BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

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Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

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Resenha de Psicose, de Robert Bloch

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As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

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LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

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sexta-feira, 19 de julho de 2013

Noticia | Trailer Para Maiores de Kick Ass 2


A Comic-Con de San Diego é sempre sinônimo de muitas novidades no mundo do entretenimento e entre as primeiras temos nada mais nada menos do que um trailer para maiores de idade da sequência de Kick Ass.


"A insana bravura de Kick-Ass (Aaron Johnson) inspira uma nova leva de super-heróis independentes. Na última vez que foram vistos, Hit Girl (Chlöe Moretz) e o jovem vigilante Kick-Ass tentavam viver suas vidas normalmente como Mindy e Dave. Com a formatura do colégio se aproximando e incerto sobre seu próximo passo, Dave decide começar a primeira liga de super-heróis ao lado de Mindy. Infelizmente, quando Mindy é flagrada como Hit Girl, ela é forçada a se aposentar -o que a deixa sozinha e sem recursos no assustador mundo das garotas malvadas do colégio. Sem ninguém a quem recorrer, Dave junta forças com a Justice Forever, liga de super-heróis amadores liderada pelo ex-mafioso Coronel Estrelas (Jim Carrey). Quando eles começam a fazer diferença nas ruas, o primeiro vilão do mundo, Red Mist rebatizado como Motherf*cker (Christopher Mintz-Plasse), forma a sua liga do mal e coloca em prática um plano fazer Kick-Ass e Hit Girl pagaram pelo que fizeram com seu pai. Há apenas um problema com o esquema maligno: Se você mexer com um membro da Justice Forever, você mexe com todos os membros da liga."

O filme que tem em seu elenco Aaron Johnson, Chlöe Moretz, Kim Carrey, Christopher Mintz-Plasse e é dirigido por Matthew Vaughn tem data de estréia programada para 13 de setembro deste ano.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Critica | Anna Karenina (2012)


Anna Karenina não nasceu filme, nasceu livro, porém não um livro qualquer e sim, uma publicação assinada por Tolstói. As adaptações desta obra para o cinema não foram poucas, cinco se formos especificar e contar com a mais recente e sempre contaram com grandes atrizes: Greta Garbo (1935), Vivian Leigh (1948), Jacqueline Bisset (1985 - versão feita para a televisão) e Sophie Marceau (1997).

Para aqueles que desconhecem o enredo, informo que a história de Anna Karenina é uma trama de ousadias, quebra de paradigmas e personalidades fortes, qualidades que foram muito bem proporcionadas pelas atrizes que citei e exatamente o oposto ao que Keira Knightley conseguiu reproduzir na versão que concorreu ao Oscar este ano.

A versão de 2012 é dominada por audacioso figurino, que por sua vez transparece a moda predominante no período em que o filme é adaptado, resultando de forma nada surpreende em prêmios, dentre eles o de Melhor Figurino na 85º Cerimônia de entrega dos Academy Awards. Em contrapeso, o clima teatral proposto neste filme, de forma muito errônea diga-se de passagem, transmite apenas confusão visual e o objetivo se perde nesta tentativa de resgatar o classicismo exigido no romance russo. 

O Karenin, vivido por Jude Law, é a grande esperança e revelação do filme. Deixe-me explicar: O ator, de forma muito positiva, torna o personagem literário de pouca autonomia e personalidade em um grande político amarrado aos dogmas propostos pela alta sociedade russa, uma ótima atuação, sem sombra de dúvidas e que inverte os papéis e os carismas.

Keira Knightley, como já mencionei, faz uma atuação medíocre (nada diferente do que vem fazendo há anos), resultando em um evidente desencaixe da própria atriz e seu papel realizado com a proposta original de Tolstói. Uma completa gafe cinematográfica e um insulto literário. 

Completando o triângulo, temos Aaron Johnson no papel de Conde Vronsky, um jovem muito rico que usa a sua beleza e charme para tirar dos trilhos Anna Karenina, e apesar do já provado talento, o ator se deixou levar pelo clima de deficiência e acabou realizando um trabalho ao nível de seu par.

Por fim há de se mencionar as atuações medianas dos atores secundários, o que muito se deve ao roteiro atrapalhado e à teimosia da utilização dos cenários teatrais, e a decepcionante direção de Joe Wright, que dirigiu Desejo e Reparação com a fantástica Keira Knightley, conhecem? Em fim, Anna Karenina, apesar dos erros, não deixa de ser uma história comovente e clássica, afinal a essência da sua história está lá (meio escondida, mas está) acompanhada pelo maravilhoso figurino e a atuação "pau para toda a obra" de Jude Law.

Uma parceria com


domingo, 27 de janeiro de 2013

Tolstói choraria


A obra de Liev Tolstói, publicada em 1877, intitulada Anna Karenina, conta a história de Anna (Keira Knightley), em plena Rússia Imperial e aristocrata. Após uma viagem, Anna – que é casada – conhece o conde Vrosky (Aaron Johnson), com quem tem um caso extraconjugal.

O filme, que se passa num teatro – mas não em todas as cenas – confunde o telespectador, que não faz ideia o motivo disso. Apesar do figurino impecável, o filme deixa a desejar. Muitos dos atores como Keira Knightley, Aaron Johnson e Jude Law permanecem sem expressão facial quase durante o filme inteiro, no maior estilo Kristen Stewart de ser.

Keira não conseguiu emplacar a mesma atuação realizada em Orgulho e Preconceito, motivo pelo qual ela faz diversos filmes de época. Aaron em nada lembra o amante viril e cortejador do livro, mais parecendo um adolescente.

Como dito, o figurino e a maquiagem tentam salvar o filme, mas não exatamente conseguem. São mais de duas horas de sentimentos confusos e péssimas atuações, mesmo com atores de elite. A escolha dos cenários e da parte do “teatro” que até agora é incógnita na cabeça de quem já assistiu.

A película estreia em 15 de fevereiro nos cinemas brasileiros, mesmo tendo saído nos cinemas americanos em novembro e nos britânicos, em setembro. Conta com o carismático Matthew Macfayden no elenco, antigo parceiro de Keira em Orgulho de Preconceito, que foi outra tentativa de tentar salvar o elenco.





Por Gabriel Johnson (@80cao)