BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

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Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

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Resenha de Psicose, de Robert Bloch

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Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

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LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

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O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

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domingo, 18 de novembro de 2012

Nada de ficção, tudo de realidade


Como uma produção independente pode fazer sucesso? Pouca gente sabe responder a essa pergunta. Se soubesse, não seria uma produção independente. Eu acho. Mas o que o filme “500 Dias com Ela” (500 Days of Summer, 2009) acabou fazendo, com certeza é sucesso. E duradouro.

A película é de 2009, mas o sucesso perdura até hoje. O enredo original talvez seja a principal diferença deste filme. Normalmente os clássicos hollywoodianos apresentam finais felizes, após todos os dramas em que os protagonistas passaram. Acabaram por ficarem juntos e é isso aí. Em “500 Dias Com Ela”, no entanto, foi diferente.

O filme conta a história de um homem, Tom (Joseph Gordon-Levitt), morador de Los Angeles. Sua vida até então era normal, sem grandes desafios. Monótona. Até que ele conhece a nova assistente de seu chefe, Summer (Zoey Deschanel). Eles acabam por se descobrirem compatíveis. Tom acaba se apaixonando por Summer. Ela não.

Apesar das idas e vindas, eles ficam junto durante um tempo. Até que não mais. O desfecho, no entanto, não a mostra se apaixonando por ele. Pelo contrário, ela acaba deixando o protagonista, que entra em profunda depressão. Até que encontra outra pessoa a quem dá uma chance.

Desculpe se acabei por contar o final, mas foi preciso. O personagem que foi deixado pela “namorada” acaba aprendendo lições de vida úteis. Não é a mesma coisa que acontece na realidade? Ouso dizer que é um dos poucos filmes que retratam a realidade tal qual ela é, e não as nossas fantasias e desejos projetados.

O filme conta com uma trilha sonora impecável, quase inteira de rock independente e alternativo. Há um pouco de folk rock também. Por esse motivo, acaba agradando adeptos deste estilo musical. E adolescentes comuns que já passaram pro algum amor não correspondido. Com certeza acontece com todo mundo, mas o cinema de um modo geral mostra apenas estórias felizes, acabando por iludir as pessoas. Claro, principalmente crianças e adolescentes, mas adultos também.


Outro clássico que fez bastante sucesso pelo final triste e se distanciou dos demais, foi “Casablanca”, de 1942. Setenta anos depois, as histórias acabam por não mudar, como a vida e as relações sociais.

Por Gabriel Johnson (@80cao)

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

(500) DIAS COM ELA

Eu li várias críticas sobre o filme, e todas foram positivas e com algumas é possível concordar em alguns aspectos, mas em outras fica meio difícil. O filme é enjoativo cheio de idas e vindas e completamente previsível (já nas dedicatórias iniciais fica claro) além de um roteiro lamentável, o qual tentam usar palavrões para ficar engraçado, mas acaba ficando apelativo.
Pode parecer falta de romantismo, mas não é. Eu sinceramente não gostei do filme. Ele é melado, os protagonistas são cansativos (apesar de o protagonista ser parecido com Heath Ledger, a semelhança fica só na aparência e nada mais) e o filme em si é cansativo, é daquele estilo “sessão da tarde” água com açúcar, usado apenas para cobrir um buraco na programação.
Além disso, o filme era para ser uma comédia romântica, porém se torna apenas mais um filme romântico (ao quadrado) e chato. Não sou contra romance, pelo contrário, eu adoro, mas sinceramente esse filme não convenceu, é sofrimento atrás de sofrimento, entediante de mais.
Talvez a única coisa que salve o filme seja a trilha, porque possui músicas já compostas, nada feito especialmente para o filme, é possível ouvir The Smiths e Carla Bruni, entre outros.
Enfim, o filme nos deixa sem perspectiva, entediados, cansados e tristes, eu não aconselharia, só talvez em último caso, mas mesmo assim tenho dúvidas.