BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

BoJack Horseman

Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

Critica | Lucy

Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

Neuromancer, 30 anos

LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

LIVRO | Perdido em Marte

O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

O Iluminado, de Stephen King
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domingo, 9 de junho de 2013

CRITICA | Os Infratores

“Os Infratores” conta a história dos irmãos Bondurant: Forrest (Tom Hardy de “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, 2012), Howard (Jason Clarke) e o caçula Jack (Shia LaBeouf da trilogia “Transformers”) durante o período da lei seca nos EUA. Os irmãos prosperavam fabricando seu whisky de garagem e o comercializavam em Chicago sem maiores problemas, até que a máfia envia Charlie (Guy Pearce de “Amnésia”, 2000) para acabar com o negócio.

Howard (Jason Clarke), Jack (Shia LaBeouf) e Forrest Bondurant (Tom Hardy)
Este é um filme de gângsteres bem construído esteticamente e também em relação à história. Diferente de “Caça aos Gângsteres” (2013) com uma história que não conseguiu envolver o espectador. A história é envolvente e prende o espectador do início ao fim, é daqueles filmes que te deixam aflito e na torcida pelos personagens, porque eles conseguem conquistar por serem bem desenvolvidos pelos atores e também são muito bem escritos. Em especial, o vilão da história, Guy Pearce está hipnotizante e consegue despertar até no mais cético espectador, uma repulsa incontrolável.

Guy Pearce como o desprezível vilão Charlie.
Em suma, “Os Infratores” consegue com êxito, acertar em vários pontos: Trilha sonora (coletânea e original), a fotografia esplendorosa de Benoît Delhomme e o roteiro muito bem amarrado de Nick Cave, além das atuações competentes de Tom Hardy, Shia LaBeouf e Guy Pearce. Pelo visto, Hollywood ainda consegue acertar, mesmo que seja difícil de acreditar, ainda mais com um bom diretor no comando, como John Hillcoat.

Por Rafael Brito

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Crítica | A Hora Mais Escura


The Zero Dark Thirty é o título original de A Hora Mais Escura, o famoso filme do Bin Laden, injustiçado em inúmeras premiações, como vem sendo falado incansavelmente pela imprensa. A história é aquela que já estamos cansados de ouvir, é a caçada ao homem mais procurado e perigoso do mundo pelo governo americano e sua conquista ao completar a missão. Será?

O filme começa com uma forte cena de tortura, demonstrando da forma mais clara possível como eram tratas as fontes de informações do governo americano e o quanto estas fontes repudiadas e até mesmo enganadas, quando não manipuladas, eram facilmente descartadas quando não mais necessárias. Esta cena e outras tantas que surgem no decorrer do filme foram alvos de severas críticas, por serem honestas, como diz a própria diretora, e de maneira alguma incentivam a prática de seus atos, pelo contrário, servem como sutil denúncia e crítica aos atos americanos, um dos maiores paradoxos do filme.

Apesar da, como dito, sutil denúncia, o ambiente do filme sugere durante todo o seu percurso que o povo muçulmano deve ser tratado com desconfiança e que não existe nada mais importante no mundo do que a cabeça premiada do terrorista, sentimentos preconceituosos e, infelizmente, de caráter dominante na população americana, o que não é à toa. Após o trágico evento do 11 de setembro, o governo americano se fechou em copas e declarou indiretamente guerra a um povo inteiro representado por poucos e eternamente estigmatizado e amaldiçoado desde então.

Jessica Chastein, após sua ótima atuação em História Cruzadas, retorna neste filme com uma atuação   inversamente proporcional à exigência de sua personagem embora o seu esforço seja evidente e sua audácia constante, fatores que provavelmente a ajudaram muito a conquistar alguns prêmios por aí, mas faltou alcançar atitude, característica fundamental da personagem. A atriz dá vida à Maya, agente da CIA que decide se dedicar a descobrir o paradeiro de Bin Laden, primeiramente por instinto e necessidade americana e depois por vingança, e acaba se tornando a responsável pela missão de reconhecimento que resulta na morte do terrorista.

Kathryn Bigelow, nossa destemida diretora, mais uma vez repete a parceria com o roteirista Mark Boal, responsável pelo roteiro de Guerra Ao Terror, e peca ao fazer um filme longo, com pouco enredo e enrolado. São mais de duas horas do mesmo blá blá blá que eventualmente é animado por algumas explosões, porém nada que seja suficiente para manter quem assiste acordado, e acaba perdendo o domínio da situação dentro de seus 157 longos minutos. 

Apesar de seus defeitos, o ponto mais positivo do filme é, sem dúvidas, as suas poucas indiretas ao governo americano, tão rápidas que se não bem observadas passam despercebidas, mas que estão lá para incomodar e causar desconforto (aqui entra mais uma vez o paradoxo de que falei). Tais indiretas poderiam ter sido mais usadas pela diretora e seu roteirista, mas o espírito americano e a necessidade patriótica falam mais alto as vezes e até mesmo as críticas são feitas com medo, também, devido à prováveis e futuras represálias.

O final do filme é o momento de maior agitação, uma cena longa, extremamente detalhada (aqui não critico sua demora, afinal é o ponto alto do filme), cheia de violência e os relatos da ocasião são seguidos a risca, desde a infiltração na casa, a morte de vários dos habitantes do local, a descoberta de inúmeros arquivos cheios de 'spoilers' sobre o futuro do terrorismo, até a chegada ao objetivo daqueles 157 minutos que falei, a morte de Bin Laden, ou pelo menos achamos que é ele, afinal de contas nem o governo americano parece ter tanta certeza, e o filme resgata esta dúvida ao mostrar pequenos relances da face suja de sangue e desfigurada do terrorista, quando não através de fotos, como aquelas que vazaram para a imprensa na época, representado mais uma vez de forma indireta uma crítica à incerteza americana.

Enfim, A Hora Mais Escura tinha tudo e mais um pouco para ser um dos filmes mais audaciosos e auto críticos dos últimos tempos, mas peca ao ter medo de expressar tacitamente sua opinião, acaba se tornando mais uma repetição prolongada daquilo que zilhões de jornais, telejornais, rádios e sites informaram na época já de forma repetida, e uma mera ilustração do sentimento indiscreto dos covardes influenciados pela boa moral.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Notícia | Novos Clipes do Terror "Mama"


Guillermo Del Toro ataca novamente e seu novo filme, Mama, baseado no curta metragem de mesmo nome acaba de ganhar seu primeiro trailer e data de laçamento. Enquanto esperamos a estréia que está programada para 5 de abril de 2013, a Paramount Pictures divulgou 4 novos clipes.

Na história, um casal, Jessica Chastain e Nikolaj Coster-Waldau, tem que se desdobrar para proteger as sobrinhas de um mistério sobrenatural. Observem que é mais um filme trazendo crianças como protagonistas de filmes do gênero, recentemente tivemos A Entidade e Possessão.




quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Notícia | Filme De Bin Laden Ganha Trailer Legendado


A diretora Kathryn Bigelow, responsável pelo oscariado Guerra Ao Terror, comandará o filme A Hora Mais Escura que mostrará a caça do governo dos Estados Unidos ao líder terrorista da Al Qaeda até o momento de sua eliminação em 2011.

O filme terá em seu elenco Ricky Sekhon, Jessica Chastain, Mark Strong, Édgar Ramírez, Mark Duplass, Frank Grillo e Jason Clark. O roteiro será responsabilidade de Mark Boal, parceiro de Kathryn em Guerra Ao Terror.

A estréia está programada para 18 de janeiro de 2013, aqui no Brasil.

Além do trailer legendado, quatro novas imagens foram divulgadas. Confira abaixo:





domingo, 12 de fevereiro de 2012

Histórias Cruzadas (The Help)

O drama vivido pelos negros através da história é manchado com inúmeros eventos racistas e explorações desnecessárias. A sociedade branca da época, diga-se de passagem com altos padrões de vida, enxergava os negros, assim como seus antepassados fizeram, apenas como mais uma mão de obra barata e de fácil exploração.

Ser racista era um fator determinado pela moda, muitas pessoas nem concordavam com a ideia mas a seguiam só para não ficar de fora de grupinhos, os quais depositavam toda a sua inspiração em construções de novas piadas e novos rumores que destruíssem a reputação da sociedade negra.

Na história temos toda essa lenga lenga, porém como sempre há um super herói ou melhor, uma super heroína, no caso do filme, podemos esperar uma história com uma boa lição de moral. Skeeter, personagem vivida por Emma Stone, uma jovem e talentosa jornalista, ao retornar para casa percebe que Constantine, a empregada negra que a criara, havia sido demitida. Como a tradição mandava, as mulheres negras cuidavam dos lares das famílias brancas que não conseguiam conciliar o tempo entre criar os filhos e participar de eventos da alta sociedade. Constantine foi uma dessas, assim como  Aibileen, Minny e outra tantas que se reuniram para escrever o livro "the help" com Skeeter, onde relataram todas as histórias malucas e degradantes criadas por suas patroas.

Histórias Cruzadas, apesar de relembrar um triste momento da história, traz com grandes parcelas de humor a conquista do respeito que há muito havia se perdido entre sociedades que se autojulgavam superiores por meros motivos estéticos além, é claro, de salientar que não existem diferenças quando há amor e o reconhecimento da construção de um bom caráter.