BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

BoJack Horseman

Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

Critica | Lucy

Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

Neuromancer, 30 anos

LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

LIVRO | Perdido em Marte

O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

O Iluminado, de Stephen King
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Noticia | Cartazes e Imagens Ineditas de Homem de Ferro 3

Que Homem de Ferro é um dos heróis Marvel mais cativante do cinema não restam dúvidas e muito menos há duvidas em relação ao bom desempenho de Robert Downey Jr. como Tony Stark, elementos fundamentais no processo de conquista emocional e agora, com o terceiro filme da franquia as campanhas de marketing estão a todo o vapor, são trailers, teasers, clipes e nesta semana foram divulgadas novas imagens e dois novos sugestivos cartazes.

ATUALIZADO: Acaba de ser divulgado o cartaz final de O Homem de Ferro 3.

Cartaz final de O Homem de Ferro 3




sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Critica | Os Vingadores


O filme de Os Vingadores colocou um ponto final na ânsia dos milhares de fãs da Marvel ao juntar, após anos, alguns dos principais heróis dos quadrinhos em um único lugar (filme). Antes de o longa ser lançado nos cinemas, já haviam sido lançados dois filme de O Homem de Ferro, um filme de Thor, um filme de O Capitão América e alguns filmes de Hulk (aliás, Hulk no cinema é uma assunto delicado), portanto já tínhamos conhecimento dos rostinhos, ou pelo menos de sua maioria, que nos alegrariam, ou não, no mais novo projeto de Joss Whedon.

Em meio a tantas expectativas além das cobranças e responsabilidades que a história por si só traz, os vingadores acabou se perdendo dentro de uma trama fraca e infantil que tenta amortecer seus pontos negativos com espetáculos visuais, vulgarmente conhecidos como 3D, com o carisma de Robert Downey Jr. e os rostinhos bonitos de Chris Evans e Chris Hemsworth (há quem inclua Mark Ruffalo à lista).

Na história, o Tesseract está sob o domínio e estudos da S.H.I.E.L.D, maior organização "administradora de heróis'" dos universos, e inesperadamente o cubo mágico começa a sofrer alterações eletromagnéticas, radioativas, enfim, entra em trabalho de parto e um enorme portal se abre, dando à luz a Loki, o rejeitado irmão de Thor, e aí que toda a emoção (emoção?) começa. Rapidamente a S.H.I.E.L.D começa seu plano infalível e convoca seus melhores e mais famosos heróis: latão humano, aranha, robin hood, tomate verde, bela adormecida e, em meio a confusão, Thor surge no maior estilo deus de ser. Nick Fury vai à loucura com tantos heróis legais reunidos e a sua disposição.

Inúmeros eventos acontecem, uma hora os heróis estão no comando da situação e outra Loki está, mas podemos resumir o alvoroço simplesmente como sendo um jogo de manipulações previsíveis e baratas, sobrando até mesmo para Nick Fury (o seu, o meu e o nosso sempre Jedi Samuel L. Jackson) participar da ciranda e entre as jogadas, obviamente, acaba sobrando para os heróis salvarem o mundo.

A história composta por um roteiro fraco e dedicada ao público infantil (acredito) agrada poucos, ou talvez agrade apenas aqueles que detêm pouco conhecimento pelo assunto Marvel/quadrinhos ou até mesmo conhecimentos técnicos cinematográficos, serve de bom entretenimento e possibilita a realização do sonho de reunir histórias de grandes heróis já contadas em outros filmes, mas fica apenas nisso.

Infelizmente o sonho dura pouco, a alegria que era muita acabou se restringindo aos trailers, clipes e teasers cheios das melhores cenas e restou para o filme apenas o vazio e o humor característico de Tony Stark que não consegue ser suficiente para tornar o filme tão bom quanto os seus filmes solos. Enfim, Avengers (ou Vingadores, como preferirem) tinha tudo para ser um dos maiores filmes, não estou falando em bilheteria e sim em qualidade, mas acabou pecando em confiar que apenas as figuras carismáticas e já consagradas fossem conseguir segurar a responsabilidade e carregar sozinhas o sucesso de uma grande história.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Um Parto De Viagem (Due Date)

Um Parto De Viagem é um filme com grandes atores e pouca qualidade, é o típico filme que se faz quando não há nada melhor para fazer.
Na história, Peter Highman, vivido por Robert Downey Jr., pega às pressas um avião para encontrar a esposa que está prestes a entrar em trabalho de parto, em Atlanta, porém (sempre há um porém neste tipo de filme), no avião, Peter é "perseguido" por Ethan Tremblay, vivido por Zach Galifianakis, um verdadeiro maluco que consegue a expulsão dos dois do vôo.

Com o convite à saída, os dois se vêem sem outra alternativa a não ser seguir viagem de carro e após muita insistência, Peter aceita a "companhia" de Ethan - seu maior erro do dia-. Não é preciso dizer que confusões acontecem, mas são confusões exageradas e forçadas, o que torna o filme "um parto" pra quem assiste e não para quem vive a história.

Um filme fraco e forçado apesar das boas atuações dos protagonistas, que não são suficientes para encobrir o exagero e compensar os inúmeros erros, e da direção de Todd Phillips, que já mostrou que sabe fazer filmes de qualidade, como quando dirigiu Se Beber Não Case e Se Beber Não Case- Parte II. Enfim, é um filme "sessão da tarde" até demais mas sem aquele gostinho de "vale a pena ver de novo".

segunda-feira, 14 de março de 2011

Homem De Ferro 2 (Iron Man 2)

Na continuação da aventura de Tony Stark, temos o império do herói ameaçado pela concorrência empresarial e sua tecnologia tenta ser adaptada de diversas formas, tecnologia que pouco a pouco está matando-o devido a alta concentração de paládio em seu organismo derivada da miniatura do reator ark que Stark possui no peito.
Neste filme, Stark terá que lutar contra o que ele mesmo criou, enfrentando os seus novos e antigos inimigos, enfrentando a sua própria capacidade de criação ao tentar buscar alguma nova invenção que tivesse a mesma eficácia que o reator ark porém sem ser prejudicial à saúde e enfrentando o governo que não apóia a existência de um herói cujo charme é a inconsequência.
O vilão não é a criatura mais temida da face da terra, na realidade, está longe, é bem fraco em aspectos de maldade, mas coloca em risco a existência do Homem de Ferro ao demonstrar que a tecnologia usada não é tão impossível de ser descoberta, copiada e/ou adaptada, mas o personagem fica nesta mera tentativa de destruir a boa aparência do herói. É quase uma piada.
Em termos técnicos o filme não possui nada de destaque, está tudo dentro da normalidade esperada em relação ao nível apresentado no filme anterior, inclusive os efeitos especiais e as atuações que foram os pontos de maior destaque anteriormente. Por fim, é possível perceber que o filme não é maravilhosamente perfeito, é normal mas encantador aos olhos dos amantes de histórias de super heróis, lógico, possui algumas falhas que os mais puritanos amantes dos quadrinhos julgam como sendo um erro indesculpável, porém nada que pudesse alterar o contexto ou prejudicar a essência da existência do imprevisível herói.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

O Solista


Nunca senti tantas emoções diferentes ao assistir um filme. “O Solista”, dirigido por Joe Wright ("desejo e reparação" e "orgulho e preconceito"), é uma história verídica contada pelo jornalista Steve Lopez, do jornal L.A TIMES, onde relata o talento musical de Nathaniel Ayers.


Nathaniel desde criança começou a se dedicar a musica, primeiramente ao cello, quando atingiu a fase adulta, Nathaniel mudou de cidade para cursar a escola de música Juilliard, porém começou a ouvir vozes. Era o início da esquizofrenia de mais um gênio. Após isso, começou a viver nas ruas e a tocar violino, então é aí que conhece Steve.

O jornalista passa a tentar ajudar o rapaz, porém percebe indícios de relutância, o que faz com que aos poucos vá aprendendo a como lidar com Nathaniel. Então Steve intrigado e emocionado começa a escrever no jornal sobre o músico, recebe um prêmio pela coluna, Nathaniel ganha um cello de uma senhora que não pode mais tocar devido a problemas de saúde e o músico recebe um convite para tocar no Disney Hall.

No dia da apresentação, Nathaniel tem uma crise e foge, deixando Steve completamente preocupado, quando o encontra Steve pede que Nathaniel assine alguns papéis, porém quando este lê, vê nos papéis que Steve o considera esquizofrênico, então tem outra crise e agride Steve. Steve não desiste. Alguns dias depois, a irmã de Nathaniel vai até L.A para reencontrar o irmão. Eles conversam e Nathaniel pede desculpas a Steve.

Ta, eu contei muitos detalhes, mas o filme merece. É realmente muito bom! Jamie Foxx (Nathaniel Ayers) convence o público nas suas crises psicóticas e intensas, fazendo com que todo o foco do filme seja voltado a ele e a ninguém mais.

Nunca considerei Robert Downey Jr (Steve Lopez) um excelente ator, ele é razoavelmente bom e por mais que tenha algumas cenas engraçadas (o personagem é meio atrapalhado) e outras de tensão e estresse, Robert Downey Jr. não consegue se sobrepor ao talento de Jamie Foxx.
O roteiro do filme e a direção são normais, nada de extraordinário. A figuração é no mínimo fantástica, extremamente convincente, assim como Jamie Foxx.