BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

BoJack Horseman

Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

Critica | Lucy

Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

Neuromancer, 30 anos

LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

LIVRO | Perdido em Marte

O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

O Iluminado, de Stephen King
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domingo, 3 de fevereiro de 2013

Não muito miserável


Quem já assistiu Os Miseráveis na Broadway e gostou, certamente gostará deste filme. A adaptação da peça de Victor Hugo para as telonas do mundo rendeu as mais diversas críticas: de ruim a boa, de maravilhosa a péssima. É isso que é intrigante no filme: como a ópera, ele é 100% cantado, quase não havendo diálogos. Ou seja, duas horas de cantorias intermináveis sobre coisas triviais, como “Estou caminhando” ou ainda “O que devo fazer”.

O cenário – muito bem reconstruído, bem como os fabulosos figurinos do elenco – é a Revolução Francesa, no século XIX. O personagem de Hugh Jackman – que tem atuação mediana, apesar da ótima voz para cantar –, Jean Valjean, é preso após roubar um pão. O tempo passa, o personagem se ergue, passa por muitas situações e, mesmo assim, precisa tenta fugir do inspetor Javert (Russel Crowe). Russel Crowe teve certa dificuldade para adaptar-se ao gênero, cantando de forma não muito satisfatória. Talvez a revelação tenha sido Anne Hathaway, que encantou plateias do mundo inteiro com interpretações como “I Dreamed a Dream”, dentre outras.

Quem não amar o filme, irá odiá-lo, do início ao fim. E certamente sairá dos cinemas cantando como se estivesse falando. Sensação esta, óbvia e certeira. Há aqueles que irão sofrer de tédio e ódio durante duas horas ininterruptas e outros que irão se deliciar ao som das músicas e não verão o tempo passar. Outros sairão das salas sem saber se gostaram ou não, completamente indecisos do que acabaram de assistir.

Além dos supracitados, atores e atrizes como Amanda Seyfried, Helena Bonham Carter, Sacha Baron Cohen e Eddie Redmayne também compõem o elenco. Amanda sabe cantar, como todos já sabem. Sacha e Helena formam um casal trambiqueiro que dá o que rir enquanto Eddie tem pouca expressão durante a película.

Le Mis estreou no Brasil no dia 1º de fevereiro, mas teve sua premiere em dezembro de 2012, em Londres. Em janeiro, estreou nos cinemas britânicos. Com orçamento de 61 milhões de dólares, já rendeu mais de 140 milhões de dólares. Fato é que quem não está familiarizado com a ópera ou com a obra de Victor Hugo, certamente terá visões limitadas deste tributo.

Por Gabriel Johnson (@80cao)

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Notícia | Hugh Jackman, Anne Hathaway, Russell Crowe e Amanda Seyfried Em Novo Pôster De Os Miseráveis

Hoje foi divulgada uma arte inédita do musical Os Miseráveis, o pôster japonês traz Hugh Jackman, Anne Hathaway, Russell Crowe e Amanda Seyfried.

Ambientado durante a Revolução Francesa, o filme inspirado no musical da Broadway e no clássico da literatura de mesmo nome, contará a história de Jean Valjean que após roubar um pão para alimentar sua irmã acaba sendo preso e anos mais tarde, após ser solto, tenta recomeçar sua vida.


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Oscar 2012: O Que Aconteceu?

Billy Crystal que já havia comando a premiação outras oito vezes, isso mesmo, OITO vezes, retornou no ano de 2012 substituindo Eddie Murphy. A Academia preferiu apostar no certo do que tentar investir em novidade e acabar perdendo mais audiência, como foi o caso do ano passado com Anne Hathaway e James Franco.

Este ano, a premiação foi completamente ambientada nas décadas de 20 e 30 o que combinou e ajudou ao filme O Artista a ocupar o lugar máximo na grande noite de premiações. Há tempos que a Academia vinha tentando resgatar o glamour, a formalidade e o respeito que o evento possuía antigamente e que ao longo destes 84 anos foi se desfazendo.

Em 2009, com Hugh Jackman observaram que era possível reproduzir o evento com a qualidade que merece e sem grandes investimentos (neste ano, quase não aconteceu a cerimônia devido à crise financeira e à greve dos roteiristas). Na mesma edição, tentaram resgatar o respeito e a honra de filmes musicais, categoria que se perdeu quando os filmes falados deixaram de ser novidade, o que se tornou uma tentativa frustrada até porque de 2009 para cá o único "sucesso" foi Glee.

Voltando ao ano de 2012, como disse, mais uma vez a Academia resolveu investir no certo e no clássico, primeiro por chamar Billy Crystal, segundo por ambientar a premiação nos anos 20/30, terceiro por consagrar dois filmes que homenageiam o cinema clássico e quarto, por dar o prêmio de melhor ator a um ator francês (para os que não sabem, na França que os primeiros filmes foram reproduzidos). Será que podemos esperar um ano com filmes que resgatam a pureza e a qualidade dos clássicos? Ou a campanha morrerá na praia como vem acontecendo?

Como todos já devem estar carecas de saber, os dois grandes vencedores da noite foram A Invenção de Hugo Cabret e O Artista, o primeiro recebendo cinco prêmios técnicos e o segundo, recebendo também cinco prêmios, dentre eles os mais cobiçados. Não havia dúvidas de que os dois seriam os melhores da noite devido a qualidade infinitamente superior e, é claro, devido à combinação com a campanha deste ano.


As apostas que os maiores críticos de cinema mais tinham como certas eram as de melhor ator e melhor atriz para George Clooney e Viola Davis, respectivamente, no entanto, como disse desde o início, nenhum dos dois ganharia, uma vez que os prêmios pertenciam à Jean Dujardin e Meryl Streep. Mais uma ressalva que deve ser feita é com relação à categoria de melhor música: os Muppets apenas ganhou porque a música era a menos pior entre os dois únicos indicados (obs. apenas dois filmes foram indicados porque os outros pré-indicados não atingiram a média 8,5 exigida pela Academia para concorrer em alguma categoria).


Resumindo, a noite não foi de grandes surpresas, seguiu o padrão das premiações que antecederam o evento, consagrou o bom e o justo e deixou mais uma vez Martin Scorsese a ver navios ao ter seu filme recebendo grandes prêmios e ele não recebendo (como de praxe) o prêmio de melhor direção.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Eddie Murphy Poderá Apresentar o Oscar [ATUALIZADO]


Para a próxima edição do Oscar, Brett Ratner, um dos produtores da premiação, indicará Eddie Murphy para comandar a cerimônia. No entanto, para alívio do público, não há confirmação oficial.

Lembrando que na última edição a parceria de James Franco e Anne Hathaway foi um fracasso, será que Eddie Murphy será capaz de envolver o público e trazer de volta a audiência ao grande evento?


O Oscar está previsto para o dia 26 de fevereiro de 2012.

[Atualizado]Eddie Murphy foi confirmado para comandar a 84ª cerimônia do Academy Awards.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

O Que Aconteceu No Oscar 2011?


A academia parece estar levando a sério a ideia de deixar uma dupla no comando do evento. Este ano, tivemos dois grandes jovens na liderança da cerimônia, James Franco (127 Horas) e Anne Hathaway (Amor e Outras Drogas). No entanto Franco ficou ofuscado pelo brilho sem graça e nervoso de Anne Hathaway, sua falta de "vontade" deixou todo o peso da apresentação nos ombros da apresentadora, que tentava contornar a situação (leia-se, fazer a apresentação sozinha).


Foi uma apresentação sem graça no item apresentadores, o que já havia acontecido ano passado, primeiro ano de duplas à frente da premiação após anos de apresentadores individuais, mas foi deixado de lado pelo fato de o evento ter sido apresentado por dois ícones do cinema: Steve Martin e Alec Baldwin. Porém este ano, com muito mais recursos financeiros do que na 81ª edição, ano em que a cerimônia estava em risco devido a greve do sindicato dos roteiristas, a escassez de criatividade e interatividade conseguiram superar a tentativa de Anne Hathaway de fazer uma cerimônia descontraida. Com certeza, não será uma experiência que deverá ser repetida.

Quanto aos principais vencedores. Discurso Do Rei levou quatro estatuetas, melhor roteiro original, melhor ator, melhor diretor e melhor filme. O filme recebeu os principais prêmios merecidamente, conseguiu transportar a seriedade e o glamour da década de 40, período em que passa o filme, para a modernidade.
Apesar dos dez inscritos à categoria de melhor filme, a disputa estava claramente entre "O Discurso do Rei" e "Cisne Negro". Desconsidero a hipótese de colocar "A Rede Social" por este ter sido um filme de explosão e ser gritantemente o reflexo do que está acontecendo do século XXI, porém, apesar de ter ganho prêmios técnicos e ter merecidamente seu roteiro reconhecido, o filme não tem força/capacidade de se igualar aos dois grandes monstros que estavam na disputa.

As duas categorias que mais me surpreenderam foram a de fotografia e trilha sonora. A primeira tendo como vencedor "A Origem" e a segunda "A Rede Social". Nesta categoria o que deve ser analisado é o ambiente como um todo, analisar se está tudo em perfeita harmonia sem que haja itens que possam destoar. O filme realmente possui uma fotografia bem construída, mas talvez não seja tão bem feita quanto em "Bravura Indômita" ou "Cisne Negro". No primeiro, a reconstrução do ambiente típico de faroeste e no segundo, o ambiente da dança. A segunda categoria me surpreendeu por "menosprezar" dois grandes músicos Hans Zimmer (Rei Leão) e Alexandre Desplat (O Curioso Caso de Benjamin Button), não desmerecendo o trabalho também bem feito de Trent Reznor e Atticus Ross, mas não estava ao nível dos outros candidatos.

Os fãs de Harry Potter que este ano foram agraciados com indicações do filme ao BAFTA e ao Oscar ficaram mais uma vez a ver navios. As duas categorias em que concorria, direção de arte e efeitos especiais, talvez tivessem sido vencidas caso não houvesse no caminho, em relação a primeira, "Alice No País das Maravilhas" e, em relação a segunda, "A Origem" e também "Alice No País das Maravilhas". O que acontece em relação aos efeitos visuais é bem claro, os efeitos apresentados em Harry Potter já são considerados normais, já são uma extensão do filme e por isso a banalidade. São efeitos ótimos, mas não surpreendem mais.

Como um todo, pode-se dizer que a premiação foi previsível, seguiu as tendências da maioria das premiações, alguns momentos de tensão aconteceram, mas perdoáveis por tratar-se da maior premiação cinematográfica do mundo e deslizes não aconteceram como no Globo de Ouro. Foi um edição justa, onde todos eram merecedores, mas apenas um poderia ser escolhido, porém os escolhidos foram realmente dignos de Oscar.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Amor e Outras Drogas (Love And Other Drugs)

Amor e Outras Drogas é um filme basicamente sobre amor e de como ele pode vencer barreiras indesejáveis. Jamie é um jovem sedutor que usa seu charme para obter o que deseja, acredita não ter nenhum dom, muito menos para medicina, área em que seus pais trabalham. Jamie resolve ser representante de vendas do laboratório e o seu charme será a chave para abrir as portas do lucro e do sucesso. Um dia Jamie encontra Maggie, uma jovem que sofre de Parkinson, no consultório do Dr. Knight para quem está tentado vender os medicamentos. Maggie e Jamie começam um relacionamento casual, sem responsabilidades ou compromissos, mas Jamie percebe que está apaixonado pela menina arisca e ela, por sua vez, não quer que isso aconteça por já ter sofrido demais no relacionamento anterior.
Um dia Maggie vai a um encontro com pessoas que possuem a sua doença e pede que Jamie se junte a ela, chegando lá, Jamie conversa com o marido de uma mulher que também possui a doença e percebe que talvez não ame Maggie tanto quanto pensa ou talvez não esteja preparado para conviver com o problema, mas mesmo assim tenta buscar uma cura.
O filme mostra que problemas insolúveis podem ser superados quando há respeito e amor e nada pode desgastar o que está protegido por esses sentimentos. Desafios podem aparecer pelo caminho, tremores e inseguranças mas nada pode destruir o que com amor foi criado.