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sábado, 20 de julho de 2013
Noticia | Jogos Vorazes: Em Chamas Ganha Novo Trailer
E as novidades não param! Neste segundo dia de Comic-Con, o mais novo trailer da sequência de Jogos Vorazes foi divulgado.
O filme está previsto para estrear em 22 de novembro deste ano e terá em seu elenco Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Liam Hemsworth, Lenny Kravitz, Elizabeth Banks, Stanley Tucci, Donald Sutherland, Toby Jones, Woody Harrelson, Jena Malone, Philip Seymour Hoffman, Amanda Plummer, Lynn Cohen, Patrick St. Esprit, Meta Golding, Bruno Gunn, Alan Ritchson, E. Roger Mitchell, Maria Howell, Stephanie Leigh Schlund, Sam Claflin e Jeffrey Wright.
Na história, depois dos Jogos Vorazes, a competição entre jovens transmitida ao vivo para todos os distritos de Panem, Katniss agora terá que enfrentar a represália da Capital e decidir que caminho tomar quando descobre que suas atitudes nos jogos incitaram rebeliões em alguns distritos. Dessa vez, além de lutar por sua própria vida, terá que proteger seus amigos e familiares e, talvez, todo o povo de Panem.
terça-feira, 5 de março de 2013
Notícia | Confira Novos Cartazes de Jogos Vorazes: Em Chamas
A sequência do sucesso "Jogos Vorazes" está à todo o vapor e ontem foram divulgados dois novos cartazes do filme, estampados por Elizabeth Banks (atriz que dá vida a personagem Effie Trinket) e Stanley Tucci (ator que da vida ao personagem Caesar Flickerman). Para completar o clima de novas divulgações, mais um novo cartaz foi divulgado hoje e desta vez estampado por Woody Harrelson's (Haymitch Abernathy).
A estréia está programada para acontecer em 22 de novembro de 2013.
Leia mais notícias sobre Jogos Vorazes clicando aqui.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
A Mentira (Easy A)
A mentira protagonizado por Emma Stone mostra as proporções que uma simples mentira pode tomar. Olive é convidada por sua amiga para passar o final de semana em sua casa, por ela e sua família serem meio estranhos, Olive resolve dizer que vai acampar com uma turma. Passa o final de semana inteiro dentro de casa, ouvindo música, cantando, ouvindo música, mexendo no computador, ouvindo música e ouvindo música. Na segunda feira, quando a amiga pergunta como foi o final de semana, ela conta que ficou com um garoto e a amiga se empolga e faz com que Olive admita que perdeu sua virgindade com ele, o que é mentira. Porém, as paredes tem ouvidos e Marianne, inimiga declarada de Olive ouve e se encarrega de espalhar a novidade. Olive conta para um menino gay da escola que a história é mentira e ele pede que ela simule ter um caso com ele para que não seja mais alvo de implicâncias. Tarefa cumprida. Logo vão surgindo mais pessoas para serem ajudadas e cada vez mais a reputação de Olive vai piorando, a história toma proporções gigantescas.
O filme é bem engraçado e alto astral, conta com humor aquela lição de moral básica, mas sem se tornar chato ou muito careta, como muitos podem achar este tipo de filme, apesar disso, o filme vale bem mais pelo humor do que pela moral.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Burlesque
Burlesque tenta ressuscitar o clima de Chicago e Moulin Rouge, em alguns momentos fica tão bom quanto, mas em outros se torna fraco e mal desenvolvido.
Apesar de ser protagonizado por duas cantoras, as atuações são relativamente boas mas destaques e a essência de sua história é interessante mas não muito bem desenvolvida, tornando assim, o filme com mais um ponto fraco.
Ali, vivida por Christina Aguilera, sai de sua cidade para tentar achar o sucesso em L.A, lá tenta de todos os jeitos até ser aceita por Tess (Cher) em seu clube noturno, onde fará apresentações de dança. Durante uma das apresentações de Ali, o som parou e ela teve que improvisar cantando. Sucesso absoluto e Ali passa a ocupar o lugar de destaque do espetáculo. Mas o drama continua, a casa noturna está com os dias contados, Tess está endividada e não consegue saldar a sua dívida e ainda há um grande empresário tentando comprar o local. Um absurdo! Tess nunca desistirá de seu maior sonho conquistado.
Para um musical, as músicas são bem escassas e não complementam as cenas, mas a arte do filme é encantadora e as atuações, como disse anteriormente, por não serem "profissionais" não até surpreendentes, talvez seja o ponto que mais compensa o filme.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
PROJETO JULIE & JULIA (O FILME)
Quase como eu havia previsto, o filme é muito bom. É recheado de cenas engraçadas e com diversos detalhes que não encontramos no livro, mas que são verídicos. Detalhes da vida de Julia Child e que no livro ficam meio perdidos, mas no filme tem um lugar bem definido.
A direção do filme é boa, possui traços característicos de Nora Ephron, como a simplicidade e a riqueza de detalhes. Porém, há determinados momentos em que a equipe (ou pessoa) responsável pela continuidade esquece de trabalhar. Mas devo admitir que cenas com cigarro são meio perigosas, mas deveriam ter recebido uma maior atenção devido a isso.
Mais uma vez, Meryl Streep ofusca todo o elenco. Não é exagero, é sério. Amy Adams é uma boa atriz, eu gostei de suas atuações anteriores (Dúvida, também com Meryl Streep e Encantada, um filme realmente encantador), mas é que “competir” com Meryl Streep chega a ser injusto, mesmo as duas não contracenando juntas, já que são histórias paralelas. E há também Stanley Tucci que também já contracenou com Meryl, e ele sim, é completamente APAGADO no filme (90% das cenas de Meryl ele está presente, então não sobre muito para ele).
Há um detalhe (realmente um detalhe) que eu achei muito importante, engraçado e que pode passar despercebido pela maioria das pessoas. O filme começa mostrando Paris em 1949, as ruas, os prédios, a torre Eiffel. Depois muda para Nova York em 2002, mostra também as ruas, os prédios, e algo que parece uma caixa d’água?! É uma cena muito engraçada porque define muito bem os contrastes culturais.
É um filme gostoso de ser assistido, nos divertimos com as cenas engraçadas, nos indignamos com algumas atitudes de ALGUMAS pessoas (se não fosse uma história real eu citaria nomes – risadas) e acima de tudo é um filme limpo, sem malícias, sem aquela história de bem X mal, em fim, é um filme simples como Julia Child.
A direção do filme é boa, possui traços característicos de Nora Ephron, como a simplicidade e a riqueza de detalhes. Porém, há determinados momentos em que a equipe (ou pessoa) responsável pela continuidade esquece de trabalhar. Mas devo admitir que cenas com cigarro são meio perigosas, mas deveriam ter recebido uma maior atenção devido a isso.
Mais uma vez, Meryl Streep ofusca todo o elenco. Não é exagero, é sério. Amy Adams é uma boa atriz, eu gostei de suas atuações anteriores (Dúvida, também com Meryl Streep e Encantada, um filme realmente encantador), mas é que “competir” com Meryl Streep chega a ser injusto, mesmo as duas não contracenando juntas, já que são histórias paralelas. E há também Stanley Tucci que também já contracenou com Meryl, e ele sim, é completamente APAGADO no filme (90% das cenas de Meryl ele está presente, então não sobre muito para ele).
Há um detalhe (realmente um detalhe) que eu achei muito importante, engraçado e que pode passar despercebido pela maioria das pessoas. O filme começa mostrando Paris em 1949, as ruas, os prédios, a torre Eiffel. Depois muda para Nova York em 2002, mostra também as ruas, os prédios, e algo que parece uma caixa d’água?! É uma cena muito engraçada porque define muito bem os contrastes culturais.
É um filme gostoso de ser assistido, nos divertimos com as cenas engraçadas, nos indignamos com algumas atitudes de ALGUMAS pessoas (se não fosse uma história real eu citaria nomes – risadas) e acima de tudo é um filme limpo, sem malícias, sem aquela história de bem X mal, em fim, é um filme simples como Julia Child.
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