BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

BoJack Horseman

Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

Critica | Lucy

Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

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LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

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O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

O Iluminado, de Stephen King
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sábado, 27 de abril de 2013

Critica | O Segredo Da Cabana


The Cabin In The Woods é o título original de O Segredo da Cabana, ou se preferirem, A Casa Na Floresta, como nossos colonizadores chamam, filme de terror dirigido por Drew Goddard e protagonizado por Chris Hemsworth.

Na história, cinco jovens resolvem se reunir para passar um tempo em uma sinistra cabana e lá chegando encontram no porão um antigo e misterioso diário. Após, de forma inoportuna, um dos jovens resolve ler em voz alta algumas palavras do livro (como sabemos, isso nunca é um bom sinal) e como consequência alguns eventos trashes começam a acontecer.

A história faz muitas referências ao clássico A Morte do Demônio e garante a presença constante de litros e mais litros de sangue, um ritual completo de referência. No entanto, ao longo do filme, vamos observando um festival de gafes e acontecimentos completamente sem sentido, mas muito bem feitos, tecnicamente falando, e para aqueles que ainda não assistiram, recomendo-o como meio de receber vários sustos ensanguentados e observar uma interessante versão alternativa do clássico que mencionei antes. Apenas ressalto a decepcionante tendência ao clichê exalada pelo filme.


Além da presença de Chris Hemsworth, o elenco ainda conta com Kristen Connolly, da série House Of Cards, Anna Hutchison, Fran Kranz, de A Vila, Jesse Williams e Sigourney Weaver, que dispensa apresentações. A direção, como dito, é de responsabilidade de Drew Goddard, um famoso ROTEIRISTA,  cujo trabalho de maior notoriedade foi Lost. Goddard ainda assina o roteiro do filme ao lado de Joss Whedon (diretor de Os Vingadores).

O reality show conspiratório proposto no filme foi tido por muitos como uma grande reviravolta, inclusive ponto digno de congratulações, contudo, apesar de surpreendente e igualmente invocativo ao clássico A Morte do Demônio, o ambiente proposto e os seus acontecimentos se tornam inacreditavelmente bizarros a ponto de contrastar e estragar as conquistas obtidas no seu decorrer. O maior ponto negativo do filme.

Ainda que possua final decepcionante, a qualidade técnica agrada bastante e as atuações são bem superiores à média dos filmes do gênero de ultimamente, aspectos que já fazem valer a pena os 95 minutos do filme e para completar, as presenças de Chris Hemsworth e Sigourney Weaver são as cerejas do bolo. Por fim, recomendo o filme mas é meu dever alertar sobre os perigos do abismo do clichê e do bizarro.

Confira a crítica do remake de A Morte do Demônio.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Noticia | Thor 2 Tem Seu Primeiro Cartaz Divulgado


O ator Chris Hemsworth estampa o primeiro cartaz de Thor 2 e na história do novo filme a Marvel continua com as aventuras de Thor no cinema, agora numa luta para salvar a Terra e os Nove Mundos de um inimigo sombrio que ameaça devastar o próprio universo. Depois dos acontecimentos de Thor e Os Vingadores, Thor luta para restaurar o equilíbrio em todo o cosmo, mas uma raça antiga liderada pelo vingativo Malekith retorna para afundar novamente o universo em escuridão. Diante de um rival que sequer Odin ou qualquer asgardiano pode enfrentar, Thor embarca em sua jornada mais perigosa e pessoal até agora, que o reunirá com Jane Foster e o forçará a sacrificar tudo para proteger a todos nós.


O elenco conta com as presenças de Richard Brake (Batman Begins), Clive Russell (Game Of Thrones), Alice Krige, Tom Hiddleston, Natalie Portman, Kat Dennings, Ray Stevenson, Tadanobu Asano, Rene Russo e Anthony Hopkins.

A estréia está programada para 8 de novembro de 2013, no Brasil.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Critica | Os Vingadores


O filme de Os Vingadores colocou um ponto final na ânsia dos milhares de fãs da Marvel ao juntar, após anos, alguns dos principais heróis dos quadrinhos em um único lugar (filme). Antes de o longa ser lançado nos cinemas, já haviam sido lançados dois filme de O Homem de Ferro, um filme de Thor, um filme de O Capitão América e alguns filmes de Hulk (aliás, Hulk no cinema é uma assunto delicado), portanto já tínhamos conhecimento dos rostinhos, ou pelo menos de sua maioria, que nos alegrariam, ou não, no mais novo projeto de Joss Whedon.

Em meio a tantas expectativas além das cobranças e responsabilidades que a história por si só traz, os vingadores acabou se perdendo dentro de uma trama fraca e infantil que tenta amortecer seus pontos negativos com espetáculos visuais, vulgarmente conhecidos como 3D, com o carisma de Robert Downey Jr. e os rostinhos bonitos de Chris Evans e Chris Hemsworth (há quem inclua Mark Ruffalo à lista).

Na história, o Tesseract está sob o domínio e estudos da S.H.I.E.L.D, maior organização "administradora de heróis'" dos universos, e inesperadamente o cubo mágico começa a sofrer alterações eletromagnéticas, radioativas, enfim, entra em trabalho de parto e um enorme portal se abre, dando à luz a Loki, o rejeitado irmão de Thor, e aí que toda a emoção (emoção?) começa. Rapidamente a S.H.I.E.L.D começa seu plano infalível e convoca seus melhores e mais famosos heróis: latão humano, aranha, robin hood, tomate verde, bela adormecida e, em meio a confusão, Thor surge no maior estilo deus de ser. Nick Fury vai à loucura com tantos heróis legais reunidos e a sua disposição.

Inúmeros eventos acontecem, uma hora os heróis estão no comando da situação e outra Loki está, mas podemos resumir o alvoroço simplesmente como sendo um jogo de manipulações previsíveis e baratas, sobrando até mesmo para Nick Fury (o seu, o meu e o nosso sempre Jedi Samuel L. Jackson) participar da ciranda e entre as jogadas, obviamente, acaba sobrando para os heróis salvarem o mundo.

A história composta por um roteiro fraco e dedicada ao público infantil (acredito) agrada poucos, ou talvez agrade apenas aqueles que detêm pouco conhecimento pelo assunto Marvel/quadrinhos ou até mesmo conhecimentos técnicos cinematográficos, serve de bom entretenimento e possibilita a realização do sonho de reunir histórias de grandes heróis já contadas em outros filmes, mas fica apenas nisso.

Infelizmente o sonho dura pouco, a alegria que era muita acabou se restringindo aos trailers, clipes e teasers cheios das melhores cenas e restou para o filme apenas o vazio e o humor característico de Tony Stark que não consegue ser suficiente para tornar o filme tão bom quanto os seus filmes solos. Enfim, Avengers (ou Vingadores, como preferirem) tinha tudo para ser um dos maiores filmes, não estou falando em bilheteria e sim em qualidade, mas acabou pecando em confiar que apenas as figuras carismáticas e já consagradas fossem conseguir segurar a responsabilidade e carregar sozinhas o sucesso de uma grande história.

sábado, 16 de junho de 2012

Branca de Neve inanimada


Alguém por acaso se lembra do conto de fadas Branca de Neve e os Sete Anões, eternizado pela Disney em 1937? Bem, esqueça tudo isso. Na releitura lançada mundialmente em junho deste ano, Branca de Neve e o Caçador (Universal Studios, 2012), tudo muda, muda mesmo. No entanto, alguns elementos permaneceram: a bruxa má (muito bem dramatizada pela lindíssima Charlize Theron), o espelho mágico, a maçã envenenada, o caçador, o príncipe (adaptado para o “filho do duque”), os sete anões...

Os elementos misturam-se, aparecem em ordem aleatória e os detalhes foram totalmente mudados. A Branca de Neve, interpretada por Kristen Stewart – sim, a mocinha da saga Crepúsculo –, é uma pequena princesa perdida que tenta vencer a rainha má que tomou o reino de seu pai quando se casou com ele e o matou. A princesa fica sem expressão facial alguma, do início ao final do filme. Nada diferente aí, uma vez que já conhecemos o estilo Kristen de atuar. Elementos sobrenaturais e de ficção científica também roubam a cena durante a exibição do filme.

O que mais intrigou foi o desfecho: assim como o título prevê, a história não é centrada na Branca de Neve e os sete anões, mas sim no caçador. Ele é um baderneiro que se entregou à bebida após a morte da esposa. Contratado pela rainha Ravenna para caçar a princesa perdida, acaba aliando-se a ela e se apaixonando. O duque – vulgo príncipe – acaba não tendo vez nesta história.

O elenco principal é de primeira categoria: Charlize, Kristen (a queridinha de LA) e Chris Hemsworth (sim, o Thor!). Charlize e Chris disputam os olhares da plateia enquanto Kristen continua com o desânimo de sempre – mesmo na hora de liderar um exército. A aventura é mais uma para a pilha de filmes do mesmo gênero e desfecho de Hollywood. Entretanto, a ideia foi ótima e bem aproveitada. É sempre bom reciclar os clássicos com uma visão surrealista.


Por Gabriel Johnson (@80cao)

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Thor

O filme apresenta uma mistura entre a mitologia e a história em quadrinhos, esta inclusive já havia sido adaptada da lenda de uma forma não muito objetiva. Thor, o filme, nos passa a sensação de querer suprir certos pontos esquecidos da mitologia mas acaba deixando outros pontos importantes da história em quadrinhos a ver navios. Pode-se dizer que é um equilíbrio, ambos os lados ficam desfalcados porém, outros pontos são muito bem feitos.
A energia e a super proteção de heróis que toda a criança sonha quando criança e todo o adulto secretamente ainda guarda dentro de si são os aspectos que fazem a história parecer tão espetacular e mágica, fazendo os menos radicais esquecerem algumas bizarrices adaptadas.
Em uma das cenas finais, não considero spoiler por ser óbvia, Thor está caido, aparentemente morto e o seu martelo, Mjolnir, vai ao seu encontro e Thor volta a ter as suas habilidades deixando todos boquiabertos mas agindo naturalmente. Achei meio forçado o seu retorno e ainda mais forçada a reação dos presentes, sinceramente se uma criatura se transformasse em um super herói na minha frente eu, no mínimo, sairia correndo. Brincadeiras a parte, este foi o unico ponto que me fez refletir sobre a seriedade e maturidade do projeto, no mais, é um ótimo filme, com ótimas atuações e efeitos mais do que especiais.