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domingo, 23 de fevereiro de 2014
Agradavel surpresa
Já no primeiro
episódio, um evento marcante e totalmente inesperado acontece que pode colocar em
risco a vida de todo mundo que esteja investigando as tramoias do protagonista,
o líder da na maioria na Câmara dos Representantes e, logo depois nomeado
Vice-Presidente dos Estados Unidos, Frank Underwood.
House of Cards
não cansa de surpreender e, na segunda temporada, mostra que é um seriado
inteligente e excitante. Os diversos acontecimentos emocionantes fazem o
público vidrar na tela da televisão – ou muito mais provavelmente, o computador
–, e põe valores morais em cheque a todo instante.
Por Gabriel Johnson (@80cao)
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Prazer: Do inferno, Jack, o Estripador
Em 2001,
estrelou Do Inferno (From Hell), como o sensitivo inspetor da polícia inglesa Frederick
Abberline, viciado em ópio que investigava os assassinatos das prostitutas
realizados por Jack, o Estripador na região de Whitechapel, na Londres de 1888.
O filme foi baseado na história em quadrinhos homônima e tem também Heather
Graham e Robbie Coltrane também no elenco.
Durante a
sequência de duas horas, a fotografia e a cinematografia conseguem ser
impecáveis. As cenas fortes levemente mostradas aliadas às cores fortes e
opacas – normalmente vermelhas, associando ao sangue e ao terror – conseguem
envolver o telespectador com o suspense conforme os crimes vão sendo consumados
e a trama descoberta, aguçando a curiosidade de quem assiste. A reviravolta do
desfecho também é digna de elogios, apesar de um pouco comum no cinema.
O filme é
uma boa pedida, mesmo que Johnny Depp não consiga expressar muitas emoções, o
que é aceitável, pois, na história, o inspetor perdeu a mulher, se jogou ao
vício do ópio e está enfrentando o maior desafio de sua carreira. Some-se isso
ao fato de estar apaixonado por uma prostituta, possível vítima de Jack. O ar
de amargura acompanha o personagem até o fim do filme e poucos sorrisos são
vistos em sua face. O sotaque britânico forçado de Heather, que interpreta Mary
Kelly, consegue superar o de Depp facilmente.
Por Gabriel Johnson (@80cao)
domingo, 29 de dezembro de 2013
Expurgacao
Imagine
que, em uma noite por ano, você fosse livre e pudesse sair por aí matando quem
quisesse, com a autorização da polícia e com nenhuma chance do assassinado ser
salvo, pois todos os serviços médicos de urgência foram suspensos. Nos Estados Unidos
do futuro, em 2022, isso é possível. Pelo menos é o que propõe o filme Uma
Noite de Crime (The Purge, 2013). Ninguém está a salvo.
Essa
noite, chamada de “expurgação”, permite que você libere sua raiva e seus
instintos durante 12 horas, sem que nada o impeça. Ser livre para fazer o que
quiser. O motivo é simples: a violência tomou conta do país e as cadeias estão
superlotadas. O método propõe aliviar essa situação, e é ao mesmo tempo
criticado e ovacionado pela população, mídia e especialistas.
Eu
poderia resumir a história do filme, mas é totalmente desnecessário. A única
parte interessante eu já expliquei: a ideia das 12 horas de matança é no que se
debruçou a direção do filme. Além disso, a trilha sonora é bem peculiar e o
desenrolar é totalmente banal. Há umas duas ou três tramas que se passam concomitantemente
de forma bem pobre. Se você não dormir nos primeiros 20 minutos de filme,
ótimo. A parte boa começa só depois disso.
A
película tem Ethan Hawke, Lena Headey, Adelaide Kane e Mark Burkholder nos
papeis principais. Apesar da sua chatice, rendeu 89 milhões de dólares nos
cinemas americanos e foi considerado um tremendo sucesso, dando lucro comparado
aos 3 milhões gastos para ser feito. Uma sequência será lançada em junho do ano
que vem.
Por Gabriel Johnson (@80cao)
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Trash Mix - The Rocky Horror Picture Show
The
Rocky Horror Picture Show (20th Century Fox, 1975) é um musical clássico trash que
cultua a ficção científica, os filmes B e as histórias de terror. Inusitado, o
filme mistura e aborda de forma cômica e sem preconceitos bissexualidade, transexualidade,
alienígenas, a cultura punk e o rock’n’roll, canibalismo, experimentos e ciência
entre outras coisas, alguns pontos considerados delicados para a década de 1970.
A
obra de Richard O’Brien (que também é responsável pela trilha sonora, roteiro e
um papel do filme) é desde então considerado um filme cult e nunca mais deixou
as telas do cinema – uma legião de fãs até hoje vai ao cinemas para assistir à
sua exibição, principalmente dos Estados Unidos. O sucesso de bilheteria teve orçamento
de apenas US$ 1,4 milhão e faturou mais de US$ 365 milhões, tendo sido lançado
em DVD e mais recentemente, em Blu-Ray.
O elenco do filme americano-britânico conta com Tim Curry como o Dr. Frank N. Furter, Susan Sarandon como
Janet Weiss, Barry Bostwick como Brad Majors, Richard O’Brien como Riff Raff,
Patricia Quinn como Magenta, Nell Campbell como Columbia, Jonathan Adams como
Dr. Everett Scott, Peter Hinwood como Rock Horror, Charles Gray como O
Criminologista e Meat Loaf como Eddie.
Por Gabriel Johnson
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