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domingo, 9 de fevereiro de 2014
Amityville: nao muito terror assim
A história começa em 1974, quando há um
grande assassinato numa casa em Amityville, no Estado de Nova Iorque. Toda a
família havia sido morta enquanto dormia. Ronald Defeo Jr. (Brendan Donaldson)
acaba admitindo para a polícia que usou uma arma para os pais e os quatro
irmãos, dizendo que ouvia vozes que vinham de dentro da casa que o pediam para
matar a todos. Passado um ano, um casal com os filhos (Ryan Reynolds e Melissa
George) acabam comprando a casa em que os crimes aconteceram e a história se
repete.
Como dito, histórias que se baseiam numa
casa com forças ocultas e a clássica cena da corretora de imóveis dizendo que
aconteceu um crime ali, deixando os compradores tensos já foi visto milhares de
vezes em outras obras. A regravação do clássico não assusta, nem mesmo quando
se sabe que a história é baseada em fatos reais.
Megan Fox foi cogitada para fazer o papel
da babá, mas os produtores preferiram Rachel Nichols. Chlöe Grace Moretz, que
depois protagonizaria outro clássico, Carrie, também aparece como uma das
filhas do casal em início de carreira – foi o segundo grande filme que ela
participou. Orçado em US$ 19 milhões, rendeu mais de US$ 105 milhões e pode ser
considerado um sucesso de bilheteria. O correspondente real do papel de Ryan
Reynolds processou os produtores do filme antes de morrer, em 2006 e criticou o
filme, dizendo que era longo, chato e sem sentido.
Por Gabriel Johnson (@80cao)
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Lanterna Verde (Green Lantern)
Mais um filme com um dos mais conhecidos heróis de histórias em quadrinhos. Lanterna Verde mostra a origem do primeiro lanterna humano.
Com muito humor e ação o filme segue a mesma linha de "O Homem de Ferro", mas acaba tornando-se fraco por causa de alguns efeitos especiais igualmente fracos e muitas vezes infantis para um filme deste porte. No entanto, a história segue a original e é até bem adaptada, até onde conheço.
Não vejo o filme como sendo direcionado ao público adulto, apesar de ser o que melhor conhece o herói, vejo o filme como sendo direcionado à adolescentes e até mesmo crianças e os mais interessados tem suas expectativas destruídas ao encontrar um filme que não segue o padrão de qualidade da história em quadrinhos.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Enterrado Vivo (Burried)
Agonia. Agonia. Agonia. Não consigo encontrar outra palavra para expressar o que se sente ao assistir este filme. Paul Conroy foi sequestrado no Iraque e enterrado vivo, em seu caixote, os sequestradores deixaram alguns objetos que pudessem ser uteis no jogo de tentativa de sobrevivência. Paul passa o tempo todo dentro de uma caixa, não é um caixão a não ser que seja 'tamanho família', com um celular, um isqueiro, uma lanterna e uma caneta. Ele tem pouco tempo para atender a exigência financeira dos sequestradores e ninguém parece acreditar na sua história. Momentos intermináveis e agoniantes cheios de suspense e aflição, quase ficamos sem ar só de assistir ao desespero de Paul.
O filme, como eu disse, pode ser resumido em apenas uma palavra AGONIA, e o fato de o filme ficar o tempo todo focado em Paul, exatamente, não há cenas do lado de fora do caixote contribui fundamentalmente, mais uma vez, com a AGONIA que se tornou a protagonista do filme.
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