BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

BoJack Horseman

Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

Critica | Lucy

Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

Neuromancer, 30 anos

LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

LIVRO | Perdido em Marte

O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

O Iluminado, de Stephen King
  • BoJack Horseman
  • Critica| Lucy
  • Resenha de Psicose, de Robert Bloch
  • Neuromancer, 30 anos
  • Trailer | O Mundo dos Dinossauros
  • LIVRO | Perdido em Marte
  • O Iluminado, de Stephen King
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Mostrando postagens com marcador RYAN REYNOLDS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador RYAN REYNOLDS. Mostrar todas as postagens

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Amityville: nao muito terror assim



Filmes de terror bons são raros. Mesmo que massivamente produzidos, poucos conseguem fazer algo inédito e a maioria acaba por cair em lugares-comuns, Hollywood já possui uma fórmula para cada gênero audiovisual e os clichês acabam amplamente utilizados. Horror em Amityville (MGM, 2005) não é exceção da regra, principalmente por já ter sido base para onze filmes.

A história começa em 1974, quando há um grande assassinato numa casa em Amityville, no Estado de Nova Iorque. Toda a família havia sido morta enquanto dormia. Ronald Defeo Jr. (Brendan Donaldson) acaba admitindo para a polícia que usou uma arma para os pais e os quatro irmãos, dizendo que ouvia vozes que vinham de dentro da casa que o pediam para matar a todos. Passado um ano, um casal com os filhos (Ryan Reynolds e Melissa George) acabam comprando a casa em que os crimes aconteceram e a história se repete. 


Como dito, histórias que se baseiam numa casa com forças ocultas e a clássica cena da corretora de imóveis dizendo que aconteceu um crime ali, deixando os compradores tensos já foi visto milhares de vezes em outras obras. A regravação do clássico não assusta, nem mesmo quando se sabe que a história é baseada em fatos reais.

Megan Fox foi cogitada para fazer o papel da babá, mas os produtores preferiram Rachel Nichols. Chlöe Grace Moretz, que depois protagonizaria outro clássico, Carrie, também aparece como uma das filhas do casal em início de carreira – foi o segundo grande filme que ela participou. Orçado em US$ 19 milhões, rendeu mais de US$ 105 milhões e pode ser considerado um sucesso de bilheteria. O correspondente real do papel de Ryan Reynolds processou os produtores do filme antes de morrer, em 2006 e criticou o filme, dizendo que era longo, chato e sem sentido.

Por Gabriel Johnson (@80cao)

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Lanterna Verde (Green Lantern)

Mais um filme com um dos mais conhecidos heróis de histórias em quadrinhos. Lanterna Verde mostra a origem do primeiro lanterna humano.

Com muito humor e ação o filme segue a mesma linha de "O Homem de Ferro", mas acaba tornando-se fraco por causa de alguns efeitos especiais igualmente fracos e muitas vezes infantis para um filme deste porte. No entanto, a história segue a original e é até bem adaptada, até onde conheço.

Não vejo o filme como sendo direcionado ao público adulto, apesar de ser o que melhor conhece o herói, vejo o filme como sendo direcionado à adolescentes e até mesmo crianças e os mais interessados tem suas expectativas destruídas ao encontrar um filme que não segue o padrão de qualidade da história em quadrinhos.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Enterrado Vivo (Burried)

Agonia. Agonia. Agonia. Não consigo encontrar outra palavra para expressar o que se sente ao assistir este filme. Paul Conroy foi sequestrado no Iraque e enterrado vivo, em seu caixote, os sequestradores deixaram alguns objetos que pudessem ser uteis no jogo de tentativa de sobrevivência. Paul passa o tempo todo dentro de uma caixa, não é um caixão a não ser que seja 'tamanho família', com um celular, um isqueiro, uma lanterna e uma caneta. Ele tem pouco tempo para atender a exigência financeira dos sequestradores e ninguém parece acreditar na sua história. Momentos intermináveis e agoniantes cheios de suspense e aflição, quase ficamos sem ar só de assistir ao desespero de Paul.
O filme, como eu disse, pode ser resumido em apenas uma palavra AGONIA, e o fato de o filme ficar o tempo todo focado em Paul, exatamente, não há cenas do lado de fora do caixote contribui fundamentalmente, mais uma vez, com a AGONIA que se tornou a protagonista do filme.