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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
LIVRO | Os Goonies, James Kahn
Os Goonies acompanharam muito marmanjo por aí durante a infância e aposto que continuam a acompanhar, afinal, quem resiste a uma boa história de aventura e caça ao tesouro?
A história original, apresentada no filme de Steven Spielberg, conta a aventura de Mickey, Brand, Bocão, Dado e Gordo, um grupo de amigos que vive em um pequeno bairro onde os moradores estão prestes a ser despejados (a menos que tenham dinheiro suficiente para "readquirir os imóveis"). Os meninos, na véspera do despejo, encontram um mapa do tesouro, que supostamente foi escondido por Willy Caolho, e Mickey decide sair em busca da fortuna.
No entanto, o que as crianças não esperavam é que entre eles e o tesouro existisse uma família mafiosa. procurada pelo FBI por diversos crimes! E a partir daí, decidem tomar doses extras de coragem para seguir até o objetivo e salvar a comunidade do despejo. Mas será que conseguem? Como passam pela família? Será que algum grande herói salvará as crianças? Bom, só lendo o livro ou assistindo ao filme para saber.
Falando em filme, a versão cinematográfica, que foi lançada antes do livro (sim, o livro foi baseado no filme), foi lançada em 1985 e tem em seu elenco Sean Astin (trilogia O Senhor dos Anéis), Josh Brolin (Guardiões da Galáxia), Jeff Cohen, Corey Feldman (Sem Licença Para Dirigir), Ke Huy Quan (Indiana Jones e O Templo da Perdição) e John Matuszak.
Voltando ao livro, a história é bastante cativante, do tipo que reúne a família, e cheia de momentos emocionantes, aliás, a aventura é cheia de surpresas e mistérios. A publicação da história aqui no Brasil ficou sob responsabilidade da Darkside Books, que primeiramente lançou uma edição especial numerada e, após o sucesso, disponibilizou outras duas versões, uma simples e outra especial (sem numeração e com mapa).
Os diálogos e acontecimentos são extremamente fiéis ao filme a ponto de ser assustador! É quase como "ler o filme", o que me fez adorar a experiência de ler um livro pós versão cinematográfica. E além de todos estes pontos positivos, a história super gostosa, com cheiro de infância e que, com certeza, lerei para os meus filhos.
sábado, 13 de setembro de 2014
Falha Nossa: As Maiores Gafes do Cinema
O autor brasileiro, Cesar Kos, reuniu em um único livro diversas gafes de grandes líderes de bilheteria. Essas gafes consistem, em sua maioria, em erros de continuidade, que são nada mais nada menos do que aqueles errinhos que acontecem entre uma tomada e outra.
O livro divide os filmes por gênero: aventura e ficção, comédia e musical, desenho e infantil, drama e romance, guerra e policial, terror e suspense. E apresenta como maior portador de erros, dentre os 118 títulos, o filme Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros, com 195 "pisadas na bola".
Assim, separei algumas gafes e algumas curiosidades trazidas no livro para dividir com vocês.
Atenção, o texto a seguir pode conter spoilers.
Alien, O 8º Passageiro (27 erros)
19. Todos sabem que no espaço não há ar; portanto, uma explosão como a da nave seria completamente silenciosa, ao contrário daquele estrondo, pois o som precisa de ar para se propagar.
Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (195 erros)
7. No final do filme, quando a doutora Sattler cai do esqueleto do Tyrannosaurus, um zoom feito no rosto da atriz mostra um close da sua dublê e não o dela.
12. A cena em que os raptores entram na cozinha merece ser assistida com cuidado. Quando o primeiro raptor entra, pode-se ver alguém segurando o rabo dele.
Matrix (161 erros)
9. Na cena em que Neo volta da conversa com o Oráculo, uma parte do biscoito que ele tem está mordido. Alguns segundo depois, ele quer comer o biscoito e não mais nenhum sinal de mordida.
14. Neo vai abrir a porta para entrar na casa do Oráculo; pode-se ver a lente da câmera claramente na maçaneta.
35. No último minuto do filme, Neo coloca os óculos. Pode-se ver um operador cinematográfico refletido neles.
A Múmia (45 erros)
1. Na tomada de abertura do filme passada em Tebas, veem-se pirâmides. O problema é que não existe nenhuma pirâmide construída naquela cidade.
Star Wars - Episódio IV: Uma Nova Esperança (11 erros)
2. Na cena da luta entre Darth Vader e Obi Wan, a espada de Obi Wan apaga-se.
Branca de Neve e Os Sete Anões (10 erros)
2. No final do filme, quando Branca de Neve beija os anões, ela só beija seis deles.
Os Goonies (21 erros)
6. Data diz aos repórteres que "o polvo foi realmente assustador". Na verdade, ele está se referindo a uma cena que se passa dentro da caverna e que foi cortada da versão final do filme.
Gladiador (113 erros)
1. Em determinado momento na luta que envolve bigas no Coliseu, pode-se ver um cilindro de gás azul, que foi utilizado para dar propulsão a uma das bigas e fazê-la virar de lado.
4. Na cena de abertura, a batalha da Germânia, pode-se ver uma insígnia atrás de Marcus Aurelius que diz "Pratoria XIV". Esse formato de número romano não era utilizado no ano 180. Nessa época, o correto seria "Pratoria XIIII".
10. Na manhã após a batalha inicial do filme, pode-se ver um membro da equipe andando de calça jeans - basta reparar quando Marcus Aurelius da um tapa em seu cavalo, no espaço entre a cabeça e a nuca do animal.
Titanic (184 erros)
8. Jack diz ter visitado o Pier em Santa Mônica, mas a sua construção só teve início em 1916.
31. Na cena em que Jack é convidado para jantar, pode-se ver, quando ele está partindo, um fone de ouvidona parte de trás de sua orelha direita.
55. Na cena em que o bote procura por sobreviventes, pode-se ver a luz de uma lamparina movendo-se mais rápido do que o homem que a segura. Na verdade, a luz é é da lâmpada do estúdio, e não da lamparina
83. Quando o navio afunda, e Rose e Jack estão correndo dentro dele, podem-se ver câmeras e a equipe do lado de fora da janela.
142. Quando Jack diz: "Sente-se na cama... eu quero dizer, no sofá", no roteiro consta: "sente-se no sofá" - o ator realmente cometeu aquela falha.
O livro, apesar de cheio de detalhes, não mostra alguns erros clássicos, como o da cena do avião, abaixo, em Tróia, e apresenta os erros fora de ordem cronológica, dificultando o acompanhamento durante o decorrer dos filmes. Mas mesmo assim, o livro é bastante curioso e extremamente divertido.
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