BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

BoJack Horseman

Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

Critica | Lucy

Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

Neuromancer, 30 anos

LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

LIVRO | Perdido em Marte

O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

O Iluminado, de Stephen King
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domingo, 29 de dezembro de 2013

Expurgacao

Imagine que, em uma noite por ano, você fosse livre e pudesse sair por aí matando quem quisesse, com a autorização da polícia e com nenhuma chance do assassinado ser salvo, pois todos os serviços médicos de urgência foram suspensos. Nos Estados Unidos do futuro, em 2022, isso é possível. Pelo menos é o que propõe o filme Uma Noite de Crime (The Purge, 2013). Ninguém está a salvo.

Essa noite, chamada de “expurgação”, permite que você libere sua raiva e seus instintos durante 12 horas, sem que nada o impeça. Ser livre para fazer o que quiser. O motivo é simples: a violência tomou conta do país e as cadeias estão superlotadas. O método propõe aliviar essa situação, e é ao mesmo tempo criticado e ovacionado pela população, mídia e especialistas.

A obra de baixo orçamento nada mais é, ao meu ver, do que uma crítica clara ao liberalismo norte-americano, que mistura ficção científica e futurismo. Apesar de ser caracterizado de terror, nada mais é do que o suspense. Os clássicos sustos são corriqueiros, mas nada aterrorizante. Um grupo de radicais que matam por prazer também são abordados no filme, que usam máscaras para não serem reconhecidos.

Eu poderia resumir a história do filme, mas é totalmente desnecessário. A única parte interessante eu já expliquei: a ideia das 12 horas de matança é no que se debruçou a direção do filme. Além disso, a trilha sonora é bem peculiar e o desenrolar é totalmente banal. Há umas duas ou três tramas que se passam concomitantemente de forma bem pobre. Se você não dormir nos primeiros 20 minutos de filme, ótimo. A parte boa começa só depois disso.

Apesar disso, o filme é uma boa distração e com certeza, você não vai desprender os olhos da tela, procurando saber o que acontece na sequência. Serve também para se pensar, refletir. Não sei se foi só comigo, mas os mascarados e a ideia de sair quebrando tudo sem razão aparente me lembrou dos protestos de junho. Não os pacíficos, obviamente. Sei que posso estar cometendo um crime, mas não fazer a referência é praticamente impossível.

A película tem Ethan Hawke, Lena Headey, Adelaide Kane e Mark Burkholder nos papeis principais. Apesar da sua chatice, rendeu 89 milhões de dólares nos cinemas americanos e foi considerado um tremendo sucesso, dando lucro comparado aos 3 milhões gastos para ser feito. Uma sequência será lançada em junho do ano que vem.

Por Gabriel Johnson (@80cao)

domingo, 14 de outubro de 2012

Saudades do meu dinheiro


Alguém aí já assistiu Ted? O filme politicamente incorreto do ursinho que acompanha a vida John Bennett (Mark Wahlberg) durante toda a sua vida? Não? Que bom. Não se assuste, pois não sou contra filmes politicamente incorretos. Sou contra filmes sem pé nem cabeça, sem história envolvente ou com roteiro produzido por alguém, eu presumo, que estava claramente sob efeito de drogas.

O filme começa com uma criança excluída que não consegue se ajustar. Ela então faz um pedido de natal, um amigo inseparável e pra sempre. O desejo natalino é atendido e o ursinho Ted – que tinha tudo para ser fofinho e renderia uma historia infantil comum – aparece. Desde então, os dois acabam por se tornar amigos para sempre. Crescem juntos, se drogam juntos e fazem tudo juntos.

A história é superficial, não contém fortes emoções e o desdobramento não é dos melhores. Uma coisa é certa: a produção do filme realmente inovou ao lança-lo. Não é qualquer estúdio que lançaria uma história destas. Ted causou polêmica e foi isso que alimentou a audiência e as bilheterias.

No Brasil, o deputado federal Protógenes Queiroz levou o filho de 11 anos para assistir o filme. Provavelmente desconhecia o conteúdo da película e acabou saindo indignado da sala de cinema, querendo usar o poder que possui para suspender a produção cinematográfica das telonas do país. O deputado falhou como pai e o filme falhou como filme.


Por Gabriel Johnson (@80cao)

sábado, 28 de abril de 2012

Intriga de Estado, de mídias, de caráteres...

Intriga de Estado (2009)
Alguém se lembra do filme Intriga de Estado (Universal Studios, 2009)? Um interessante thriller político envolvendo um congressista americano e um jornalista da capital estadunidense, Washington. É o típico filme que conduz o espectador em uma linha de raciocínio e no final muda toda ela. Surpreende com toda a reviravolta e ainda mostra um lado do jornalismo que não se vê todos os dias: a parceria e as diferenças entre o jornalista padrão e das antigas, Cal McCaffrey (Russell Crowe), e a repórter novata e inexperiente, Della Frye (Rachel McAdams), durante a investigação de um caso de um possível homicídio.

A história do filme é mais ou menos assim. Stephen Collins (Ben Affleck) é um político americano que se vê ameaçado quando descobrem que a sua amante e parceira de trabalho morre, inicialmente tratando-se por homicídio. O melhor amigo de Stephen, Cal McCaffrey, jornalista que trabalha em um jornal em Washington, começa a investigar o caso e descobre que as coisas vão muito além de um simples suicídio. A relação dos dois é posta em prova a cada passo que o jornalista dá em busca da verdade.

A enfurecida editora do jornal e os dois repórteres
O filme é baseado em uma série inglesa da BBC. Para quem gosta de suspense, eu recomendo. Além disso, a história é inteligente e deve ser assistida com atenção, para que você mesmo possa juntar os pontos do mistério. Além disso, temas polêmicos como escândalos sexuais, corrupção e guerra são amplamente abordados no filme. A crítica também é implícita e põe em cheque as políticas do governo norte-americano e as privatizações, principalmente da guerra.

Deve-se também refletir intensamente sobre o jornalismo, com a intensa e perigosa busca pela ‘exclusiva’, e o papel das relações públicas na construção e transformação da imagem de seus clientes – normalmente políticos – e situá-los no contexto atual da sociedade, gerida essencialmente por interesses e estratégias de manipulação pública.

E você? Assistiu ou vai assistir a esse filme? O que achou? Comente!



Por Gabriel Johnson (@80cao)

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Colcha De Retalhos (How To Make An American Quilt)

Muito mais do que simplesmente costurar uma colcha e falar sobre as novidades da pequena cidade, colcha de retalhos é uma lição de vida e de simpatia.
Finn decide passar uns tempos na casa onde cresceu, em uma pequena cidade, para se dedicar ao livro que está escrevendo. Neste período além de encontrar inspiração também encontra questionamentos, histórias de vida que nunca pensou que existissem e por fim descobre que cada retalho de uma simples colcha representa uma história e um passado.
Vidas se unem através das linhas que prendem os retalhos que as representam e costurar uma colcha de retalhos, no caso do filme, significa muito mais do que parece. Aprendemos que as coisas simples e costumeiras possuem tantas lições quanto as situações mais complexas que encontramos em nosso caminho, basta observar, interpretar e não ter medo de encontrar as respostas.

terça-feira, 22 de março de 2011

Psicose (Psycho)


O grande mestre do suspense Alfred Hitchcock adorava criar ambientes onde o assassinato era o principal acontecimento apenas para deixar o público inquieto diante das manobras astuciosas que reproduzia ao trazer o suspense como protagonista da história.

No filme, Marion Crane é amante de Sam Loomis, o único empecilho que os mantém afastados é que Sam não possui condições de saldar as dívidas que contraiu e o fato de não poder dar uma vida digna à Marion.

Quando surge uma oportunidade em seu trabalho, Marion furta a quantia de 40 mil dólares de seu chefe e foge para encontrar Sam, que nada sabia sobre o furto. No caminho, no entanto, seu comportamento suspeito atrai a atenção de algumas pessoas, fazendo-a agir ainda mais estranhamente.

Durante a viagem, devido a uma forte chuva, Marion é obrigada a parar em um hotel praticamente abandonado, lá se hospeda e misteriosamente assassinada. Todos os fatos indicam como responsável a mãe do jovem administrador do hotel que acoberta os indícios. Porém o mistério está relacionado à verdadeira autoria do crime, que oscila entre mãe e filho.

Um maravilhoso filme, cheio de emoções e surpresas, uma grande produção cinematográfica que não desmente a fama de clássico e muito menos desmerece a atribuição do apelido "mestre do suspense" à Alfred Hitchcock.

terça-feira, 8 de março de 2011

Casa Comigo? (Leap Year)

Casa comigo é uma típica comédia romântica, onde sabemos que haverá um final feliz mas mesmo assim assistimos, rimos e choramos como se nada fosse previsível, tudo pelo prazer de reviver ou sonhar com grandes histórias de amor.
Anna (Amy Adams) viaja até Dublin atrás de seu namorado para pedi-lo em casamento, aproveitando a tradição irlandesa de que a mulher pode pedir o homem em casamento no dia 29 de feveriro. A aventura começa quando a viagem começa a dar errado, errado mesmo, tudo acontece ao mesmo tempo e tudo conspira para que ela não consiga chegar a tempo a Dublin. Os ventos a levam a uma pequena cidade, completamente distante de Dublin, onde não há meios de transportes que possam levá-la ao destino. Então, por uma coincidência, Declan, taxista dono do hotel que também é restaurante e bar, revolve levar Anna até Dublin em troca de uma quantia generosa de dinheiro. A partir dai já podemos desconfiar do que pode ou não acontecer, mas garanto, tudo acontece com ótimo humor e carisma.
O filme é extremamente leve e como disse, é uma típica comédia romântica e alto astral, os conflitos acontecem de forma descontraída e os sentimentos surgem naturalmente, uma perfeita sincronia.

domingo, 6 de março de 2011

Scott Pilgrim Contra O Mundo (Scott Pilgrim Vs. The World)

Um filme no estilo "Kick Ass" que alia história em quadrinhos a jogos de vídeo game, uma verdadeira surpresa!
Não digo que o filme tenha uma ótima qualidade técnica ou atuações surpreendentes, nestes pontos o filme é mediano, sem grandes surpresas. O interessante mesmo é o alto astral, mesmo em cenas de "tristeza" o ambiente não desmorona em sentimentos pessimistas, pelo contrário, por haver sempre o clima de jogos de vídeo game, as cenas se tornam incrivelmente descontraídas, mas sem perder a sua essência.
Scott Pilgrim tem que enfrentar os sete ex-namorados da sua atual namorada e neste ponto que o clima de jogos de vídeo game se conecta ao clima de história em quadrinhos, lutas descontraídas com o melhor dos super poderes sem demonstrar violência.
O exagero taxativo foi usado com sabedoria, nas dosagens corretas e como uma arma favorável e complementar do ambiente descontraído criado no filme. Talvez é possível dizer, paradoxalmente, que o exagero não foi exagerado.
Um filme alto astral, descontraído e de uma qualidade relevante, assim defino Scott Pilgrim ao enfrentar os sete vilões para conquistar completamente a sua namorada.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Meu Malvado Favorito (Despicable Me)

"Meu Malvado Favorito" é uma animação resultante de uma parceria entre Universal Studios e Illumination Entertainment. No filme, Gru, dublado por Steve Carell no idioma original, é considerado o vilão número um, porém somente até o mundo ser atingido pela notícia de que uma das pirâmides de Gizé havia sido roubada. Quem teria feito o maior roubo da história? Mas uma coisa era certa, não havia sido Gru.
Tomado pela vergonha e o espírito competitivo, Gru resolve ir além. Iria roubar algo que ninguém jámais havia imaginado, nem em sonho. Será que Gru teria a ousadia de roubar até mesmo a lua? Sim, e para concretizar tal proeza, teria que conseguir o apoio financeiro do banco, mas este se nega a dar qualquer tipo de apoio até que Gru mostre concretamente o seu plano.
Então o vilão resolve roubar de uma empresa uma arma que é capaz de reduzir a tamanhos mínimos aquilo que for atingido por ela. Primeiro passo dado.
No caminho até sua casa, a arma é roubada por aquele que Gru descobre ser o vilão que roubou o seu lugar, Vetor. Gru volta ao ponto de partida, agora a sua missão é recuperar a sua arma.

Quando vai até a casa de seu inimigo número um, Gru ve uma situação daqual poderia se beneficiar: três pequenas garotas órfãs, tiveram livre acesso ao interior da casa de Vetor para vender biscoitos. Gru vai até o orfanato e adota as meninas, com o objetivo de usá-las como ponte para conseguir entrar na casa de Vetor. Gru consegue a arma novamente e pede, novamente, apoio do banco, que, novamente, nega. Gru fica desnorteado, porém recebe apoio de suas filhas e de seus "primos distantes" e então, percebe o elemento surpresa, ele ainda é capaz de ter bons sentimentos. Com a ajuda da família, Gru consegue construir o foguete que o levará até o espaço, onde ele reduzirá a lua, para poder traze-la à terra.
O filme é bem feito, possui com roteiro simples, personagens cativantes e uma história hilária cheia de "lições de moral".