BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

BoJack Horseman

Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

Critica | Lucy

Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

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LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

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O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

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sábado, 28 de abril de 2012

Intriga de Estado, de mídias, de caráteres...

Intriga de Estado (2009)
Alguém se lembra do filme Intriga de Estado (Universal Studios, 2009)? Um interessante thriller político envolvendo um congressista americano e um jornalista da capital estadunidense, Washington. É o típico filme que conduz o espectador em uma linha de raciocínio e no final muda toda ela. Surpreende com toda a reviravolta e ainda mostra um lado do jornalismo que não se vê todos os dias: a parceria e as diferenças entre o jornalista padrão e das antigas, Cal McCaffrey (Russell Crowe), e a repórter novata e inexperiente, Della Frye (Rachel McAdams), durante a investigação de um caso de um possível homicídio.

A história do filme é mais ou menos assim. Stephen Collins (Ben Affleck) é um político americano que se vê ameaçado quando descobrem que a sua amante e parceira de trabalho morre, inicialmente tratando-se por homicídio. O melhor amigo de Stephen, Cal McCaffrey, jornalista que trabalha em um jornal em Washington, começa a investigar o caso e descobre que as coisas vão muito além de um simples suicídio. A relação dos dois é posta em prova a cada passo que o jornalista dá em busca da verdade.

A enfurecida editora do jornal e os dois repórteres
O filme é baseado em uma série inglesa da BBC. Para quem gosta de suspense, eu recomendo. Além disso, a história é inteligente e deve ser assistida com atenção, para que você mesmo possa juntar os pontos do mistério. Além disso, temas polêmicos como escândalos sexuais, corrupção e guerra são amplamente abordados no filme. A crítica também é implícita e põe em cheque as políticas do governo norte-americano e as privatizações, principalmente da guerra.

Deve-se também refletir intensamente sobre o jornalismo, com a intensa e perigosa busca pela ‘exclusiva’, e o papel das relações públicas na construção e transformação da imagem de seus clientes – normalmente políticos – e situá-los no contexto atual da sociedade, gerida essencialmente por interesses e estratégias de manipulação pública.

E você? Assistiu ou vai assistir a esse filme? O que achou? Comente!



Por Gabriel Johnson (@80cao)

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Meia Noite Em Paris (Midnight In Paris)

Woddy Allen com sua maravilhosa façanha de transformar filmes aparentemente "água com açúcar" em curiosas obras de arte, trouxe ao filme Meia Noite Em Paris, este perfil interessante.

Como disse, o filme aparenta ser mais um filmezinho sem tempero algum: um escritor frustrado, hoje cineasta, que viaja a Paris com sua noiva, o sogro e a sogra e aproveita o tempo para pensar na vida. 

Uaaau. Buuuut... 

Ooh Wait! É um filme de Woody Allen, deve haver algo de diferente! E, realmente, há. Enquanto pensava na vida, ou seja, enquanto pensava em tudo que poderia ter sido e feito se tivesse seguido a carreira de escritor, Gil (Owen Wilson), se transporta, de corpo e alma (ele sinceramente acredita) aos períodos da história em que seus escritores favoritos viveram, alimentando ainda mais seus devaneios e o desejo de seguir os passos de seus ídolos.

Como é de se esperar, o filme traz uma abordagem sensível, assim como a arte desempenhada por todos os escritores e artistas homenageados na película, porém não agrada a todos, principalmente àqueles que são mais "pé no chão" e não entendem ou não aceitam a metáfora trazida na história. 

Para os que não entenderam, a viagem de Gil é uma viagem aos seus mais profundos sentimentos e pensamentos, incentivada e inspirada pelos ares de Paris. Uma viagem interessante que instiga o personagem a debater com todos os grandes nomes da arte que vivem dentro de sua cabeça sobre suas próprias convicções adormecidas e ou mascaradas.

Enfim, não me canso de dizer, arte é sensibilidade e cinema é arte, logo, cinema é sensibilidade e Woody Allen traz de forma pura e aparentemente sem graça a mais direta constatação desta frase.