Para
quem não conhece o seriado, vale a pena assistir para passar o tempo. A trama
não é impactante nem vai mudar a sua vida, mas posso dizer que valeram as 153
horas durante esse ano em que passei na frente da tela do meu computador. Antes
que vocês perguntem: não, infelizmente, Gilmore Girls não está disponível no
Netflix, pelo menos não na versão brasileira do serviço. Portanto, fica a dica.
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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Gilmore Girls: o Juízo Final
Sentiram
a minha falta? Não? Uma pena, pois eu estava morrendo de saudades de escrever
pra vocês. Por que me ausentei? Não interessa, não tenho que dar satisfação pra
ninguém. Mentira, eu conto. Os últimos meses foram decisivos pra minha vida
acadêmica e profissional.
Minha
opinião pouco mudou da última resenha que fiz da série, em março. Mais
introdutória do que crítica, pontuei algumas coisas, afirmando que a série era
gostosa de assistir e bem leve. Um drama com toques de comédia para assistir tranquilamente
em família (ou seria o contrário?). Para quem não lembra, devia ler a resenha
que fiz sobre a série, clicando aqui.
Vamos
comentar agora o final da série. Terminou exatamente como eu gostaria, e foi
mais real do que eu esperava. O seriado tinha tudo para ter um final “felizes para
sempre”, mas não foi exatamente o que aconteceu. Beirou a realidade, mostrando
que nem sempre as coisas terminam como e quando queremos, mas a vida segue em
frente.
Para
quem não conhece o seriado, vale a pena assistir para passar o tempo. A trama
não é impactante nem vai mudar a sua vida, mas posso dizer que valeram as 153
horas durante esse ano em que passei na frente da tela do meu computador. Antes
que vocês perguntem: não, infelizmente, Gilmore Girls não está disponível no
Netflix, pelo menos não na versão brasileira do serviço. Portanto, fica a dica.
Por Gabriel Johnson (@80cao)
domingo, 10 de março de 2013
Tal filha, tal mae
Quem nunca sonhou em não ter uma relação mãe-filha com a sua mãe? Quer dizer, uma relação de amizade acima da própria relação materna. Enfim, caso vocês tenham compreendido o que quis dizer, devem ter entendido do que estou falando. Ou não. Mas é de Gilmore Girls – ou no português pessimamente traduzido, “Tal Mãe, Tal Filha” – a inspiração para o artigo desta semana.
A ficção, criada pela gênia Amy Sherman-Palladino, conta a história da mãe e da filha, que apesar de ser leve, conduz as duas a situações cômicas, irônicas, dramáticas e cheias de referências da cultura underground, o que atraiu milhares de fãs (criou-se toda uma cultura) e foi um dos principais ingredientes para o sucesso da trama na televisão norte-americana.
Além do relacionamento diferenciado de ambas, suas personalidades também chamam a atenção. Enquanto Lorelai mãe contém um parafuso a menos, Lorelai filha é centrada e certinha, vivendo exatamente como as regras impõem. Em certas situações, o papel de mãe se inverte, fazendo com que a filha precise ensinar a mãe alguns limites e secar suas lágrimas.
Mesmo sendo considerada uma série antiga – foi exibida nos EUA entre 2000 e 2007 na The WB e em sua última temporada, no The CW –, ela não consegue envelhecer. Há poucos conteúdos temporais, o que faz com que a história seja gostosa de assistir em qualquer época. Só o fato de que durou sete longas temporadas, já explica muita coisa.
Gilmore Girls contém Lauren Graham no papel de Lorelai Gilmore, Alexis Bledel no de Rory Gilmore além de Melissa McCarty interpretando a melhor amiga de Lorelai. Scott Patterson, Kelly Bishop, Edward Herrmann completam o elenco fixo. Durante as sete temporadas, Jared Padalecki, Milo Ventimiglia e outros atores fazem participações especiais.
Por Gabriel Johnson (@80cao)
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