BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

BoJack Horseman

Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

Critica | Lucy

Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

Neuromancer, 30 anos

LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

LIVRO | Perdido em Marte

O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

O Iluminado, de Stephen King
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domingo, 2 de setembro de 2012

O meu, o seu e o nosso: gêneros cinematográficos

Você sabe qual é o gênero de filme que você mais gosta? E o que mais odeia? Sempre tem aquele filme que queremos ou não assistir por diversas razões. Seja porque choramos, nos assustamos, ficamos com medo, rimos, etc.. Listaremos aqui quase todos eles, para ver qual que você se identifica (ou não!):
1.    Ação – normalmente o bem contra o mal com – bastante – força física, explosões. Normalmente são superproduções com muitos efeitos e atrai o público masculino.
2.    Animação – usualmente feito para crianças, mas nem sempre. Utilizam-se efeitos de computador ou à mão, mas são sempre desenhos. A animação oriental possui características próprias e um pouco diferentes.
3.    Aventura – com muita ação, sempre possui um herói em combates, aventuras. É um gênero familiar e quase sempre se passa em um mundo de fantasia, ou no passado.
4.    Cinema catástrofe – Enredo apocalíptico e contém muita ação, aventura, efeitos especiais e climas tensos.
5.  Comédia romântica – uma história romântica com um enredo engraçado e divertido.
6.  Comédia dramática – uma história séria e bem contada, porém com enredo engraçado em algumas partes.
7.   Cult – filmes muitas vezes desconhecidos, mas com fãs devotos. Faz parte da comunidade underground. Podem ser tornar clássicos com facilidade.
8.     Documentários – explora a realidade e mostra como ela é. Difere-se dos demais gêneros por ser totalmente subjetivo.
9.   Drama – conta uma história triste, emocionante, dramática. Pode ter ação ou aventura.
10. Fantasia – usa magia, sobrenatural e tudo o que não existe para criar histórias imaginárias. Muito apreciado por crianças.
11. Faroeste – o gênero western é um clássico norte-americano, com heróis do far west que se envolvem em conflitos, romances e ações.
12. Ficção científica – aposta na ciência e suas prováveis invenções, que causam curiosidade àqueles que querem assistir.
13. Guerra – caminha perto do cinema épico e histórico, a história normalmente se passa dentro e fora de campos de batalha.
14. Musical – conta uma história de cunho leve, quando o enfoque de fato são as sequências de coreografias musicais, muitas vezes fora de contexto, mas que contam o enredo por si só.
15. Filme noir – Em preto-e-branco e expressionista, normalmente possui cunho policial e romântico com atores desconhecidos, típico dos EUA pós-Grande Depressão.
16. Policial – envolvem ação com a polícia e detetives, criminosos e gângsteres, embates judiciais e a aplicação da lei.
17. Romance a história se passa entre o enredo amoroso dos protagonistas e que possui um final feliz. Cheio de clichês pode ter drama e uma pitada de comédia.
18. Suspense – aquele que dá susto, pois nunca se espera o que está a seguir. Incerteza, ansiedade são sentimentos de quem assiste este gênero.
19. Terror – gênero apelativo e mórbido que pretende provocar medo. Possui uma legião de fãs bastante específicas. Ou as pessoas gostam ou não.

    20. Trash – é um filme mal feito de forma proposital e/ou amadora, quase sempre com o enredo de horror ou suspense.

E você? Qual o gênero que você mais gosta qual o que mais detesta?




Por Gabriel Johnson (@80cao)

sábado, 28 de abril de 2012

Intriga de Estado, de mídias, de caráteres...

Intriga de Estado (2009)
Alguém se lembra do filme Intriga de Estado (Universal Studios, 2009)? Um interessante thriller político envolvendo um congressista americano e um jornalista da capital estadunidense, Washington. É o típico filme que conduz o espectador em uma linha de raciocínio e no final muda toda ela. Surpreende com toda a reviravolta e ainda mostra um lado do jornalismo que não se vê todos os dias: a parceria e as diferenças entre o jornalista padrão e das antigas, Cal McCaffrey (Russell Crowe), e a repórter novata e inexperiente, Della Frye (Rachel McAdams), durante a investigação de um caso de um possível homicídio.

A história do filme é mais ou menos assim. Stephen Collins (Ben Affleck) é um político americano que se vê ameaçado quando descobrem que a sua amante e parceira de trabalho morre, inicialmente tratando-se por homicídio. O melhor amigo de Stephen, Cal McCaffrey, jornalista que trabalha em um jornal em Washington, começa a investigar o caso e descobre que as coisas vão muito além de um simples suicídio. A relação dos dois é posta em prova a cada passo que o jornalista dá em busca da verdade.

A enfurecida editora do jornal e os dois repórteres
O filme é baseado em uma série inglesa da BBC. Para quem gosta de suspense, eu recomendo. Além disso, a história é inteligente e deve ser assistida com atenção, para que você mesmo possa juntar os pontos do mistério. Além disso, temas polêmicos como escândalos sexuais, corrupção e guerra são amplamente abordados no filme. A crítica também é implícita e põe em cheque as políticas do governo norte-americano e as privatizações, principalmente da guerra.

Deve-se também refletir intensamente sobre o jornalismo, com a intensa e perigosa busca pela ‘exclusiva’, e o papel das relações públicas na construção e transformação da imagem de seus clientes – normalmente políticos – e situá-los no contexto atual da sociedade, gerida essencialmente por interesses e estratégias de manipulação pública.

E você? Assistiu ou vai assistir a esse filme? O que achou? Comente!



Por Gabriel Johnson (@80cao)

domingo, 19 de junho de 2011

Deixe- Me Entrar (Let Me In)

Desculpem-me os norte americanos, mas que mania é essa de fazer remake de filmes que não são produzidos em seu país? Deixe-me Entrar é remake do filme sueco Deixe Ela Entrar, um filme de 2008!

Ambas histórias são iguais, menos um motivos para uma nova adaptação, há apenas algumas sutis diferenças entre a infinidade de cenas e diálogos repetidos. Porém é inevitável não perceber certa menção à saga Crepúsculo na versão americana, principalmente na cena em que Owen descobre que Abby é uma vampira. Será mais uma tentativa de ganhar o público com o sucesso alheio?

Apesar das semelhanças não gostei tanto da última versão quanto da primeira, o clima e até mesmo o idioma do filme original provocam uma sensação muito mais angustiante e tensa. Os atores igualmente colaboram para este clima, os pequenos americanos são ótimos mas não reproduzem os efeitos atingidos pelos suecos.

Em suma o filme é um cópia sem necessidade de existência, pura perda de tempo e pura má fé ao tentar obter lucro e sucesso em cima de um filme que já possui tudo isso. Ou seja, mais uma tentativa de monopolizar a sétima arte.

terça-feira, 22 de março de 2011

Psicose (Psycho)


O grande mestre do suspense Alfred Hitchcock adorava criar ambientes onde o assassinato era o principal acontecimento apenas para deixar o público inquieto diante das manobras astuciosas que reproduzia ao trazer o suspense como protagonista da história.

No filme, Marion Crane é amante de Sam Loomis, o único empecilho que os mantém afastados é que Sam não possui condições de saldar as dívidas que contraiu e o fato de não poder dar uma vida digna à Marion.

Quando surge uma oportunidade em seu trabalho, Marion furta a quantia de 40 mil dólares de seu chefe e foge para encontrar Sam, que nada sabia sobre o furto. No caminho, no entanto, seu comportamento suspeito atrai a atenção de algumas pessoas, fazendo-a agir ainda mais estranhamente.

Durante a viagem, devido a uma forte chuva, Marion é obrigada a parar em um hotel praticamente abandonado, lá se hospeda e misteriosamente assassinada. Todos os fatos indicam como responsável a mãe do jovem administrador do hotel que acoberta os indícios. Porém o mistério está relacionado à verdadeira autoria do crime, que oscila entre mãe e filho.

Um maravilhoso filme, cheio de emoções e surpresas, uma grande produção cinematográfica que não desmente a fama de clássico e muito menos desmerece a atribuição do apelido "mestre do suspense" à Alfred Hitchcock.

segunda-feira, 14 de março de 2011

O Bebê De Rosemary (Rosemary's Baby)

O filme dirigido por Roman Polanski é uma adaptação do livro de Ira Levin. No filme o jovem casal, Rosemary e Guy Woodhouse, se muda para um prédio que é cenário de várias lendas envolvendo bruxaria. Logo nos primeiros dias, o suicídio de uma moradora abala a harmonia entre os condôminos. Minnie e Roman, "pais" da jovem que se matou buscam uma aproximação com Rosemary e Guy na esperança de superar a triste perda.
Guy se envolve rapidamente com os vizinhos e Rosemary se mantém inflexível diante da insistência da aproximação, porém acompanha o marido nas visitas e conversas. Logo, como planejado, Rosemary engravida e sem perceber é guiada aos caminhos dos eventos místicos, coisas estranhas acontecem e todos parecem estar armando um complô contra o filho que está esperando, no entanto tudo pode passar de uma mera criação da mente de uma mãe doente tentando proteger o seu único e indefeso filho.
O terror da década de 60, apesar de diferença de recursos em relação aos tempos atuais, é extremamente bem feito, não tem exageros ou cenas grotescas. O suspense aliado ao terror deixam o público de cabelos em pé, não se sabe o que está acontecendo ou o que vai acontecer, não é possível saber se é real ou imaginação e a omissão de fatos é o principal argumento para o desenvolvimento de um filme neste estilo. Uma perfeita obra prima.

O Segredo De Seus Olhos (El Secreto De Sus Ojos)

Filme de Juan José Campanella, conhecido por dirigir alguns episódios de séries consagradas como "30 Rock", "House", "Law and Order", etc. é uma adaptação do livro La Pregunta de Sus Ojos, de Eduardo Sacheri.
A história é ao redor de um assassinato. Uma jovem é morta após ser violentada dentro de sua própria casa, Benjamín Espósito, funcionário público da justiça penal argentina se envolve na investigação. Pouco a pouco o quebra-cabeça começa a ser montado e os fatos passam a se encaixar, apesar da ideia do insolúvel predominar no ambiente criminoso, as fortes intenções de justiça tendem a predominar, ainda que sejam ofuscadas pelas mentes corruptas. A história que é contada paralelamente em dois períodos tem seu início quando Benjamín está aposentado e resolve encontrar uma ocupação, pretende escrever um livro sobre o caso que trabalhou há anos atrás, justamente o caso da jovem assassinada, o caso que terminou em nada, o caso não resolvido pela justiça formal. Ao longo da trajetória de desenterrar informações sobre o caso, Benjamín revê pessoas que se envolveram no caso anteriormente e os caminhos se abrem para um possível solucionamento do caso há tanto adormecido.
O enredo é formidável e a forma como é contado é ainda mais. Um caso não tão peculiar, na realidade um caso absurdamente comum, milhares de histórias de assassinato como este acontecem diariamente e muitas ficam sem ter seus culpados punidos, justamente pela justiça falha ser administrada por mentes corruptas e egoístas. Logicamente, a segunda parte, onde há o envolvimento de Benjamín e seu livro, é a parte romântica da história, a parte que guia e dá charme, é quase uma melodia. O único ponto que deixa a desejar é quantidade de informações que acontecem paralelamente a história, muitas vezes o foco se perde e detalhes inúteis são despejados violentamente ao público, fazendo que o ambiente de suspense se perca e a ênfase se dissolva entre drama e romance. No restante não há pontos indesejáveis é um ótimo filme de altíssima qualidade.

terça-feira, 1 de março de 2011

O Lobisomem (The Wolfman)

Nada melhor do que um filme ambientado na Inglaterra na década de 40 para dar aquele toque sombrio em um filme de suspense.
Nesta história temos Lawrence Talbot, vivido por Benicio Del Toro, um ator inglês que vive na américa. Um dia recebe uma carta da futura esposa do irmão, pedindo para que ele volte à Inglaterra para ajudar a encontrar o irmão que está desaparecido. Quando chega a casa de seu pai, já na Inglaterra, Lawrence descobre que o corpo do irmão já foi encontrado e que está quase destruído, pórém, um ser humano não conseguiria fazer um estrago tão selvagem em um semelhante.
Lawrence resolve ficar por mais tempo para tentar descobrir o que realmente aconteceu com seu irmão, até que começa a circular a história de que o lobisomem, que há muito estava sumido, voltou. A situação se torna mais complicada quando Lawrence encontra a criatura e é ferido por ela, Lawrence terá que se conformar em se tornar a mesma criatura que matou o seu irmão e nada poderá ser feito. Mas será que duas criaturas conseguirão ocupar o mesmo lugar? Lawrence conseguirá controlar a fúria selvagem que dominará seu corpo nas noites de lua cheia? Essas são questões intrigantes, que podem ser reveladas ou ampliadas ao assistir ao filme. Talvez algumas partes pareçam bobas ou mal feitas, mas é a essência do ser humano achar "estranho" aquilo que não faz parte de sua realidade.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Enterrado Vivo (Burried)

Agonia. Agonia. Agonia. Não consigo encontrar outra palavra para expressar o que se sente ao assistir este filme. Paul Conroy foi sequestrado no Iraque e enterrado vivo, em seu caixote, os sequestradores deixaram alguns objetos que pudessem ser uteis no jogo de tentativa de sobrevivência. Paul passa o tempo todo dentro de uma caixa, não é um caixão a não ser que seja 'tamanho família', com um celular, um isqueiro, uma lanterna e uma caneta. Ele tem pouco tempo para atender a exigência financeira dos sequestradores e ninguém parece acreditar na sua história. Momentos intermináveis e agoniantes cheios de suspense e aflição, quase ficamos sem ar só de assistir ao desespero de Paul.
O filme, como eu disse, pode ser resumido em apenas uma palavra AGONIA, e o fato de o filme ficar o tempo todo focado em Paul, exatamente, não há cenas do lado de fora do caixote contribui fundamentalmente, mais uma vez, com a AGONIA que se tornou a protagonista do filme.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

[Especial- Gêneros Cinematográficos]Suspense

Suspense é um sentimento de incerteza ou ansiedade mediante as consequências de determinado fato, mais frequentemente referente à perceptividade da audiência em um trabalho dramático. Não é, porém, uma exclusividade da ficção, pode ocorrer em qualquer situação onde há a possibilidade de um grande evento ou um momento dramático, com a tensão como emoção primária mediante a situação.
Em uma definição mais ampla do suspense, tal emoção surge quando alguém está preocupado com sua falta de conhecimento sobre o desenvolvimento de um evento significativo; suspense seria, então, a combinação da antecipação com a lide da incerteza e obscuridade do futuro.


sexta-feira, 9 de abril de 2010

O Código Da Vinci

Eu sempre venho aqui para, geralmente, falar das coisas ruins dos filmes e acabo, muitas vezes, esquecendo de ressaltar as coisas boas e lembrar que um filme por mais que seja ruim, merece ser visto, nem que seja por uma simples consideração com quem o fez.
Um filme não surge do nada, existe uma movimentação nos "bastidores", e garanto, é estressante! E essa movimentação não é só no sentido das filmagens, mas existe por trás disto, ainda, equipes que são responsáveis pelo figurino, maquiagem, roteiro, iluminação, supervisão, coordenação, etc.
Viram? não é facil.... e hoje, para me redimir, resolvi elogiar um filme que eu não gostei, para variar, um filme que possui um roteiro fraco e uma história boa e que pelo título da postagem vocês já descobriram qual é.
O Código Da Vinci é um filme que não me chamou a atenção, não gostei da direção, não gostei da adaptação e nem das atuações, porém há algo que se sobressai no filme, as locações e a reconstrução de grandes pontos turísticos (ou pelo menos, pontos que passaram a ser turísticos depois do filme e do livro), acreditem quase todos os locais que aparecem no filme foram filmados no 007 Stage de Pinewood, maior estúdio cinematográfico da Inglaterra. Além de todas as obras que aparecem no cenário do Louvre serem réplicas, ao passo que, as peças originais precisam de condições específicas para manter sua qualidade, e um ambiente de filmagens não proporcionaria tais condições. Mas fiquem calmos, as cenas externas do Louvre são originais!
Sabe como foi possível reconstruir tais locações com detalhes tão ousados? Com a ajuda de uma das maiores ferramentas do mundo cinematográfico, mais conhecida como 'tela verde'.
Por esse aspecto, vale a pena.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

[LIVRO] Demônios e Demônios


Sabe quando se espera algo mínimo de alguma coisa e nem mesmo esse mínino é alcançado?? Pois é eu senti exatamente isso há algumas semanas atrás quando fui assistir no cinema o filme “Anjos e Demônios”. 

Eu nunca fui fã das aventuras de Roberto Longdon, até porque nunca tinha lido e nunca fui de acompanhar “modinhas” como foi na época de “O Código Da Vinci”. Mas fui vítima da curiosidade e com a data de estréia do filme se aproximando, senti uma terrível e incontrolável vontade de ler Dan Brown... Comecei então lendo “Anjos e Demônios”. Confesso que fique surpresa, não é que Dan Brown é bom? O livro é cheio de mistérios, aventuras e descrições fantásticas, mas também possui coisas absurdamente exageradas e humanamente impossíveis. Enfim o livro até certo ponto é, digamos viável, e com um final que estraga tudo que o autor construiu durante a historia. Você não acha que um homem ao pular de um helicóptero há muitos e muitos metros de distância do solo conseguiria sobreviver sem usar pára-quedas? Bom, se ele fosse o Indiana Jones ou o MacGyver eu não duvida iria, mas Robert Longdon? 

Mas apesar destes pontos “humanamente impossíveis” é um bom livro, e recomendo, mas se estiver em dúvida entre ler o livro e ver o filme, ou for dar uma de preguiçoso, acredite leia o livro...

E o filme surpreendentemente é diferente do livro, o filme é cheio de erros do início ao fim! Mesmo sem ler o livro é possível encontrar alguns erros. Por exemplo, no livro Robert sai dos Estados Unidos e vai à Itália em menos de 24 horas graças a uma invenção de um laboratório tecnológico até ai tudo bem, e no filme ele consegue ir dos Estados Unidos à Itália em menos de 24 horas e em um helicóptero! Bom mesmo sem ler o livro isto com certeza despertaria a atenção de qualquer pessoa.

Ok, ok eu sou muuito perfeccionista, mas convenhamos, essa do Longdon sobreviver após pular do helicóptero foi de matar.