Eu sempre venho aqui para, geralmente, falar das coisas ruins dos filmes e acabo, muitas vezes, esquecendo de ressaltar as coisas boas e lembrar que um filme por mais que seja ruim, merece ser visto, nem que seja por uma simples consideração com quem o fez.
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sexta-feira, 9 de abril de 2010
O Código Da Vinci
Eu sempre venho aqui para, geralmente, falar das coisas ruins dos filmes e acabo, muitas vezes, esquecendo de ressaltar as coisas boas e lembrar que um filme por mais que seja ruim, merece ser visto, nem que seja por uma simples consideração com quem o fez. Um filme não surge do nada, existe uma movimentação nos "bastidores", e garanto, é estressante! E essa movimentação não é só no sentido das filmagens, mas existe por trás disto, ainda, equipes que são responsáveis pelo figurino, maquiagem, roteiro, iluminação, supervisão, coordenação, etc.
Viram? não é facil.... e hoje, para me redimir, resolvi elogiar um filme que eu não gostei, para variar, um filme que possui um roteiro fraco e uma história boa e que pelo título da postagem vocês já descobriram qual é.
O Código Da Vinci é um filme que não me chamou a atenção, não gostei da direção, não gostei da adaptação e nem das atuações, porém há algo que se sobressai no filme, as locações e a reconstrução de grandes pontos turísticos (ou pelo menos, pontos que passaram a ser turísticos depois do filme e do livro), acreditem quase todos os locais que aparecem no filme foram filmados no 007 Stage de Pinewood, maior estúdio cinematográfico da Inglaterra. Além de todas as obras que aparecem no cenário do Louvre serem réplicas, ao passo que, as peças originais precisam de condições específicas para manter sua qualidade, e um ambiente de filmagens não proporcionaria tais condições. Mas fiquem calmos, as cenas externas do Louvre são originais!
Sabe como foi possível reconstruir tais locações com detalhes tão ousados? Com a ajuda de uma das maiores ferramentas do mundo cinematográfico, mais conhecida como 'tela verde'.
Por esse aspecto, vale a pena.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
O DIABO VESTE PRADA
Você assim como eu já deve ter visto este filme umas 5 mil vezes, certo? Pois é, O Diabo Veste Prada causa esse efeito nas pessoas, é uma espécie de simpatia e diversão em algo que não deveria ter graça. Vocês já pensaram que há milhões de pessoas que são exploradas, igualmente como Andy, por seus chefes malucos e cheios de manias sub-humanas? Pois é, eu já, e acreditem, mesmo assim é quase impossível não continuar a rir e a se divertir com as missões quase que humanamente impossíveis estabelecidas pela grande Miranda Priestly a fim de provocar um “amadurecimento” forçado na corajosa e recém formada Andy.Você que já assistiu o filme ou leu o livro, que por sinal é tão bom quanto o filme, se não melhor (sério), sabe que as “missões” de Miranda são realmente estranhas e difíceis, e o jeito com que ela impõe as tarefas faz com que quem está assistindo sinta pena, aflição e vontade de ajudar Andy. É tenso.
É engraçado dizer isso, mas apesar de todos os obstáculos, é possível notar o amadurecimento de Andy. Há uma sequência de cenas, muito bem feita, que explica este ponto. Quando Andy começa a se arrumar, digo, usar roupas descentes, ela sai de casa pela manhã para ir ao trabalho e durante o percurso ela vai mudando de roupa, de roupa mesmo não os trapos que ela usava no início do filme. É... o trabalho de Miranda estava funcionando.
Outra coisa engraçada, que não tem nada a ver mas eu lembrei agora por causa do elenco, é a relação de Miranda Priestly com Nigel. Completamente profissional. Porém, há alguns dias quando eu assisti ao filme “Julie & Julia” eu quase morri rindo, é incrível como os personagens marcam. Foi muito estranho ver a personagem de Meryl Streep (Miranda) beijando o personagem de Stanley Tucci (Nigel), a todo o momento eu via Miranda Priestly beijando Nigel? Vai dizer, é estranho. Ok... paranóias...
Mas em fim, o filme se tornou o mais simpático de todos, usando situações que fazem parte do dia a dia de diversas pessoas no mundo inteiro, no DVD mesmo é possível observar isso, há vários depoimentos de pessoas dizendo as coisas bizarras que seus chefes já os mandaram fazer. E acreditem, as vezes a Miranda é santa.
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