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sexta-feira, 21 de outubro de 2011
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
[CURIOSIDADES] A Pequena Sereia
Na cena de abertura, quando o Rei Tritão chega à arena, pode-se ver na multidão a presença de Mickey, Pateta e Donald.
No Brasil, o filme foi relançado em VHS em 1998 e no ano 2000 em DVD, porém com quase todas as canções alteradas. Apesar de uma petição feita pelos fãs, a Disney Brasil não lançou o DVD Edição Especial com ambas as versões, e apenas a nova versão do DVD, lançado em outubro de 2006.
O filme marcou um "renascimento" da animação da Disney, após fracassos como The Black Cauldron.
"A Pequena Sereia" faturou cerca de 84 milhões de dólares nos Estados Unidos e 99 milhões de dólares no resto do mundo. Em 1997 o filme foi relançado, arrecadando mais 27 milhões de dólares nos Estados Unidos.
A cena final do filme foi a primeira de um longa-metragem da Disney a usar sistema de colorização por computador (Computer Animation Production System - CAPS).
Uma adaptação para a Broadway foi lançada em 2007.
O letrista Howard Ashman baseou-se na atriz Joan Collins e no transformista Divine para criar Ursula.
O visual de Ariel foi baseado na esposa do animador Glen Keane e na atriz e roteirista Sherri Stoner.
A escolha do cabelo ruivo da personagem deu-se porque ela passava vários momentos do filme em cenários escuros, o que inviabilizava uma tom amarelo (predominante entre as heroínas da Disney). A cor da cauda da sereia é “Ariel”, pois o tom verde-azulado é exclusivo dela.
Para A PEQUENA SEREIA, cerca de um milhão de desenhos foram feitos durante a produção. 1000 cores diferentes foram utilizadas em 1100 cenários.
Os nomes das irmãs de Ariel são Aquatta, Andrina, Arista, Attina, Adella e Alana. O nome completo de Sebastião é Horacio Thelonius Ignatius Crustatious Sebastian.
Na mitologia grega, Poseidon é o Rei dos Mares. Tritão, no entanto, é um de seus filhos.
Durante o filme há diversas cenas de Ariel sentada em uma pedra, em uma pose semelhante à da estátua da Pequena Sereia situada em no porto de Copenhagen.
A caverna de tesouros de Ariel inclui a pintura “Magdalene With The Smoking Flame” pelo artista do século 17 Georges de La Tour.
Quando lançado em vídeo em 1990, vendeu cerca de oito milhões de cópias.
No Brasil, o filme foi relançado em VHS em 1998 e no ano 2000 em DVD, porém com quase todas as canções alteradas. Apesar de uma petição feita pelos fãs, a Disney Brasil não lançou o DVD Edição Especial com ambas as versões, e apenas a nova versão do DVD, lançado em outubro de 2006.
O filme marcou um "renascimento" da animação da Disney, após fracassos como The Black Cauldron.
"A Pequena Sereia" faturou cerca de 84 milhões de dólares nos Estados Unidos e 99 milhões de dólares no resto do mundo. Em 1997 o filme foi relançado, arrecadando mais 27 milhões de dólares nos Estados Unidos.
A cena final do filme foi a primeira de um longa-metragem da Disney a usar sistema de colorização por computador (Computer Animation Production System - CAPS).
Uma adaptação para a Broadway foi lançada em 2007.
O letrista Howard Ashman baseou-se na atriz Joan Collins e no transformista Divine para criar Ursula.
O visual de Ariel foi baseado na esposa do animador Glen Keane e na atriz e roteirista Sherri Stoner.
A escolha do cabelo ruivo da personagem deu-se porque ela passava vários momentos do filme em cenários escuros, o que inviabilizava uma tom amarelo (predominante entre as heroínas da Disney). A cor da cauda da sereia é “Ariel”, pois o tom verde-azulado é exclusivo dela.
Para A PEQUENA SEREIA, cerca de um milhão de desenhos foram feitos durante a produção. 1000 cores diferentes foram utilizadas em 1100 cenários.
Os nomes das irmãs de Ariel são Aquatta, Andrina, Arista, Attina, Adella e Alana. O nome completo de Sebastião é Horacio Thelonius Ignatius Crustatious Sebastian.
Na mitologia grega, Poseidon é o Rei dos Mares. Tritão, no entanto, é um de seus filhos.
Durante o filme há diversas cenas de Ariel sentada em uma pedra, em uma pose semelhante à da estátua da Pequena Sereia situada em no porto de Copenhagen.
A caverna de tesouros de Ariel inclui a pintura “Magdalene With The Smoking Flame” pelo artista do século 17 Georges de La Tour.
Quando lançado em vídeo em 1990, vendeu cerca de oito milhões de cópias.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Animações
Sabe, há pouco tempo “Toy Story” foi eleito o melhor filme animação de todos os tempos. Não concordo.
Rei Leão, outro grande clássico moderno que sensibilizou milhões de pessoas, se tornou a maior bilheteria de um filme de animação tradicional e é o 32ª longa-metragem da Disney. Neste filme, porém, devo admitir que as suas sequências não obtiveram êxito já que é possível observar o único deslize do império Disney: a crise de falta de criatividade. Nossa, nunca pensei que fosse escrever isso, mas é verdade. O segundo filme conta a mesma história do primeiro, porém, com personagens diferentes. Já o terceiro, sim, há um terceiro, e nesse a Disney pisa feio na bola, é a mesma história do primeiro (óbvio) só que na visão de Timão e Pumba. Eu realmente acho isso terrível, algo que não poderia acontecer em um império tão sólido. Mas tudo bem, nada poderia ser tão perfeito, porém isso não desmerece o sucesso do primeiro Rei Leão.
A Pequena Sereia é um dos meus favoritos, mas também sofre do mesmo mal de o rei leão. O segundo filme conta, parcialmente, a mesma história do primeiro e como no caso de o rei leão, a continuidade da história, ou melhor, a repetição da história é dada pelo filho(a) dos protagonistas. Ou seja, dos três filmes da série, apenas um deixa a desejar. Mas eu não sei explicar qual é a magia usada por Walt Disney, porque mesmo com esse defeito é quase impossível não se envolver, se entregar e adorar os filmes.
Concluindo, eu sinceramente acho que chega a ser covardia comparar e estabelecer uma lista entre as melhores animações, quando existem as animações da Disney. É difícil explicar, é mágico, é Walt Disney.
Neste final de semana, eu assisti a algumas animações e pude chegar, tranquilamente, à conclusão de que realmente “Toy Story” não é a melhor animação - não estou dizendo que não seja bom, apenas digo que não é a melhor -, já que existem filmes como “A Branca de Neve e Os Sete Anões”, “Rei Leão”, “Pequena Sereia”, entre outros.
Cada um desses tem a sua particularidade, apesar de todos compartilharem do mesmo objetivo e magia. O primeiro, é o primeiro longa-metragem da Disney, demorou três anos para ficar pronto devido ao perfeccionismo de Walt Disney e foi também o responsável pelo “estopim” da Era Disney. Acho que todos conhecem a história, ou melhor, alguma versão dela. Rei Leão, outro grande clássico moderno que sensibilizou milhões de pessoas, se tornou a maior bilheteria de um filme de animação tradicional e é o 32ª longa-metragem da Disney. Neste filme, porém, devo admitir que as suas sequências não obtiveram êxito já que é possível observar o único deslize do império Disney: a crise de falta de criatividade. Nossa, nunca pensei que fosse escrever isso, mas é verdade. O segundo filme conta a mesma história do primeiro, porém, com personagens diferentes. Já o terceiro, sim, há um terceiro, e nesse a Disney pisa feio na bola, é a mesma história do primeiro (óbvio) só que na visão de Timão e Pumba. Eu realmente acho isso terrível, algo que não poderia acontecer em um império tão sólido. Mas tudo bem, nada poderia ser tão perfeito, porém isso não desmerece o sucesso do primeiro Rei Leão.
A Pequena Sereia é um dos meus favoritos, mas também sofre do mesmo mal de o rei leão. O segundo filme conta, parcialmente, a mesma história do primeiro e como no caso de o rei leão, a continuidade da história, ou melhor, a repetição da história é dada pelo filho(a) dos protagonistas. Ou seja, dos três filmes da série, apenas um deixa a desejar. Mas eu não sei explicar qual é a magia usada por Walt Disney, porque mesmo com esse defeito é quase impossível não se envolver, se entregar e adorar os filmes.
Concluindo, eu sinceramente acho que chega a ser covardia comparar e estabelecer uma lista entre as melhores animações, quando existem as animações da Disney. É difícil explicar, é mágico, é Walt Disney.
Esta é a tal lista
1º - Toy Story
2º - Shrek
3º - O Rei Leão
4º - Procurando Nemo
5º - A Era do Gelo
6º - Mogli – O Livro das Selvas
7º - Monstros S.A.
8º - A Bela e a Fera
9º - Bambi
10º - Aladdin
11º - Branca de Neve e os Sete Anões
12º - 101 Dálmatas
13º - Uma Cilada Para Roger Rabbit
14º - Watership Down
15º - Wall-E
16º - Fantasia
17º- O Estranho Mundo de Jack
18º A Pequena Sereia
19º - Cinderela
20º - Alice no País das Maravilhas
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Em busca da simplicidade

Fazia tempo que eu não assistia os clássicos da Disney... Aqueles que toda criança assiste umas cinco mil vezes seguidas e nem chega a esperar aparecer os créditos finais para pedir para colocar de novo. Mas revivi esta experiência, aliás, estou revivendo, pois ainda não consegui parar de assistir, e pude redescobrir a emoção que é assistir algo simplesmente puro – uma coisa rara hoje em dia, pois só nos deparamos com animações versão 2000 ou mega turbo master -.
Então há uma semana resolvi entrar nessa “fantasia”, comecei assistindo “A Pequena Sereia”, o que seria possível dizer?? Huum... Simplesmente MÁGICO. É um filme que não tem maldade, ou melhor, tem, mas nem as maldades das vilãs Úrsula e Morgana, esta no caso de “A Pequena Seria II” é grandiosa o bastante para liquidar com a pureza do filme.
É um filme que revela a grandiosidade das coisas pequenas, por exemplo, em “A Pequena Sereia: A História de Ariel”, lançado recentemente, mostra a relação de Tritão com suas sete filhas após a morte de sua rainha Athena e como ele encara este fato. Bom, na realidade ele não encara muito bem, já que proíbe a música em Atlantis, porque esta era a arte favorita de sua rainha e sem querer torna o reino um lugar triste e sem magia.
O filme tem a música como plano de fundo enquanto a história da tentativa de Ariel se tornar livre e fazer com que o pai se lembre da felicidade se desdobra. Simples assim. Nada mais. É um daqueles filmes que a gente assiste e fica feliz por esquecer os problemas e redescobrir o lado simples das coisas.
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