BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

BoJack Horseman

Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

Critica | Lucy

Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

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LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

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O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

O Iluminado, de Stephen King
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domingo, 23 de fevereiro de 2014

Agradavel surpresa

A segunda temporada de House of Cards foi liberada completa no serviço de streaming de vídeo Netflix em 14 de fevereiro. Para quem não sabe, o seriado de maior sucesso do serviço foi renovado para uma terceira temporada, pronta pra estrear em 2015 e, como de costume, em fevereiro.

Já no primeiro episódio, um evento marcante e totalmente inesperado acontece que pode colocar em risco a vida de todo mundo que esteja investigando as tramoias do protagonista, o líder da na maioria na Câmara dos Representantes e, logo depois nomeado Vice-Presidente dos Estados Unidos, Frank Underwood.

Frank segue com seus jogos manipulativos e persuasivos de sempre e Claire faz uma revelação emocionante diante das câmeras em rede nacional. Apesar disso, nem tudo vai muito bem para o casal de anti-heróis, que acabam por ganhar inimigos e travar grandes batalhes de âmbito internacional, colocando em risco negociações governamentais e antigas alianças. No final das contas, só Deus sabe o que pode acontecer.


House of Cards não cansa de surpreender e, na segunda temporada, mostra que é um seriado inteligente e excitante. Os diversos acontecimentos emocionantes fazem o público vidrar na tela da televisão – ou muito mais provavelmente, o computador –, e põe valores morais em cheque a todo instante.


Por Gabriel Johnson (@80cao)

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Prazer: Do inferno, Jack, o Estripador

Mesmo que eu não seja um fã fanático do Johnny Depp – como conheço muita gente que é –, é inegável seu talento diante das câmeras. Muito jovem, iniciou a carreira em 1984 em um filme de terror (A Nightmare on Elm Street) e veio conquistando fama desde então.
Em 2001, estrelou Do Inferno (From Hell), como o sensitivo inspetor da polícia inglesa Frederick Abberline, viciado em ópio que investigava os assassinatos das prostitutas realizados por Jack, o Estripador na região de Whitechapel, na Londres de 1888. O filme foi baseado na história em quadrinhos homônima e tem também Heather Graham e Robbie Coltrane também no elenco.

Durante a sequência de duas horas, a fotografia e a cinematografia conseguem ser impecáveis. As cenas fortes levemente mostradas aliadas às cores fortes e opacas – normalmente vermelhas, associando ao sangue e ao terror – conseguem envolver o telespectador com o suspense conforme os crimes vão sendo consumados e a trama descoberta, aguçando a curiosidade de quem assiste. A reviravolta do desfecho também é digna de elogios, apesar de um pouco comum no cinema.

De acordo com o Netflix, a classificação etária é de 18 anos, mesmo eu achando totalmente desnecessário. As cenas mais fortes não assustaram nem mesmo meu irmão de quase 14 anos, mesmo que ele tenha tido um pouco de dificuldade de fazer as conexões psicológicas da trama que o envolvia como envolvia a todos que assistiam comigo. 


O filme é uma boa pedida, mesmo que Johnny Depp não consiga expressar muitas emoções, o que é aceitável, pois, na história, o inspetor perdeu a mulher, se jogou ao vício do ópio e está enfrentando o maior desafio de sua carreira. Some-se isso ao fato de estar apaixonado por uma prostituta, possível vítima de Jack. O ar de amargura acompanha o personagem até o fim do filme e poucos sorrisos são vistos em sua face. O sotaque britânico forçado de Heather, que interpreta Mary Kelly, consegue superar o de Depp facilmente.


Por Gabriel Johnson (@80cao)

domingo, 29 de dezembro de 2013

Expurgacao

Imagine que, em uma noite por ano, você fosse livre e pudesse sair por aí matando quem quisesse, com a autorização da polícia e com nenhuma chance do assassinado ser salvo, pois todos os serviços médicos de urgência foram suspensos. Nos Estados Unidos do futuro, em 2022, isso é possível. Pelo menos é o que propõe o filme Uma Noite de Crime (The Purge, 2013). Ninguém está a salvo.

Essa noite, chamada de “expurgação”, permite que você libere sua raiva e seus instintos durante 12 horas, sem que nada o impeça. Ser livre para fazer o que quiser. O motivo é simples: a violência tomou conta do país e as cadeias estão superlotadas. O método propõe aliviar essa situação, e é ao mesmo tempo criticado e ovacionado pela população, mídia e especialistas.

A obra de baixo orçamento nada mais é, ao meu ver, do que uma crítica clara ao liberalismo norte-americano, que mistura ficção científica e futurismo. Apesar de ser caracterizado de terror, nada mais é do que o suspense. Os clássicos sustos são corriqueiros, mas nada aterrorizante. Um grupo de radicais que matam por prazer também são abordados no filme, que usam máscaras para não serem reconhecidos.

Eu poderia resumir a história do filme, mas é totalmente desnecessário. A única parte interessante eu já expliquei: a ideia das 12 horas de matança é no que se debruçou a direção do filme. Além disso, a trilha sonora é bem peculiar e o desenrolar é totalmente banal. Há umas duas ou três tramas que se passam concomitantemente de forma bem pobre. Se você não dormir nos primeiros 20 minutos de filme, ótimo. A parte boa começa só depois disso.

Apesar disso, o filme é uma boa distração e com certeza, você não vai desprender os olhos da tela, procurando saber o que acontece na sequência. Serve também para se pensar, refletir. Não sei se foi só comigo, mas os mascarados e a ideia de sair quebrando tudo sem razão aparente me lembrou dos protestos de junho. Não os pacíficos, obviamente. Sei que posso estar cometendo um crime, mas não fazer a referência é praticamente impossível.

A película tem Ethan Hawke, Lena Headey, Adelaide Kane e Mark Burkholder nos papeis principais. Apesar da sua chatice, rendeu 89 milhões de dólares nos cinemas americanos e foi considerado um tremendo sucesso, dando lucro comparado aos 3 milhões gastos para ser feito. Uma sequência será lançada em junho do ano que vem.

Por Gabriel Johnson (@80cao)

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Trash Mix - The Rocky Horror Picture Show

The Rocky Horror Picture Show (20th Century Fox, 1975) é um musical clássico trash que cultua a ficção científica, os filmes B e as histórias de terror. Inusitado, o filme mistura e aborda de forma cômica e sem preconceitos bissexualidade, transexualidade, alienígenas, a cultura punk e o rock’n’roll, canibalismo, experimentos e ciência entre outras coisas, alguns pontos considerados delicados para a década de 1970.

O filme começa com lábios flutuantes cantando um louvor à ficção científica. Depois, um criminologista começa a contar a história de um casal do interior que ficam noivos e vão viajar. Quando o carro estraga no meio da estrada, eles são obrigados a bater numa mansão, pedindo para usar o telefone e chamar ajuda. Dentro da mansão, uma festa está acontecendo, e eles são convidados a ficar. É aí que as coisas começam a  ficar estranhas e surreais.

A obra de Richard O’Brien (que também é responsável pela trilha sonora, roteiro e um papel do filme) é desde então considerado um filme cult e nunca mais deixou as telas do cinema – uma legião de fãs até hoje vai ao cinemas para assistir à sua exibição, principalmente dos Estados Unidos. O sucesso de bilheteria teve orçamento de apenas US$ 1,4 milhão e faturou mais de US$ 365 milhões, tendo sido lançado em DVD e mais recentemente, em Blu-Ray.

Com certeza, The Rocky Horror Picture Show é um filme interessante. O musical saiu dos palcos do teatro para as telas do cinema, sem perder o brilho e audácia de seu criador, Richard O’Brien. A película cutuca de forma direta os costumes da época, quebrando tabus e levando os mais conservadores à histeria.

A psicologia do filme é intensa e profunda, precisando muitos momentos de reflexão para que seja de fato compreendida e legitimada. No entanto, a mente perturbada que idealizou a história do filme que misturou a história de Frankstein, aliens, sexo e rock’n’roll tinha um interesse por trás de tudo.

O elenco do filme americano-britânico conta com Tim Curry como o Dr. Frank N. Furter, Susan Sarandon como Janet Weiss, Barry Bostwick como Brad Majors, Richard O’Brien como Riff Raff, Patricia Quinn como Magenta, Nell Campbell como Columbia, Jonathan Adams como Dr. Everett Scott, Peter Hinwood como Rock Horror, Charles Gray como O Criminologista e Meat Loaf como Eddie.

Por Gabriel Johnson