BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

BoJack Horseman

Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

Critica | Lucy

Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

Neuromancer, 30 anos

LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

LIVRO | Perdido em Marte

O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

O Iluminado, de Stephen King
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sábado, 7 de fevereiro de 2015

LIVRO | Imperium, de Robert Harris

Imperium é o primeiro livro da Trilogia de Cícero, escrita por Robert Harris, e também o primeiro livro do desafio literário proposto aqui no blog (temas históricos).

A proposta da trilogia é acompanhar a vida política de Cícero, mostrando desde o início de seus estudos de filosofia e oratória para se tornar advogado, até o momento em que chega ao ápice de sua carreira, como cônsul romano.

A história é narrada por Tiro, escravo e assessor de Cícero, que decide escrever suas memórias, quando atinge idade avançada, para guarda-las para a posteridade. Importante mencionar que, muito embora grande parte da narrativa seja ficção, Harris utilizou muitas anotações e arquivos históricos do próprio Tiro, aumentando, assim, o grau o de veracidade da história.

Tiro, apesar de não possuir muito destaque na história romana, muito em razão de sua colocação social, ficou conhecido por desenvolver uma técnica inovadora de taquigrafia, baseada em símbolos, que lhe possibilitava registrar palavra por palavra do que era dito por seu mestre Cícero. Fato que facilitou e proporcionou à Robert Harris a publicação dos livros.

Imperium se tornou um dos meus queridinhos da vida, a história é cheia de detalhes e a descrição dos ambientes é absurdamente fantástica! É impossível não se sentir fazendo parte da história ao torcer pela vitória de Cícero e pela derrota dos corruptos, bem como aprender detalhes da vida cotidiana daquelas pessoas e compreender a essência da Política e do Direito. O livro é, simplesmente, uma máquina do tempo.

O único ponto negativo, que não é tão grave e talvez nem seja culpa do livro, é que achei a leitura arrastada, talvez em razão dos inúmeros detalhes e da necessidade da narrativa da vida cotidiana, no entanto, tal "defeito" não desvaloriza a história, apenas torna a leitura trabalhosa.

Contudo, a o primeiro livro da trilogia ganhou meu coração e um lugarzinho eterno na minha estante, assim como seus irmãos, Lustrum (próxima leitura do desafio) e o terceiro livro, ainda sem título e com data de lançamento para setembro deste ano (ainda sem previsão para a terra dourada).

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

LIVRO | Vlad: A Ultima Confissao, de C. C. Humphreys

Todo mundo em algum momento da vida já valorizou uma boa história de vampiros, certo? E como bons leitores ou telespectadores em algum momento tivemos acesso à história do temível Conde Drácula, mas o que muitos desconhecem é que a história escrita por Bram Stocker foi inspirada em em Vlad Dracul, o Príncipe da Valáquia, mais conhecido como O Empalador.

O livro escrito por C. C. Humphreys conta, ao que tudo indica, a real história de Vlad. O jovem príncipe, ainda quando criança, fora entregue pelo pai aos muçulmanos, assim como seu irmão, Radu. Os príncipes foram criados como se muçulmanos fossem, frequentavam as escolas, compartilhavam a filosofia, mas acabavam sofrendo preconceito, principalmente de Medmed, o filho do Sultão.

Após algumas intrigas com Medmed, Vlad, foi "condenado" a frequentar a pior escola da época, uma escola que tinha por objetivo ensinar torturas. O jovem príncipe, que sempre fora muito culto e apreciador de belas artes, se viu obrigado a praticar e a presenciar as mais terríveis torturas. 

Após o terrível período na escola, Vlad descobre que seu pai e seu irmão mais velho foram covardemente assassinados pelo seu primo e, inesperadamente, recebe apoio dos muçulmanos para retomar o trono em troca de sua lealdade. 

E assim o ingênuo e culto Vlad dá o primeiro passo rumo ao que deu origem a sua fama.

A história de Vlad é narrada através de três depoimentos durante o seu julgamento póstumo. Ilona (amor da vida do Príncipe), o melhor amigo do voivoda e o seu confessor são os responsáveis pela narrativa.

O livro aborda de forma dinâmica e cheia de detalhes a vida do Empalador e assim descobrimos a origem de seu apelido, o que lhe fez agir de forma tão violenta e o que tanto chamou a atenção de Bram Stocker para incluí-lo em uma história de vampiros. Também temos acesso à personalidade extrema cristã de Vlad, fato que o motivou a inúmeras vezes a lutar em nome das Cruzadas.

Por fim, a história apresenta um final fantástico e surpreendente, digno de uma história de lutas, aventuras, superações, vingança e sangue, muito sangue. Indico o livro a todos que desejam conhecer um pouco mais sobre esse período da história e sobre esse icônico personagem cheio de mistérios.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Livros | John Green e As Capas Brasileiras de Seus Livros

Esta semana a editora Intrínseca confirmou que adquiriu os direitos autorais sobre o livro "Quem é Você, Alasca?" e divulgou a arte da capa, bem como informações sobre o lançamento futuro. Assim, comecei a pesquisar sobre a dança das cadeiras entre as editoras que em algum momento obtiveram os direitos sobre as obras de John Green e que tipo de arte que cada uma delas utilizou nos livros. O resultado foi esse aí. Confira:

Em 2005, John Green lançou o livro "Quem é Você, Alasca?", e foi publicado, no Brasil, originalmente pela WMF Martins Fontes, em 2010 e 2012, com as seguintes capas:

                                    1ª edição                                          


2ª edição

3ª edição

Além disso, como dito, a editora Intrínseca adquiriu os direitos sobre a publicação, e divulgou a seguinte capa:

1ª edição

No ano seguinte (2006), o Autor lançou "O Teorema de Katherine", que, por enquanto, apenas foi publicado no Brasil pela editora Intrínseca, sendo a primeira edição do ano de 2013.


O terceiro livro do Autor, "Deixe a Neve Cair" também só foi publicado por uma editora, porém, desta vez, pela editora Rocco, recebendo a seguinte capa:


"Cidades de Papel" é o quarto livro de John Green e também foi publicado apenas pela editora Intrínseca.


A editora Record foi a responsável pelas duas edições disponíveis no mercado do livro "Will e Will", sendo a primeira edição publicada em 2013.

1ª edição

2ª edição

Por fim, o queridinho de todos, "A Culpa é Das Estrelas", também foi publicado apenas pela editora Intrínseca, recebendo 3 edições, sendo as duas primeiras com a mesma arte de capa.

1ª edição

2ª edição

Bom, confesso que achei as últimas edições as mais bonitas e vocês, o que acharam?

Vocês pode adquirir os livros do John Green através deste link.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

[LIVRO] Princesa Diana e Princesa Grace de Monaco

Hoje vou fazer uma resenha um pouco diferente, vou reunir em um único texto as histórias de duas grandes mulheres contadas em três livros.

Nos dois primeiros, Diana A Verdadeira História e Diana O Último Amor de Uma Princesa, temos o relato dos acontecimentos da vida da memorável Lady Di (Princesa Diana do Reino Unido).


O primeiro livro, escrito por Andrew Morton em "parceria" com a própria princesa, traz dados, fatos concretos e críticas ao mundo monárquico, tudo, por óbvio, através da visão da princesa. Começamos através de momentos da sua infância, a relação com o irmão, o divórcio dos pais e a educação nos diversos internatos. Considero esta a parte mais importante do livro, pois nesse pequeno início que observamos o nascimento de traumas e conflitos que justificaram os seus atos na vida adulta.

Ao longo de toda a história narrada (repito, através do ponto de vista da Princesa), há denúncias contra a falta de sentimentos do Príncipe Charles e as atitudes desesperadas de Lady Di para obter o mínimo possível de atenção. Ainda, logo no início, observamos as traições por parte do Príncipe de Gales e o conflito em que se encontrou a futura Princesa nas vésperas de seu casamento.

Por fim, o livro é um relato aberto sobre a vida da Princesa enquanto "prisioneira" do sistema monárquico, levando em consideração aspectos pessoais e ponderações da própria Corte. De outra mão, o livro deixa um pouco a desejar a respeito da vida da Princesa após o divórcio, deixando margem para a credibilidade das informações divulgadas pelos urubus da imprensa da época.

No segundo livro, temos exatamente os relatos posteriores ao divórcio e, devo admitir, este se tornou um dos livros mais sensacionalistas que já li. Explico. 

A história narrada no referido livro, Diana O Último Amor de Uma Princesa, foi construída com base em informações de "segunda linha", ou seja, informações de pessoas que pouco participaram da vida da Princesa ou até mesmo de pessoas que conheceram alguém com quem a Princesa em algum momento da vida desenvolveu um único diálogo. Portanto, um livro fundado basicamente em fofocas. E o pior, deu origem a um filme (Diana) tão ruim quanto.


Assim, não acho que seja necessário desenvolver o conteúdo do livro, pois achei realmente difícil de absorver as "prováveis verdades".

O terceiro e último livro se chama "Grace, a Princesa de Mônaco" e propõe mostrar a evolução de Grace Kelly à Princesa Grace. 

Nas primeiras páginas, o livro relata aspectos da infância de Grace, menciona seus familiares e a influência que tiveram em suas escolhas, e resume sua vida profissional, referindo, inclusive, os comerciais e as peças de teatro das quais participou. A história segue linear até o episódio em que, por obra do destino, conhece o Príncipe Rainier e sua vida muda drasticamente. 

O maior pecado do livro é oferecer poucas informações sobre Grace, limitando-se em relatar aspectos da vida pregressa do Príncipe de Mônaco, seus ancestrais e outras inúmeras informações sobre a vida dos filhos (Príncipe Albert, Princesa Carolina e Princesa Stéphanie). Tal "defeito" não retira o brilho que a história possui, mas de certa forma ilude, pois criamos expectativas acerca do título e esperamos obter detalhes da vida de uma das personalidades mais carismáticas da história das monarquias.

Um detalhe que me chamou muito a atenção e inclusive é relatado tanto em "Diana, a Verdadeira História" quanto em "Grace, a Princesa de Mônaco" foi a dificuldade que ambas tiveram de se adaptar ao novo mundo. Enquanto Grace teve todo o apoio necessário de seu amado marido, Diana teve que aprender as regras através dos erros e das críticas da imprensa e de sua própria família (principalmente de Charles). Aliás, importante ressaltar que a Princesa Grace, conforme relatado nos dois livros, foi uma das poucas pessoas que ofereceu sua amizade e compreensão à futura Rainha ao tentar ajudá-la a absorver as novas normas.

Outro detalhe, é que as duas Princesas, vítimas dos ataques constantes da mídia, perderam suas vidas em acidentes automobilísticos. A Princesa Grace, conforme sugere achados médicos, teria sofrido um derrame enquanto dirigia, fato que a impediu, talvez por perda de movimentos, de frear o carro. Com relação à Princesa Diana, bom, aqui temos uma série de teorias conspiratórias, mas, segundo versão oficial, o carro em que estava teria colidido em razão da embriaguez de seu motorista.

Peculiaridades e teorias a parte, o importante é observar o legado de boas ações que as duas personalidades deixaram para a humanidade e o quanto a sua humildade teve papel fundamental para que pudessem concretizar muitas de suas ações. As duas Princesas são dignas de terem suas memórias preservadas, sobretudo em razão da bondade inquestionável e do brilho que trouxeram a inúmeras vidas mundo a fora. 

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Livro | The Walking Dead: A Ascensao do Governador


Ok, sei que costumo postar aqui apenas críticas/resenhas de livros que são adaptados para as telonas (cinema) e  vice e versa, mas no mundo das tvs de 80 polegadas, podemos nos dar ao luxo de incluir nesta lista os livros que são adaptados para o mundo das séries de televisão, certo?

Brincadeiras a parte, diante desta "novidade", podemos notar que estamos enfrentando (e com muito prazer) um dos melhores momentos da televisão, pois nunca pudemos encontrar tanta variedade, qualidade e gêneros difundidos aqui no Brasil (obrigada, Netflix). E nesta onda de diferentes estilos, temos a já consagrada e idolatrada série "The Walking Dead".

Dispensadas maiores apresentações (mas se você quiser, pode ler algumas notícias aqui), "The Walking Dead" é uma série, por óbvio, que se passa em um  mundo pós apocalíptico e acompanha as tentativas de sobrevivência de alguns grupos. Em determinado momento da trama, conhecemos um a criatura peculiar, o Governador. Este personagem, um líder nato obcecado por segurança, também conhecido por Phillip, cresce de forma surpreendente ao longo dos episódios, principalmente ao praticar terríveis malvadezas. O Governador é um personagem interessante, pois em  nenhum momento conseguimos decidir se ele é um "bad ass" ou não passa de um "filho da mãe". Sentimento mágico!

Antes de continuar, aqui vale uma ressalva: Confesso que nunca li as HQs, então, fãs mais assíduos, desculpem-me se eu cometer alguma gafe, mas a postagem é a visão de uma leiga, conhecedora apenas daquilo que as telinhas/telonas passam.

Voltando ao que interessa, o livro The Walking Dead: A Ascensão do Governador, lançado aqui no Brasil em fevereiro de 2012, conta exatamente a história de Phillip que até então não tinha nada de Governador, sua filha Penny (antes de virar comedora de cérebros), Brian (o irmão mais velho e desajeitado de Phillip) e dois amigos, Bobby e Nick, antes dos acontecimentos da 3ª temporada da série.

Então surgem algumas dúvidas. Se você não assistiu à série, pule o parágrafo seguinte.

Na série, apenas vemos Phillip e Penny, certo? Então, onde estariam Brian, Bobby e Nick? O que teria acontecido com Penny? Seria o Governador assim tão mal? Bom, apenas digo uma coisa: leia o livro e descubra.

Agora que já deixei vocês curiosos, posso retornar, novamente, ao livro.

A história desse pequeno grupo de sobreviventes é de longe uma das mais trágicas, surpreendentes e viciantes. Sério, li o livro em dois dias e acho que se não tivesse outros para ler, leria novamente. Não existe um momento de paz na trama, assim como na série, e a todo momento ficamos inseguros sobre os possíveis desfechos e, lembrem-se, nada é o que parece, principalmente quando estamos falando de "The Walking Dead". Termino minha resenha por aqui, afinal de contas o livro é cheio de surpresas e os sentimentos obtidos pela sua leitura são únicos, portanto corra até a livraria mais próxima ou acesse um dos links abaixo e, mesmo que você não seja fã da série, experimente esta leitura!

Para os mais detalhista, o livro é da editora Record e tem 364 páginas.

SARAIVA: R$ 32,30

SUBMARINO: R$ 18,90

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

[NOVIDADE] PROJETO JULIE/JULIA


No dia 27 de novembro teremos mais um bom motivo para ir ao cinema. Estreará Julie e Julia, uma comédia muito envolvente e cheia de manteiga... é... é preciso ver o filme ou ler o livro para entender, mas vale à pena, pelo menos é o que espero, pois o livro é muito bom e o elenco do filme é de grande porte: Meryl Streep, Amy Adams, Stanley Tucci, entre outros.

Além de vivenciarmos as experiências quase malucas de Julie Powell ao tentar reproduzir todas as 524 receitas de Julia Child em 365 dias, também podemos rir com os comentários sobre coisas banais do cotidiano (relação com o marido, com a empresa, com os amigos e também os fãs que tiveram um papel muito importante no projeto), aprender algumas receitas e a fazer algumas coisas malucas que nunca tentaríamos fazer, por exemplo, desossar um pato... bom, pelo menos eu nunca pensei e pretendo não pensar em fazer, mas cada um te uma opinião e um objetivo, sei lá... de repente você gosta de... desossar pato?