BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

BoJack Horseman

Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

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Resenha de Psicose, de Robert Bloch

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O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Cueio




Essa semana vou falar de umas das animações mais aclamadas ultimamente pela internet, a sensacional Cueio, websérie independente em formato de desenho animado lançada no final de 2013, criada pelo meu conterrâneo Ronaldo de Azevedo e disponibilizada pelo canal Gato Galáctico no Youtube.

Antes de tudo, é importante salientar que hoje em dia o Youtube é a maior ferramenta de produção de conteúdo independente do mundo, tendo canais que batem de frente com grandes produções cinematográficas. Pelo crescente apoio que vem tendo no Brasil, muitas emissoras (como SBT e Band) vem disponibilizando gratuitamente sua grade de programação no site. Recomendo seriamente àquelas pessoas que abrem o Youtube apenas para ver ‘aquela queda, daquela famosa, naquela premiação, que comece a ir mais fundo, pois tem um pessoal muito talentoso, criando muita coisa boa por lá.

Voltando ao assunto principal, a primeira impressão que se tem de Cueio é de que não seja um desenho com enredo ou premissa inicial, até porque os primeiros episódios são fixados nos personagens principais atuando em esquetes, mas continuem olhando, porque o enredo começa a ganhar liga a partir do episódio 6 (Luta na Praia).

Cueio se passa em um local (até o momento) desconhecido, onde os animais (que são identificados pelo nome da própria espécie, mas como se uma criança estivesse falando) têm dois estados. Em uma, são apenas bichinhos fofos (pode-se dizer MUITO fofos) e em outra, são guerreiros antropomorfos extremamente fortes, mas ainda com as mesmas características pessoais, como em uma metamorfose. Eles podem passar de uma formação a outra aparentemente em qualquer momento, mas precisam de uma quantidade alta de energia para evoluir, pois quando estão fracos, voltam ao estado fofo (MUITO fofo).

O enredo gira em torno de Cueio (dã), um coelho de olhos vermelhos que aparenta ser insensível e com dificuldade para expressar seus sentimentos. Ele parece ser completamente indiferente aos acontecimentos, mas tem uma certa gratidão as pessoas em sua volta. Cueio não se lembra de nada antes do primeiro episódio, por isso conta com a ajuda de Primo, único personagem humano. Muito enigmático, está sempre alegre e com boa vontade, tanto que à primeira vista parece apenas um garoto inocente, mas ao longo da história se revela muito sábio e persuasivo.

Não se sabe muita coisa sobre ele, apenas que Cueio, apesar de insultá-lo constantemente, nutre um grande respeito pelo humano. O nome do humano ainda é desconhecido, mas é chamado de primo por Vaco, um bovino de olhos azuis muito sensível e honrado. Apesar de ser muito forte e lutar quando for preciso, Vaco prefere resolver as desavenças de forma pacífica e fica muito contente quando conquista algo. Ele sente um apreço muito grande por Cueio, beirando a idolatria.

Após o episódio “Luta na Praia”, Cocodilo, um dos antagonistas, comenta sobre o Torneio, que não se tem nenhuma informação até o momento, mas que é muito importante, onde todos os grandes guerreiros parecem participar.

Quando decide entrar no torneio, Cueio, ao lado de Vaco, entra num treinamento intensivo com o Lendário Bovino, um bovino gigante que utiliza um tapa-olho e pai de Vaco. Muito honrado, demonstra carinho pelos menores, além de ter um passado com o pai de Cueio, que é uma incógnita na série.

Após Lendário Bovino decidir que estão prontos, Cueio, Vaco e Primo saem em uma jornada para chegar ao Torneio, e é aí que o negócio começa a ficar interessante, onde se começa a ter uma ideia do passado do Cueio e da importância do Primo, mas quero evitar spoilers maiores, então vejam.

Além do enredo principal, o desenho tem muitos extras, como os especiais (de natal, páscoa, halloween e aniversário), as fanarts, onde os personagens principais comentam homenagens feitas por fãs e as viciantes músicas “Pudim Amassado” e “Bolachinha Voa-Voa”, que são cantadas pelo Primo em algum momento da história.

Enfim, Cueio é um desenho muito aclamado, e com razão, pois tem um traço absurdamente simples, mas lindo e um enredo muito encaixado, que nos faz esperar eternamente pelo próximo episódio, lançado mensalmente. Pode esperar muitas batalhas épicas que fazem frente aos animes shounen mais legais, além de um ar de infância e aquele sotaque que só quem mora em Porto Alegre entende.

A segunda temporada ainda não tem previsão de lançamento, mas a primeira temporada está disponível. Peço para que curtam os vídeos dele, se inscrevam no canal também, pois o trabalho do Ronaldo é impressionante e confiem em mim, pois sou um fã antigo de Cueio e todas as pessoas que eu indiquei viraram fãs também.

Vida longa ao Cueio!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Valiant Hearts: The Great War


Volto essa semana para falar de um dos games que mais me surpreenderam em 2014, Valiant Hearts: The Great War. Desenvolvido pela Ubisoft Montpellier e publicado pela adorada Ubisoft, uma das gigantes do mundo dos games e responsável por franquias como Assassin’s Creed, Prince of Persia, Far Cry e Just Dance.

É bom deixar bem claro que Valiant Hearts tem um estilo diferente do qual estamos acostumados, ele é considerado um “game-arte”, onde os gráficos não são os grandes diferenciais, e sim, seu enredo e jogabilidade, muito visto em jogos indie (games criados por empresas com menor orçamento e sem muito apelo comercial). Para entender bem o conceito de games-arte, recomendo os jogos Journey, Limbo, Braid e Flower, que estão entre os grandes jogos indie dos últimos tempos.

A jogabilidade de Valiant Hearts é no formato adventure-puzzle, onde existe um misto de ação (aquele clássico side-scrolling, ou, da esquerda para a direita) com a necessidade de resolver enigmas para realizar as missões e passar de fase. Se você ficou com preguiça de resolver, não se preocupe, porque o jogo tem um sistema que te ajuda quando você ficar travado NAQUELA fase.

A engine do jogo é a UbiArt Framework, que é responsável pela arte gráfica sensacional, meio em estilo de quadrinhos, que é um dos pontos principais do jogo.

Dito isso, vamos ao enredo.

O jogo se passa entre 1914 e 1918, durante a Primeira Guerra Mundial. Já nos primeiros momentos do jogo, entendemos que o enredo é pesado e triste, mas os desenvolvedores ainda conseguiram minimizar as situações, de modo que não ficasse explícito ou traumatizante. Mas, sim, é um jogo muito triste.

No jogo conhecemos uma família pacata que vive em uma fazenda no interior da França. Karl é um alemão que vive com sua esposa Marie, seu filho recém-nascido Victor e seu sogro Emile. Após o Império Germânico declarar guerra à Rússia pela morte do Arquiduque Francisco Ferdinando, a França decide deportar todos os alemães que vivem no país, entre eles Karl, que após voltar pra Alemanha, é obrigado a lutar pelas forças germânicas. Do outro lado, Emile também é recrutado para defender a França na guerra, deixando Marie sozinho com seu filho recém-nascido. Esse é um ponto crítico do jogo, pois os roteiristas quiseram mostrar como a guerra afeta as pessoas comuns e suas consequências. No meio de uma batalha, Emile é salvo por Walt, um cachorro muito inteligente utilizado em resgates. Os dois acabam se afeiçoando e se aliando na tentativa de sobreviver à horrível guerra.

Após alguns acontecimentos no jogo, Emile também conhece Freddie, um soldado americano que tem uma sede de vingança pessoal contra o Barão Von Dorf, um dos mais respeitados comandantes alemães e talvez o grande antagonista da história. Conhecemos também Anna, uma enfermeira belga que após ter seu pai cientista sequestrado por Von Dorf, se voluntaria para participar da guerra e assim, reencontrar seu pai.

Apesar de ter os personagens principais fictícios, Valiant Hearts é muito fiel aos fatos, a Ubisoft teve o apoio dos criadores do documentário “Apocalypse, World War I” na criação do jogo, conseguindo se utilizar de documentos reais sobre a guerra, inclusive fotos e até cartas escritas pelos próprios soldados. Além disso, o jogo contém uma gama de informações sore os lugares e situações que são importantes na construção da trama principal.

O game teve médias muitos positivas entre os críticos, destacando a fidelidade histórica e a jogabilidade fácil e envolvente do jogo. Pelo fato de ser um jogo exclusivamente para download (não é vendido em lojas físicas), o jogo é barato e acessível, custando R$ 30,99 nas redes online do Playstation, Xbox e mais recentemente, pra iOS e Android.

Valiant Hearts: The Great War é um jogo excelente, porém triste, que te faz chorar (eu chorei) o tempo todo e uma grande aula de história, muito recomendado tanto pra quem gosta de bons jogos, quanto pra quem quer estudar sobre fatos históricos.


Leo Dutra

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Watchmen, de Alan Moore


Nesta semana falarei sobre a minha HQ favorita de todos os tempos, a insuperável Watchmen, criada e escrita pelo gênio Alan Moore, ilustrada por Dave Gibbons e publicada pela DC.

Antes de contar a história, devo ressaltar a importância da HQ na cultura americana, pois Watchmen, assim como outros trabalhos criados nos anos 80, como o Cavaleiro das Trevas (sim, esse mesmo), de Frank Miller e Maus, de Art Spiegelman, foram responsáveis por trazer um público adulto para um universo até então mais infantil e isso foi essencial na transformação do mundo dos quadrinhos como conhecemos hoje.

Agora chega de conversa fiada, vamos falar sobre a história em si.

Antes de mais nada, apesar de ter super-heróis como enredo principal, não se engane, a história não nos leva a batalhas épicas como vemos em Capitão América ou Super-Homem. O enredo é mais dramático, mais denso, sem qualquer apelo público, como fazem os gigantes da DC e Marvel. A história se dá nos anos 80, numa New York paralela, que em resposta à greve da polícia e à rebelião da própria população contra os heróis (daí a célebre frase “Who watches the Watchmen?”, ou, “Quem vigia os vigilantes?”), criou a fictícia Lei Keene, que obrigava todo justiceiro fantasiado a se registrar, fazendo com que estes se aposentassem, trabalhassem para o governo, ou até se revelassem publicamente, por fama e riqueza.

O enredo começa quando um dos Watchmen, o Comediante (Edward Blake), herói militar aposentado cínico e irônico, que abusa da violência e parece não ter qualquer ressentimento, é assassinado. Assim que Rorshach (Walter Kovacs), personagem misterioso e sociopata, mas com um grande senso de justiça (e por isso, o herói mais odiado entre os criminosos), fica sabendo, ele acredita que há uma conspiração em andamento e parte em uma investigação clandestina, buscando pistas para descobrir qual o real motivo do assassinato. Ele é o personagem que leva o enredo, utilizando o seu diário, onde conta cada ponto da investigação, buscando pistas e suspeitando desde os antigos vilões do grupo até os próprios Watchmen. As pistas acabam levando ao seu antigo parceiro de aventuras Coruja Noturna II (Dan Dreiberg), um intelectual rico que tem vasto conhecimento em tecnologia avançada e que os utilizava para criar seus equipamentos em seus tempos de herói, mas extremamente solitário e com uma aparente paixão pela antiga colega de equipe Espectral II (Laurie Juspeczyk), filha da Espectral original, que vive à sombra dos projetos fracassados de sua mãe.

Espectral II foi casada e vive em uma relação estranha com Dr. Manhattan (Jonathan Osterman), um ex-cientista nuclear que após um acidente em seu laboratório teve seu corpo desintegrado e após os seus átomos se unirem novamente, começa a poder manipular a matéria, viajar entre o espaço-tempo, ocupar diferentes lugares ao mesmo tempo e ver seu próprio passado e futuro, sendo considerado por todos um homem-deus.

Temos também Ozymandias (Adrian Veidt), um bilionário que após a promulgação da Lei Keene, se revela publicamente, ganhando fama e se tornando um ícone popular. É considerado por muitos como o homem mais inteligente do mundo, além de ser um exímio atleta e lutador e tem como grande inspiração Alexandre, o Grande.

Outros personagens importantes na trama são Moloch (Edgar Jacobi), principal vilão da época dos Watchmen e atualmente aposentado e os Minutemen, o primeiro grupo de heróis, que atuou nos anos 40 e que após brigas internas e escândalos, foi perdendo força até o fim oficial da organização.

Nos últimos anos, Watchmen voltou a ganhar popularidade, recebendo uma versão cinematográfica em 2009, dirigido por Zack Snyder. Alan Moore rejeitou completamente a adaptação, inclusive pedindo para ter seu nome retirado dos créditos da produção.

Outra homenagem a obra completamente rejeitada pelo mago das histórias (como Alan Moore é conhecido pelos fãs) foi a série “Antes de Watchmen”. Esta, dividida em 8 volumes, conta o que seriam os acontecimentos anteriores à trama principal, trazido à vida em 2012 por uma gama de quadrinistas respeitados e com o aval de Dave Gibbons, recebendo críticas mistas.

Watchmen é uma história sensacional, com personagens cativantes, reviravoltas inesperadas e uma trama pesada e dramática que te leva entre as páginas onde não se consegue parar de ler. Com certeza é a grande obra de Alan Moore e uma das grandes obras da história dos quadrinhos, sendo uma leitura obrigatória para quem quer entrar ou já está envolvido com o mundo das HQs. É muito fácil de encontrar Watchmen a venda. No Brasil, existe uma edição especial em capa dura, contendo todos os volumes e ainda com conteúdo especial para os fãs.


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

BoJack Horseman


Iniciando muito bem, irei falar de uma série que me viciou ano passado: BoJack Horseman. Nesta série animada criada por Raphael Bob-Waksberg e publicada pela excelente Netflix, somos levados ao mundo das celebridades e da high society de Los Angeles, onde os animais são antropomórficos e convivem tranquilamente com os humanos, com suas relações interpessoais (e até amorosas) como um todo, mas ainda tendo suas características comuns (pássaros voam, cachorros não gostam de carteiros, assim por diante).

A série se concentra em Bojack Horseman (Will Arnett, de Arrested Development), um cavalo ator em decadência, frustrado com a atual condição de vida, onde é conhecido apenas pelo seu papel na comédia dos anos 90 “Horsin’ Around”, na qual ele lembra com estima e é pego frequentemente vendo episódios aleatórios. BoJack crê que escrever uma biografia lhe trará de volta a atenção e o carinho do público há muito tempo perdida.

O protagonista vive com Todd Chavez (Aaron Paul, de Breaking Bad), amigo preguiçoso e parasita que acaba se mudando após fazer tudo de errado em sua vida. Pouco se sabe sobre a sua vida antes de morar com BoJack, mas sabe-se que sente muito apreço pelo mesmo e apesar de este considerar Todd um grande vagabundo, estão juntos em todas os acontecimentos.

Conhecemos também Princess Carolyn (Amy Sedaris), uma gata persa que é sua agente e ex-namorada. Acredita que é a melhor do ramo, mas apesar de competente e focada em sua carreira, se deixa levar pelos problemas de BoJack, que acaba por atrapalhar frequentemente seus negócios.

Após o total fracasso em tentar escrever seu livro, Bojack contrata Diane Nguyen (Alison Brie, de Community) uma Ghost-Writer descendente vietnamita culta e que se mostra alheia a todo glamour de Hollywoo (escrito assim mesmo, vejam a série e entenderão) que após seu competente trabalho sobre Secretariat (cavalo de corrida e herói de BoJack) ganha a oportunidade. Ela é namorada de Mr. Peanutbutter (Paul F. Tompkins), um cachorro também ator. Ele é aparentemente mais bem-sucedido e bem relacionado socialmente (Hey Erica! De novo, vejam e entenderão), o que acaba gerando um ódio por parte de BoJack, que não é recíproco, pois Mr. Peanutbutter é leal e admirador do mesmo e o considera quase como um irmão.

Além dos personagens principais, temos presenças secundárias muito bem retratadas, como Sarah Lynn (Kristen Schaal, de 30 Rock), atriz disfuncional, viciada em drogas e brigas, ex-colega de série de BoJack, que a vê como uma filha, Pinky Penguin (Patton Oswalt, de Two and a Half Men), pinguim editor falido que depende do sucesso do livro de BoJack para manter a empresa e Herb Kazazz (Stanley Tucci, de Um Olhar no Paraíso e O Diabo Veste Prada), criador de “Horsin’ Around” e ao que parece, uma pessoa que não tem uma boa relação com BoJack.

A série recebeu críticas mistas. Como pontos positivos é destacado seu foco nos detalhes, como o fato de não existirem animais não antropomórficos, além de seu humor adulto no melhor estilo Seth MacFarlane (Family Guy, American Dad) e a abordagem na qual é retratado o mundo artístico. Como pontos negativos, sua falta de aprofundamento nos pontos críticos e dos próprios personagens a volta de BoJack.

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir o enredo de forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada. Ainda existe um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio especial de natal da série.

É apenas mais um dos muitos acertos da Netflix.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Novo Colaborador


E aí galera, meu nome é Leonardo e sou o novo colaborador do blog, sou “primeiro-damo” da bagaça aqui, portanto além de não mandar em nada, ainda sou mandado pela “chefe” o tempo todo hahaha. Brincadeiras à parte, sou estudante de Jornalismo e pretendo aqui dar dicas sobre coisas que me interessam, como música, séries (animadas também), HQs, games e outras coisas que permeiam a cultura pop como conhecemos, tirando um pouco o foco dos filmes e livros. Meus textos aqui são mais experimentais do que de fato um trabalho, levo esse blog como um hobby, mas com profissionalismo. Enfim, espero que gostem, obrigado e se tiverem qualquer dúvida ou sugestão, meu Twitter é @dutraleeo, abraços.

sábado, 17 de setembro de 2011

Emmy Awards 2011

Por Leo Dutra
É amanhã! Como todos sabem, todo ano temos a premiação mais importante pra quem gosta de séries e shows nos EUA: Emmy Awards.
Eu assisto desde 2007 e acho bem interessante pelo fato de premiarem, não só panelinhas da televisão, mas também por mostrarem séries que possuem muito potencial para serem grandes futuramente. Foi assim que conheci séries como Breaking Bad, Dexter e Mad Men. É verdade que todo ano há grandes decepções, mas o fato de divulgarem numa premiação tão vista no mundo programas sem reconhecimento, já é ótimo.
Este ano, a cerimônia de entrega acontece no dia 18 de setembro e será apresentada por Melissa McCarthy (Mike & Molly) e Joshua Jackson (Fringe) e me parece menos concorrido, com o domínio das ótimas Boardwalk Empire e Mad Men, até porque algumas séries como Breaking Bad, não conseguiram se inscrever.
Agora é esperar pelo dia e ver como ficaram nossas séries preferidas. Para esquentar a espera, deixo um vídeo engraçadíssimo do Joel McHale (Community) dando conselhos de como apresentar um Emmy para Melissa.