BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

BoJack Horseman

Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

Critica | Lucy

Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

Neuromancer, 30 anos

LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

LIVRO | Perdido em Marte

O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

O Iluminado, de Stephen King
  • BoJack Horseman
  • Critica| Lucy
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  • Trailer | O Mundo dos Dinossauros
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Mary Poppins, por Cosac Naify

E mais uma vez a grande Cosac nos presenteia com uma edição belíssima!

Para quem não sabe ou não conhece a editora Cosac Naify é a responsável por publicar, em edições de luxo, grandes clássicos da literatura, bem como livros de grandes nomes da atualidade, como Os Miseráveis de Victor Hugo e os livros de Valter Hugo Mãe. A Cosac Naify também é conhecida pelos altos preços, mas que compensam pela excelente qualidade da publicação.

Enfim, recentemente a editora lançou o clássico Mary Poppins, livro que inspirou o filme de mesmo nome estrelado por Julie Andrews, escrito por P.L. Travers e que conta com ilustrações de Ronaldo Fraga. 

Assim, pensando na simples grandiosidade das informações que acabei de citar, achei importante detalhar alguns pontos da edição e então resolvi tirar algumas fotinhos e compartilhar com vocês.








A lombada do livro é muito semelhante a da edição especial de Neuromancer, ou seja, a coluna é exposta. A diferença está no fato de que na edição de Mary Poppins, muito embora a exposição, as páginas estão "coladas", enquanto que em Neuromancer elas estão apenas costuradas.

Importante mencionar que a Cosac publicou o livro em duas edições, essa que mostrei para vocês e a edição especial. A diferença entre as duas está, além do preço, na apresentação. A especial possui um box, igual ao de Neuromancer porém com alcinhas, e dentro o livro igual ao da edição que mostrei, contudo, sem a capa.

Então é isso pessoal, espero que tenham gostado :)

Vocês podem adquirir as edições clicando nas imagens abaixo:

      


quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Neuromancer, edicao especial de 30 anos

Como sou uma pessoa que comprar 99% dos livros pela internet e sente uma enorme satisfação em encontrar belas edições, gosto de, antes de finalizar os pedidos, assistir algum unboxing ou analisar fotos dos itens a serem comprados. No entanto, senti muita dificuldade em obter informações sobre a edição especial de 30 anos de Neuromancer, lançada recentemente pela editora Aleph, principalmente informações sobre a "polêmica lombada". 

Pensando nisso, assim que meu livro amado chegou, resolvi fazer essa postagem mostrando algumas fotos e detalhes da edição.


Luva com cinta
Detalhe da cinta
"Contracapa da luva"
Lateral da luva mostrando a lombada do livro
Lateral da luva com o titulo e o autor do livro
Interior da luva
"capa" do livro
"contracapa" do livro
Eis a polêmica lombada
Detalhe da lombada: tem o nome do autor, William Gibson, escrito em pequenas letras
Os capítulos são divididos com esta arte
Detalhe das páginas
Achei a edição belíssima e destinada àqueles que já conhecem a obra e pretendem possuí-la apenas na estante. Digo isso pois o livro é bastante frágil, sobretudo em razão da lombada exposta, que acaba atrapalhando um pouco no manuseio por ser meio "grudenta". De outra mão, como disse, é uma edição fantástica e cheia de detalhes, acho que até agora não consegui descobrir todos. Ainda possui alguns extras: "Introdução especialmente escrita por William Gibson para o Brasil", "Entrevista de 1986 com o autor, inédita em língua portuguesa", "Os contos, Johnny Mnemônico, Queimando Cromo e Hotel New Rose". Por fim, é um livro arte que não me arrependo de ter adquirido, aliás, se não tivesse comprado, compraria agora.

Você pode adquirir o livro clicando na imagem abaixo.



terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Blu-Ray Blue Jasmine (EUA)

Olá pessoal! Hoje trago a vocês mais um vídeo do meu canal (Luca Scupino no Youtube), o blu-ray americano do filme Blue Jasmine, do mestre Woody Allen, que acredito que seja um dos melhores filmes de 2013. Para mais detalhes do filme e edição, chequem o vídeo!


POR LUCA SCUPINO OLIVEIRA

domingo, 23 de junho de 2013

Review | Bates Motel


Cá estamos nós para falar da primeira temporada de Bates Motel, uma série estranha e sem potencial até o segundo episódio. Porém antes de iniciar o tema da postagem é fundamental ter algumas noções sobre a história, informações que poderão ser obtidas através da postagem intitulada "O Que Bates Motel e O Massacre da Serra Elétrica Tem Em Comum?". Superado este ponto, podemos começar o nosso review. 

Norma e Norman Bates são mãe e filho cuja história é regada a sangue e tragédias. Logo no primeiro episódio Norman encontra o pai morto, aparentemente vítima de um acidente, na garagem de casa, e este triste momento serve de mola propulsora para uma nova tentativa dos remanescentes da família Bates reconstruírem suas vidas e sua história. Mãe e filho, então, decidem se mudar para a pequena White Pine Bay, onde administrarão um antigo hotel de beira de estrada. 

Logo nos primeiros dias a família se depara com o maluco Keith Summers, antigo proprietário do hotel, que a todo custo tenta assustar a família para reaver a propriedade do local e após ao fracasso, Keith decide apelar para um lado mais perverso: durante a noite ele invade a casa e então ameaça e abusa sexualmente de Norma, que estava sozinha. Quando Norman chega em casa, se depara com mais um triste e agoniante momento e sem pensar duas vezes agride o invasor. Enquanto Norma "doma" o furioso Keith, Norman sai em busca de um kit de primeiros socorros, mas quando retorna, encontra a mãe coberta de sangue, sangue de Keith Summers. 

Após o momento de fúria, a primeira ideia de Norma é se livrar do corpo e esconder quaisquer vestígios que possam existir sobre a terrível noite, então Mãe e filho acabam por decidir "desovar" o corpo em um rio que banha a cidade.

Não muito tempo após o ocorrido, a família começa a ser alvo de investigações do xerife da cidade, Alex Romero, e de seu braço direito, Zack Shelby, e os momentos de tensão se tornam mais constantes à medida que os Bates tentam remendar histórias e esconder fatos. 

Durante a investigação, o xerife obtém um mandado de busca e apreensão para a casa dos Bates e Norma que até então estava segura da não existência de provas se surpreende ao descobrir que Norman havia guardado como "troféu" o cinto de Summers, sendo este apreendido pela polícia. Então com o intuito de resgatar o cinto e encobrir novas provas, Norma acaba se envolvendo com Shelby e este acreditando nas juras de amor, passa a ser cúmplice da amada. 

Quando todas as provas que poderiam incriminar Norma somem, a investigação cessa e pela primeira vez a família pode respirar e mais uma vez dar seguimento às suas vidas. Enquanto isso, Norman faz amizade com Emma e Bradley, sendo aquela perdidamente apaixonada por ele e esta sua grande paixão carnal. 

Emma e Norman começam a investigar um pequeno livro, que conta a história de garotas asiáticas vítimas de exploração sexual, encontrado por ele em um dos quartos do hotel, e descobrem a veracidade da história, sem querer, um dia, quando Norman, ao tentar resgatar o cinto de Shelby, invade sua casa e encontra uma garota asiática feita refém e em estado deplorável. Aqui a série toma um novo rumo e novos personagens surgem ao redor do tema.

Norma descobre o envolvimento de Shelby com as explorações sexuais e que Keith Summers usava o hotel como ponto de venda para os compradores das asiáticas e a história mais uma vez tem uma reviravolta. Shelby, apesar da forte atração por Norma, decide que ela e sua família devem ser eliminados por saberem demais e mais uma guerra se instaura entre os Bates e a polícia. Felizmente, Shelby acaba sendo morto por Dylan, filho mais velho de Norma que aparece logo nos primeiros episódios e que não possui nenhuma participação expressiva, e surpreendentemente a família se torna convenientemente "protegida" pelo xerife.

Enquanto os vários cenários criminosos e conspiratórios se desenvolvem na série, a personalidade de Norman vai se definindo e o personagem passa a ganhar espaço, deixando estes cenários, que até então eram primários, em segundo plano e roubando a nossa atenção para nos fazer enxergar as referências à Ed Gein (eu avisei para ler esta postagem). Como prova, a série nos mostra que o Sr. Bates não foi vitima do acaso e sim foi vítima do próprio filho que estava cego de ódio ao ver o pai humilhar e agredir a mãe. É galera, o jogo começa a esquentar.

A season finale (último episódio da temporada) deixa um gostinho de quero mais com um ótimo cliffhanger (gancho) para segunda temporada (que já foi confirmada pelo canal americano A&E) ao mostrar Norman transtornado após perder Bradley, ou melhor, após ser recusado por ela e ser agredido pelo seu namorado, após perder a amizade de Emma e ser socorrido pela querida professora, Watson, que o leva para a própria casa a fim de cuidar dos ferimentos de seu rosto. Chegando na casa da professora, Norman começa a delirar e ouvir conselhos da mãe que o instigam a acreditar que a professora o está seduzindo e fazendo-o matá-la. Aqui, senhoras e senhores, temos a ascensão de um dos maiores personagens de terror do cinema e que promete honrar o alto encargo na televisão.

O elenco foi genialmente bem escolhido, tendo Vera Farmiga como Norma Bates, Freddie Highmore como Norman Bates e Nestor Carbonell como xerife Romero, nos papéis principais. As atuações são excelentes e ótimas homenagens aos personagens originais, em sua maioria, e a história não desaponta ao ser adaptada nos dias atuais e muito menos ao abordar inúmeros temas secundários e polêmicos, aspectos que eram considerados os maiores perigos da série antes de seu lançamento. Bates Motel se tornou uma série de grande potencial, surpreendentemente bem adaptada, sendo elogiada, inclusive, pelos maiores fãs da história original e de constante evolução, característica fundamental no gênero de suspense. Agora resta-nos esperar  que a  segunda temporada, que irá ao ar em 2014, continue no mesmo ritmo e que se mantenha nos trilhos sem cometer nenhuma grande gafe.

Por Mariana Knorst

domingo, 26 de agosto de 2012

Review da 1ª Temporada de American Horror Story


A primeira série de terror da televisão prometia ser algo surpreendente, e de fato foi, porém, no sentido negativo. A história nos apresenta uma família problemática, tipicamente americana e que está tentando se reestruturar: Ben Harmon (Dylan McDermott) é o patriarca, Vivian Harmon (Connie Britton) a esposa traumatizada e Violet Harmon (Taissa Farmiga) a filha problemática.

A família se muda para Los Angeles com o objetivo de ter um novo começo, já que Vivien havia perdido um bebê e Ben havia à traído, e acabam em uma casa linda, antiga e misteriosa onde toda a história se desenrolará.


Uma série de personagens fantasmas estranhos e outros audaciosamente sensuais, surgem ao longo da trama que abusa deste último aspecto para garantir audiência e acaba esquecendo do enredo que se diluiu no falso conteúdo.

É uma série inconsistente, poucos acontecimentos relevantes acontecem e outros sem necessidade são enfatizados. O único ponto positivo é a atuação de Taissa Farmiga que se desdobra para manter a sanidade e a proposta inicial da personagem, no entanto é a primeira a juntar-se ao elenco finado da série (99,9%).

Então, vamos ao enredo, ou tentar pelo menos? Como já disse, a trama se desenrola em uma casa antiga que está sendo habitada por uma família "normal", Ben utiliza a casa como consultório onde conhece Tate (Evan Peters), seu primeiro paciente, Vivien engravida logo nos primeiros episódios de seu marido (ela pensa pelo menos) durante um surto de fetiche sexual e Violet começa a se envolver com Tate para desespero de seu pai. Resumidamente esta é a base da série e a partir daí temos as ramificações: Tate é um fantasma ou espírito, como preferirem, que foi morto pela polícia depois de ter cometido um atentado em sua escola e é filho de Constance (Jessica Lange), personagem misteriosa que sabe o porquê de tudo mas não revela porque é cool, e irmão de Adelaide que morre no meio da temporada.

Mais tarde ficamos sabendo que Violet estava morta já há certo tempo e que o bebê, digo, bebês que Vivien esperava, eram na realidade de Tate e que a casa além de misteriosa era mágica pois todos que lá morriam lá permaneciam. Vivien morre no parto, assim como um de seus bebês e mais tarde Ben é morto por Hayden, sua amante que já estava morta. Olha que final feliz gente! A família morta e unida, tão lindo! Talvez se existisse contexto fundamentado e intrigante o final não seria tão pateticamente imaturo.


American Horror Story, por fim, desaponta em vários sentidos, ofusca os pontos que poderiam ter algum brilho e corrói a possibilidade de existir seriedade nas suas sequências.

sábado, 7 de julho de 2012

American Pie Quadrilogia Review

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American pie nunca foi o meu estilo de filme, sempre me esquivei ao máximo para tentar fugir da perigosa “cultura inútil” (obviamente, julguei precipitadamente), porém, agora, posso dar de fato a minha opinião, livre de memes preconceituosos.

No primeiro filme da ‘epopéia’ cômica, somos apresentados aos protagonistas: Jim, Oz, Kevin, Finch e Stiffler. Os garotos são estudantes do high school (ensino médio) que se autodeterminam a perder a virgindade antes da formatura, naquele mesmo ano.

A corrida espacial, digo, a corrida libidinosa começa a todo o vapor já que ninguém quer ficar para trás (no bom sentido, claro). Stiffler é o único que não precisa participar da corrida, mas mesmo assim, por amor à camisa e ao esporte, assume a responsabilidade. Jim é o mais atrapalhado de todos e o único para quem as possibilidades aparecem num passe de mágica, mas como tirar o coelho da cartola não é fácil e a falta de prática atrapalha, muitas confusões e micos (leia-se king kongs) surgem a partir do descobrimento das terras inexploradas.


No final do ano, os garotos conseguem cumprir a missão. Jim e Michelle (uma nerd que ganha destaque ao longo do filme) dão início a uma história que dará muito o que comentar, Stiffler, bom, continua sendo o Stiffler, Oz começa a namorar Heather, Kevin e Vicky continuam o relacionamento agora de forma mais íntima e Finch conhece a mãe do Stiffer (para bom entendedor, meia palavra basta).

Na continuação a turma se reencontra após o primeiro traumático ano de faculdade e resolvem reviver as experiências da adolescência durante as férias de verão. Apesar dos problemas e confusões, que são a marca registrada da franquia, é inevitável mencionar a força da amizade, sempre seguida das mesmas piadas. Pouca coisa muda do primeiro filme para a sequência, Jim continua solteiro e à espera de Nadia, Oz e Heather estão cada vez mais unidos, Stiffler continua impossível, Kevin e Vicky se tornam apenas amigos e Finch passa o filme inteiro se preparando para o triunfal reencontro com a mãe do Stifler, coisa que só acontece praticamente nos créditos finais.


No terceiro filme, há a preparação para o casamento de Jim e Michelle: padrinhos, madrinhas, bolo, decoração, vestido da noiva e por ai vai.

Stiffer fica responsável pela despedida de solteiro de Jim. Contrata strippers e um métri gay que conhece em uma festa (longa história) para animar a festinha, porém não contava que Jim, sem saber da surpresa, convida os pais de Michelle para um jantar no mesmo local da festa. Para mim, este é o ponto alto do filme, o momento com o maior número seguido de cenas constrangedoras (para os personagens) e fantasticamente engraçadas (para o público).

No final das contas, tudo ocorre perfeitamente bem no casamento e por incrível que pareça, graças ao Stiffler e seu dom decorativo.

No último filme lançado, Jim está casado com Michelle e possuem um filho (que misteriosamente some durante o filme). A vida amorosa do casal está desgastada, a beira do caos e neste momento a turma resolve se reencontrar. Mais loucuras surgem, Jim coloca seu casamento em risco ao entrar na onda dos amigos, porém milagrosamente consegue reverter todas as situações.

Stiffler conhece a mãe de Finch (para bom entendedor meia palavra basta) e finalmente pode dar o troco que sempre quis. Kevin está casado e o reencontro com Vicky se torna um obstáculo que ele luta fortemente para vencer. Oz reaparece (lembrando que ele esteve ausente do 3º filme), agora ele é uma celebridade: apresentador de televisão (leia-se, um fracasso). O pai de Jim conhece o famoso charme da mãe do Stiffler (diga-se de passagem que neste filme todos se dão bem). E por fim, Finch que passa o filme inteiro se passando por um peregrino aventureiro, não passa de um impostor frustrado.

Poderia resumir American Pie como sendo aquela velha piada, que todos conhecem, mas quando bem contada garante boas risadas.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Episodes Review


Episodes, mais conhecida como a série de Matt LeBlanc, teve a primeira temporada com apenas 7 episódios, com títulos muito originais por sinal ("Episode One"  e "Episode Two) e foi criada por David Crane, para os que não lembram, é um dos criadores de Friends, e Jeffrey Klarik.

A série apresenta uma proposta interessante porém desesperada. Na história, um casal de roteiristas Sean e Berverly, vão para os Estados Unidos para recriar o piloto da série premiada Lyman's Boys criada por eles mesmos na Inglaterra.

Quando chegam a Hollywood percebem que a dança não será conforme a música que eles determinarem. Para começar, o ator escolhido como protagonista não será Richard Griffiths (isso mesmo, o tio Valter de Harry Potter) como na série original e sim, Matt LeBlanc, o eterno Joey.

Até este momento tudo bem, as confusões são de certo modo aceitáveis apesar de o humor inglês ser forçado. O que torna a série desesperada é fato de o ator Matt LeBlanc interpretar ele mesmo na maior parte do tempo. Há certa apelação em relação a sua vida particular, coisas desnecessárias para uma série, além de tornar mais pública a vida do ator. Contudo, em nenhum momento temos certeza de que a vida dele é assim fora das telas o que compromete ainda mais, uma vez que alguns fatos prejudicam a ainda mais a imagem debilitada do ator.


Há cenas que mostram que Matt LeBlanc não tem preocupação alguma em relação à traição conjugal, outras mostram que ele está disposto a fazer qualquer coisa para voltar a ter o reconhecimento integral da mídia e outras ainda mostram a total decadência do ator. Enfim, não é uma série de que se possa orgulhar de ter no currículo, no caso de Matt.

Voltando à trama, Matt é escalado como protagonista da série e molda todos, inclusive a emissora de televisão, de acordo com suas vontades deixando o casal inglês sem escolhas a não ser segui-lo, o que torna a série americana exatamente o oposto da história original. Neste ponto podemos observar uma certa crítica em relação à remakes norte-americanos.

 A história se desenrola nestes desajustes provocados por Matt e os malabarismos do casal inglês tentando reequilibrar a situação. Mas como toda série que aspira ser um grande sucesso, faltava um romance no ar. Mas quem? Óbvio, Matt LeBlanc. E o seu par? Acredite, Beverly. É, a série chega a este ponto. Matt e Beverly traem Sean e a burrada está feita.

Não vou negar que a série possui muitos momentos engraçados, muitos pontos bem feitos e outros tantos bem escritos, mas cá entre nós, só foi renovada para a segunda temporada para não afundar o querido Matt e por consideração aos inúmeros fãs de Friends que mantiveram a audiência a nível aceitável.

Confira aqui o trailer da 2ª temporada.

domingo, 25 de março de 2012

Game Of Thrones- Review


The winter is coming galera, de novo! A frase de maior efeito durante a série voltará nesta segunda temporada e não é à toa, uma vez que a frase representa a Casa dos Stark (assim como o lobo), a família "protagonista" da trama. Para os que não sabem, a história é baseada nas "Crônicas de Gelo e Fogo", coleção escrita por George R.R. Martin, e, inicialmente, cada temporada será representada por um dos livros da série.

A história começa com uma cena peculiar, um grupo de homens sendo atacados por criaturas estranhas, criaturas do gelo. Um dos homens, mais tarde ficamos sabendo, consegue escapar, porém é encontrado transtornado pelos guardas de Winterfell (terra do Norte, protegida pelos Stark) e levado para ser executado. Oh, wait! Por quê? Simples, o jovem rapaz fazia parte da Patrulha do Norte, homens que se dedicavam à proteção da muralha, que limitava os 7 Reinos das "terras para além da muralha", e das terras ao seu redor. Os votos de proteção que eram feitos pelos patrulheiros condenavam os desertores à morte, e assim foi feito.

Com este acontecimento, somos introduzidos ao cenário do Norte, bem como a seus personagens. Eddard Stark é senhor do Norte e senhor de Winterfell, casado com Catelyn, da Casa dos Tully, com quem tem 5 filhos: Robb, Sansa, Arya, Bran e Rickon. Ned, ainda possui um filho bastardo, Jon Snow.

Após anos no poder, Robert Baratheon, Senhor dos 7 Reinos, decide agraciar o povo do Norte com sua presença, de toda a família real e sua extensa comitiva. Robert e Ned foram criados como irmãos, lutaram juntos para a conquista do trono e a extinção dos Targaryen, família tradicionalmente responsável por comandar o grande reino. Robert convoca Ned para ser a Mão do Rei, o responsável pelas burocracias enquanto o rei aproveita as vantagens do nobre título. Ou seja, Ned se tornara vice- rei, a grosso modo.
Ned viaja para o sul com Sansa, agora prometida ao príncipe Jeoffrey, e Arya. Bran também iria caso não sofresse um "acidente" enquanto escalava as ruínas de Winterfell. "Acidente" se é que vocês me entendem - digamos que tenha um dedo real nesta história, mas segredo, só mais tarde os personagens ficarão sabendo -. Jon Snow se une à Patrulha do Norte, aproveitando a visita de seu tio, Benjen Stark, que faz parte do grupo. Robb, como filho mais velho, fica como responsável pelas terras do Norte.

A partir deste momento, os jogos de conspiração ficam mais acirrados, o poder, alguns personagens deixam bem claro, se torna o principal objetivo, custe o que custar. Como exemplo, temos a rainha Cersei e seu irmão gêmeo Jaime, que são amantes, nojento, eu sei, mas na linhagem dos Lannister era comum irmãos se casarem para aperfeiçoar e tornar a raça mais pura, e o pior, desta relação incestuosa nasce o queridíssimo príncipe herdeiro do trono, Jeoffrey (é claro que Robert não sabe).

Como mentira tem perna curta, Ned acaba desconfiando da genética do primogênito do rei e descobre que de fato não é filho natural de Robert, mas apesar de ser do Norte, possui sangue quente e revela a rainha que descobriu o seu segredo. Dentro de pouco tempo, o rei vem a falecer e Ned é acusado de traição, vai preso, Sansa é obrigada a fica ao lado do novo rei, Jeoffrey, Arya consegue escapar e todos os guardas de Winterfell são mortos. Jeoffrey condena Ned a morte e exibe sua cabeça como exemplo do que acontecerá aos próximos que ousarem a traí-lo.

Enquanto o povo de Winterfell declara guerra ao rei e por consequência aos Lannister, em outro núcleo temos os Targaryen, lembram? Pois é, a família não foi completamente exterminada restaram dois irmãos Daenerys e Viserys. O rapaz é obcecado com a ideia de ser o verdadeiro herdeiro do trono e, tanto quanto os Lannister, está disposto a chegar ao trono. Como prova disso, troca dá a irmã em casamento para Khal Drogo, líder dos Dothraki em troca de apoio na reconquista do trono. Drogo demora a cumprir o prometido, se irrita e acaba matando Viserys e mais tarde, acometido de uma infecção Drogo também morre. Agora Daenerys está sozinha e disposta a recuperar tudo que é seu e era do filho que perdeu.

Assim termina a primeira temporada do épico Game Of Thrones e segurem-se, pois o inverno está cada vez mais próximo e agora está acompanhado de uma guerra instigada pela honra e o desejo de vingança. Lembrando que a segunda temporada retorna dia 01 de abril (não é pegadinha), pelo canal HBO.

terça-feira, 20 de março de 2012

The Walking Dead- Review


A segunda temporada de Walking Dead terminou neste domingo e terminará durante a semana para os queridões que comprarão o episódio pela internê (aham, jura), anyway, a série que começou timidamente com seus 8 episódios avassaladores retornou, desta vez, com 13 episódios, quase o dobro (informação divulgada pelos grandes observadores da televisão norte americana) trazendo sem piedade os horrores, os perigos e a cruel natureza humana, revelando uma trama tensa e desesperadora.

Quem lembra da 1ª temporada? A saída do CDC, a explosão, a desorientação, o pânico, o medo, enfim, bagunça geral, só para deixar todos com vontade de assistir o que viesse pela frente.

Só para relembrar os esquecidos, a história começa com Rick acordando em um hospital abandonado (pelos vivos) - local onde vemos a clássica frase que estampou algumas edições em dvd e blu-ray da série "Don't open, dead inside"- e encontrando um mundo pós-apocalíptico, onde começa a busca pela família perdida. No caminho, Rick conhece Morgan e Duane, pai e filho que lutam pela sobrevivência e são o primeiro contato de Rick com o que virá pela frente. Quando vai embora para continuar a busca pela família, Rick passa boa parte da temporada tentando entrar em contato com os dois amigos que deixou para trás, porém em vão, neste ponto podemos interpretar o que quisermos pois a série não dá fim ao núcleo. Sem muitos rodeios por aqui, Rick acaba encontrando o grupo em que sua esposa, Lori, e seu filho, Carl, estão, grupo o qual é liderado pelo seu melhor amigo, Shane (guarde este nome). Conflitos a parte, acabam encontrando o CDC (center for disease control), onde um cientista lhes explica o que está acontecendo e como, porém, planeja explodir o centro com todos dentro e o pânico retorna. Alguns ficam para trás, mas a maioria consegue escapar and the end da temporada.

Na segunda temporada, o grupo está mais estruturado. Começamos com Rick, Lori, Carl, Andrea, T-Dog, Shane, Dale, Daryl, Glenn, Carol e Sophia. Logo no começo, uma horda de errantes passa pelo grupo na estrada em que estão, Sophia se assusta e corre para a "floresta". Rick vai atrás, mas a perde de vista. O grupo fica por dias na área para procurar a pequena. Um dia, Rick acaba cedendo a insistência de Carl e acaba levando-o para as buscas, um triste azar: Carl acaba levando, acidentalmente, um tiro de um caçador. Rick leva Carl para a fazenda onde o caçador, Otis, vive com a família Greene. Hershel, dono da fazenda e veterinário, tenta salvar a vida do garoto, enquanto isso, Shane e Otis vão até a cidade buscar material para que Hershel possa fazer uma cirurgia no guri. Na hora de deixar a cidade, Shane percebe que não conseguirão escapar dos errantes e usa Otis como isca para poder escapar. A transformação de Shane começa e, por enquanto, não é em zumbi.

O grupo começa a se estabelecer na fazenda, Rick vai ganhando a confiança de Hershel, Glenn se apaixona por Maggie, uma das filhas de Hershel, Lori descobre que está grávida o que desperta a necessidade de liderança de Shane, uma vez que desconfia ser o pai (Shane- nível 2). Ao longo do tempo o grupo acaba descobrindo que no celeiro da fazenda há zumbis e que Hershel os guarda lá na esperança de um dia descobrirem a cura e poder salvar todos os entes queridos. Shane vai a loucura (nível 3), a necessidade de se mostrar melhor que Rick o domina e acaba abrindo o celeiro para matar o que estivesse lá dentro. Para surpresa de todos, o último errante a sair é a pequena Sophia e é ai que os fãs vão a loucura porque é o último episódio antes do recesso.

Após o recesso, Hershel está em um bar, enchendo a cara por ter visto sua esposa e outros familiares zumbis serem mortos a sangue frio. Rick e Glenn vão atrás e são atacados por outro grupo de sobreviventes. No meio da confusão acabam salvando Randall (Shane enlouquece e passa para o nível 4). A história do garoto do outro grupo deixa Shane tão enlouquecido quanto a necessidade de acabar com Rick o que o faz bolar um plano para simular que o guri o atacou e fugiu para levar Rick até a floresta e dar um fim na história. É óbvio que quem deu um fim foi o Rick e Shane se transforma em walker. Oh, wait! Rick é um zumbi??? na na na galera, todos estão infectados com o viruswalker. True Story.

Com a morte de Shane e como barulho do tiro, uma horda que passeava pela floresta resolve visitar os queridos sobreviventes na fazenda. Não é preciso dizer que o grupo teve que fugir as pressas e acabou se dividindo. Quando a poeira baixa e o sangue coagula, acabam se encontrando no ponto inicial da temporada, a estrada em que Sophia se perdeu. O engraçado desta cena é que me senti assistindo transformers porque os carros vão chegando como quando os transformers se apresentam para Sam, bem igual exceto pelos carros populares.

A season finale termina com Rick impondo um regime autoritário ao grupo que acaba aceitando (fazer o que, né?), Andrea que havia se perdido do grupo e estava sozinha na floresta é salva por algum ser WTF evoluído e a última cena é interessante, é mostrado uma fortaleza, castelo, prisão, sei lá o que é aquilo, até chutaria Alcatraz mas seria muito apelativo, não? Enfim, assim termina o 13º episódio, deixando menos gotinho de quero mais que o último da temporada anterior, mas ainda assim, apetitoso.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

FRINGE Review

A maior questão da 4ª temporada do sucesso Fringe é "onde está Peter Bishop?" Mas primeiro vamos ver quem é esta figura e o que aconteceu em Fringe até agora.


Peter Bishop é filho de Walter Bishop, um fantástico cientista de QI elevadíssimo, que herdou grande parte da sabedoria e inteligência do pai.

Na primeira temporada da série, observamos a lenta reaproximação de Peter e seu pai (Walter estava internato há quase 17 anos em uma clínica psiquiátrica), isto se dá por intermédio de Olivia Dunham, uma jovem aprendiz do FBI que se empenha ao máximo ao longo de 13 episódios para salvar, em vão, a vida de seu amado e parceiro de profissão, John Scott.

Na segunda temporada, a relação entre Peter e Walter é bem mais clara embora algumas questões referentes ao passado comecem a aparecer, oferecendo risco à estabilidade. A relação de Peter e Olívia também evolui, uma vez que as portas se abriram após da morte de John.
A figura dos transmorfos surge nesta temporada, assim como as primeiras ideias de um universo paralelo. Então, a corrida começa! Olivia, Walter, Olivia, Astrid e Gene, claro, não poderia ficar de fora, devem impedir que os transmorfos consigam reviver Thomas que possui a tarefa de conseguir abrir uma passagem entre os universos.
No episódio intitulado "Peter" descobrimos toda a história do personagem, descobrimos que Peter é de outro universo, filho de Walter, mas não o Walter que conhecemos, um Walter alternativo.  Após as descobertas sobre seu passado, Peter se questiona sobre o seu lugar no mundo e exatamente neste período que Thomas (lembram? aquele que os transmorfos revivem) consegue abrir a passagem entre os universos e Walternativo convence Peter a voltar para casa.
Walter resolve encontrar uma maneira de ir para o outro universo e descobre que Olivia pode ser a chave que abrirá o caminho entre os universos. Parece poético, né? Mas Olivia ao ficar presa, isso mesmo, presa, amarrada e usada como cobaia lá no outro universo não achou. Esta se torna a premissa da terceira temporada: será que Olivia conseguirá voltar? Será que notarão que a Olivia que voltou, sim a nossa Olívia é substituída por uma alternativa espiã, não é a nossa Olívia? Todos os mistérios são resolvidos na sequência mágica de J.J Abrams.

E Olívia volta (todos ficam felizes). No início da terceiria temporada tem uma baita confusão, descobrem a "falsa" Olívia, chamada carinhosamente pelos fãs de Bolívia, a verdadeira Olívia volta e o mundo acaba. Calma, calma!!! Isso ta indo muito rápido! Voltando um pouco a fita... Olívia consegue fugir do universo alternativo e Bolívia consegue voltar para lá levando inúmeras informações comprometedoras e um bebê no ventre. Peter vai ser papai, que emoção (todos choram).Olívia descobre o envolvimento de Peter com Bolívia (Peter chora), eles terminam, bah não tinha falado que eles estavam namorando? iih foi mal. Mas enfim, Olívia passa por uma crise, coitada é a personagem que mais sofre nessa série, nunca vi coisa igual! É substituída por uma versão alternativa, é traída pelo namorado, quando criança além de apanhar do padrasto ainda servia de cobaia para o Walter, quase morre no outro universo e ainda tem que salvar os universos. Muita pressão.
A temporada termina com o Peter usando a máquina para salvar o mundo, porém vai parar no futuro onde se depara com todas consequências após a eliminação do universo alternativo. Peter volta ao presente, não destói nenhum universo e ainda reune os dois, mas simplesmente Peter deixa de existir e o season finale termina com  "Peter nunca existiu". Então voltamos para o início da postagem e a premissa "where's Peter Bishop?" retorna. O que será que J.J Abrams está aprontando e onde estará Peter Bishop uma vez que ele nunca existiu? Todas as dúvidas serão respondidas nesta que poderá ser a última temporada de Fringe.