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sexta-feira, 19 de abril de 2013
Noticia | Confira o Novo Trailer de Superman - O Homem de Aco
O filme que será convertido para o 3D (para tristeza dos fãs) teve mais um trailer divulgado.
A nova adaptação está sob o comando de Zack Snyder (Watchmen) e Christopher Nolan (Batman) e tem data de estréia programada para 12 de julho aqui no Brasil.
Na trama, Clark Kent/Kal-El (Henry Cavill, de “Imortais”) é um jornalista de vinte e poucos anos que se sente alienado por poderes além da imaginação. Transportado de Krypton (um planeta alienígena avançado) para a Terra anos atrás, Clark se pergunta “Por que estou aqui?”. Moldado pelos valores de seus pais adotivos Martha e Jonathan Kent , Clark logo descobre que ter super-habilidades significa tomar decisões extremamente difíceis. E quando o mundo é atacado, Clark deve se tornar o herói conhecido como “Superman”, não só para brilhar como o último raio de esperança, mas para proteger aqueles que ama.
O elenco conta com as participações de Henry Cavill (Clark Kent), Kevin Costner (Jonathan Kent), Diane Lane (Martha Kent), Amy Adams (Lois Lane), Michael Shannon (General Zod), Russell Crowe (Jor-El), Antje Traue (Faora) e Laurence Fishburne (Perry White).
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Trailer De Curvas Da Vida
Mais um filme com a temática "baseball" vem aí. Depois do sucesso de "O Homem Que Mudou O Jogo" nas telonas mundiais, chegará aos cinemas, dia 23 de novembro, o filme Curvas da Vida filme protagonizado por Clint Eastwood, Amy Adams e Justin Timberlake.
Na história, Eastwood viverá um veterano olheiro de baseball que descobre, ironicamente, que está perdendo a visão, mas antes que isto aconteça, analisará um último jogador.
Confira abaixo o trailer:
terça-feira, 8 de março de 2011
Casa Comigo? (Leap Year)
Casa comigo é uma típica comédia romântica, onde sabemos que haverá um final feliz mas mesmo assim assistimos, rimos e choramos como se nada fosse previsível, tudo pelo prazer de reviver ou sonhar com grandes histórias de amor.
Anna (Amy Adams) viaja até Dublin atrás de seu namorado para pedi-lo em casamento, aproveitando a tradição irlandesa de que a mulher pode pedir o homem em casamento no dia 29 de feveriro. A aventura começa quando a viagem começa a dar errado, errado mesmo, tudo acontece ao mesmo tempo e tudo conspira para que ela não consiga chegar a tempo a Dublin. Os ventos a levam a uma pequena cidade, completamente distante de Dublin, onde não há meios de transportes que possam levá-la ao destino. Então, por uma coincidência, Declan, taxista dono do hotel que também é restaurante e bar, revolve levar Anna até Dublin em troca de uma quantia generosa de dinheiro. A partir dai já podemos desconfiar do que pode ou não acontecer, mas garanto, tudo acontece com ótimo humor e carisma.
O filme é extremamente leve e como disse, é uma típica comédia romântica e alto astral, os conflitos acontecem de forma descontraída e os sentimentos surgem naturalmente, uma perfeita sincronia.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
O Vencedor (The Fighter)
Micky Ward, grande lutador de box, tem sua história contada neste filme, mostrando a sua trajetória pessoal e sua trajetória de vitórias. Roubando a cena do filme, temos o irmão de Micky, Dicky, um ex-lutador de box que se envolveu com drogas e se perdeu de seus sonhos. Por não poder mais competir, Dicky treina seu irmão. Além de mostrar os problemas de uma família conturbada e problemática, a história também salienta como a força de vontade e a união podem nos levar até os nossos objetivos e além disso, também mostra a árdua luta contra as drogas.
O filme é longo, as vezes meio parado e angustiante por causa das brigas familiares constantes, mas a sua história e as grandes atuações fazem deste filme simples um grande filme e no final, percebemos que o grande vencedor não só é aquele que encontra o equilíbrio da família ou a vitória no campeonato mundial é, também, aquele que encontrou a força na união e no amor e venceu o mais insistente competidor, as drogas.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
DÚVIDA
Dúvida é um filme tenso, meio difícil de ser visto. Sua temática é meio confusa deixando vários pontos em aberto, o que faz com que seja exatamente este ponto o responsável pelo sucesso do filme, porque este fato nos deixa simplesmente com DÚVIDAS. Há certos momentos em que você não sabe mais em que ou quem acreditar, em cada momento o seu posicionamento sobre o filme fica de um lado. Dúvidas, dúvidas e dúvidas. O filme termina com dúvidas e nos deixa com dúvidas.
No elenco mais uma vez, digo isso porque no post anterior citei essas duas atrizes, Meryl Streep e Amy Adams, além de Philip Seymour Hoffman e Viola Davis. Todos receberam indicações ao Oscar por suas atuações neste filme. Porém, não entendo por que Viola Davis recebeu esta indicação, a sua atuação no filme não é muito boa, é meio que superficial. Há somente uma cena em que ela tenta alçar vôo, mas não consegue, uma cena com Meryl Streep, na qual a personagem de Viola tenta enfrentar Irmã Aloysius. Ela tenta. Mas não consegue. Aloysius mesmo ao ser questionada e pressionada não desmonta, fica intacta, completamente superior, nada superficial. Mas sei lá, são coisas que nós, simples admiradores da sétima arte, não podemos alcançar e entender. “Não são para o no nosso bico”.Philip Seymour Hoffman também não está muito bem no filme, ele não consegue “fazer suspense”, não tem expressão, não transmite nenhuma idéia e é completamente vago.
Meryl Streep mais uma vez deu uma aula de atuação, foi muito superior aos colegas de elenco, mas não foi o seu melhor papel, já vi filmes melhores com ela. Apesar de a personagem ser dura, aparentemente irredutível e intocável, parece que falta algo, talvez esse algo seja a colaboração dos colegas, não sei, mas poderia ter sido melhor.
Resumindo, o filme possui cenas muito longas, o que causa certo cansaço em quem está assistindo e há um suspense simples, tenso, mas simples. Mas apesar disso, vale à pena assistir, mas quando for ver, esteja preparado para realmente ASSISTIR ao filme e não apenas vê-lo.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
PROJETO JULIE & JULIA (O FILME)
Quase como eu havia previsto, o filme é muito bom. É recheado de cenas engraçadas e com diversos detalhes que não encontramos no livro, mas que são verídicos. Detalhes da vida de Julia Child e que no livro ficam meio perdidos, mas no filme tem um lugar bem definido.
A direção do filme é boa, possui traços característicos de Nora Ephron, como a simplicidade e a riqueza de detalhes. Porém, há determinados momentos em que a equipe (ou pessoa) responsável pela continuidade esquece de trabalhar. Mas devo admitir que cenas com cigarro são meio perigosas, mas deveriam ter recebido uma maior atenção devido a isso.
Mais uma vez, Meryl Streep ofusca todo o elenco. Não é exagero, é sério. Amy Adams é uma boa atriz, eu gostei de suas atuações anteriores (Dúvida, também com Meryl Streep e Encantada, um filme realmente encantador), mas é que “competir” com Meryl Streep chega a ser injusto, mesmo as duas não contracenando juntas, já que são histórias paralelas. E há também Stanley Tucci que também já contracenou com Meryl, e ele sim, é completamente APAGADO no filme (90% das cenas de Meryl ele está presente, então não sobre muito para ele).
Há um detalhe (realmente um detalhe) que eu achei muito importante, engraçado e que pode passar despercebido pela maioria das pessoas. O filme começa mostrando Paris em 1949, as ruas, os prédios, a torre Eiffel. Depois muda para Nova York em 2002, mostra também as ruas, os prédios, e algo que parece uma caixa d’água?! É uma cena muito engraçada porque define muito bem os contrastes culturais.
É um filme gostoso de ser assistido, nos divertimos com as cenas engraçadas, nos indignamos com algumas atitudes de ALGUMAS pessoas (se não fosse uma história real eu citaria nomes – risadas) e acima de tudo é um filme limpo, sem malícias, sem aquela história de bem X mal, em fim, é um filme simples como Julia Child.
A direção do filme é boa, possui traços característicos de Nora Ephron, como a simplicidade e a riqueza de detalhes. Porém, há determinados momentos em que a equipe (ou pessoa) responsável pela continuidade esquece de trabalhar. Mas devo admitir que cenas com cigarro são meio perigosas, mas deveriam ter recebido uma maior atenção devido a isso.
Mais uma vez, Meryl Streep ofusca todo o elenco. Não é exagero, é sério. Amy Adams é uma boa atriz, eu gostei de suas atuações anteriores (Dúvida, também com Meryl Streep e Encantada, um filme realmente encantador), mas é que “competir” com Meryl Streep chega a ser injusto, mesmo as duas não contracenando juntas, já que são histórias paralelas. E há também Stanley Tucci que também já contracenou com Meryl, e ele sim, é completamente APAGADO no filme (90% das cenas de Meryl ele está presente, então não sobre muito para ele).
Há um detalhe (realmente um detalhe) que eu achei muito importante, engraçado e que pode passar despercebido pela maioria das pessoas. O filme começa mostrando Paris em 1949, as ruas, os prédios, a torre Eiffel. Depois muda para Nova York em 2002, mostra também as ruas, os prédios, e algo que parece uma caixa d’água?! É uma cena muito engraçada porque define muito bem os contrastes culturais.
É um filme gostoso de ser assistido, nos divertimos com as cenas engraçadas, nos indignamos com algumas atitudes de ALGUMAS pessoas (se não fosse uma história real eu citaria nomes – risadas) e acima de tudo é um filme limpo, sem malícias, sem aquela história de bem X mal, em fim, é um filme simples como Julia Child.
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