BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

BoJack Horseman

Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

Critica | Lucy

Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

Neuromancer, 30 anos

LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

LIVRO | Perdido em Marte

O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

O Iluminado, de Stephen King
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Critica | Os Vingadores


O filme de Os Vingadores colocou um ponto final na ânsia dos milhares de fãs da Marvel ao juntar, após anos, alguns dos principais heróis dos quadrinhos em um único lugar (filme). Antes de o longa ser lançado nos cinemas, já haviam sido lançados dois filme de O Homem de Ferro, um filme de Thor, um filme de O Capitão América e alguns filmes de Hulk (aliás, Hulk no cinema é uma assunto delicado), portanto já tínhamos conhecimento dos rostinhos, ou pelo menos de sua maioria, que nos alegrariam, ou não, no mais novo projeto de Joss Whedon.

Em meio a tantas expectativas além das cobranças e responsabilidades que a história por si só traz, os vingadores acabou se perdendo dentro de uma trama fraca e infantil que tenta amortecer seus pontos negativos com espetáculos visuais, vulgarmente conhecidos como 3D, com o carisma de Robert Downey Jr. e os rostinhos bonitos de Chris Evans e Chris Hemsworth (há quem inclua Mark Ruffalo à lista).

Na história, o Tesseract está sob o domínio e estudos da S.H.I.E.L.D, maior organização "administradora de heróis'" dos universos, e inesperadamente o cubo mágico começa a sofrer alterações eletromagnéticas, radioativas, enfim, entra em trabalho de parto e um enorme portal se abre, dando à luz a Loki, o rejeitado irmão de Thor, e aí que toda a emoção (emoção?) começa. Rapidamente a S.H.I.E.L.D começa seu plano infalível e convoca seus melhores e mais famosos heróis: latão humano, aranha, robin hood, tomate verde, bela adormecida e, em meio a confusão, Thor surge no maior estilo deus de ser. Nick Fury vai à loucura com tantos heróis legais reunidos e a sua disposição.

Inúmeros eventos acontecem, uma hora os heróis estão no comando da situação e outra Loki está, mas podemos resumir o alvoroço simplesmente como sendo um jogo de manipulações previsíveis e baratas, sobrando até mesmo para Nick Fury (o seu, o meu e o nosso sempre Jedi Samuel L. Jackson) participar da ciranda e entre as jogadas, obviamente, acaba sobrando para os heróis salvarem o mundo.

A história composta por um roteiro fraco e dedicada ao público infantil (acredito) agrada poucos, ou talvez agrade apenas aqueles que detêm pouco conhecimento pelo assunto Marvel/quadrinhos ou até mesmo conhecimentos técnicos cinematográficos, serve de bom entretenimento e possibilita a realização do sonho de reunir histórias de grandes heróis já contadas em outros filmes, mas fica apenas nisso.

Infelizmente o sonho dura pouco, a alegria que era muita acabou se restringindo aos trailers, clipes e teasers cheios das melhores cenas e restou para o filme apenas o vazio e o humor característico de Tony Stark que não consegue ser suficiente para tornar o filme tão bom quanto os seus filmes solos. Enfim, Avengers (ou Vingadores, como preferirem) tinha tudo para ser um dos maiores filmes, não estou falando em bilheteria e sim em qualidade, mas acabou pecando em confiar que apenas as figuras carismáticas e já consagradas fossem conseguir segurar a responsabilidade e carregar sozinhas o sucesso de uma grande história.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Crítica | A Hora Mais Escura


The Zero Dark Thirty é o título original de A Hora Mais Escura, o famoso filme do Bin Laden, injustiçado em inúmeras premiações, como vem sendo falado incansavelmente pela imprensa. A história é aquela que já estamos cansados de ouvir, é a caçada ao homem mais procurado e perigoso do mundo pelo governo americano e sua conquista ao completar a missão. Será?

O filme começa com uma forte cena de tortura, demonstrando da forma mais clara possível como eram tratas as fontes de informações do governo americano e o quanto estas fontes repudiadas e até mesmo enganadas, quando não manipuladas, eram facilmente descartadas quando não mais necessárias. Esta cena e outras tantas que surgem no decorrer do filme foram alvos de severas críticas, por serem honestas, como diz a própria diretora, e de maneira alguma incentivam a prática de seus atos, pelo contrário, servem como sutil denúncia e crítica aos atos americanos, um dos maiores paradoxos do filme.

Apesar da, como dito, sutil denúncia, o ambiente do filme sugere durante todo o seu percurso que o povo muçulmano deve ser tratado com desconfiança e que não existe nada mais importante no mundo do que a cabeça premiada do terrorista, sentimentos preconceituosos e, infelizmente, de caráter dominante na população americana, o que não é à toa. Após o trágico evento do 11 de setembro, o governo americano se fechou em copas e declarou indiretamente guerra a um povo inteiro representado por poucos e eternamente estigmatizado e amaldiçoado desde então.

Jessica Chastein, após sua ótima atuação em História Cruzadas, retorna neste filme com uma atuação   inversamente proporcional à exigência de sua personagem embora o seu esforço seja evidente e sua audácia constante, fatores que provavelmente a ajudaram muito a conquistar alguns prêmios por aí, mas faltou alcançar atitude, característica fundamental da personagem. A atriz dá vida à Maya, agente da CIA que decide se dedicar a descobrir o paradeiro de Bin Laden, primeiramente por instinto e necessidade americana e depois por vingança, e acaba se tornando a responsável pela missão de reconhecimento que resulta na morte do terrorista.

Kathryn Bigelow, nossa destemida diretora, mais uma vez repete a parceria com o roteirista Mark Boal, responsável pelo roteiro de Guerra Ao Terror, e peca ao fazer um filme longo, com pouco enredo e enrolado. São mais de duas horas do mesmo blá blá blá que eventualmente é animado por algumas explosões, porém nada que seja suficiente para manter quem assiste acordado, e acaba perdendo o domínio da situação dentro de seus 157 longos minutos. 

Apesar de seus defeitos, o ponto mais positivo do filme é, sem dúvidas, as suas poucas indiretas ao governo americano, tão rápidas que se não bem observadas passam despercebidas, mas que estão lá para incomodar e causar desconforto (aqui entra mais uma vez o paradoxo de que falei). Tais indiretas poderiam ter sido mais usadas pela diretora e seu roteirista, mas o espírito americano e a necessidade patriótica falam mais alto as vezes e até mesmo as críticas são feitas com medo, também, devido à prováveis e futuras represálias.

O final do filme é o momento de maior agitação, uma cena longa, extremamente detalhada (aqui não critico sua demora, afinal é o ponto alto do filme), cheia de violência e os relatos da ocasião são seguidos a risca, desde a infiltração na casa, a morte de vários dos habitantes do local, a descoberta de inúmeros arquivos cheios de 'spoilers' sobre o futuro do terrorismo, até a chegada ao objetivo daqueles 157 minutos que falei, a morte de Bin Laden, ou pelo menos achamos que é ele, afinal de contas nem o governo americano parece ter tanta certeza, e o filme resgata esta dúvida ao mostrar pequenos relances da face suja de sangue e desfigurada do terrorista, quando não através de fotos, como aquelas que vazaram para a imprensa na época, representado mais uma vez de forma indireta uma crítica à incerteza americana.

Enfim, A Hora Mais Escura tinha tudo e mais um pouco para ser um dos filmes mais audaciosos e auto críticos dos últimos tempos, mas peca ao ter medo de expressar tacitamente sua opinião, acaba se tornando mais uma repetição prolongada daquilo que zilhões de jornais, telejornais, rádios e sites informaram na época já de forma repetida, e uma mera ilustração do sentimento indiscreto dos covardes influenciados pela boa moral.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Crítica | Frankenweenie


- Quem conhece o curta metragem Frankenweenie?
- Curta?
- Isso mesmo.
- Mas o novo filme de Tim Burton não é um curta.
- É verdade, mas ele é baseado em um.

Na década de 80, Burton estava assistindo a um dos clássicos do terror, Frankenstein, lembrou de um cachorro que teve na infância e subitamente teve a ideia de adaptar a história de Frankenstein para o seu mundo, porém com um viés menos agressivo e mais humano.

Neste filme, assim como no curta, temos o personagem Victor Frankenstein e seu cachorro e fiel escudeiro Sparky. Um dia, durante uma partida de baseball, Sparky vai atrás da bola que havia sido rebatida para fora do campo e é atingido por um carro, não restando possibilidades de sobrevivência e Victor, como esperado, fica muito triste, afinal de contas Sparky era seu único amigo. Algum tempo depois, durante uma aula de ciências, Victor descobre que criaturas vivas, mesmo após a morte, reagem a impulsos elétricos e imediatamente tem a ideia de trazer à vida seu adorado Sparky.

No curta, o laboratório de Victor é equipado com os objetos usados no filme inspirado no livro de Mary Shelley e o mesmo ambiente é trazido na animação, apesar de ser mais discreto, e é neste ambiente que Victor e, originalmente Dr. Frankenstein, trazem à vida suas obras primas. Após a ressuscitação, Sparky é visto pelos vizinhos que pensam se tratar de alguma criatura demoníaca comedora de criancinhas (ok, isso foi levemente exagerado, mas eles realmente pensaram que era um monstro) e em meio a confusão alguns colegas de Victor descobrem sua façanha e resolvem trazer suas próprias criaturas à vida, o que gera ainda mais confusão e agora, Victor e Sparky terão que salvar a cidade que os quer destruir.

O filme dirigido por Burton é uma obra prima, assim como Sparky, e resgata não só o clássico curta do diretor mas a sua própria essência sombria e estranhamente sensível e humana, aquela mesma essência que vemos em Edward Mãos de Tesoura, por exemplo. Além do resgate pessoal, podemos observar mais uma lição de amizade trazida pelo cinema durante o ano de 2012 e a propósito, é uma linda história de amizade, algo que somente poderia ter sido escrito e transmitido por alguém que já teria passado pela terrível perda de um fiel escudeiro.

A animação é em preto em branco, assim como o clássico que a inspirou e seu desfecho é semelhante, exceto por possuir final feliz, conta com um excelente trabalho artístico também desenvolvido por Tim Burton e trilha sonora tradicionalmente criada por Danny Elfman. Como prova final do retorno de Burton às origens temos a ausência de Johnny Depp e Helena Bonham Carter no elenco, o que nunca havia deixado de acontecer desde Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas e A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, respectivamente.

Enfim, podemos considerar ambos os filmes duas pérolas artísticas e duas reproduções sombriamente sensíveis e repletas de sentimentos, união de características que só seriam possíveis e dariam certo no estranho mundo de Tim Burton. Portanto, aqui deixo minhas cinco estrelas e um enorme parabéns ao mestre do genialmente estranho estilo Burton de ser.

Assista abaixo ao curta original de Burton:

Crítica | Valente


E mais uma vez a Pixar acerta e desperta fortes emoções até mesmo nos ogros e ogras de plantão. Merida é uma princesa, mas uma princesa diferente das que a Disney está acostumada a nos apresentar, ela não tem postura, não liga para os bons modos e costumes e ainda por cima vive com um arco e flechas pra cima e para baixo. Um absurdo! E sua relação familiar também não nada é tradicional, ela não é órfã e possui três irmãos  carinhosos, na medida do possível, e no entanto tudo que deseja é não ser filha da Rainha e muito menos ser princesa.

A rainha Elinor tenta a todo o custo transformar Merida em uma princesa tradicional principalmente para apresentá-la aos seus futuros pretendentes, que deverão disputar a sua mão em jogos, porém Merida acaba fugindo da disputa e no caminho acaba encontrando uma velha bruxa que lhe concede um desejo. A princesinha sem exitar pede a bruxa para que sua mãe mude e a feiticeira lhe entrega um pedaço de bolo que deverá ser comido pela mãe e somente por ela. Voltando ao castelo, a princesinha dá a mãe o pedaço do bolo e surpreendentemente a rainha se transforma em uma desastrada ursa, mas o problema não termina por aí, o rei é conhecido por ter enfrentando o mais perverso urso do reino e desde o último ataque o procura para vingar a perna perdida na batalha. A rainha ursa Elinor encontra-se em sérios apuros e somente Merida poderá ajudá-la.

Dirigido por Mark Andrews e com vozes de Emma Thompson e Julie Andrews, Valente dá um show de valorização de amizade e sentimentos familiares, pontos guiados por um roteiro muito bem escrito por Brenda Chapman e Irene Mecchi, uma verdadeira lição em um filme cheio de cores e embalado por um ótima trilha sonora (parabéns Patrick Doyle).

Além da temática principal, outros aspectos, que até então eram esquecidos pela Disney devido a supervalorização da necessidade de ter um personagem carente de atenção e dedicado às minorias comuns aos temas, foram trazidos nesta nova animação, aspectos como a rejeição familiar e a importância de ser ouvido e respeitado (um dos maiores dilemas adolescentes do século).

Enfim, Valente é um jogo de sentimentos recheado de lições óbvias mas que ao mesmo tempo vieram perdendo espaço nas relações familiares. Portanto curta esta história que será considerada por muitos como clichê quando analisadas superficialmente, mas permita-se sentir e desfrutar da mais profunda e pura relação sentimental, a relação entre mãe e filho.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Crítica | O Impossível


O desastre natural que impactou o mundo em 2004 ganhou uma versão cinematográfica que cumpre a promessa de relembrar o mundo o sofrimento daqueles que lá estavam através da história da família Bennett (nome adaptado para o cinema).

A história baseada em fatos reais mostra o sofrimento da família para se reencontrar e para vencer o medo e a morte. Maria, Henri e seus três filhos, Lucas (15 anos), Tomas (7 anos) e Simon (5 anos) foram passar as férias na Tailândia mas não esperavam que o descanso fosse ser interrompido por uma devastadora onda gigante.

Os detalhes do filme são impressionantes, desde o som assustador que antecede a tragédia, como inúmeras vezes é descrito por aqueles que sobreviveram, até a superlotação dos hospitais e sua desorganização. A fantástica atuação do trio mirim, que deixa a dos veteranos no bolso, é a cereja do bolo para a perfeição de um filme dramático, uma combinação invejavelmente clichê e emocionantemente envolvedora.

Além dos detalhes mais salientes, temos as ótimas cenas de inundação, feitas com grandes recursos cinematográficos de sobreposição de imagens (como pode ser visto aqui) resultando em altos níveis de realismo e agonia. Podemos sentir o drama vivido pelos que estavam no local onde ocorreu o tsunami, obviamente que em doses muito menores, mas mesmo assim suficientes para transferir a quem assiste os sentimentos mais próximos da realidade.

Este filme de direção mediana liderada por J.A. Bayona (O Orfanato) e trilha sonora irrelevante, ainda possui um grande ponto negativo, a atuação de Ewan McGregor. O ator, que há certo tempo vem realizando um trabalho medíocre no cinema, não se esforça para acompanhar o ambiente proporcionado pelo filme e é humilhado pelas incríveis atuações das crianças e, surpreendentemente, de Naomi Watts. Henry é o único personagem por quem não fazemos questão de dividir sentimentos diante de sua inexpressividade.

Portanto, prepare seu lenço ao assistir este filme, reviva um dos momentos mais dramáticos dentre as tragédias naturais do século XXI, apenas ignore o trabalho de Ewan McGregor (o que não será tão difícil) e se solidarize com a história real da família Belón.

domingo, 13 de janeiro de 2013

Critica | Argo


O filme é ambientado em 1979, quando a embaixada americana do Teerã é invadida por militantes que exigiam a extradição do ex-governante do país, Mohammad Reza Pahlavi, que estava em tratamento de saúde nos Estados Unidos. Na invasão, as pessoas que trabalhavam no local foram feitas reféns, escapando da tortura apenas seis destes.

Com relação ao grande grupo que estava sob domínio dos militantes não havia nada de imediato e seguro que o governo dos Estados Unidos pudesse fazer, porém com relação ao pequeno grupo, que havia se refugiado junto ao embaixador do Canadá, ainda havia esperanças. A CIA estava responsável pelo resgate dos 6 refugiados e uma série planos de salvamento foram elaborados, até que a ideia de Tony Mendez se destacou, ou melhor, se tornou a mais plausível.

O agente teve a ideia criar um falso filme que teria como locação pasra filmagens o Teerã e usaria do prestígio universal do cinema hollywoodiano para convencer os militantes radicais a permitir a avaliação do local com a sua equipe e a grande sacada estaria na composição desta equipe, que seria formada pelos seis refugiados.

Mas como Mendez conseguiria enganar o governo do Teerã e levar os refugiados em segurança para os Estados Unidos?

Ninguém sabia, mas eram seis vidas que estavam em risco e Mendez não deixaria de cumprir sua missão.

O agente organizou um escritório, comprou um roteiro e artes e contratou uma equipe de apoio pois nada poderia sair errado e viajou para o Teerã. Lá chegando, entrou em contato com a equipe, passou a treiná-los e começou a falsificar a documentação necessária para a viagem do grupo.

A missão suicida e desacreditada pela própria CIA, que se tornou uma grande lição para todos os envolvidos, foi astuciosamente relatada em um excelente roteiro, cheio de detalhes e narrativas bem amarradas coordenadas por uma segura e precisa direção. Ben Affleck mais uma vez se mostra capaz de realizar um ótimo trabalho técnico, porém, talvez seja cedo demais para aliar direção e atuação e, ainda, talvez fosse interessante se dedicar mais ao que anda fazendo de melhor ultimamente: dirigir.

O filme não possui grandes atuações, a qualidade é bem ao nível do aceitável para uma produção com um orçamento de 44 milhões de dólares, porém compensa nos aspectos técnicos como direção, roteiro e enredo. Enfim, Argo é um dos melhores filmes do ano, está longe da perfeição mas tenho certeza de que Ben Affleck está no caminho certo para se tornar um dos diretores mais prestigiados da nova safra.

ARGO ESTÁ EM PRÉ VENDA EM BLU-RAY E DVD

Saraiva Blu-ray
Saraiva DVD

O LIVRO QUE SERVIU DE BASE PARA O FILME JÁ ESTÁ DISPONÍVEL

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Saraiva E-book