BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

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Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

Critica | Lucy

Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

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LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

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O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

LIVROS | Maze Runner: Correr ou Morrer

Conheci Maze Runner através do canal Geek Freak justamente na época em que o primeiro trailer foi divulgado e de imediato fiquei tipo 'OMG! Preciso ler isso! Preciso saber se o menino vai ser esmagado pelo labirinto!'. Então comprei o box com os livros :D

Devo admitir que li o primeiro livro em 3 dias. Isso mesmo. TRÊS DIAS. Que livro! 

A história começa bem como o trailer mostra, Thomas acordando dentro de uma caixa e se deparando com um grupo de meninos. Logo Thomas descobre alguns dos mistérios do local e passa a entender um pouco mais sobre a organização da pequena sociedade, fato que o incentiva a querer ser um corredor.

Corredor é aquela pessoa que passa o dia correndo. Brincadeira. Na história os corredores são os jovens mais velozes e inteligentes, são responsáveis por percorrer o labirinto e mapeá-lo, sempre tentando encontrar uma saída ou um padrão, uma vez que as paredes do labirinto mudam de lugar todas as noites.

Nesse meio tempo acontecem várias tretas, Thomas quebra regras consideradas inquebráveis, algumas pessoas são picadas  por uns bichos meio steampunks, outras somem, uma garota aparece, etc. e tudo isso em um curto espaço de tempo. A história segue uma linha constante de acontecimentos cheios de ação. É praticamente impossível parar de ler!

Sobre os meninos, é importante mencionar que achei o grupo muito semelhante àquele do livro O Senhor das Moscas, onde temos jovens em um lugar isolado, sem adultos por perto e que tentam viver em comunidade. A diferença está que no livro de Golding os meninos não obtém êxito (isso não é um spoiler) na reestruturação da sociedade, enquanto que em Maze Runner a sociedade é bastante organizada e evoluída.

Um ponto negativo na história, pelo meu ponto de vista, é que os meninos criam palavras novas para aquelas de "baixo calão". Achei a atitude infantil e desnecessária, vez que, geralmente, tal comportamento é realizado para evitar repreensão de adultos (minha opinião) e, uma vez que na história não temos a presença de adultos, simplesmente não há motivos para a substituição de palavras. Mais uma vez, minha opinião.

Mas de forma resumida posso dizer que adorei o livro e não vejo a hora ler os próximos (aliás, não sei como ainda não li!), o desfecho é magnífico e inesperado, temos algumas cenas emocionantes e outras de tirar o fôlego, em fim, o livro é um equilíbrio interessante de misturas que agradam vários públicos e extremamente compatível com versões cinematográficas.

Você pode adquirir o livro clicando na imagem abaixo.













Mariana Knorst

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

LIVRO | O Senhor das Moscas, de William Golding

O Senhor das Moscas, uma das leituras essenciais em países de língua inglesa, cujo autor recebeu o Prêmio Nobel em 1983, aborda, de forma resumida, o enfraquecimento da humanidade e a predominância da natureza humana na sua pior forma.

A história é ambientada em um período de guerra, onde, aparentemente, diversas crianças são retiradas de suas casas, pelos próprios pais, e enviadas a outros países a fim de terem suas vidas preservadas. Em uma dessas viagens, o avião que transportava um grupo de crianças, meninos entre 5 e 14 anos, cai em uma ilha no meio do pacífico, dando origem ao início da aventura apresentada no livro.

Logo de imediato, as crianças, ao perceberem a ausência de adultos na ilha, começam comemorar e a brincar. Após, em um dos raros momentos de seriedade, o grupo define, através de votação, um líder. Assim, Ralph, o recém eleito chefe, como primeiro ato, define ser essencial a criação de uma fogueira no ponto mais alto da ilha, onde sua fumaça pudesse ser vista por embarcações que passassem ao redor. 

Jack, inconformado com a perda do cargo, passa a afirmar ao grupo que a fogueira por si só não é suficiente, e que algo deve ser feito para garantir a sobrevivência do grupo enquanto preso na ilha, assim, passa a definir, aos poucos que ficaram ao seu lado, que a prioridade deve ser a caça.

Desse modo, surge o primeiro ponto de rivalidade e a divisão dos meninos em dois grupos: aqueles que se sujeitam a uma democracia, respeitando votações e aceitando as orientações do líder Ralph, e de outro, aqueles que se sujeitam a um regime autoritário, onde apenas respeitam ordens de um líder autodefinido e onde sua opinião não possui valor.

A partir daí, as crianças, que viviam em sociedade, assim como seus pais e seus avós, ao se depararem com a liberdade e a conveniência, passam a esquecer o espírito moral e ético que as acompanhava, dando espaço ao nascimento de sua natureza má, definida pelo instinto de sobrevivência.

Senhor das Moscas faz jus ao título de literatura essencial, vez que proporciona diversas análises sociais, antropológicas e filosóficas, no entanto, peca ao demorar na ambientação das situações, deixando apenas para o final o ápice caótico da história. No entanto, tal “pecado” não prejudica na grandiosidade e na complexa simplicidade trazida nessa história aparentemente ingênua e desprovida de fins político-sociais.