BoJack Horseman

BoJack Horseman é uma série muito promissora, que te prende na história e que sabe construir a história de uma forma competente, tanto que já foi renovada para uma segunda temporada, além de existir um easter egg com a abertura de “Horsin’ Around” e um episódio de natal do mesmo.

BoJack Horseman

Critica | Lucy

O que aconteceria se os humanos usassem 100% da capacidade cerebral?

Critica | Lucy

Resenha de Psicose, de Robert Bloch

Procurei enlouquecidamente nas livrarias e sebos durante anos e nunca encontrei! Estava prestes a desistir quando a Darkside Books decidiu republicar o título no Brasil! Viva!

As fugitivas

Neuromancer, 30 anos

Detalhes da edição especial de 30 anos de Neuromancer.

Neuromancer, 30 anos

LIVRO | Perdido em Marte

O que você faria se ficasse perdido em marte?

LIVRO | Perdido em Marte

O Iluminado, de Stephen King

O Iluminado se tornou uma das minhas obras favoritas a serem lidas durante o dia. Sim, durante o dia. Apenas.

O Iluminado, de Stephen King
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domingo, 22 de fevereiro de 2015

Critica | Boyhood (2014)


Talvez o filme mais cativante dentre os indicados à categoria principal (melhor filme) seja Boyhood, ao nos mostrar a evolução de uma família com a qual, indubitavelmente, acabamos encontrando aspectos comuns de nossas próprias vidas.

A história dirigida por Richard Linklater (Antes do Amanhecer), acompanha o crescimento e a evolução da família Evans, em especial do caçula. Mason  é um garoto simples de uma família tipicamente moderna: uma mãe que teve filhos muito jovem, um pai ausente que construiu a vida fora do meio familiar e uma irmã mais velha e implicante.

Ao longo do filme, acompanhamos, em primeiro plano, o crescimento do garoto e sua percepção do mundo ao seu redor. Em segundo plano, temos os dramas familiares: o pai que tenta se reaproximar dos filhos e a mãe que busca um marido responsável o suficiente para dividir tarefas.

Durante as mais de 3h de filme somos mergulhados em dramas cotidianos de uma família sem nenhum aspecto especial, que não possui perspectivas a não ser esperar o tempo passar.

Falando em tempo, Boyhood, apesar de simples, levou 12 anos para ser filmado (o oposto de Whiplash que levou apenas 20 dias) e utilizou os mesmos atores desde o seu início. Assim, não só acompanhamos a vida dos personagens, mas também do gracioso elenco.

Boyhood é um filme sobre a vida e sobre o tempo, é simples e complexo ao mesmo tempo, não possui atrativos aparentes, tampouco nos faz desejar os problemas rotineiros dos personagens, mas, ainda assim, o filme é um lindo convite a apreciar a vida, nossa própria simples e complexa vida.

Abaixo, você pode conferir o elenco ao longo dos anos:



sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

FILME | O ILUMINADO, de Stanley Kubrick



ATENÇÃO! Contém spoilers.

Aposto que Stanley Kubrick ainda provoca muitos suspiros por aí, mas não por sua beleza (porque né) e sim pela sua famosa e reconhecida genialidade atrás das câmeras. O diretor é responsável por diversos clássicos do cinema como Laranja Mecânica, De Olhos Bem Fechados, sendo este seu último filme, e, claro, O Iluminado.

Como grande maioria dos amantes do cinema, acabei assistindo o filme bem antes de ler o livro e de imediato acabou se tornando um dos meus queridinhos, no entanto, após realizar a leitura da obra de Stephen King, a película perdeu alguns pontos no meu ranking pessoal.

Explico.

O livro que serviu de base para o filme, e que recebe o mesmo nome, é uma obra complexa que descreve e desenvolve os personagens de uma maneira tão humana que absorve o leitor para dentro da história com a mesma força que o velho Overlock absorve Jack. É um incrível processo de fundição. 

Além desse fato, o livro também descreve de forma majestosa diversas manifestações espirituais e outros tantos eventos paranormais que são de arrepiar!

Vou evitar repetir tudo que já falei sobre o livro, pois já dediquei uma postagem inteira para isso, mas, basicamente, esses são os pontos mais salientes da obra literária.

De outra mão, o filme de Kubrick deixa de trabalhar as relações intimas dos personagens. Pouco sabemos se antes do Overlock Danny e Jack eram companheiros ou se Jack e Wendy realmente se amavam, fatos abordados profundamente no livro. O filme, a priori, dá a entender que Jack já possuía uma personalidade violenta, principalmente pela sua aparência psicótica apresentada desde a reunião com o gerente do hotel, momento em que o Overlock ainda nem tinha começado a colocar as manguinhas de fora. Assim, temos a sensação de que Jack estava enlouquecendo, ou melhor, estava tendo aflorada sua psicose pré existente, durante a estadia no hotel, e apenas nos minutos finais do filme é que descobrimos que na realidade as visões são manifestações “reais” do Hotel Overlock.

Considerei esse afastamento dos personagens uma “falha”, quando comparado com o livro, porque mal temos tempo de estabelecer qualquer tipo de sentimento pelos protagonistas, portanto, se Jack tivesse conseguido obter êxito na sua crise sanguinária, mal sentiríamos a morte de Wendy ou Danny. Sensação oposta a transmitida no livro.

Um segundo ponto que me deixou “levemente” irritada foi a falta de enfoque na relação de Danny e Tony, bem como na relação entre Danny e o Sr. Halloran (o cozinheiro), que no livro possui um papel essencial, tanto para auxiliar o leitor na descoberta do conceito de “iluminado”, como para salvar a vida de Wendy e Danny. No filme, Danny tem uma breve conversa com o Sr. Halloran, tão superficial que nem é possível observar o nascimento de uma vinculação emocional, tão pouco entender as motivações que, no final do filme, levam o cozinheiro a ultrapassar tantos obstáculos para salvar a vida de pessoas que mal conhecia.

Outro aspecto é a ausência das aparições fantasmagóricas tão constantes no livro. Na adaptação para o cinema, vemos apenas a “velha da banheira”, o cachorro e seu companheiro, Grady (o antigo zelador e pai das menininhas apavorantes) e algumas pessoas “normais” na festa. Tudo muito rápido e indolor. De outro lado, o livro traz outros tantos personagens sobrenaturais e situações que lhes envolvem, igualmente apavorantes. Tudo muito demorado e dolorido. 

Por fim, o último aspecto gritantemente diferente do livro é o desfecho. Na história original, Jack, que é o zelador do Overlock, é responsável por manter o controle da pressão da caldeira, já no filme, a responsabilidade dessa atividade fica a encargo de Wendy. No livro, Jack, ao ser totalmente possuído pelo hotel, esquece completamente da caldeira, fato que leva com que o hotel “exploda” e só então Wendy, Danny e o Sr. Halloran conseguem fugir do local. Aqui outra diferença, no filme, Sr. Halloran é morto assim que chega ao hotel.

Importante mencionar que, muito embora eu considere esses aspectos dignos de descontos na pontuação da minha listagem pessoal, o filme em nada perde na sua qualidade técnica, que considero ser o seu diferencial e o principal motivo de estar entre os principais clássicos cinematográficos.

Aqui vale ressaltar uma curiosidade, no livro, o quarto em que está a “velha da banheira” possui a numeração 217, diferentemente do filme, que possui a numeração 237. Isso se deve ao fato de que o hotel onde boa parte das filmagens foram realizadas realmente existe e a equipe da administração solicitou a troca na numeração com medo de que, após o lançamento do filme, os clientes se negassem a se hospedar no quarto “assombrado”.

Portanto, ainda que o clássico de Kubrick tenha perdido alguns pontinhos no meu ranking em razão da leitura da obra de King, ainda o considero um dos melhores, tecnicamente falando, e muito assustador, aliás, apavorante, mas em relação à adaptação da história, acredito que, em se tratando de uma obra de um grande diretor, poderia ter ficado “melhor”.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Critica | Frozen


Olaf e Sven são os mais novos queridinhos do universo Disney e olha que nem são príncipes!

A dupla que de imediato conquistou crianças e adultos nos variados trailers e teasers lançados pela Disney/Pixar não é nem de perto protagonista desta nova história, mas consegue completa-la de forma formidável.

A história se passa no reino de Arandelle, onde vive uma linda família real, composta pelo rei, a rainha e suas duas filhas, Elsa e Anna, e logo no início do filme somos apresentados ao curioso dom de Elsa, o de criar gelo e neve. Porém, tal dom se revela perigoso quando a herdeira do trono, durante uma brincadeira ao lado irmã, acaba por atingi-la na cabeça, colocando em risco sua vida. O rei e a rainha levam a pequena Anna até o esconderijo dos trolls, os únicos capazes de salvá-la, onde, após salvarem a vida da princesa e fazer com que ela esquecesse o dom da irmã, orientam os pais a reprimir os poderes de Elsa.

Elsa decide se afastar de todos por segurança, se mantendo reclusa em seu quarto. Enquanto isso, Anna cresce sem nunca deixar de tentar se reaproximar da irmã, principalmente após a trágica morte dos pais.

Quando Elsa completa 18 anos, é obrigada a se apresentar para o vilarejo como sua nova líder, assumindo a posição de rainha. Durante a festa de posse do trono, Anna, que vivia trancada atrás do portões do palácio, redescobre a liberdade e conhece um jovem príncipe, Hans, por quem de imediato é pedida em casamento. Elsa, ao ficar sabendo sobre a possível união da irmã com um desconhecido, não os abençoa e acaba brigando com a caçula, momento em que perde o controle sobre seus poderes e acaba assustando todo vilarejo ao expulsar a primavera e instaurar um rigoroso inverno.

A rainha mais uma vez decide se manter afastada de todos e foge para a floresta, lá cria seu próprio reino, onde pode ser quem quiser, sem medo. Anna vai atrás da irmã e aí que a aventura começa.

Você deve estar se perguntando: e Olaf? e Sven? Bom, eu disse que eles estavam longe de serem protagonistas. A dupla serve para, ironicamente, quebrar o gelo, através do humor, diante da relação complicada entre as duas irmãs, assim como vários outros coadjuvantes peculiares presentes nas histórias clássicas da Disney alguma vez já fizeram, e só a partir deste segundo momento é que a dupla passa a ter presença garantida no filme.

Olaf é o boneco de neve que as irmãs, quando crianças, criavam para brincar e que agora misteriosamente ganhou vida. Sven é uma rena que pertence a Kristoff, um vendedor de gelo que fora criado pelos trolls e que ajuda Anna na busca pela a irmã.

A animação, assim como Valente, traz um novo foco, ou seja, busca explorar relações familiares ao invés de românticas. Assim, temos aqui o retrato da difícil relação entre duas irmãs, onde a mais velha tenta proteger a mais nova, inclusive reprimindo seus instintos, enquanto a mais nova tenta reconquista-la. E como todas as histórias da Disney/Pixar, ao final do filme, ganhamos uma grande lição, conquistada através da perfeita relação entre drama e humor, de modo a fisgar todos os públicos.

Frozen, Uma Aventura Congelante não chega a ser a melhor animação do ano em temas familiares (Croods ganha muitos pontos neste quesito) nem a que possui os melhores coadjuvantes (os minions de Meu Malvado Favorito são infinitamente mais engraçados), porém traz uma bonita história entre duas irmãs, fato inédito em animações, contada no melhor estilo Disney de ser.

domingo, 13 de janeiro de 2013

Critica | Argo


O filme é ambientado em 1979, quando a embaixada americana do Teerã é invadida por militantes que exigiam a extradição do ex-governante do país, Mohammad Reza Pahlavi, que estava em tratamento de saúde nos Estados Unidos. Na invasão, as pessoas que trabalhavam no local foram feitas reféns, escapando da tortura apenas seis destes.

Com relação ao grande grupo que estava sob domínio dos militantes não havia nada de imediato e seguro que o governo dos Estados Unidos pudesse fazer, porém com relação ao pequeno grupo, que havia se refugiado junto ao embaixador do Canadá, ainda havia esperanças. A CIA estava responsável pelo resgate dos 6 refugiados e uma série planos de salvamento foram elaborados, até que a ideia de Tony Mendez se destacou, ou melhor, se tornou a mais plausível.

O agente teve a ideia criar um falso filme que teria como locação pasra filmagens o Teerã e usaria do prestígio universal do cinema hollywoodiano para convencer os militantes radicais a permitir a avaliação do local com a sua equipe e a grande sacada estaria na composição desta equipe, que seria formada pelos seis refugiados.

Mas como Mendez conseguiria enganar o governo do Teerã e levar os refugiados em segurança para os Estados Unidos?

Ninguém sabia, mas eram seis vidas que estavam em risco e Mendez não deixaria de cumprir sua missão.

O agente organizou um escritório, comprou um roteiro e artes e contratou uma equipe de apoio pois nada poderia sair errado e viajou para o Teerã. Lá chegando, entrou em contato com a equipe, passou a treiná-los e começou a falsificar a documentação necessária para a viagem do grupo.

A missão suicida e desacreditada pela própria CIA, que se tornou uma grande lição para todos os envolvidos, foi astuciosamente relatada em um excelente roteiro, cheio de detalhes e narrativas bem amarradas coordenadas por uma segura e precisa direção. Ben Affleck mais uma vez se mostra capaz de realizar um ótimo trabalho técnico, porém, talvez seja cedo demais para aliar direção e atuação e, ainda, talvez fosse interessante se dedicar mais ao que anda fazendo de melhor ultimamente: dirigir.

O filme não possui grandes atuações, a qualidade é bem ao nível do aceitável para uma produção com um orçamento de 44 milhões de dólares, porém compensa nos aspectos técnicos como direção, roteiro e enredo. Enfim, Argo é um dos melhores filmes do ano, está longe da perfeição mas tenho certeza de que Ben Affleck está no caminho certo para se tornar um dos diretores mais prestigiados da nova safra.

ARGO ESTÁ EM PRÉ VENDA EM BLU-RAY E DVD

Saraiva Blu-ray
Saraiva DVD

O LIVRO QUE SERVIU DE BASE PARA O FILME JÁ ESTÁ DISPONÍVEL

Saraiva
Saraiva E-book

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O Artista (The Artist)


Há tempos não observava em único filme tantas características magicamente rudimentares do cinema. O Artista resgata a alma perdida da 7ª arte, dramático, não? mas o filme transborda sensibilidade e usa todas as ferramentas usadas antigamente para expressar de forma extraordinária as ideias e os sentimentos quadro a quadro.

Na história, temos George Valentin um mestre do cinema mudo, cheio de charme e fãs, enfrentando uma terrível crise que engloba desde problemas econômicos até problemas morais. A história acontece entre 1927 e 1932, época da ascensão do cinema falado, decadência do cinema mudo e para completar a queridíssima crise econômica (quebra da bolsa de valores de New York). George é defensor do cinema mudo e recusa a alistar-se ao time da nova onda cinematográfica, o que resulta em seu declínio. Pouco antes de toda crise iniciar, George conhece Peppy Miller e a ajuda a conquistar espaço no cinema. Com o início do cinema falado, Peppy se transforma no maior ícone da nova era cinematográfica, tudo que George fora.

Como disse, o filme transborda sensibilidade justamente porque explora as interpretações que não envolvam a fala o que faz com que nossos sentidos se dediquem a observar todos os elementos não valorizados que estamos acostumados a assistir e que por várias vezes nem fazem parte da elaboração dos filmes atuais. Um filme é feito com muito mais do que uma sequência de palavras bonitas ou um elenco capa de revista, a arte está na construção e na beleza do que cada item que o compõe representa.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Cisne Negro (Black Swan)


Uma jovem bailarina vê a sua vida se tornando aquilo que sua mãe sempre desejou para sua própria vida e ao mesmo tempo, vê suas colegas de dança cobiçando o papel que é seu por merecimento, acaba se desestruturando e caindo nas armadilhas de seu próprio sub-consciente, que age desesperadamente para se proteger.

A pressão constante de todos os lados mais a pressão que a própria bailarina se impõe, são os fatores primordiais para o desencadeamento de um grande conflito pessoal. Nina Sayers é uma dançarina talentosa, que almeja a perfeição e o papel de destaque na peça O Cisne Negro. Descobre, ao conseguir o papel, que a realidade e a imaginação se misturam quando o nosso corpo se sente em perigo, e sem querer lutamos contra nós mesmos. Nesta peça, Nina terá que viver tanto o cisne negro quanto o cisne branco, este muito semelhante ao que a bailarina realmente é: doce, meiga, simpática,etc. o outro, será o maior desafio de Nina e também, o seu maior inimigo quando resolve aflorar e tentar ocupar o lugar do doce cisne branco.

A história é tão intensa quando a peça originalmente é, muitas dúvidas, medos e tragédias, mas também é tão sensível quanto, e sensibilidade é sinônimo de arte e arte, também é cinema e ao contrários do que muitos dizem, a sensibilidade do filme não é forçada, ela é angustiante como o conflito vivido pela personagem, fator resultante da ótima atuação de Natalie Portman.

sábado, 29 de janeiro de 2011

O Discurso Do Rei (The King's Speech)


Dirigido por Tom Hooper, O Discurso do Rei, conta um breve um momento da história, período em que o rei George V morre e seu filho mais velho, Edward VII assume o trono real britânico. Em um curto espaço de tempo, o rei Edward VII abdica o trono e George VII, seu irmão mais novo, assume o poder. O maior problema, no entanto, está no fato de George VII ser gago e um importante período estar a caminho, a II Grande Guerra, George, agora como rei, terá que se pronunciar várias vezes. Uma busca implacável por médicos e especialistas se torna prioridade, porém, várias tentativas fracassadas acontecem, até que a rainha Elizabeth, encontra um anúncio no jornal sobre um senhor que possui uma vasta experiência em curar problemas de dicção. A rainha leva o marido até o especialista, onde após algumas crises de resistência, o rei cede ao tratamento.


A técnica usada por Lionel Logue é a mais simples: a descontração e a intimidade. Primeiramente, Logue tenta se aproximar do rei, criando um laço de amizade e confiança, em seguida, faz com que o rei perca um pouco da dureza, deixando o estresse de lado. Pouco a pouco o rei vai retomando a sua própria confiança. A ajuda de Logue é fundamental mas ele também encontra abrigo e incentivo ao lado da família (Rainha Elizabeth e as Princesas Elizabeth, atual rainha, e Margaret), e percebe que sua base está fundamentada ainda que algumas inseguranças aconteçam pelo caminho.

O Discurso do Rei é um filme límpido, de alto teor histórico e cultural, ao mesmo tempo que mostra estes aspectos também mostra que por trás de grandes títulos existem pessoas simples e normais, e por fim, serve de grande incentivo para a determinação e a humildade.