Como uma produção
independente pode fazer sucesso? Pouca gente sabe responder a essa pergunta. Se
soubesse, não seria uma produção independente. Eu acho. Mas o que o filme “500
Dias com Ela” (500 Days of Summer, 2009) acabou fazendo, com certeza é sucesso.
E duradouro.
Mostrando postagens com marcador ZOOEY DESCHANEL. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ZOOEY DESCHANEL. Mostrar todas as postagens
domingo, 18 de novembro de 2012
Nada de ficção, tudo de realidade
Como uma produção
independente pode fazer sucesso? Pouca gente sabe responder a essa pergunta. Se
soubesse, não seria uma produção independente. Eu acho. Mas o que o filme “500
Dias com Ela” (500 Days of Summer, 2009) acabou fazendo, com certeza é sucesso.
E duradouro.
A película é de 2009, mas o
sucesso perdura até hoje. O enredo original talvez seja a principal diferença
deste filme. Normalmente os clássicos hollywoodianos apresentam finais felizes,
após todos os dramas em que os protagonistas passaram. Acabaram por ficarem
juntos e é isso aí. Em “500 Dias Com Ela”, no entanto, foi diferente.
O filme conta a história
de um homem, Tom (Joseph Gordon-Levitt), morador de Los Angeles. Sua vida até
então era normal, sem grandes desafios. Monótona. Até que ele conhece a nova
assistente de seu chefe, Summer (Zoey Deschanel). Eles acabam por se
descobrirem compatíveis. Tom acaba se apaixonando por Summer. Ela não.
Apesar das idas e vindas,
eles ficam junto durante um tempo. Até que não mais. O desfecho, no entanto,
não a mostra se apaixonando por ele. Pelo contrário, ela acaba deixando o
protagonista, que entra em profunda depressão. Até que encontra outra pessoa a
quem dá uma chance.
Desculpe se acabei por
contar o final, mas foi preciso. O personagem que foi deixado pela “namorada” acaba
aprendendo lições de vida úteis. Não é a mesma coisa que acontece na realidade?
Ouso dizer que é um dos poucos filmes que retratam a realidade tal qual ela é,
e não as nossas fantasias e desejos projetados.
O filme conta com uma
trilha sonora impecável, quase inteira de rock independente e alternativo. Há
um pouco de folk rock também. Por esse motivo, acaba agradando adeptos deste
estilo musical. E adolescentes comuns que já passaram pro algum amor não
correspondido. Com certeza acontece com todo mundo, mas o cinema de um modo
geral mostra apenas estórias felizes, acabando por iludir as pessoas. Claro, principalmente
crianças e adolescentes, mas adultos também.
Outro clássico que fez
bastante sucesso pelo final triste e se distanciou dos demais, foi “Casablanca”,
de 1942. Setenta anos depois, as histórias acabam por não mudar, como a vida e
as relações sociais.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
(500) DIAS COM ELA
Eu li várias críticas sobre o filme, e todas foram positivas e com algumas é possível concordar em alguns aspectos, mas em outras fica meio difícil. O filme é enjoativo cheio de idas e vindas e completamente previsível (já nas dedicatórias iniciais fica claro) além de um roteiro lamentável, o qual tentam usar palavrões para ficar engraçado, mas acaba ficando apelativo.Pode parecer falta de romantismo, mas não é. Eu sinceramente não gostei do filme. Ele é melado, os protagonistas são cansativos (apesar de o protagonista ser parecido com Heath Ledger, a semelhança fica só na aparência e nada mais) e o filme em si é cansativo, é daquele estilo “sessão da tarde” água com açúcar, usado apenas para cobrir um buraco na programação.
Além disso, o filme era para ser uma comédia romântica, porém se torna apenas mais um filme romântico (ao quadrado) e chato. Não sou contra romance, pelo contrário, eu adoro, mas sinceramente esse filme não convenceu, é sofrimento atrás de sofrimento, entediante de mais.Talvez a única coisa que salve o filme seja a trilha, porque possui músicas já compostas, nada feito especialmente para o filme, é possível ouvir The Smiths e Carla Bruni, entre outros.
Enfim, o filme nos deixa sem perspectiva, entediados, cansados e tristes, eu não aconselharia, só talvez em último caso, mas mesmo assim tenho dúvidas.
Assinar:
Postagens (Atom)