistar espaço no cinema. Com o início do cinema falado, Peppy se transforma no maior ícone da nova era cinematográfica, tudo que George fora.

Como disse, o filme transborda sensibilidade justamente porque explora as interpretações que não envolvam a fala o que faz com que nossos sentidos se dediquem a observar todos os elementos não valorizados que estamos acostumados a assistir e que por várias vezes nem fazem parte da elaboração dos filmes atuais. Um filme é feito com muito mais do que uma sequência de palavras bonitas ou um elenco capa de revista, a arte está na construção e na beleza do que cada item que o compõe representa.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Um Parto De Viagem (Due Date)

Um Parto De Viagem é um filme com grandes atores e pouca qualidade, é o típico filme que se faz quando não há nada melhor para fazer.
Na história, Peter Highman, vivido por Robert Downey Jr., pega às pressas um avião para encontrar a esposa que está prestes a entrar em trabalho de parto, em Atlanta, porém (sempre há um porém neste tipo de filme), no avião, Peter é "perseguido" por Ethan Tremblay, vivido por Zach Galifianakis, um verdadeiro maluco que consegue a expulsão dos dois do vôo.

Com o convite à saída, os dois se vêem sem outra alternativa a não ser seguir viagem de carro e após muita insistência, Peter aceita a "companhia" de Ethan - seu maior erro do dia-. Não é preciso dizer que confusões acontecem, mas são confusões exageradas e forçadas, o que torna o filme "um parto" pra quem assiste e não para quem vive a história.

Um filme fraco e forçado apesar das boas atuações dos protagonistas, que não são suficientes para encobrir o exagero e compensar os inúmeros erros, e da direção de Todd Phillips, que já mostrou que sabe fazer filmes de qualidade, como quando dirigiu Se Beber Não Case e Se Beber Não Case- Parte II. Enfim, é um filme "sessão da tarde" até demais mas sem aquele gostinho de "vale a pena ver de novo".

domingo, 21 de agosto de 2011

Eurotrip- Passaporte Para A Confusão


Uma viagem como nenhuma outra é o que você encontrará ao assistir Eurotrip, além, é claro de muitas cenas engraçadas e uma história maluca.


Scott há certo tempo se corresponde com uma garota na Alemanha. Os dois acabam se apaixonando e devido uma leve confusão de gênero com o nome da garota, Scott briga com ela, porém quando descobre o equívoco já é tarde e fica impossível contatá-la. Scott fica desolado e seu amigo propõe que eles viagem para a Alemanha para encontrar garota, mas esquecem que são jovens recém formados, sem dinheiro e que há um oceano entre eles e o objetivo.

Passando por cidades turísticas e por cidades nem tão conhecidas, leia-se praticamente desconhecidas, o filme é uma viagem, literalmente, e traz de forma irônica e humorada elementos característicos destas cidades.

Por fim, prepare-se para ficar por dias na cabeça com uma das músicas mais viciantes já feitas (empatada com o pônei maldito) e cantada por nada mais nada menos que Matt Damon, Scott Doesn't Know.




segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas (Big Fish)

O subtítulo em português descreve perfeitamente o filme. Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas é composto de várias histórias mágicas e aventuras malucas, onde cada uma destas carrega uma lição.
A vida levada muito a sério e de modo desvalorizado se transforma em um espetáculo dramático, porém uma vida, mesmo que séria, ao ser encarada com magia, alegria e se dada o determinado valor transforma situações comuns e até mesmo tristes em um novo incentivo e um novo motivo para continuar.
Estas pequenas histórias circundam uma histórias maior, Ed Blood sempre contou as aventuras de sua vida de um modo diferente, sempre tornando tudo alegre e mágico. Porém, seu filho, Will Bloom, sempre as considerou meras histórias infantis e quando questionava o pai sobre a veracidade, este dizia que as histórias eram reais. Will brigava com o pai acusando-o de nunca dizer a verdade e por viver em um mundo de fantasias.
Peixe Grande nos ensina diversas lições, cada momento nos contemplamos, mesmo sem querer, com elas e passamos a enxergar as subjetividades da vida, tornando a nossa visão muito mais colorida e leve.

domingo, 14 de agosto de 2011

Divã

O filme que foi baseado no grande sucesso de Martha Medeiros seguiu os passos do livro e ocupou posições de destaque na mídia.
Na história o público assume o lugar de divã e presencia um período da vida de Mercedes e com ela compartilha as angústias e os êxitos da vida.

A grande atriz Lília Cabral dá vida à personagem principal e cativa o público com o ótimo trabalho e equilibra momentos de alegria e tristeza com naturalidade e destreza, coisas que só a vida real poderia proporcionar. Um ótimo filme, de altíssima qualidade, sinal do grande momento do cinema nacional.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Muita Calma Nessa Hora

Filme dirigido por Felipe Joffily e co-escrito por Bruno Mazzeo que também faz uma participação no filme. Uma história simples com atuações fracas (mais do que esperado), mas surpreendentemente cativante.

Mari, Tita e Aninha, amigas de infância, que por circunstâncias nada confortáveis resolvem passar uns dias em Búzios. No caminho, encontram Estrela que está a procura de seu pai, que não vê desde os 2 anos. A história é simples, comum e exalta a tão admirada, pelos estrangeiros, a alegria de ser brasileiro -a maior ironia que poderia existir-.

É um filme tranquilo, assisti três vezes em um curto espaço de tempo, e em nenhum momento senti o filme pasado ou fiquei com vontade que terminasse o mais rápido possível. O problema são as atuações fracas que deixam sensação de improviso, mas não posso ser injusta e dizer que todos são fracos, há grandes atuações como a de Marcelo Adnet, Fernanda Souza e Débora Lamm, além disso ainda há a ideia do estilo de vida liberal que é idealizada e incentivada, no restante é um filme leve e simpático.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Se Beber Não Case- Parte II (The Hangover- Part II)

A segunda parte apimentada do grande sucesso Se Beber Não Case é praticamente um remake da primeira, porém, como dito, com algumas doses extras de pimenta.

Desta vez, Stu será amarrado eternamente, ou até o divórcio com Lauren, uma dentista tailandesa, através da cerimônia de casamento em Bangkok. Chegando à cidade, Stu, Alan, Phil e Doug decidem fazer uma leve despedida de solteiro, leve porque ainda estavam traumatizados com a experiência anterior. Acabam levando o jovem irmão da noiva, Teddy, o orgulho da família. Os cinco se reunem à beira da praia para tomar algumas cervejas e conversar, porém, no dia seguinte, o que eles mais temiam acontece: uma terrível amnésia e alguém desaparecido.

Um filme completamente sem pudores ou limites, onde o inimaginável se torna louco e insano. Uma comédia para adultos rirem, sentirem e compreenderem as angústias, dores e aflições dos personagens e repito, o filme é louco e insano e nada pode descrevê-los de forma mais completa do que estas palavras.

domingo, 6 de março de 2011

Scott Pilgrim Contra O Mundo (Scott Pilgrim Vs. The World)

Um filme no estilo "Kick Ass" que alia história em quadrinhos a jogos de vídeo game, uma verdadeira surpresa!
Não digo que o filme tenha uma ótima qualidade técnica ou atuações surpreendentes, nestes pontos o filme é mediano, sem grandes surpresas. O interessante mesmo é o alto astral, mesmo em cenas de "tristeza" o ambiente não desmorona em sentimentos pessimistas, pelo contrário, por haver sempre o clima de jogos de vídeo game, as cenas se tornam incrivelmente descontraídas, mas sem perder a sua essência.
Scott Pilgrim tem que enfrentar os sete ex-namorados da sua atual namorada e neste ponto que o clima de jogos de vídeo game se conecta ao clima de história em quadrinhos, lutas descontraídas com o melhor dos super poderes sem demonstrar violência.
O exagero taxativo foi usado com sabedoria, nas dosagens corretas e como uma arma favorável e complementar do ambiente descontraído criado no filme. Talvez é possível dizer, paradoxalmente, que o exagero não foi exagerado.
Um filme alto astral, descontraído e de uma qualidade relevante, assim defino Scott Pilgrim ao enfrentar os sete vilões para conquistar completamente a sua namorada.

domingo, 21 de novembro de 2010

Minhas Mães e Meu Pai (The Kids Are All Right)

O filme possui o título baseado no nome da música The Kids Are All Right, da banda The Who. Conta a história de uma família moderna: duas mães e seus filhos. O casal feminino Jules e Nic, vividas por Julianne Moore e Annette Bening respectivamente, possuem um casal de filhos, resultado de fertilização artificial. A filha mais velha do casal, ao completar 18 anos e incentivada pelo irmão, resolve procurar o suposto pai. Pai e filhos se conhecem, passam a se ver constantemente até o momento em que as mães descobrem e veem a estrutura da "família perfeita" prestes a desmoronar. Porém, a família não contava com o surpreendente envolvimento de Jules e Paul, pai das crianças, e como consequência o perigo iminente da perda do que julgavam perfeito.
Minhas Mães e Meu Pai, título em português, é um filme forte e polêmico, mas por trás das cenas que geram polêmica encontramos uma família, um pouco fora do padrão do qual muitos julgam como o único correto, porém ali estão. São felizes. São autônomos. São Unidos. São família.Uma família muito mais unida e com características de família do que se fosse estabelecida nos padrões até então corretos. Ali encontramos o que hoje é quase uma utopia.
Além da história, muito bem contada e administrada por Lisa Cholodenko (Laurel Canyon - Rua das Tentações) ainda encontramos atuações fortes e determinadas de todo o elenco. Papéis difíceis que foram absorvidos pelas personagens de tal modo, que tudo parece real, quase esquecemos que é um filme tentando imitar a realidade.

R.E.D- Aposentados e Perigosos (RED)

O filme com um elenco barra pesada da terceira idade, R.E.D trás quatro consagrados atores Bruce Willis, Morgan Freeman, Helen Mirren e John Malkovich cujos personagens são aposentados da CIA.
Na aventura Frank, personagem de Bruce Willis, ao tentar descobrir o porquê de lhe estarem perseguindo, vai encontrando antigos amigos da época da CIA e com a ajuda do grupo e de suas táticas por tanto tempo eficazes, enfrentam inúmeras aventuras altamente empolgantes e nada ultrapassadas.
R.E.D, apesar de possuir um elenco mais do que fantástico, é fraco, cheio de falhas e idéias óbvias. Por mais que haja uma tentativa de criar as expectativas geradas em, por exemplo, 11 Homens e Um Segredo (Ocean's Eleven) acaba ficando sem graça pelo mal desenvolvimento das idéias e péssimas conclusões de cenas. Contudo, as cenas de ação são bem feitas, apesar de apelarem ao exagero taxativo, e as atuações excedem as expectativas de qualquer mortal.


sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Os Vampiros Que Se Mordam (Vampires Suck)

Well, o título já diz muita coisa, ou melhor diz até mais coisas que o próprio filme. Um típico filme norte americano onde o humor exagerado e taxativo é a maior ferramenta contra os olhos sensíveis dos amantes do cinema. Porém, costumo sempre tentar encontrar alguma coisa boa, por menor que seja, neste tipo de filme, eu procurei, procurei, procurei e procurei mais um pouco e, adivinha? encontrei! O filme apesar de todos os seu defeitos, e são inúmeros, tem algo de bom, ou no mínimo considerável apesar de nada original: as locações e a direção de arte que ficaram muito parecidas com as originais e de certo modo são o que salvam o filme.
As atuações chegam a ser constrangedoras de tão ruins e o resto é, digamos um plágio mal feito da saga crepúsculo, se é que é possível. Bella se transforma em Becca, a família de vampiros (Cullen) passa a ser Sullen, Charlie (originalmente o pai de Bella) se transforma em Frank, Jacob Black em Jacob White e a partir dai só piora. Além da trilha sonora e praticamente metade das falas (o que já era fraco conseguiu ficar pior). Porém, como o objetivo é "tirar onda", o filme está parcialmente perdoado mas ainda assustadoramente doloroso à olhos nus.

terça-feira, 13 de julho de 2010

O Golpista do Ano (I Love You Phillip Morris)

Para nós, brasileiros, é importante ressaltar um detalhe importante a respeito deste filme, a monstruosa participação de Rodrigo Santoro (As Panteras Detonando- Charlie’s Angels Full Throttle- e 300). Alguém viu ele no filme? Claro, estou sendo sarcástica, mas que a atuação foi fraca, aaah isso foi.

O filme mostra a história de Steven Jay Russell, um homem normal, com uma vida normal, com uma família normal, enfim, tudo absolutamente normal. Porém, Steven é homossexual, e mantém casos paralelos ao seu casamento e um dia, enquanto ia ou voltava de um encontro, sofre um acidente de carro, o que o fez decidir em viver a sua vida do seu jeito, independentemente do que fosse dito por terceiros.
A partir deste ponto, Steven assume a sua vida homossexual publicamente, contudo, começa a ir a falência devido às altas necessidades impostas a esse novo momento, e de certo modo, ainda é “explorado” pelo seu companheiro, Rodrigo Santoro, que nem nome tem no filme. Então Steven começa a dar golpes em empresas, mas empresas sem grande êxito, uma coisa do tipo bem chinelão e passa a ser um procurado pela polícia.
Steven vai preso, e na prisão conhece Phillip Morris, um almofadinha que viria a ser a razão de sua vida. O filme é basicamente isso, sem grandes emoções porém com cenas bem românticas, até demais. As atuações são fracas, com exceção de Ewan McGregor, juro, cheguei a pensar que ele era realmente gay. Jim Carrey deixa a desejar, como inúmeras vezes fez, a sensação que tive ao ver o filme é que ele tentava não fazer aquelas caretas absurdamente exageradas, mas parecia que a vontade de fazer isso ia crescendo dentro dele de tal modo que de repente, explodia, e lá se ia mais uma cena arruinada por causa do exagero Jimcarreyano.
A história do filme é boa, dá para tirar vários pontos positivos, coisas do tipo “seja você e não se importe com o que os outros vão pensar”, mas é só isso, não tem mais nada de interessante ou que compense o tempo perdido.
O trailer do filme pode ser visto aqui.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Simplesmente Complicado

Simplesmente complicado fez renascer das cinzas um tipo de comédia agradável, inteligente e madura, algo que estava fora dos cinemas há algum tempo.
No filme, temos um elenco mais do que especial, Meryl Streep, Alec Baldwin e Steve Martin. Um trio fantástico.
Jane, vivida por Meryl Streep, está separada há 10 anos de Jack, Alec Baldwin,- já que este o traiu-, e Jack se casou novamente, com uma linda e jovem mulher. Na formatura do filho, Jane e Jack se reencontram e aquela velha chama, há muito não alimentada, resolve reacender e as circunstâncias acabam levando os dois a ter um caso. Jane de ex- esposa se vê como amante.
O tempo vai andando e entre as aventuras juvenis, Jane contrata um arquiteto, Adam (Steve Martin), para fazer algumas modificações da estrutura de sua casa, mas o que acaba acontecendo é uma desestruturação psicológica de Jane. Jane de “apenas” amante se vê em um triangulo amoroso.
O filme traz incríveis atuações, um roteiro excelente e maduro, apesar do espírito jovial. Meryl Streep consegue, mais uma vez, se auto-superar e nos fazer viajar e gargalhar muito por dentro.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Morte No Funeral

Não parece um título dramático ou redundante? Pois é... mas se trata de um filme de “humor negro”. Morte No Funeral é um filme britânico que terá um remake americano.
Como o nome mesmo diz, o filme se passa inteiramente em um funeral. Uma família aparentemente rica e respeitável perde o seu patriarca, e uma série de confusões e revelações começam a aparecer. No funeral comparecem desde pessoas íntimas da família, amigos e parentes, até o amigo do vizinho da casa da praia da tia da tia avó do morto – é exagerei um pouquinho, mas sempre tem gente metida nessas coisas-.
Além de tudo, o falecido guarda grandes segredos, que infelizmente não levou para o túmulo, o que desencadeia situações que o fazem se revirar no caixão (literalmente). Mas como? Ele não morreu? Boa pergunta, mas para solucionar este mistério não é preciso ser Sherlock Holmes ou Robert Langdon, basta você assistir ao filme, ou se não se importar, solicitar que eu descreva nos mínimos detalhes hehe.
Que título de filme feio para se postar agora, não acham? Nós estamos no meio de uma “crise”- eu digo nós, porque tenho certeza de que muitas pessoas estão acompanhando e sofrendo com a tragédia no Haiti-. Mas na realidade, eu achei interessante postar este filme porque não é algo triste e acredito que precisamos de coisas alegres, precisamos, como diz uma amiga minha, desopilar um pouco.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

REBOBINE POR FAVOR (Be Kind Rewind)


Na era dos DVDs, lembraremos das fitas e de como rebobinar era quase um desafio, além de vermos Jack Black completamente... eletro magnetizado?

Na comédia Jerry trabalha em um ferro velho e possui muitas dores de cabeça, mas acha que isto é ocasionado pela rede elétrica que se localiza nas proximidades. Então para acabar com o problema, Jerry decide sabotar as instalações, o que acaba não dando certo e Jerry fica magnetizado. No dia seguinte ele vai até a locadora de filmes do amigo, e adivinha o que acontece? BINGO! Ele apaga todas as fitas de vídeo da locadora.

Bom, acho que dá para imaginar o que Jerry inventou de fazer, certo? Ok... vou contar... Ele decide regravar todos os grandes sucessos do cinema: King Kong, Ghostbusters, De Volta Para o Futuro, Rei Leão, entre outros. A aventura toma grandes proporções e as confusões só aumentam.

Rebobine Por Favor é um filme mediano, sem grandes destaques, serve apenas para relembrar os grandes filmes. De qualquer forma eu indico já que dá para dar boas risadas com as adaptações malucas.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

UM FAZ DE CONTA QUE ACONTECE

O título diz tudo neste filme, onde a magia Disney se entrelaça com fatos inusitados do cotidiano.
Uma pequena família, constituída pelo pai e um casal de filhos, mora em um, também pequeno, hotel. As despesas começam a ficar pesadas e o pai tem que vender o hotel, porém o seu filho tem o hotel como o seu parque de diversões particular, onde ele pode colocar em prática todos os sonhos e todos os seus “faz de contas”. Mas as dívidas só aumentavam e o pai vende o hotel sob a promessa do comprador de que quando o jovem rapaz estivesse com idade e maturidade suficiente, seria o gerente do novo hotel que seria construído no local do antigo.
Muitos anos se passam, o pai morre e o menino, agora adulto está trabalhando no hotel. Assistente de manutenção. Não era bem o que o menino sonhava. Contudo, surge uma oportunidade, na qual ele tem que apresentar um projeto criativo para um novo hotel, e caso ganhe, será o novo gerente. Então é aí que entram os queridos sobrinhos, não estou sendo sarcástica, eles são realmente queridos, e o personagem vivido por Adam Sandler passa a tomar conta das crianças enquanto a irmã resolve alguns problemas em outra cidade.
Sempre na hora de dormir, as crianças pedem para que o tio conte uma história, mas algo sobrenatural sempre acontece no dia seguinte. Por incrível que pareça, alguns pontos das histórias contadas por ele se tornam realidade!! Isso mesmo, realidade!!! Bom, até aí é um filme da Disney, final feliz e bla bla bla, até nos darmos conta de que tudo que acontece não passa de coincidência, mas o nosso querido futuro gerente não se dá conta. Então as trapalhadas têm início.
O filme é super gostoso de ser visto, foi feito para toda a família, sabe, para ver juntinho, dar boas risadas e se entregar a magia quase viciante da Disney. O filme, olhando superficialmente, não tem defeitos, é limpo, simples e cativante. As atuações são grandes exemplos, principalmente das criancinhas, sinceramente, dão um show. Vale à pena, sem restrições, veja, viaje, se divirta!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

O DIABO VESTE PRADA

Você assim como eu já deve ter visto este filme umas 5 mil vezes, certo? Pois é, O Diabo Veste Prada causa esse efeito nas pessoas, é uma espécie de simpatia e diversão em algo que não deveria ter graça. Vocês já pensaram que há milhões de pessoas que são exploradas, igualmente como Andy, por seus chefes malucos e cheios de manias sub-humanas? Pois é, eu já, e acreditem, mesmo assim é quase impossível não continuar a rir e a se divertir com as missões quase que humanamente impossíveis estabelecidas pela grande Miranda Priestly a fim de provocar um “amadurecimento” forçado na corajosa e recém formada Andy.
Você que já assistiu o filme ou leu o livro, que por sinal é tão bom quanto o filme, se não melhor (sério), sabe que as “missões” de Miranda são realmente estranhas e difíceis, e o jeito com que ela impõe as tarefas faz com que quem está assistindo sinta pena, aflição e vontade de ajudar Andy. É tenso.
É engraçado dizer isso, mas apesar de todos os obstáculos, é possível notar o amadurecimento de Andy. Há uma sequência de cenas, muito bem feita, que explica este ponto. Quando Andy começa a se arrumar, digo, usar roupas descentes, ela sai de casa pela manhã para ir ao trabalho e durante o percurso ela vai mudando de roupa, de roupa mesmo não os trapos que ela usava no início do filme. É... o trabalho de Miranda estava funcionando.
Outra coisa engraçada, que não tem nada a ver mas eu lembrei agora por causa do elenco, é a relação de Miranda Priestly com Nigel. Completamente profissional. Porém, há alguns dias quando eu assisti ao filme “Julie & Julia” eu quase morri rindo, é incrível como os personagens marcam. Foi muito estranho ver a personagem de Meryl Streep (Miranda) beijando o personagem de Stanley Tucci (Nigel), a todo o momento eu via Miranda Priestly beijando Nigel? Vai dizer, é estranho. Ok... paranóias...
Mas em fim, o filme se tornou o mais simpático de todos, usando situações que fazem parte do dia a dia de diversas pessoas no mundo inteiro, no DVD mesmo é possível observar isso, há vários depoimentos de pessoas dizendo as coisas bizarras que seus chefes já os mandaram fazer. E acreditem, as vezes a Miranda é santa.